39 thoughts on “Respondam ao homem, faxavor”

  1. Depende da gravidade do crime para o qual se pretende a influencia. Os crimes não têm todos a mesma gravidade, consequentemente as penas variam em função do crime.

    Mas é uma verdadeira tristeza esta gente ter voltado àquilo que já toda a gente sabe que não tem ponta por onde se lhe pegue. O mais grave é obter a resposta à questão: porque voltam?

    Voltam porque sobre Sócrates já tudo foi dito, e no ar está o caso gravíssimo dos submarinos. Agora vamos ver onde é que estão os políticos de Verdade, Verdade?!

  2. O tárfico é o mesmo de pessoas a dizerem «pelícia» ou «Setúbel» ou «tarbalho» ou «destrocar» ou «controlar» ou «pecanino» mas sobretudo «tarbalho» – acho o máximo.

  3. Eu acho piada ao “destroce”. Que é o que alguns jornais melhor sabem fazer: destrocem tudo o que lhes aparece à frente. :)

  4. Eu gosto dos “ueros”, da “iágua” (mas para esta também me puxa a língua) do “parecido a”, “deve de” e do gasóil. Mas é melhor parar por aqui que no sítio onde estou não faltam bons exemplos.

  5. (já que entrámos no material de escritório faço a pergunta do costume – alguém mais, por aqui, diz “afiadeira”? É que sempre chamei isso aquelas coisas de afiar lápis mas até as minhas filhas já me gozam….)

  6. Ó Teresa eu aprendi a dizer «afiadeira» e digo ainda hoje. Mas no Norte os elásticos de escritórios são borrachas e fazem confusão com a «apaga» que para nós é a borracha. Safa!

  7. Aristes, muito obrigada, mas a autoridade parental por aqui resolve-se com o dicionário ou qualquer outro livrito pesado que esteja à mão…

  8. Zé Francisco, também sempre disse afiadeira e não mudo mas a pior que me aconteceu foi com o roupeiro. Pouco tempo depois de estar a viver em Lisboa deixei um bilhete à minha empregada a pedir para lavar as camisas que estavam no roupeiro e para as lavar à mão. Quando cheguei a casa tinha camisas penduradas em tudo o que era sítio, o armário vazio, tudo o resto por fazer e no roupeiro repousavam as 3 únicas que queria lavadas.
    “Roupeiro”, para mim, era o cesto grande, de verga, onde se punha a roupa suja. Lembra a alguém chamar “roupeiro” ao armário do quarto?

  9. O “escalabitano” faz aquilo que eu costumo dizer “um trocadalho do carilho…”. O gajo já confunde arquitectos com engenheiros e, portanto, está tudo dito…
    Quanto ao resto, esqueceram-se de dizer que aquilo que se chama afia-lápis, para nós, quando éramos miúdos, aqui no Norte, chamávamos-lhe “aguça” (somente…). Portanto, “cada terra com seu uso… cada roca com seu fuso…”. É também verdade que “roupeiro”, serve para guardar roupa… suja ou não… e há quem lhe chame “guarda-vestidos”, “guarda-fatos”, ou ROUPEIRO, embora ao outro também lhe chamem isso, mas também se usa: “cesto” (porque normalmente são de verga e daí o nome). Enfim… ideias diferentes para os mesmos objectivos.

  10. Um amigo meu, antropólogo, diz que o ribatejano tem uma curiosa reacção quando lhe dão uma novidade; diz logo «jà sabia!». ESte senhor é mais scalabitano mas vai tudo dar ao mesmo…

  11. Cláudia,

    o teu caso parece desesperado. mas com tanto chinfrim provavelmete a adelaide já tomou nota. Se não te deu resposta,é porque a resposta está dada…

  12. A notícia poderia ser “Sócrates atropelou um gato e fugiu” ou “Sócrates cola pastilha na bancada da Assembleia da República” ou ainda “Sócrates pôs um supositório fora de prazo” que o “Público” conseguiria transformá-la em primeira página.
    Neste caso, os projectos de Sócrates, é uma re-notícia, é um dejà vu jornalístico que vem esclarecer qual o objectivo que sustenta, o fortemente deficitário jornal. O timing desta re-notícia permite-nos ainda extrapolar que pretende desviar as atenções do caso dos submarinos.
    É triste constatar que vivemos num país em que os valores da honra, da seriedade, da honestidade apenas fazem parte de um qualquer manual escolar. A luta incessante pela sobrevivência dos meios de comunicação social obriga a uma servidão ao dinheiro e ao poder (seja de que natureza fôr), fazendo com que os valores e deveres deontológicos sejam olvidados e transformados em armas de arremesso contra quem não servir os seus senhores.
    A questão é: será que já esgotaram as notícias do Sócrates e agora começam tudo de novo?
    Vamos esperar para ver.
    FM

  13. LOL. Fartei-me de me rir, mas não me acredito que seja a adelaide. Continue a esforçar-se. A investigação retoma.

  14. Com ou sem época de páscoa incluída, neste país, o tráfego de influências faz-se pela esquerda e pela direita. Mais culpas 40-40 para o álcool e para o seja o que deus quiser. E o público que arranje lá declarações de uma cachopa com quem ele brincou aos médicos e com quem tenha sido mais atrevido. Ó Belmiro, os doadores da Madeira estão fartos destas tetas.

  15. Tinha uma vida pacata e um gosto especial por observar pássaros, sentado na velha cadeira de baloiço da varanda da sua vivenda germinada, através de ums velhos minóculos comprados na Feira da Ladra. Morreu ao tentar mudar a bataria do carro, quando o capon lhe bateu na cabeça. Foi cromado, segundo as indicações deixadas à família mais xegada.

  16. edie, de que falas? Eu não apaguei nenhum comentário, pelo que, se tal aconteceu mesmo, terei de investigar. Tens a certeza? Não estarás a confundir as caixas de comentários?

  17. edie, eu já não me recordo. Sou conhecida por ser distraída e por ter uma memória desgraçada… Pode ser que o comentário ande por aí.

  18. Só sei que gostei muito dos clips postos aqui pela edie.

    adelaide ou “falsa adelaide”, cornudas inocentes como tu não são para aqui chamadas.

  19. Procuro a verdadeira adelaide, a que tem sempre o jantar preparadinho para o seu querido, a que gosta de passeatas lindas em dias tradicionais. Sim, essa.

  20. Aliás, devia-se fazer uma boa limpeza no Aspirina para que nem um, nem outro, viessem para aqui comentar no Aspirina. Contudo, temos de ser democráticos e deixar o cobarde e a cornuda virem para aqui, nem que seja para nos rirmos um pouco. Ai, o Nik e a adelaide, que belo par romântico!

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