2 thoughts on “Revolution through evolution”

  1. “eu sou professor e em altura de crise tudo o que não importa é ensinar, vou meter baixa.”
    e a dissonância cognitiva é tramada, mesmo quando tudo está bem.
    o custo de oportunidade do progresso também chega à língua – um belo conceito de pobreza imaterial na humanidade.
    fiquei a pensar no caso do aluguer como um exemplo que tanto dá para posse como para experiência.
    as emoções pedem estímulo e, na arte, perante uma realidade completa uma completa realidade não pode estimular.
    de facto, saber se vale a pena continuar no trabalho quando a vontade é desistir não é fácil – pode dar-se o caso de a mulher do patrão, que é patroa, querer competir connosco e ser – por via da conjugalidade – uma vencedora por excelência quando confrontada com profissionalismo e talento. nesses casos, a porta da rua é-nos indicada dia após dia através de pressão e de tortura psicológica. pode até chegar ao ponto de não nos pagar e de nos reduzir drasticamente a carga de trabalho. ficar e fazer cada vez melhor aguçando-lhe a inveja e sofrendo ou desistir recuperando a dignidade e perdendo o sustento?

  2. mantendo a dignidade ficando, claro, oferecendo níveis incríveis de qualidade até à exaustão da malina. porque o que é bom tem de prevalecer contra tudo e contra todos. :-)

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