Quem tramou Armando Vara? Nós todos (Ep12)

Onde Moura Guedes pede pena máxima (25 anos) para Armando Vara:

Onde Ricardo Costa, em tandem com Moura Guedes, se congratula com o estado de excepção que enfiou Vara na cadeia – e sem provas – apenas para se dar um exemplo (a vingança exemplar, um clássico da oligarquia):

Onde um actual conselheiro de Estado declara que se formou no PS uma rede criminosa que agiu impunemente durante mais de 20 anos (apanha Soares como Presidente da República e Guterres como primeiro-ministro), liderada por Sócrates, Vara e Santos Silva (o tal, não o outro, mas também este, e tantos, e todos):

É da natureza humana sermos natural e humanamente ambivalentes. Implacáveis com as falhas dos estranhos, somos tolerantes, condescendentes, cúmplices com as falhas dos nossos em sangue, tribo ou relação contingente. De quem não gostamos, dizemos que as suas más acções revelam a sua substância, e que as suas boas acções são apenas acidentes. De quem gostamos, dizemos que as suas boas acções revelam a sua substância, e que as suas más acções são apenas acidentes. Quem feio ama bonito lhe parece. Relativizamos automaticamente, por instinto de sobrevivência, os valores, os códigos, a responsabilidade. Se formos apanhados a errar, atribuímos o nosso erro às circunstâncias; cada um é o maior especialista no Universo a respeito das suas circunstâncias, somos mestres na ciência de encontrar desculpas. Se apanharmos o outro a errar, atribuímos o erro ao seu carácter; à maldade ou à fraqueza, não aceitamos que se desculpe com as circunstâncias, castigamos o seu fracasso no projecto que lhe impomos e não pediu: ser perfeito – pelo critério da nossa conveniência. É demasiado fácil, demasiado humano, após escolhermos o nosso interesse individual à custa da decência e do altruísmo ou mera generosidade, encontrar excelentes razões post mortem para convivermos em simbiose com um canalha oportunista que tem poder sobre os nossos afectos e a nossa vontade. Que é o nosso afecto e a nossa vontade.

A cultura da oligarquia domina este saber. Ensinam-se os príncipes desde o berço a verem o mundo como ele é quando se olha do alto: uma paisagem onde a humanidade está muito ao longe e é muito pequenina. Lá fora há fome, há lobos que se atacam uns aos outros. Alguns disfarçam-se de cordeiros para entrarem nos palácios e nos castelos. Pelo que os príncipes têm de aprender o mais cedo possível a arte da desconfiança e da traição. O primeiro a trair será o vencedor. Mas nunca mais poderá descansar depois da primeira violência contra a concorrência pois o que está em baixo tenta imparavelmente chegar ao topo e expulsar os velhos senhores para entregar as riquezas aos novos, os lobos mais fortes, ou mais astuciosos. O mundo concebido pela oligarquia é um Inferno donde apenas se pode escapar fugindo para o alto, onde não há chamas nem calor diabólico, e aí chegados levantar muros inexpugnáveis. Daí o príncipe igualmente aprender a arte da dissimulação, da prestidigitação, onde o seu rosto e as suas palavras apontam para norte enquanto as suas mãos assaltam e assassinam a sul. O príncipe completa a sua educação quando lhe mostram que a natureza humana é previsivelmente ambivalente – isto é, que toda a pessoa tem o seu preço (as excepções servindo apenas para confirmar a regra). Este modelo onde o mais forte faz as leis pode durar intacto milhares e milhares de anos. Assim foi. Até que numa região do Planeta que desfrutava de muito sol ao longo do ano, banhada por um mar que misturava rapidamente tradições e saberes heteróclitos, habitada por indivíduos cada vez mais curiosos a respeito da diversidade dos seres e das existências, a oligarquia agrária começou a ser substituída pela democracia-cidade. Na democracia, a força é transportada para a Lei, para as constituições, para os princípios liberais como oposição a qualquer forma de despotismo e autoritarismo. Daí a figura do Estado de direito se constituir como a matriz das democracias, obrigando a que as desigualdades sociais, até individuais, sejam ao mesmo tempo niveladas e protegidas de acordo com o bem comum. É um processo que tem tido longas interrupções e que não está acabado. Para muitos, por péssimas e excelentes razões, o processo ainda mal começou.

Este texto encerra uma série sobre a ida de Armando Vara à Assembleia da República nos idos de Junho de 2019 e do que me foi dado descobrir na gravação audiovisual da sessão. Corresponde à experiência mais profunda que já tive a respeito da qualidade democrática e republicana do regime por causa da competência política e jurídica de quem o interrogava; e por causa do grau de exposição com que Vara chegou a uma sala do Parlamento, presidiário no “Face Oculta” e acusado na “Operação Marquês”, e do tipo de exposição a que se propôs, a tudo respondendo com factos e detalhes dentro dos limites da sua memória e situação judicial. Sendo a segunda vez que era ouvido pelos deputados sobre as mesmas matérias relativas à CGD, e depois de mais de 5 horas frente a quem tinha tido acesso à informação interna do banco solicitada e que agora brincava aos carrascos para imprensa ver, se Vara fosse um bilionésimo do que a indústria da calúnia e o ódio político pintou de si tal teria de aparecer. Tal espectáculo seria imperdível pela mesma lógica com que Vara tinha sido apanhado, torturado e exposto como troféu. Foi essa a minha motivação primeira para assistir não só à sua audição como às restantes 39 sessões da II Comissão Parlamentar de Inquérito à Recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e à Gestão do Banco. Quantos portugueses fizeram o mesmo? Quantos jornalistas? Quantos jornalistas especialistas em política? Quantos magistrados? Quantos deputados? Não o tendo feito, nem sequer esta singular audição de Vara estão em condições de avaliar.

Podíamos apenas recorrer a Marcelo Rebelo de Sousa para mergulharmos até ao fundo do que mais importa a respeito de Armando Vara, preso sem provas numa condenação inaudita por ser um socialista amigo de um outro político socialista que igualmente se quer destruir na Justiça e prender como exemplo e ameaça. Marcelo, então comentador, vendeu a condenação de Vara alegando que era, em simultâneo, anormal e normal. Anormal, pelo lado em que a pena era altíssima, nunca antes vista, tenda em conta o valor pecuniário suposto. Normal, pelo lado em que ele dormia melhor: se os juízes tinham decidido assim, eles lá teriam as suas razões e não valia a pena pensar mais no assunto. O resultado composto desta dupla interpretação transmite às audiências a seguinte mensagem: “Eu, brilhante professor de Direito, sei muito bem o que fizeram ao Vara, daí estar a chamar a atenção para isso mesmo de forma a que o gozo seja ainda maior.” Quando voltou a tocar no assunto, já Presidente da República, colou-se à pulharia e celebrou a prisão desse cidadão. Portanto, a desbunda com a judicialização da política e os linchamentos mediáticos e judiciais é, numa das mais consideradas figuras vivas da Nação no campo do Direito e da política, superior à defesa do Estado de direito democrático. Donde, não poder espantar, não causar a mais suave brisa de surpresa, vermos profissionais da indústria da calúnia, como aqueles que aparecem nos vídeos acima, a despejarem todo o arsenal de calúnias e ódio para cima de Vara, de Sócrates e do PS. O regime não só permite essas práticas como as premeia.

