Revolution through evolution

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7 thoughts on “Revolution through evolution”

  1. Essa de eliminar o “binário do género” no desporto é uma ideia muito catita.
    Funciona mais ou menos assim: põe-se um homem de 90 quilos de peso a lutar em judo (por exemplo) contra uma mulher de 50 quilos de peso; quando o homem deita ao chão e paralisa a mulher em dois tempos, dá-se à mulher uns tantos pontos por ela ter uma desvantagem física à partida em relação ao seu competidor.
    Está bom de ver que não funciona. No judo (tal como em qualquer outro desporto) só se pode pôr a competir pessoas à partida iguais – caso contrário, o esmagamento de um adversário pelo outro é demasiadamente violento para que possa haver qualquer ilusão de justiça no resultado.
    Tudo isto somente porque uns cromos que decidem mudar de sexo pretendem ter os mesmos direitos que se não tivessem mudado!

  2. I, mas tens mesmo de pôr o fulano de 90 quilos a lutar judo com a fulana de 50 quilos? Que mal é que a senhora te fez? E como é que sabes que esse homem mais pesado vai resistir à superior técnica da franzina mas altamente musculada e muito mais ágil, rápida e inteligente lutadora?

    Não consegues imaginar mais nenhuma situação onde se possa abandonar a divisão por género?

  3. não se percebe porque querem abandonar as categorias, penso que não há queixas de homens e mulheres de origem . muito mais normal acrescentarem as categorias transgénero mulher/homem e homem/mulher e por aí fora, à vontade do freguês.

  4. yo
    penso que não há queixas de homens e mulheres de origem
    Uma pessoa hoje em dia nunca sabe se uma qualquer notícia não será falsa, mas eu de facto tenho lido algumas notícias (já três, salvo erro) sobre queixas de atletas mulheres em relação a mulheres transgénero (homens que se transformaram em mulheres) que as batem “facilmente” em desportos como corrida e halterofilismo. Com prejuízo para as carreiras dessas mulheres atletas.

  5. Valupi,
    o que diz no artigo que você lincou é:
    “[The authors’s] preferred option is an extension of this with a proposed algorithm that could account for a range of parameters, both physical and social, including pyshiological parameters, gender identity and could include socioeconomic status.”
    O que dá precisamente aquilo que eu sugeri: põe-se um homem de 90 quilos a lutar contra uma mulher de 50 quilos e depois aplica-se um algoritmo que chega à conclusão que a mulher, apesar de ter sido derrubada e manietada, afinal até ganhou a luta.
    É a total perversão do desporto. Em vez de se pôr a competir duas pessoas iguais e se observar qual delas objetivamente vence, põe-se a competir duas pessoas diferentes e depois há um algoritmo que determina quem venceu, independentemente dos factos observados.
    E tudo isto para se garantir a certas pessoas o direito de, simultaneamente, mudarem de sexo e competirem desportivamente. Como se ambas as coisas fossem direitos, e as duas em simultâneo continuassem a sê-lo.
    Note-se o absurdo: se uma atleta toma testosterona para aumentar a sua performance, então isso é considerado doping. Mas se um atleta faz um tratamento hormonal para eliminar a sua testosterona natural, isso já não é considerado doping e esse indivíduo é autorizado a competir como se fosse uma mulher.
    Este mundo está louco…

  6. pois, por isso é que deveriam acrescentar categorias transgénero e essas pessoas competiam entre iguais. é batota querer por mulheres que nasceram homens a competir com mulheres de origem. também não faz sentido acabar com as categorias homem mulher por causa de uma minoria minúscula.

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