Revolution through evolution

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8 thoughts on “Revolution through evolution”

  1. “The researchers calculated that the amount of wood harvested globally each year (3.4 billion cubic meters) is equivalent to only about 20 percent of annual wood growth (17 billion cubic meters)”

    O conceito parece-me bastante interessante, quanto mais não seja por parecer contraditório. Mas esta passagem parece-me estranha, só se recolhe 20% da produção anual de madeira? Não estou por dentro do assunto, mas não há um problema de desflorestação?

  2. aquaporina, o artigo refere que a melhor forma de proteger a floresta é fazer dela uma fonte de rendimento através da produção de madeira. Dessa forma, os Estados e as comunidades quererão preservá-la, em vez de a irem destruindo para obterem terrenos agrícolas ou pastos para gado.

    Quanto aos números, e respectivos limites do que seja uma exploração sustentável, aposto que existem diferentes, ou mesmo radicalmente diferentes, opiniões.

  3. Sim, concordo que a melhor maneira de preservar a floresta é torna-la uma fonte de rendimento para as populações e não apenas uma fonte de encargos, como ocorre na grande parte da floresta portuguesa.

    Aparentemente, as casas construídas em madeira são excelentes para o aproveitamento energético e mais resistentes aos abalos sísmicos: http://videos.sapo.pt/MMrDWQ0UGgwIpaPJZfFn.

  4. estás enganada, aquaporina. há uma coisa, por cá, que se chama complexo agro-alimentar e que representa cerca de 6% do PIB. dentro deste, a indústria florestal é grande fonte de rendimentos e de exportações – nomeadamente no que concerne à fileira da pasta e do papel, aos painéis de madeira, fibra e partículas e à fileira da cortiça, nomeadamente rolha. não será em todo o lado mas pelo menos Entre o Douro e Vouga. mas o aproveitamento da madeira também pode colocar em causa aquilo que é a biodiversidade – e aqui entramos no campo da desvirtuação da árvore.

  5. “torna-la uma fonte de rendimento para as populações” isto é diferente de ser uma fonte de rendimento para 2 ou 3 empresas. Não é por acaso que grande parte da floresta portuguesa está ao abandono.

  6. deves continuar a ficar enganada, aquaporina. :-) afinal de contas tu só queres é falar de florestas abandonadas. mas com o Val. :-)

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