Entretanto, sabemos o que aconteceu com Carlos Alexandre no caso Tancos, o que aconteceu a Miguel Macedo no caso Vistos Gold, o que aconteceu com Carlos Alexandre e Mexia no caso EDP e o que aconteceu na “imprensa de referência” ao sair a acusação no caso BES. A direita política e mediática sempre embrulhou com furor a condenação de Vara e a detenção, devassa e acusação a Sócrates num movimento de purificação que estaria a ocorrer na Justiça portuguesa depois de anos e anos de corrupção socialista ao mais alto nível, chegando PSD e CDS a acusarem um procurador-geral da República e um presidente do Supremo de terem impedido – em cima de umas eleições legislativas – “legítimas” investigações a um primeiro-ministro em funções. A regeneração teria começado com os Vidal em Aveiro e continuava com os Vidal em Lisboa, tendo sido necessário afundar o País na Troika para que finalmente se fosse além do sonho de Sá Carneiro: uma Maioria, um Governo, um Presidente + uma Procuradora-geral da República. Em Julho de 2020, já não dá para continuar a dizer que a condenação de Vara corresponde a uma vaga de santidade nas magistraturas pois ele continua a ser o primeiro e único cidadão preso por tráfico de influências; sendo que os mesmos que agitaram essa patranha davam-se à perfídia de reclamar conhecerem de ginjeira quem cometia esse tão pervasivo, ubíquo, crime. Ou seja, se Vara foi preso por tal sem sequer precisarem de provas, então, se fosse verdadeira a retórica populista usada para esconder a violência política, a esta hora Vara teria centenas ou milhares de colegas de cárcere. Não só tal não se viu como vimos caluniadores profissionais a contradizerem o que antes propagandearam. De repente, o Ministério Público parece que faz acusações sem fundamento, e isso é chato calhando a um tipo porreiraço como o Miguel ex-ministro de Passos. De repente, o superjuiz Carlos Alexandre talvez tenha um bocadinho de pancada, e isso é chato calhando a um passarão com tantos amigos na oligarquia como o António Mexia. De repente, parece que Salgado é um monstro do crime mas que isso era uma coisa que metia muito pouca gente ao barulho, mal apanha a família. De repente, o governador do Banco de Portugal era um herói que fez o que podia contra Salgado, e não um patife como o outro governador do Banco de Portugal, esse socialista, cúmplice de Vara, de Sócrates e de um certo “assalto ao BCP” que só existiu como parangona lucrativa e arma de arremesso pelos decadentes. Isto é, de repente passou a ser possível ter uma opinião negativamente crítica sobre a acção dos agentes da Justiça sem que por tal se corra o risco de passar por socrático. Passou a ser possível defender protagonistas de um escândalo que poderá ter causado onze mil milhões de euros de prejuízo ao sabor das amizades e das agendas políticas. Mas, acima e antes de tudo, de repente ficou na ribalta a ambivalência com que se faz política, jornalismo e opinião profissional mesmo em relação à dimensão mais melindrosa da vida em comunidade, a Justiça. Quem se permite ser contraditório e antinómico consoante os alvos na berlinda, finge que habita na cidade mas vive rapace na selva.

Finalmente, podemos recorrer ao Ricardo Araújo Pereira para completarmos o retrato do regime e de quem nele controla e molda o espaço público. Como se pode ver ou rever aqui, o humorista usou as declarações de Vara de forma fragmentária e descontextualizada. A justificação aparente é a de que elas permitem fazer humor por algo intrínsecamente engraçado, permitem entreter audiências de programas de comédia, dar a rir ou sorrir com as pilhérias que os artistas de serviço acrescentem. Mas porquê ter reservado o gozo apenas para Vara e ter excluído os deputados? Como justificar o protagonismo dado a um só individuo nessa ocasião? A explicação é política. O Ricardo não queria usar a política para fazer humor, quis usar o humor para fazer política. E serve-se de um humor primário, infantilóide, porque o objectivo é prolongar o linchamento de Vara sem ser preciso esforço nem técnica. Quem se ri comunga com o artista da sentença, estamos perante alguém que é tal qual aquilo que dizem que é, se não fosse o querido Ricardo não estaria a chamar-lhe bandido. Consequentemente, as gargalhadas saem como balas de fuzilamento à ordem do “cómico”. O “cómico” fica satisfeito e saciado, há sempre mercado para caluniar e humilhar Vara. Os patrões e colegas da indústria da calúnia adoram a “comédia” e adoram o “cómico”.

O último vídeo que apresento nesta série é o da declaração inicial de Vara, prévia às perguntas dos deputados. O apelo que faz à Assembleia da República para que se repense o sistema prisional do ponto de vista da reinserção dos presos foi retomado nas suas últimas palavras (Ep11), e a antecipação de as suas declarações não irem convencer quem não queria ser convencido provou ser uma robusta e serena afirmação de carácter. Entre o Armando Vara dilacerado nos tribunais e impérios mediáticos da direita, igualmente assassinado pela esquerda e parte do PS, e o Armando Vara que tem oportunidade para se apresentar, dar a conhecer e justificar há uma distância que só pode ser percorrida por aqueles que tenham alergia a serem tratados como borregos.

47 thoughts on “Quem tramou Armando Vara? Nós todos (Ep12)”

  1. Valupi, aponte um erro, um artigo, um parágrafo, uma vírgula sequer do acórdão que condenou Armando Vara e depois podemos discutir que artigos da lei foram violados e que ilegalidades existem .

    Não induza as pessoas em erro : por exemplo onde diz que Ricardo Costa e Moura Guedes, se congratulam com a decisão que condenou Vara sem provas, dei-me ao incómodo de abrir o video e não vejo lá ninguém a dizer que foi condenado sem provas .

    Pode até acrescentar mais vídeos a aumentar o tamanho do texto, não é por isso e por aí que prova nada, a não ser tentar cativar aqueles que, pela preguiça ou pelo cansaço nem sequer se vão dar ao trabalho de abrir os vídeos e/ou ler o seu texto todo .

