Quem diria

Que depois das colossais mentiras eleitorais, do além-Troika, do falhanço de todas as metas do Memorando, da perda de Vítor Gaspar e do dr. Relvas, da coligação disfuncional com o CDS, da técnica e da forma das despesas de representação e de uma táctica de obsessiva diabolização primária do mesmo e dos mesmos, chegaríamos a menos de um ano das eleições a contemplar um país derrotado e um Pedro cada vez mais sorridente.

10 thoughts on “Quem diria”

  1. O povo é manso e está intoxicado por uma CS detida na totalidade pela direita demagógica. A oposição é conivente com esta situação, por faltar à chamada e por não ter coragem de defender o que de bom foi deixado por Sócrates.

  2. Val, abre a pestana: o costa, o estado de direito democrático e as eleições, já estão no bolso do passos, há buereré, pelos menos desde que ele as mandou lixar. O costa vai amansar com um cano bem grosso apontado à cabeça e fazer uma oposição digna dum seguro nos seus piores dias. Os “mercados” não brincam, a parada é demasiado alta, o dinheiro nao tem cor nem etica, e o que há a ser feito vai ser feito. Ao estado de direito transformaram.no numa espécie de puta em que vazam, deleitados e gozoes, os tomates. Prepara-te para o admiravel mundo novo que ai vem, vais ter um desgosto do cacete, só te aviso. Mas se te portares bem terás sempre o teu lugar de grande enquadrador da normalidade democratica, mesmo depois do passos arrasar nas eleicoes, inventando uma teoria qualquer acerca da nova esperanca de esquerda para as legislativas de 2019. És da laia deles, pior.

  3. Ainda agora a ouvir o Salgado se percebeu muito bem a funcionalidade da coligação. A versão oficial é que não podia haver ajudas a banqueiros que tinham recusado a ajuda da Troika e se todos pediram menos um algumas campainhas devem ter soado nalgum lado. Digo eu, que nunca percebi para quê ajuda se o problema foi sempre fora da esfera do banco!? Mas que foi o único banqueiro que não solicitou, independentemente se podia ou não, foi um facto e também sem sabermos os custos exactos do arrasto que a queda disto tudo provocou na economia nem contas podemos fazer.

    Realmente era muito complicado antever que o Salgado nem com um sinal luminoso saía. Também é verdade, de um banco com um impacto real na economia que também não aconselhava nenhum Trinitá mas daí a arrastar o problema com a barriga e o nome do banco pela lama mais de um ano!? Dava quase para ir a pé a cada sucursal falsear a escrita à mão como ainda se fazia no século passado. E pelo que se ouviu só pode ter sido mesmo pela funcionalidade da coligação. A funcionalidade e alguns rabos presos aos submarinos.

  4. a polícia política dp portas, chefiada pelo abrenúncio, disfarçada de autoridade tributária, escuta, prende e depois entrega o caso à justiça para aleitação e consequente desemerdanço.

  5. Quem diria … para defender Sócrates e criticar Passos Coelho (comentários ao seu post anterior) alguma esquerda já faz de Ricardo Salgado (o capitalista por excelência) o seu herói e apenas mais uma vítima da crise. Quem diria!

  6. oh amónio! assim fica melhor:

    quem diria … para defender o passos coelho e safar a marilú e o costa (comentários ao seu comentário anterior) toda a direita e alguma esquerda já faz do zé maria (o banqueiro por herança) o seu herói e apenas mais uma vítima do primogenia. quem diria!

  7. Se ontem o problema ou o buraco do GES já tinha começado no século passado, hoje com o Queiroz Pereira o BES já nasceu falido. E eu que em termos meramente económicos até tendo a respeitar mais um industrial que um banqueiro já nem sei o que dizer. Hoje tão depressa ter um banco na estrutura accionista era a melhor coisa do mundo por causa das necessidades de financiamento como os bancos só entram nas empresas para mamar!? Precisamente o que fizeram todos muito tempo.Entretanto o Queiroz Pereira já fez o acordo que queria há tanto tempo que até já se tinha esquecido do buraco outra vez mas pelo sim pelo não, a roupa suja da família só faz bem ao país?! Isso e o método correcto para avaliar uma empresa devem estar no top de preferências de muitas famílias portuguesas à noite. Porque durante o dia têm que ir pedir esmola.

    A liquidez é sempre o problema mais óbvio em qualquer crise financeira. E não era preciso ser nenhum Roubini para perceber que alguma coisa se passava, por exemplo, nas Ilhas Caimão, o local do planeta com mais empresas por metro quadrado?! Tão certo como a seguir levar com algum liberal e a teoria da mola. E enquanto a economia não bate no fundo o pior são sempre aquelas famílias que nunca mais se levantam e como só se vive uma vez… E onde é que já está o Gaspar “que só queria agradecer ao país” outra vez? Junta-se um político também com a mania da purificação e ao contrário do que ele diz, quem se lixa sempre é mesmo o mexilhão. A maior preocupação de qualquer governante numa economia pequena como a nossa, sem moeda e em plena crise financeira devia ser sempre manter o emprego. E o emprego só se conseguia manter com o tecido produtivo todo mas estamos entregues a uma canalhada que nem nas pessoas pensa.Uma cambada de fanáticos, ainda por cima incompetentes!

    Hoje, por exemplo, foi dia de falar de exportações porque para falar da pobreza e da dignidade humana estamos cá nós.

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