8 thoughts on “Reino das trevas”

  1. Hitchens.
    “Há tempos, com ironia e num sorriso, disse que o chato de se estar a morrer é saber-se que a “festa” continua sem nós, mas logo acrescentou que mais aterrador é a ideia de uma “festa” eterna, com ou sem o nosso consentimento, para sempre, subjugados a um ser superior e privados da nossa razão crítica”. (Post da Isabel Moreira na Aspirina)

    Como se percebe, ele pensou a vida e viveu-a repetindo os preconceitos que “herdou”. Nem uma ideia inovadora, uma que seja, nos legou para fazer progredir o pensamento. De facto, deve ser aterrador viver atado a um cepo de ideias feitas e nem ter feito um esforço para se libertar. Só mesmo de quem nunca sentiu que o próprio esforço liberta. O esforço que nasce do sonho, do inconformismo e da percepção da grandeza do nosso universo, desde que o sintamos como “nosso”.
    Ainda há quem, mesmo sem o confessar ou entender, se sinta uma “alma” desterrada e encarcerada na rasquice da “matéria”. Ideias velhas de quem se julga mais actual que o seu tempo. Hitchens viveu e morreu aterrorizado pela sua prórpia ideia.
    O novo paradigma é construir a vida. Desde as moléculas até ao espirito. E isto não é uma simples “festa”. Muito menos uma “festa eterna”. Aliás, que é isso de “festa eterna”?

  2. Dedicado ao Bernardino Soares

    Está ali em cima a prova de que esses porcos capitalistas lacaios do imperialismo que são os sulistas, roubam descaradamente a energia eléctrica honestamente gerada pelos dínamos das bicicletas dos dedicados operários do norte.

    (bicicletas estas obviamente já derretidas para se poderem fazer os corpos das ogivas dos mísseis intercontinentais, que um dia libertarão o mundo de toda a injustiça e gajas feias).

  3. É pá, isso foi quando o Mr Bean foi à Coreia do Norte passar o Natal e desligou inopidamente o interruptor geral.

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