    Sobretudo não use e abuse de falácias, mais concretamente, de falácias de redução ao absurdo .
    Abordando (eu) agora neste quadro e em bloco assunto ou assuntos de outros quadros :
    você diz “como é que só dois notaram”, “como é possível ter enganado tantos “ e/ou “e esses todos não teriam imediatamente manifestado oposição para destruir isso” tudo isto são duas ou três falácias de tentativa de redução ao absurdo, claro que é possivel que apenas um ou dois tivessem notado mas o mais provável até é que muitos outros tenham notado também, e até, escrito, mas também podem ter ficado calados, também pode ter sucedido e o mais veromosível que apenas dois se tenham atrevido a escrever dando mais notariedade, muitos dos jornalistas da chamada imprensa dos negócios decerto que teriam notado e saberiam alguma coisa, quando diz, como é possível ter enganado tantos, claro que é possível enganar muitos (ainda por cima, um numéro indeterminado de pessoas) a esmagadora massa do Povo é facilmente enganável e é igualmente possível que aqueles que não mostraram oposição o tivessem feito precisamente por o estado de coisas os estar na altura a beneficiar . Portanto não dá, as falácias de tentativa de redução ao absurdo são das mais fáceis de desmontar .

    Num dos quadros de comentários o comentador João Viegas forneceu dois links para quadros antigos, dei-me ao trabalho de ir ler e num deles está lá o Daniel de Oliveira, devidamente identificado com foto (mas não com NIF, IBAN e morada como alguém por gozo aqui escreveu, porque nada disso é preciso) e faz uma pergunta a um comentador ou uma comentadora citando o texto e pergunta : “ Fulgurante? Diga lá o que acompanhou da minha carreira? “

    O quadro chama-se o triunfo dos escaganifobéticos – IV
    cito :
    “quem quiser ter uma carreira fulgurante de comentador político, é só preencher a ficha no BE e passar ao assalto: não ter medo de ofender os poderosos. ‘Tá lançado.”
    DANIEL DE OLIVEIRA, IDENTIFICADO COM FOTO
    Fulgurante? Diga lá o que acompanhou da minha carreira? “

    Até hoje, não obteve resposta . Transitou em julgado (e na praça pública, no seu blog) e teve a sua reputação e o bom-nome prejudicados, não lhe parece . Não tem nada a dizer sobre isto?
    É que você tem que assumir responsabilidades porque o comentador-autor da frase acima FOI PRECISAMENTE VOCÊ, que escreveu para Nik :

    “Nik, quem quiser ter uma carreira fulgurante de comentador político, é só preencher a ficha no BE e passar ao assalto: não ter medo de ofender os poderosos. ‘Tá lançado.”

    Noutro passo e mais abixo, você escreveu – em resposta a outro comentador :

    “Acórdãos? Foda-se. Tem juízo.”

    Ora, o que eu lhe aconselho precisamente, é que antes de vir aqui debitar crenças enraízadas, mas na minha opinião, infundadas, e fabricar falácias de manual, vá ler o acórdão que condenou Vara e só depois venha para aqui perorar .

    Link para facilitar a busca :

    Quadro : O TRIUNFO DOS ESCAGANIFOBETICOS – IV
    Comentário de
    Val
    16 DE ABRIL DE 2009 ÀS 4:15

    Nota : eu até poderia concordar consigo, se por exemplo, Vara tivesse sido condenado por ter sido dado por provado no acórdão que tinha aceite uma caneta, concretamente e a título de ptova, uma esferográfica Montblanc 149, e a contrapartida tivesse sido ter movido influência para a concessão de 10.000 € de crédito.
    Ai sim, eu diria, foda-se, uma esferográfica montblanc 149 é uma coisa que nem sequer existe, modelo 149 só existe em caneta de tinta-permanente e leva 5 anos de prisão !!!

    Agora, como não é o caso, para discutirmos o acórdão real, primeiro é preciso lê-lo .

  2. Valupi, por que raio de carga de água te dá para incomodar tanto os donos da justiça, pôcera? Perturbas digestões em demasia, não há Rennie que chegue para lhes acalmar a azia, e quanto mais quilómetros metem na prosa mais destapam a burrice analfabeta e pretensiosa. Pobres desgraçados/as, eles não se enxergam mesmo!

  3. agora temos lençóis de nonsense dum patético reformado do fisco deslumbrado com as suas próprias hiperligações, os linques do joão viegas, fotos do daniel oliveira (quiçá nudes), sapatilhas nik e 149 esferográficas que não existem no monte branco. dass… ganda nóia, andas a charrar barba de milho e a drinkar salsaparrilha.

    * junto a minha fotografia, ficha técnica e preços
    https://www.musik-center.de/en/royal-standard-meteor-96-bass-4-chorig-uberholt-gebraucht.html/?___store=en&utm_source=Google&utm_medium=CPC&utm_content=215326-urlencode&utm_campaign=SEA-ShoppingAds&utm_term=%7Bkeyword%7D&gclid=Cj0KCQjwjer4BRCZARIsABK4QeWFFvNzVsmBvMPPFIa6FeiLiwiqpRMK0XiTJCIzhnq6KcNOv8AESB0aArM_EALw_wcB

  4. as cenas do príncipe estariam bem se estivéssemos em monarquia ou autocracia , como o botas ; numa república democrática , com partidos e eleições , o tipo que consegue maiorias absolutas para distribuir frigideiras pelos boys e girls , tem lealdade canina até pós consulado , porque admitirem que o fulano ,e os amigos/ cúmplices do fulano, que lhes deu de comer era isto ou aquilo , era admitiram a conivência.
    a não ser que as cenas das traições seja intra partido , e aí tudo bem.

  5. Valupi… Grande parte dos que acompanham os meandros da politica em Portugal sabem que a análise que faz sobre a engrenagem montada pela direita está correcta !… Mas isso, que lhes importa!… Eles seguem a marcha , sabendo que o cidadão comum (i.é., o que anda a trabalhar para comer ou o que acha que o futebol chega para lhe preencher a vida…) não vai sequer tentar perceber o que está em causa!…E perseguir “um Vara” ou “um Sócrates” é muito mais “lucrativo” do que pegar “um Portas” ou “um Cavaco”… É SÓ ISTO!

