Quanto metes ao bolso por estas calúnias, Louçã?

«E é isto que faz um padrão: perante o assassinato e o acidente, o ministro começou por nada decidir, deixou o tempo correr, esperou que a opinião pública amansasse e que fosse salvo pelo esquecimento, privilegiou a sua carreira política e, acossado, escolheu responsabilizar dirigentes intermédios ou o motorista, enredando-se em justificações e contra-ataques valentaços contra moinhos de vento, como se erguendo a voz calasse o país.

Esse padrão é constrangedor. Um governo decente não o devia ter aceitado e o dano é maior do que o que se pode medir na rotina dos dias, pois ficou sublinhado como a coisa pública pode ser usada por conveniências pessoais.»


Fonte

17 thoughts on “Quanto metes ao bolso por estas calúnias, Louçã?”

  1. estou envergonhadíssima por esta cambada de ogres. como é possível usarem uma tragédia real para fazerem filmes políticos. que miséria humana: que falta de empatia. é cuspir e cuspir e cuspir neles até que a garganta sangre.

  2. Ao que chegaram comentadeiras & jornalixos, para assassinarem um homem só porque não é da cor da politica do empobrecimento e nem uma palavra o que fazia o homem a atravessar a autoestrada sem qualquer prevenção de quem o mandou para a morte… toda a gente sabe que é proibido circular na autoestrada muito menos atravessar, enfim, nada se diz porque os donos não autorizam os criados a fazer comentários que possam comprometer os verdadeiros assassinos que querem custe o que custar voltar a impor em Portugal a politica dos alguns poucos senhores faziam de Portugal um País de criados para todo o serviço e sem direito a qualquer comentário…

  3. Vocês também repararam na postura forcada deste pivot da cnn? Ou É impressão minha ? É o da hora de almoço, nao sei o nome dele. Usa o casaco aberto

    Não concordo com a parte do assassinato, é absurda, assombrosamente injusta. Mas de resto, sobre o ministro e de como atuou, concordo. Pôs sempre o partido primeiro.

  4. o robles pôs o interesse dele em primeiro e o louceiro disse “não há nenhuma explicação para este pedido de demissão”.

    qual o problema de pôr os interesses que o partido socialista representa em primeiro, só o jazús é que põe os interesses do benfas em 3º. com tendência a descer . nas próximas eleições vais ver a quantidade de lenços brancos que as esganiçadas e o louçã levam.

  5. Um governo decente não aceitaria o genocídio das nossas crianças, que se prepara à descarada, ao som das trombetas da propaganda. Um verdadeiro genocídio de injetados, bem mais grave que supostos genocídios do passado, matéria de controvérsia histórica.

  6. Então se os homens já tinham comprado as vacinas para dar aos putos antes do parecer da DGS, agora tem de ser.
    Os putos que se lixem, as vacinas é que não se podem estragar.
    E a ver se vacinam os putos todos antes das eleições, que é para este governo ter tempo de renovar o contrato com as farmacêuticas.

  7. e tu mesmo já foste vacinado ou andas só a fazer propaganda àquele refresco para o cu dos outros?
    para comentar aqui deveria ser exigido certificado de vacinas.

  8. Graças a Deus que antes do Covid não havia vacinas e as crianças não eram vacinadas. Infelizmente e apesar de haver tantos idiotas, continuamos sem vacina eficaz.

  9. Graças a Deus que cada vez há mais estúpidos senão nunca atingiamos a imunidade de grupo.
    Comparar as vacinas tradicionais com estas vacinas experimentais é a mesma coisa que comparar merda com banha de cheiro.
    Não abram os olhos que não vale a pena, continuem a seguir a manada que o querido líder agradece.

  10. O ex grande líder do BE nunca recuperou do banho que José Sócrates lhe
    deu na televisão quando demonstrou que, ele era um “fala barato” pois nem
    conhecia o programa do partido que representava, isto nos idos de 2009!
    Ao atacar o ex MAI na forma como o faz, só revela a intenção de atacar o Go-
    verno e, de caminho pratica o que se chama de assassínio de carácter do vi-
    sado, num pressuposto de que, este devia assumir de imediato uma culpa e,
    borrifar-se nos processos em curso para apuramento das reais responsabili-
    dades aliás, de um modo geral é o que fazem os comentadeiros avençados,
    em verdadeiros exercícios de hipocrísia e baixa política!!!

  11. Diz ‘AVA’, no post anterior, às 9:51:

    “o que está em causa não é o dano infligido pelo carro mediante a velocidade –nesse caso, até a 50Km/h poderia ter morto o trabalhador; o que está em causa é se o atropelamento teria sequer ocorrido. No que diz respeito à letalidade de um embate, a diferença entre 80 e 500Km/h será provavelmente irrelevante.”

