Ó PSD, finge que vais cagar e desaparece

João Pinto e Castro deixou a sugestão óbvia: acabar de uma vez por todas com o PSD. Pelo menos, haveria alguma nobreza nessa higiene. Mas tal não vai acontecer, claro, porque aquela rapaziada é alérgica à autocrítica, por um lado, e dada à mania das grandezas, pelo outro. Isso gera as aberrações que temos visto, e que continuam a piorar no diagnóstico e no prognóstico. Neste momento, já nem o reservista Marcelo é capaz de salvar um partido muito mal frequentado e onde terceiras e quartas figuras se vão aproximando, em frenesim de cobiça, do trono vazio.

Olhe-se para esta juliana: Cavaco, Dias Loureiro, Oliveira Costa, Jardim, Barroso, Santana, Ferreira Leite, Deus Pinheiro, Menezes, Paulo Rangel, Aguiar-Branco, Sarmento, Catroga, Arlindo Cunha, Amílcar Theias, Cadilhe, Negrão, Arnaut, Paulo Mota Pinto, Macário Correia, Mendes Bota, Gomes da Silva, Pacheco Pereira, Valentim Loureiro, Isaltino Morais. Faltam aqui muitos outros nomes, claro, mas chegam estes para fazer a pergunta: que lhes deve Portugal? É que estes passarões da política, da finança, dos negócios e da comunicação social representam os últimos 25 anos do PSD. E o cheiro que tresanda dos seus percursos profissionais e/ou intervenções políticas é nauseabundo.

Depois temos os jovens e os outros. Os jovens como Pedro Duarte, que se reclamou vítima de invasão da sua conta de Twitter só para não ter de assumir que tinha um talento especial para detectar mulheres com falta de homem. Ou os jovens como José Eduardo Martins, que em plena Assembleia manda outro deputado para o caralho e lhe oferece porrada, nunca lhe tendo pedido desculpa e passando a exibir vaidoso o novo estatuto de rufia. Eles são um exemplo acabado da cultura de taberna e bordel que faz o encanto dos bastidores do PSD. E temos também os outros, o tecido sociológico de apoio, aqueles que corporizaram no Jamais uma confrangedora reunião de ódio e indigência politica e intelectual. Todos eles alinharam sem um pingo de vergonha nas campanhas de difamação contra Sócrates e Governo, ao mesmo tempo que proclamavam possuir a Verdade. Agora, andam a bicar-se espasmodicamente até que chegue a ração, galinhas tontas que sempre o foram.

Já só falta fechar a porta e mandar fora a chave. Portugal não precisa de vocês, precisa é do espaço que ocupam e dos recursos que abarbatam.

9 thoughts on “Ó PSD, finge que vais cagar e desaparece”

  1. De facto, se pensarmos bem e depressa é o que dá vontade de fazer.Mandá-los cagar e desaparecer.O P.S.D.,na bagunça em que está, só tem servido para atrasar o País, e o progresso ,e contribuir para a subida de C.D.S.s, B.E. e quejandos. A crise que atravessam é fruto da ganancia e da fúria de poder e dinheiro dos cabeçilhas do P.S.D.Não consigo aceitar a atitude de alguns jornalistas que só querem é atacar o P.S.-através de Sócrates- e não só para fazerem o frete aos patrões e donos de jornais(pasquins) e estações de televisão(também pasquins).Jornalistas que de profissionais nadaq teem. São verdadeiras alcoviteiras dos dois sexos. Quanto ao P.S.D.,que lhe faça bom proveito a crise actual e que se afunde o mais possível, sem nos arrastar a todos.

  2. o psd é nojento, só chega ao poder através de um discurso de crise que empola para chegar lá e a seguir fazer pior. Entretanto uns quantos enchem mais os bolsos. E bolsam. Esta última versão da ferrugenta é funerária, espera-se.

    E ainda falta ver a linha de demarcação que corresponde à opus dei que está lá acoitada. Os casamentos gay vão revelar a linha de fractura. Mafiosos de merda, hipócritas do caralho, cabrões pérfidos – ardam lindos, ardam sem parar,

  3. Pois é, o que lhe deve Portugal? Nada digo eu. Assim como à maioria dos políticos. À grande maioria deles o país pagou-lhes pelos serviços prestados, e nem sempre bons.

    Quase todos sabiam ao que iam, o país não os convidou, voluntariaram-se para os lugares, assim, o que lhes deve Portugal. Nada, aliás eles é que devem aos portugueses, já que se “governaram” ás nossa custa.

    Se fosse isento como tu colocaria muitos outros nomes, mas como não consigo!

    Enfim………….

  4. O Defumadouro e a encruzilhada
    O PSD e uma parte dos seus militantes, a maioria da área do conselho nacional, fazem lembrar certos crentes em bruxaria que, quando precisavam de espantar os espíritos maus, socorriam-se dos bruxos para essa finalidade. Era feito um defumadouro, colocado numa encruzilhada à espera dum incauto para ser possuído por esse tal mal – é o que dizem quem por lá andou. Faz lembrar o estado em que se encontra o PSD, fazem-se defumadouros, colocam-se nas encruzilhadas, todos sabem para que efeito mas todos fogem. Dão-se palpites, argumenta-se soluções, todos se retiram da tal encruzilhada para não serem os possuidores de tal agoiro.
    E nesta indecisão lá continua o defumadouro na encruzilhada à espera do tal incauto.

  5. Há procura de um ídolo
    Fonte fidedigna informou-me que a SIC vai mudar o figurino de (há procura de um ídolo) para há procura de um candidato para suceder a Manuela Ferreira Leite. Quem se julgar com capacidades pode-se inscrever bastando a sua direcção, quanto a ser militante, no próprio dia a direcção do PSD, vai pôr à disposição dos interessados impressos próprios para esse fim. Não se responsabiliza pelos preços, avisando que podem sofrer várias alterações, depende da procura e do local que for adquirido. Mais se informa que os candidatos têm de ser de maior idade, não estarem relacionados com o BPN, SLN, Citygroup e Palácio de Belém. Há hora se não se encontrar número suficiente de candidatos dá-se um intervalo de trinta minutos, se mesmo assim persistir, começa-se com qualquer número – este reparo deve-se ao facto de haver falta de talentos e de homens de boa vontade para tal cargo.
    O júri não pode fazer ironias com os candidatos limitando-se à sua isenção, deixando a gozação para quando forem eleitos, pela população, jornais Correio da Manhã, Sol, Público, seus estimados directores e alguns politólogos.
    PS – Espera-se o maior número de concorrentes porque o momento e a hora assim o exige, não deixem finar o PSD. A bem da Nação.

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