  6. Com o Alberto Pimenta,filósofo,sabemos onde estão os filhos da puta e os seus nomes. E eles sabem que nós sabemos! Olha para a cara deles…

  7. “o tipo que consegue maiorias absolutas para distribuir frigideiras pelos boys e girls ”

    o cavaco distribuía licenças de televisão, bancos e dinheiro do fundo social europeu que os governos seguintes tiveram de restituir e os bois distribuíam tachos pelas vacas, como relata o mini-mendes para memória futura ao instituto de observação da moral & costumes: “Corrupção e abuso de poder eram toleradas eram na altura pela sociedade…” e “… de resto havia duas coisas que se usavam muito em 75: o cabelo compridíssimo e as chamadas calças à boca de sino. Também usava.”

    https://observador.pt/2019/04/07/marques-mendes-nomeacoes-de-familiares-nos-governos-de-cavaco-silva-foram-um-erro/

    https://observador.pt/especiais/marques-mendes-digo-com-magoa-nao-vi-os-meus-filhos-crescer/

  8. Do mais correcto e mais próximo da verdade de tudo o que já foi escrito, dito, acusado e julgado acerca da justiça e sobretudo acerca dos ganha-pão como opinadores avençados e outros motivos vários de interesses nunca investigados.
    Veja-se o vídeo do Mendes, olho vivo ; tudo que aponta ao outro é exactamente o que sempre foi e é; um profissional traficante de influência política o qual aparece, mais ou menos escondido no interior de escritórios de advogados, em quase todos os negócios entre empresas e Estado. Repare-se que é, precisamente, no momento em que vende à “sic” tráfico de influência via Conselheiro de Estado que o grande pequenino homem acusa desbragadamente, sem mais, nem documento, nem prova, nem lógica, nem o mínimo de pudor que Vara e mais dois tinham um plano para tomar de assalto Portugal. E vai de enfiada aproveita a embalagem e mete o Constâncio no saco dos corruptos poderosos, tão poderosos como jamais houve; felizmente que acabou, diz, o que não acontece com a pequeneza física e mental do próprio que anda no mesmo há 35 anos.
    Coisa semelhante é o vídeo de mano Costa, o faca na liga e Moura Guedes, a destrambelhada, onde entre outras alarvidades de acusações sem qualquer fundamento (e como haviam de ter se a própria acusação não tinha) afirmam que Vara concebera e usava um código para falar dos actos corruptos que praticava cujo código, afinal, não é mais que o código imaginado e criado pela acusação dos magistrados como álibi para explicarem e justificarem junto do pagode a acusação, precisamente, à falta de qualquer prova visível, palpável, material.
    Foi bom que os vídeos voltassem à nossa presença e será bom que voltem sempre pois que o tempo é o verdadeiro juiz e o mais justo para perceber e separar o falso do verdadeiro.

  9. Clemenza está a mirar-se ao espelho . Corrigo, a mirrar-se . A mijar-se …

    Capacho continua sem açaime. Anda a drunfos pra não dormir de noite e mostra que gosta de pegar de empurrão tem uma adoração sem limites pelo dominatrix que o admoestou .

    O resto é a merda do costume .
    Tudo espremido nem diarreia dá.

    Politicas de esquerda :
    Soares ajuda Salgado a comprar BES com cunha ao monami miterrand
    https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/mario-soares-ajudou-ricardo-salgado-a-comprar-o-banco-espirito-santo

    Jardim Gonçalves incia atividade com licença de banqueiro atribuída por Soares e Medina carreira .
    Link : é só perguntar ao BP, estás tudo nos arquivos, não tenho o arquivo do BP na memória.

    Pina Moura e os socialistas na palhaçada do grupo Champalimaud ( mete a Caixa e o Pona Moura)
    https://executiva.pt/blogues/1999-caso-do-grupo-champalimaud-as-fusoes-na-banca/

    Já antes, soares tinha intervido para que o totta fosse para champalimaud .
    Champalimaud e seu advogado Proença de Carvalho foram pessoalmente agradecer a Soares pela gentileza . A cantiga era a importância de a banca portuguesa ficar em mãos de portugueses .
    Limão comprou o totta com dinheiro que pediu ao mesmo totta, para o efeito da aquisição.
    Depois da compra, como se deu a figura jurifica da “confusão” situação em que o devedor e o credor são uma única e a mesma pessoa, nada pagou, portanto ficou com o totta e sem pagar nada .
    Acabou por ser tudo vendido aos espanhóis e ainda por cima me lembro de ter lido uma entrevista num jornal em que limão dizia “comigo aqui no totta os socialistas agora vão ter que trabalhar”.
    A cantiga era ficar em mãos de portugueses (expresso) a trabalhar para os espanhóis (implicito) um filme dejavu .
    Link : é só procurar nos jornais da época .

  10. portantes salgado, champas, gonçalves e proença tudo bóis do ps ajudados pelo soares e pela cassandra carreira no papel de xuxagirl.

  11. Bravo Valupi! No verdadeiro esmiuçar do face oculta. O maior crime de Vara, mais uma vez, foi o de não pertencer à casta que é suposto liderar as grandes instituições em Portugal. No caso, as instituições financeiras. Que à parte a justiça, também já valeram não sei quantas sessões de não sei quantas CI. E quando aquele vermezinho do PSD – que gosta muito de encher a boca com a meritocracia – lhe pergunta pelo CV é o equivalente ao Vitor Gonçalves perguntar a Sócrates do que vive. Faltou pouco para com quem dorme. A sabedoria popular tem um adágio para este tipo de gente. Nunca sirvas a quem te serviu. Ou alguém beliscou, por exemplo, a assinatura e o depoimento de Celeste Cardona? O Vara sozinho – sem sinal da crise financeira – também foi o único responsável pelo buraco da CGD.

    E os Juízes de Direito, à falta de qualquer prova de corrupção, ainda foram mais longe sentenciando Vara como um exemplo para a Comunidade. Inclusive com uma pena completamente inédita em termos de tráfico de influência em Portugal. Quando era sua obrigação limitarem-se ao processo penal e deixarem a justiça moral para outras divindades. Como CPP. Porque a intenção nunca foi servir de exemplo contra o tráfico de influência mas mais uma vez para servir de exemplo a todos os que andam por onde não devem. In inner circle. Onde é que já se viu um Vara na Administração de um dos maiores bancos privados portugueses?

    As crises e os tempos de incerteza também têm este condão. De trazer sempre o pior da humanidade à superfície para manter algum status quo custe o que custar. Daí as castas superiores ainda admitirem menos interferências. Também é por isto que o outro palerma não percebe que a omissão do dever do Governador foi quem assinou a factura que o Salgado passou aos contribuintes. Ou faz que não percebe. A culpa em última instância é sempre do bode expiatório mais à mão. Alguma coisa tem que mudar para ficar tudo na mesma. E por norma calha sempre ao mexilhão.

  12. Valupi, uma ideia: o que dizes a uma operaçãozinha de crowdfunding para um curso de alfabetização que beneficie a vacada que não te/nos larga as canelas, fodendo o ambiente com ininterruptas ventosidades e assim agravando desgraçadamente o aquecimento global? O fedor seria o mesmo, mas seria fedor alfabetizado, faria toda a diferença! Ou não faria, eu sei lá, há poucos estudos científicos sobre a alfabetização dos peidos e das vacas. Se esse crowdfunding for para a frente, prometo desde já, solenemente, que não darei um tusto… a não ser que o meu contributo ajude a adquirir um belo dum charolês que beneficie noutro sentido (o veterinário) o lamentável e insistente gado. Outra hipótese é uma aliança estratégica do Aspirina com a Greta Thunberg, que também quer acabar com os peidos da vacaria. O PAN não gosta igualmente de flatos, a não ser os próprios, de mestre André e adjuntos/as. Aceitam-se sugestões. Entretanto, oremos.