    Digo eu: informam-nos que os trabalhos “estavam devidamente assinalados”. Admitindo que sim, é ponto assente que os trabalhos “assinalados” se verificavam no lado direito da via, na berma. Assim sendo, natural seria, ou terá sido, que o motorista dedicasse precisamente ao lado direito da via o melhor da sua atenção. Ora o trabalhador atropelado (certamente sabedor disso) surgiu do lado contrário, do lado esquerdo, e não do lado onde decorriam os trabalhos “devidamente assinalados”, o lado a que, insisto, o motorista estaria certamente mais atento.

    É possível que o trabalhador tivesse ido ao outro lado da auto-estrada satisfazer uma necessidade fisiológica inadiável, como já vi por aí sugerido. Se assim foi, isso terá provavelmente acontecido porque o lado onde decorriam os trabalhos não oferecia condições mínimas de privacidade. Pode ter-se dado o caso (e isto é um ‘supônhamos’) de a barreira do outro lado da auto-estrada permitir acesso mais fácil a local menos visível, tanto por quem passava na via como pelos próprios colegas de trabalho, até porque é improvável que a divisória entre as duas faixas (apesar de o atropelamento ter acontecido perto dela, quando regressava aos trabalhos) permitisse a privacidade procurada. Terá, assim, atravessado duas faixas e não uma, a do lado oposto ao acidente à ida e no regresso. Teve sorte três vezes, azar na quarta. Não é susceptível de qualquer crítica a (eventual) necessidade do trabalhador de satisfazer uma necessidade inadiável. Já me aconteceu a mim, por sorte não numa auto-estrada. Mas quem já foi obrigado a parar numa auto-estrada sabe bem a rapidez com que um carro que mal se vê ao longe chega junto de nós, obrigando-nos a extrema atenção e cálculo antes de abrir a porta do lado esquerdo para regressar ao volante.

    Admitindo, de novo, que os trabalhos estavam “devidamente assinalados”, fica por saber (eu pelo menos não sei) se, a acrescer a essa sinalização, havia alguma indicação a impor redução da velocidade e, a existir, qual o limite imposto.

    Toda a gente sabe também que, nas auto-estradas, há obrigatoriamente vedações que visam impedir o seu acesso e atravessamento por animais de grande porte susceptíveis de provocar acidentes graves a quem nelas circula. Devido à velocidade permitida (120 km/h), esses acidentes poderão resultar em mortes ou feridos graves entre os ocupantes dos automóveis. São esses que as vedações visam proteger e não vacas, burros ou cavalos desgarrados que possam morrer ao provocar um despiste. Tais vedações não impedem a passagem de animais pequenos, como raposas, civetas, ratos ou outros, mas o perigo de acidentes graves provocados por eles é muito menor. Também toda a gente sabe que, ao contrário de vacas e cavalos, os humanos não precisam dessas vedações para saber que o atravessamento de auto-estradas lhes está estritamente vedado.

    Se quem circula em auto-estradas não estivesse ciente da relativa segurança proporcionada por essas vedações e da quase certeza de alcatrão livre de surpresas repentinas à sua frente, provavelmente só os malucos atingiriam os 120 máximos permitidos. Ora é para isso que servem as auto-estradas. Nas outras, normalmente, o limite é 90, como toda a gente sabe.

    Assim, poderão os idiotas, cretinos e oportunistas continuar a alimentar a novela, mas sabem todos eles, perfeitamente, que o mesmo lhes poderia acontecer: o mesmo que aconteceu ao carro em que seguia o Cabrita e o mesmo que aconteceu ao trabalhador que morreu.

  12. Dizia há bocado uma funcionária da chafarica do militante n° 1, numa rubrica chamada ‘Essencial’ do noticiário das 20:00, olhos esbugalhados de indignação, que o carro do ministro (vade retro!) “seguia na faixa da esquerda”, c’horror! Ah! Pois! Se os trabalhos decorriam no lado direito, tá-se mêmo a ver, não tá-se, que fugir para o lado esquerdo e afastar-se deles o mais possível é coisa estranhíssima e altamente suspeita, que não lembra ao Diabo! A não ser ao diabo do ministro, claro!

  13. Acerca do gigantesco banho que Sócrates deu ao cardeal conselheiro de estado : que prazer me davam as sessões contínuas de limpeza com que Sócrates desncrustava a direita !
    A tal ponto que, trabalhando, na Natureza, com uma máquina barulhenta e não minha, comprei ,na feira,a um meu conhecido Gitano (Alô Ventura ! ) um pequeno rádio a pilhas que me permitia ouvir as discussões na Assembleia da República !!!
    Ainda recordo a zona onde trabalhava, quando Sócrates pôs Portas a correr Assembleia fora largando barcos e redes ,para não responder ao banho.
    Gente muito mal formada é sempre atrita ao rancor. A mais vil canalha decidiu cercar Sócrates : que exemplo de coragem,resiliência e calma sabedoria esse homem deu e dá ,com os percevejos réprobos e mínimos erguendo as patas para os deuses deles à espera duma vingança cujo projecto já fugiu para lá do largo oceano…

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