Por Toutatis, mas o que é isto?


“Nós temos que continuar a confiar no diálogo entre as forças políticas. Este é um tempo que requer muito bom senso e muita serenidade. A Europa vive um tempo muito, muito, muito complexo e Portugal até este momento está a ser olhado de forma positiva no que diz respeito a esses dois ativos que já hoje sublinhei, o ativo do consenso político e o ativo do consenso social.”

[…]

“Eu, até por aquilo que aconteceu hoje aqui, onde foram atribuídos prémios de inovação, de empreendedorismo e de conhecimento, e também pelos indicadores que tenho recolhido nos meus encontros com empresários no país, tenho a esperança – eu disse também que não posso garantir – que no segundo semestre, lá pelo fim, possa ocorrer uma inversão da tendência da produção nacional”, esclareceu.

“Deus queira que seja assim”, sublinhou.

Do fulano cuja hipocrisia e soberba são um insulto diário à República

5 thoughts on “Por Toutatis, mas o que é isto?”

  1. Sim, “soberba e hipocrisia”, diz muito bem o Valupi, porque essa indignidade eleita para presidente da república sabe perfeitamente que a inovação a que alude e pode testemunhar foi a aposta do governo anterior, com todo o sucesso que ele pode agora testemunhar mas acintosamente recusou sempre ver, por pura canalhice politica.
    Causa nojo, este indigno presidente. Está a destruir o moral e a moral da Naçâo como ninguém. Nem os homens do BPN!

  2. “Deus queira que seja assim”

    e se não for, já endossou as culpas para o altíssimo. é a política das fézadas e do pão por deus, agora na versão sem direito a feriado. só de pensar que os portugueses elegeram este bronco do possolo para presidente, dá-me vontade de emigrar prá guiné, o kumba yalá não diz coisas destas.

  3. Nunca é demais sublinhar a incompetência política desta figura medíocre e mesquinha que ocupa desde há demasiados anos o mais alto cargo político nacional.

    Para além das diferenças que possamos ter relativamente às suas supostas “ideias”, o que está aqui em causa não é tanto a discordância, relativamente ao que ele diga ou faça, mas o mal que continuadamente ele continua a causar à decência, à sanidade e até à salubridade da vida pública portuguesa.

    Este incompetente político ao leme da Nação é a maior causa dos atuais problemas cívicos e, quiçá, económicos e financeiros de Portugal.

    Ele será pois o nome que os meus Filhos um dia hão-de nomear como o carrasco histórico do Futuro de Portugal, isto se eventualmente escolherem permanecer portugueses, coisa para a qual já desisti de os encorajar.

  4. O passado e o presente deste homem que os portugueses escolheram para seu presidente é bem merecedor do epíteto que o M.A. Alves lhe dá: “carrasco histórico do futuro de Portugal”. E a pergunta que me doi é esta: quem fez este povo capaz de escolher para seu presidente uma tal criatura?! Penso que a resposta a esta dolorosa pergunta dá-a Baptista-Bastos numa passagem de um seu livro – UM HOMEM PARADO NO INVERNO – que há dias me deu para reler e que aqui deixo.

    “Os portugueses vivem num crisol de inveja, despeito e ódio. Absurdos e anacrónicos, desencontraram-se da História e a História não esperou por eles; a repressão ideológica, a perseguição à ciência, o obscurantismo cultural duraram séculos e geraram um povo que possui a volúpia do mesquinho na mesquinhez; resignados e infelizes, não perdoam e fecundam uma inferioridade que os incita à indiferença ou ao rancor, é um povo herdeiro do mal. Assassina por uma partilha duvidosa de bens ou por regueiro de água que, no seu entender, lhe foi abusivamente desviado; emigra e faz um leito de nações, porém, é incapaz de promover o seu destino colectivo; não representa: enuncia; não realiza: deseja; a decisão mais judiciosa que deveria tomar era desaparecer; fundir-se na angústia para procurar conhecer-se; tudo lhe é inalcançável, tudo lhe está distante e turvo; de longe em longe experimenta uma sensação de euforia, passageira porém; logo se dilui na inveja, logo se veste de uma odiosa melancolia”

  5. deprimente, mas familiar, Cícero.
    e mais uma vez a pátria chuta para fora os seus filhos…que já estão saindo em número razoável (já ouvi alguns jovens a falar disso em termos de “sair desta merda para fora”), os portugueses não são bem-vindos em Portugal…Quem era a besta que disse que Portugal tem gente a mais? (Eu por acaso até conheço alguns que estão a mais, mas esses são cá umas lapas de pote).

    “Portugal parece uma prisão”:
    http://www.youtube.com/watch?v=O8gQmMz4oKk

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