  13. este P que na ultima vez que ca esteve disse ok meteu o rabinho entre as pernas e saiu de fininho pra passar desapercebido, lentamente pelo soleno e com as ventosas todas de alerta pras pedradas que viessem e mesmo assim nao se livrou de levar com a pedrada mais à circunstância, é um exemplo acabado de um masoquista, dos que voltam sempre ao vomitado.

    o outro burro esse não entende que a verdade liberta e que portanto se vara foi condenado por uma mentira, só a verdade o pode libertar ; ou é por uma nova mentira que vai ser libertado ?
    foi buscar religião pra fazer chicana e meteu irmãs da congregação.
    da proxima vez vão ser as irmãs da congregação das atletas ; e depois, as da congregação das halterofilistas .

    o outrissimo burro nao percebeu a ligação culinária chope cerveja bem gelada e schopenhauer autor do manuscrito como vencer um debate sem precisar de ter razão – em 38 estratagemas, ou simplesmente Dialética Erística, em que o filósofo Schopenhauer examina a arte de discutir, mais precisamente a arte de discutir de modo a vencer, e isto per fas et per nefas (por meios lícitos ou ilícitos) nao entendeu os atachados brasileiros no comentario de tistines que capou rente o lancamento da falacia pulha que é pulha etc, falacia essa que era afinal o prelúdio do post que vinha a seguir, os 2 caluniadores, portanto era um menu de degustação continuado, que tostines não podia então prever, e acreditou o burrissimo em toda a treta ataviaria do casal brasileiro e do like do facebu, recursos também eles auxiliares para desfazer as 3 falacias, um erzatz um recurso para o efeito, e julgou serem mesmo brasileiros e reais as deslocacoes diarias pra vir comer cá e até foi buscar o bolsonaro pra fazer um pobrissimo comentario que é um exemplo acabado de nada dizer, o tempo que ele deve ter perdido noite adentro a pesquizar na rede ….

    O doppelganger esse que continua a debitar comentários disruptivos satírico jocosos em que a zombaria jorra em tanta quantidade que captura e colhe em autenticos alguidares a baba dos accolitos mais fanaticos e delicia os mais simplórios incondicionais, mediante o recurso à falácia do discurso disruptivo e incompreensível, que tenta desconcertar e aturdir o adversário com um caudal de palavras sem sentido, coisa que se baseia em o homem ao escutar apenas palavras, acreditar que também deve haver nelas algo para pensar, e simultanemente usa, também a falacia da raiva que pela provocação visa irritar o adversário levando-o a desistir e abandonar o debate .

    todos estes acima listados e outros exemplares tambem daqui da fauna, sao exemplo vivo do tristíssimo resultado da opcao liderar pela burrice e deixar o outro pensar pela cabeça deles próprios, arre burros, asnos tristissimos ! haja alguem que torne mais fina a burrama !

  14. Ela existe sobretudo para proteger quem não tem razão, é o que diz o juiz scaglia .
    Ninguém é dono da razão.
    E podem brincar com o trocadilho scaglia/se caga, que não deixa de ser verdade .

  15. V :

    Camachito é pequeno, peludo, suave;
    tão macio por fora, que se diria todo de algodão,
    que não tem ossos.
    Só os espelhos de azeviche dos seus olhos
    são duros como dois escaravelhos de cristal negro.

    Deixo-o solto e vai para o prado,
    e acaricia levemente com o focinho,
    apenas a roçá-las, as florezinhas rosas,
    celestes e gualdas…
    Eu o chamo docemente: “Camachito !”,
    e vem a mim num trotezinho alegre
    que parece que ri,
    num certo tilintar estranho…
    ió ió ió

  16. Reedição copy pastada de relevante decreto régio, adaptada a partir de original incluído no importantíssimo acervo arqueológico dos célebres Manuscritos do Mar Torto:

    «Espíritos pouco preocupados com o rigor da ciência não hesitarão em classificar o hermafrodita tostinhas filateloso congregatoso como um filho da puta, na linha da exaustiva investigação e sistematização feita por Alberto Pimenta sobre essa odienta e odiosa figura. De um ponto de vista puramente científico, porém, tal classificação terá de ser considerada um erro, pois o/a tostinhas pretensioso, coliforme rancoroso, hiperactivo e bilioso, não nasceu de ventre de mulher. O seu surgimento foi o funesto resultado da partenogénese acidental (e inédita) de um cagalhão vagabundo saído do cu de um cão raivoso em estertor de peido final por afogamento, depois de o dono o ter atirado de uma ponte. Tendo dado à costa não muito longe de uma saída de esgoto, o dito cagalhão foi acidentalmente pisado por um pescador desportivo que se abeirou da margem para mijar, acabando a azarada (e involuntariamente pestífera) sola do sapato do pobre homem, no regresso a casa, por espalhar pela urbe a infecção.

    Não se contesta que ser um filho da puta é o propósito primeiro e último do filateloso pretensioso, o sonho molhado da sua abjecta existência. Mas a realidade objectiva é que, reunindo embora praticamente todos os requisitos necessários à sua classificação como tal, falta-lhe um, que o rigor científico considera crucial: apenas tendo na sua génese um ventre de mulher se poderia afirmar, com propriedade, ter o/a tostinhas congrateleiro filateleiro como matriz uma meretriz. Um verdadeiro filho da puta, legítimo, da Bayer.

    Uma coisa é gotejar para a existência à boleia do peido final de um “Canis lupus familiaris”, ou, como dizem os brasileiros, de carona. Outra, bem diferente, é a bênção de provir de uma cona. Do aqui exposto se infere, aliás, outra impossibilidade ditada pelo rigor científico, que é a de mandar o/a tostinhas filatoparvo para a cona da mãe, pois nunca a teve. É uma desagradável intimação (possibilitada pelo privilégio da origem) a que todos nós, humanos, já fomos ocasionalmente sujeitos, mas também disso está livre (por manifesta impropriedade) o coliforme filatelento, que apenas pode ser mandado para o cu do cão.

    Pelos motivos acima aduzidos, e por mais que macaqueie e papagueie o “Homo sapiens sapiens”, não ultrapassará nunca, o besuntas filateloso, parvalhento e parvalhoso, odiento e odioso, a incómoda mas descartável condição de coisa pegajosa e malcheirosa na sola do sapato de quem percorre as ruas do mundo dos homens.

    Estabelece-se, assim, por decreto régio, que o nome científico do/a coiso/a, de acordo com as regras da Nomenclatura de Lineu, versão XXL, será averbado nos Anais do Reino e Arredores como “Tostinis filatelosus congregoparvus biliosus”, embora a generosidade de uma bula papal autorize, excepcionalmente, o uso da designação popular “filho da puta” para facilitar a vida ao povo martirizado pelo/a conadovírus, sem tempo nem paciência para a exactidão da ciência.

    Devem, porém, ainda que de forma voluntária, abster-se de tal atitude facilitista os espíritos amantes do rigor, que utilizarão apenas a designação científica.

    Promulgue-se.»

  17. snr. capacho
    o sr claramente não entendeu o alcance da minha frase sobre liberdade de expressão por lapso atribuida ao juiz scaglia e na sua incomensurável burrice prontamente escorregou na casca de banana por oportuno desleixo lá deixada estatelando-se prontamente, três galos na cabeça e em vez de ir à urgência do hospital de imediato correu foi para o computador na sua doentia obstinação de procurar algo ou alguma coisa para rosnar e assim na sua teimosia passou a noite toda e parte do dia até ao momento em que veio teclar . Pelo meio tombou de cansaço, acordou iracundo por nada ter descoberto, despertou furioso e de rabo para o ar e desatou em modo abrunhosa a cantar, hoje acordei, de cu para o ar, com um dente inchado, e o outro a abanar, mas tudo há-de passar, tudo hade passar, e heide ganher .

    Desconhece o snr que a liberdade de expressão tem limite e que o mesmo acaba precisamente no momento em que se descobre que a convivência entre pessoas e peixes é possível.
    Como bem assinalou o presidente george bush .

    E daí que não constitua nenhum crime afirmar “o maior feito da minha vida foi ter pescado um bodianus scrofa de 75 kilos no charco do aspirina .”

    Pelo contrário, o sr. entende que a liberdade de expressão tem é mas é um início, e é quando se chega a um consenso, entre você mesmo e você próprio, de que é possivel um diálogo entre pessoas e cachorros .

    Aproveitando a sua imensa burrice,

    Vamos então a um pequeno teste

    Comentário de 25 de JULHO DE 2020 ÀS 14:22
    POST QUEM TRAMOU ARMANDO VARA ? NÓS TODOS (Ep.12)

    Quanto à autoria :
    A/ o comentário visa atacar camacho e é de alguem que não gosta dele .
    B/ o comentário visa atacar Camacho e é de alguém que não se importa que seja outrém a pagar as favas .
    C/ o comentário é do próprio Camacho e visa dar um pretexto para contra-atacar.
    D/ o comentário é de algum amigo de camacho que pretende assanhar Camacho .
    E/ só o proprietário do blog pode deslindar a origem mas não o fará porque está em segredo de origem e violaria o estatuto do anonimato .
    F de foda-se/ o comentario é de alguém.

    Se respondeu F, está certo. Podemos passar à fase seguinte.

    Quanto à motivação
    A/ Visa agitar o poste.
    B/ Visa agitar o pote e dar mais audiência até porque o tema do post mais recente é deveras aborrecido e desinteressante, todos sabemos disso e precisamente por isso mesmo ninguém vê a draga, o adão e a adona, vemos isso sim, a liga dos últimos e coisas mais divertidas.
    C/ Visa algo .

    Se respondeu C, também está certo . Parabéns !
    Pode passar pela secretaria e levantar o prémio, são dois supositórios para enfiar pela cabeça abaixo, que é como deve andar por estes dias, cabisbaixo e com a cabeça enfiada entre as pernas, como bónus recebe também uma corda para que alguma alma caridosa lha prenda à coleira e faça o favor de o tirar da fossa em que se meteu, para o efeito, é só puxar para baixo .

    Nota adicional : No contra-teste também deu positivo :
    a autoria tem origem e a motivação foi dar-lhe ração para você vir aqui debitar merda no seu comentário . Portanto, o seu comentário, é do comentador Snr. Merda, não é seu !

    Está tudo esclarecido.
    Resta apenas dizer que um bodianus scrofa, é um peixe-cão.

  18. Caríssimo juiz se cala
    e não pode ser só alguém que acha uma graça os pinotes que o Camachito dá para o Valupi ver ?
    Hélas , um grande pinotiito deu , umas 100 linhas?

  19. Mas que explicadinho que ele é, o/a hermafrodita pretensioso, phoda-se! Como ele anseia por ser compreendido, rephoda-se! Se eu chamo a Jeninha é que é o caraças. O/a coiso/a desfaz-se em choradeira torrencial e imparável desidratação e ainda acaba numa desgraçada prateleira do Aspirina, para todo o sempre infectada e quarentinizada, como um frasquinho de merda liofilizada. Oh, mundo cruel, sorte malvada!

  20. um outro comentário asinino que passou no filtro do rigor científico-literário que dizem preside a esta casa, que se rege por ume malha tão apertada que apanha peixe miúdo e deixa passar bodiões de 75 kilos dizia respeito a uma canção com um título de que se conhecem pelo menos 4 origens, beatles (1964) jim diamond (1984) Yo la tengo (2006) e Wire (no album special edition de 2018).
    tendo todas o mesmo titulo mas letras e musicas diferentes nao pode haver direitos de autor direcionados aos beatles porque ninguém pode registar direitos de autor de titulos de canções . como do mesmo modo não se pode registar a patente do cunho de uma frase de que todos sabemos o significado em ingles e a sua equivalência em portugues e em que condições é utilizada em ambas as línguas .
    é possivel que o bitaite possa ter saído de um expert que trabalhou na m.audio … fantismo patidario .
    que talvez até tivesse à epoca muitos discos e até gira-discos em forma de mala, coisa que nos anos sessenta era na salazarónia muito caro e não estava sequer ao alcance de muita gente da classe média e pode suceder também que seja cliente assíduo que venha aqui ao posto médico choramingar baba e ranho sobre os malefícios do facismo e do que sentiu na carne e no peixe.
    quanto à substancia, bela canção que escutei bastante mas nunca associei a musica ao título. na altura ainda nao estudava ingles e nao tinha discos nem gira-discos.
    mas não fiquei traumatizado, a minha divida de gratidão é para com a rádio e em especial para o rcp e o em órbita, não para com gajos e tipos que vem pra aqui fazer chacota debitando ignorancia .

  21. Canto Funebrulicular
    Eu queria quantia eu queria
    Lá senta minha tia
    Desde que Efraim engoliu o cofrinho
    Passeie – ayayay –
    Lá e não paga impostos.
    Wirt encharcado em suor massagens ela cuzinho
    Com aplicação!
    Safte vita rati gira sqa momofantieja,
    O que você está chorando, tia velha?
    Oelisante está morto! Oelisante está morto!
    Céus, minha crucificação, sacramentos, chockmiseriaextrema!
    Ele ainda me devia quinze e cinquenta centavos.

  22. “um outro comentário asinino que passou no filtro do rigor científico-literário que dizem preside a esta casa, que se rege por ume malha tão apertada que apanha peixe miúdo e deixa passar bodiões de 75 kilos dizia respeito a uma canção com um título de que se conhecem pelo menos 4 origens, beatles (1964) jim diamond (1984) Yo la tengo (2006) e Wire (no album special edition de 2018).”

    yah… já topei que tens as cotas da wiki em dia, mas isso não limpa a calinada e só prova que entretanto já aprendeste mais alguma coisa sobre o assumpto e agora papagueias aquilo que te respondi na altura.

    “tendo todas o mesmo titulo mas letras e musicas diferentes nao pode haver direitos de autor direcionados aos beatles porque ninguém pode registar direitos de autor de titulos de canções . como do mesmo modo não se pode registar a patente do cunho de uma frase de que todos sabemos o significado em ingles e a sua equivalência em portugues e em que condições é utilizada em ambas as línguas .”

    aqui não evoluíste pevide e a quantidade de asneira/cm2 é confrangedora.

    “é possivel que o bitaite possa ter saído de um expert que trabalhou na m.audio … fantismo patidario .
    que talvez até tivesse à epoca muitos discos e até gira-discos em forma de mala, coisa que nos anos sessenta era na salazarónia muito caro e não estava sequer ao alcance de muita gente da classe média e pode suceder também que seja cliente assíduo que venha aqui ao posto médico choramingar baba e ranho sobre os malefícios do facismo e do que sentiu na carne e no peixe.”

    conheço a teoria, só os ricos tinham acesso à música, os pobrezinhos eram todos grunhos.

    “quanto à substancia, bela canção que escutei bastante mas nunca associei a musica ao título. na altura ainda nao estudava ingles e nao tinha discos nem gira-discos.”

    o gira-discos compraste depois, com o ordenado das finanças, mas foi para rodar o disco do assimil

    “mas não fiquei traumatizado, a minha divida de gratidão é para com a rádio e em especial para o rcp e o em órbita, não para com gajos e tipos que vem pra aqui fazer chacota debitando ignorancia .”

    nota-se que não houve traumas, já escreveste 1/2 dúzia de lençóis a dar mais tiros nos pés. andavas e ainda andas em órbita, ouvias “quando o telefone toca” do matos maia, “serão para trabalhadores” e vai que xutas. já que estamos a falar nisto, que fase é ouviste do “em óbita”, a elitista ou a barroca? é que em nenhuma os gajos passaram essas tuas preferências parol-ó-musicais.

  23. “yah… já topei que tens as cotas da wiki em dia, mas isso não limpa a calinada e só prova que entretanto já aprendeste mais alguma coisa sobre o assumpto e agora papagueias aquilo que te respondi na altura.”

    Errado não é da vicki nem de nenhuma, sempre tive borlas, e pra ver o que disseste basta ir lá atrás e ver o que nao disseste e dizes agora que disseste, isso demonstra que a falsidade e o descaramento são para os desonestos, formas de palparear legítimas, falácia de falsa proclamação de vitória, atribuindo ao adversário coisas que não disse e atribuindo a ti mesmo coisas que entao omitiste, depois é facil, ganha-se pelo descaramento e é só recolher os louros e proclamar vitória, pega no balde e enfia na cabeça, coloca os louros por cima do balde. Ao colocar o balde, cuidado com os cornos.

    “aqui não evoluíste pevide e a quantidade de asneira/cm2 é confrangedora.”

    afirmação 100% oca, arte de dizer sem afirmar nada . nem qualifica nem quantifica absolutamente nada . afirmacao destituida e desqualificada que impressiona apenas os incautos.
    evoluí mais nos tremoços, tu evoluiste no cânhamo e na linhaça, por isso que és um alucinado e só debitas merda, é tanta que até Chia .

    “o gira-discos compraste depois, com o ordenado das finanças, mas foi para rodar o disco do assimil”

    Errado . Toda a vida trabalhei na área da comunicação social, até fins dos anos 50 sempre limpei o rabo a papel de jornal, como toda a gente fazia, daí que tenha toda a legitimidade para afirmar que trabalhei na cs mas não a limpar tipos .

    “conheço a teoria, só os ricos tinham acesso à música, os pobrezinhos eram todos grunhos.”

    Errado. Toda a gente tinha tinha equipamento de audio e do melhor e a precos acessiveis . A balela de que se vivia mal foi tudo treta inventada, designadamente pelos socialistas .

    “nota-se que não houve traumas, já escreveste 1/2 dúzia de lençóis a dar mais tiros nos pés. andavas e ainda andas em órbita, ouvias “quando o telefone toca” do matos maia, “serão para trabalhadores” e vai que xutas. já que estamos a falar nisto, que fase é ouviste do “em óbita”, a elitista ou a barroca? é que em nenhuma os gajos passaram essas tuas preferências parol-ó-musicais.”

    a paelha mete lençóis, astronáutica, telecomunicações, gajos e tipos que nem conheço, oráculos sobre gostos musicais de incertos, e até tiros, neste momento estou a houvir na fase bacoca, que é o mesmo que dizer, apresentado por um gajo baco+oco, como tu.

    YOU SHOULD HAVE KNOWN BETTER

    THE BEATLES
    https://youtu.be/5en2JMLA8Z0

    JIM DIAMOND
    https://youtu.be/10x70sjOe2s

    YO LA TENGO
    https://youtu.be/19uoHiEayyA

    WIRE
    https://youtu.be/0TZbOz1Pz5o

    quanto à razão, yo la tengo.

  24. Pôcera, askoisaskéstagentessabe, que mim nem sabe nem sábado nem sabonete nem sabonária! Pôcera again, que maravilhária!

  25. 1 – não fazias puto de ideia e continuas a não fazer sobre a quantidade de cançonetas que para aí há com o nome do teu hit favorito, julgavas que a coisa se resumia ao ai-ai-ai-ai-ai daquele teu amigo que entalou um colhão e quando te chamei a atenção para o facto, hélas mandas de volta o que te expliquei.

    2 – oco é dizer “ninguém pode registar direitos de autor de titulos de canções”, se calhar achas que a spa te baptiza a canção sem nome porque um reformado das finanças resolveu legislar sobre o assumpto e publicat no aspirina.

    3 – quando aqui apareceste à procura de um juiz que trabalhava na remax/berlim, certamente querias comprar um moinho na zona saloia e para impressionar dizias que eras reformado das finanças, mas afinal nem papel higiénico tinhas lá em casa.

    4 – os gostos musicais pindéricos são as referências que ouves ou dizes ouvir em programas que nunca passaram disso e o resto é palha (é assim que se escreve e não paelha que é uma cena que leva arroz).

    quem sabe se depois das férias não apareces por aqui a tocar “wohltemperierte preludium”, de bach no piano do lopes.

  26. carissima
    sei sim, um é manuel, o outro que nao é samuel, gosta do manel, e ambos dizem que escrevem no papel …
    e o que estava no rio, de galochas, disse a alguém especial, “és grande”, outro atalhou, “burro e fiel infiél, o Alá é que é grande!” um outro corrigiu “é paneleiro grande” e nenhum adivinhou, e nenhum pensou, se terá sido deputado, e desistido de ser deputado, e ser agora apenas, grande pa…steleiro …

  27. ora bolas , fiquei sem palavras. só me ocorre recorrer ao Mário , o Cesariny …
    Que afinal o que importa é pôr ao alto a gola do peludo à saída da pastelaria, e lá fora – ah, lá fora! – rir de tudo No riso admirável de quem sabe e gosta ter lavados e muitos dentes brancos à mostra

  28. o perfume do mário é para disfarçar o cheiro do jim diamond, ainda acabas com pão de ló molhado em malvasia.

  29. outra burro, outra burrice, m.audio é merda.audio, vai buscar mario, regista a patente, e brinda com asnicezete
    Dai le lama …

  30. “1 – não fazias puto de ideia e continuas a não fazer sobre a quantidade de cançonetas que para aí há com o nome do teu hit favorito, julgavas que a coisa se resumia ao ai-ai-ai-ai-ai daquele teu amigo que entalou um colhão e quando te chamei a atenção para o facto, hélas mandas de volta o que te expliquei.”

    O acima escarrado, é o exemplo típico DUM FILHO DA PUTA DESCARADO !
    Recusando o diálogo no decurso de uma interação, em que caí na esparrela de tentar dialogar com a creatura, começou a fazer chicana .
    Ao que respondí “inteiramente culpa minha” em inglês entirelly my fault, acrescentando, já devia estar prevenido ou já devia saber o que me esperava, ou já devia estar mais avisado, em inglês e para o mesmo efeito usa-se I should have know better, ao que o gajo em tom insolente e aumentando a chicana replicou, yah, pergunta ao Lennon e ao McCartney .
    Desde logo, a que propósito teria eu que perguntar algo àquela dupla, e, porquê a menção dela, se existem pelo menos 4 canções com aquele título, todas com letra e música diferentes?
    A partir daí construiu todo um enredo sobre quem sabia o quê e quem estava certo e quem estava errado, distorcendo tudo a seu bel-prazer e dando a sí próprio o crédito de ter ganho, não sei o quê, a não ter feito a habitual figura de parvo, de pantomineiro, quiçá um filho da puta descarado já nascido e criado no pós-revolução de 25 de Abril, logo um produto exemplar da libertinagem dita democrática e do jotismo, enfim, um triste espectáculo que me faz arrepender de ter participado no ato libertador, indivíduos mal formados e insolentes como este deviam era terem ido lá parar com os cornos e deixado lá o esqueleto, PUTA QUE O PARIU !

  31. outra do cabrão, que me tinha escapado do radar e/ou nem me dei ao trabalho de rebater

    “2 – oco é dizer “ninguém pode registar direitos de autor de titulos de canções”, se calhar achas que a spa te baptiza a canção sem nome porque um reformado das finanças resolveu legislar sobre o assumpto e publicat no aspirina.”

    portanto, uma citação parcial do meu texto, introduzindo má-fé deliberada e distorção para uso exclusivo da pantomina. Chicana típica do bandalho !
    O que eu disse e para bom entendedor meia-palavra basta, é que ninguém pode pode registar o título de uma canção (o nome) e (depois) alegar que tem o direito exclusivo sob o nome, e a partir daí que ninguém pode, para o futuro, registar outra canção nova, com o mesmo título. Quem quizer dar-se ao trabalho é só ir ao arquivo .
    Claro que desde que a letra e a musica sejam diferentes, o título pode ser o mesmo, que não há direitos de autor a reclamar pelo primeiro que utilizou o título da canção, daí as 4 (pelo menos) versões existentes e sem que ninguém tenha alguma vez levantado litígios de direitos de autor .
    Vem agora o idiota pantomineiro e quiça, paneleiro, com uma paneleirice jocosa, típica de gays (alegres) e também há tristes porcos, distorcer e dizer que o que eu disse é que se podiam registar canções sem título ! …
    Portanto, minhas senhoras e meus senhores, com a vossa permissão, PUTA QUE O PARIU !

  32. “… mas não fiquei traumatizado, a minha divida de gratidão é para com a rádio e em especial para o rcp e o em órbita…”

    claro que não. entraste em órbita e já lá várias fronhas e o mesmo lençol, tudo material de agradecimento, que a freguesa deu ao rol.

  33. “claro que não. entraste em órbita e já lá várias fronhas e o mesmo lençol, tudo material de agradecimento, que a freguesa deu ao rol.”

    As manifestações de ensombramento a considerar (sombra própria e sombra produzida) decorrem do fenómeno natural de incidência dos raios solares, que se projetam ao longo do dia através de sombras dinâmicas sobre todos os corpos em consequência do “movimento aparente do sol”.

  34. Lavamos, cantando e rindo,
    Lavados, lavados, sim,
    Pela voz de som tremendo
    Das tubas,- clangor sem fim . . .
    Lavamos, (que o sonho é lindo!)
    Torres e torres erguendo,
    Rasgões, clareiras abrindo!

    -Alva da Luz imortal,
    Roxas névoas despedaça,
    Doira o céu de Portugal!

    Querer! Querer! E lavamos!
    – Tronco em flor, estende os ramos
    À Mocidade que passa!

    https://www.youtube.com/watch?v=Dx_8Vzuyayg

  35. otário de trampa, burro do *;/#:*¥ ! ao fim destes anos todos ainda não sabe a diferença entre falência e insolvência, dá dicas maradas pra música de lambreta como aquela do pedro de faro, diz que um gajo que escreve duas linhas sobre um assunto escreveu num lençol, num lençol escreveu este desgraçado
    https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/seguranca/habeas-corpus-e-escrito-em-lencol-1.1020391
    comprei um gira-discos com o dinheiro que me saiu no totobola, e agora adivinha quanto foi porque não tenho satisfações a dar, e diz ele que foi com não-sei-quê, eu bem disse ao sousa e castro para usar dissolvente na extinção da pide, mas não, escapou este pidesco, e aderiu ao ps, tá-se bem,
    visto que é grande fdp, cubram-no com o lençol da parte II do discurso do fdp.
    o outro dizia “governo com os silvas” o resultado tá à vista, em vez de governarem entretinham-se eles e os assessores com estas cenas e logo pela manhã cedo, como agora, pra dizer que trabalhavam, um não tá em brusselas nem tem assessor nem está ao alcance de publicar coisas pícaras fora de muralhas, o outro não voltou prá capoeira nem canta de galo, nem ele nem os assessores, não há necessidades.

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