19 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Óbviamente, que a resposta é SIM ! Precisa que passem mais uns anos para
    que os processos em se fala dele prescrevam, esta é a razão do seu amochar !!!

  2. Ora beie, ó balupi, atãoe num é obvia a resposta, hum? o gajo é político carreirista, pulhitico de excelência e tem um Cébé a comprire, pá. e baie candidatar-se à presidencia um destes dias, tá beie? ele adorra passar rebista às tropas, oqueie? o gajo tem bons fatos, tás abere, e beste beie. tem classe, e num é burro, tás a bere?. oqueie.

  3. http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2015/05/07/o-milagre-da-tsu/

    Fiz umas contas, assumindo os valores estimados no “Programa para uma década” e considerando números oficias dos trabalhadores por conta de outrem sobre cujos salários incide a TSU (patronal e empregado).

    Conforme se pode ver no quadro anexo (clique nos quadros para os aumentar), até 2026 a Segurança Social verá diminuída as suas receitas contributivas num valor da ordem dos quase 14 mil milhões de euros (a verde, o valor total; a vermelho, estão os valores da TSU patronal que desce sucessivamente até 4 pontos percentuais, assim se mantendo; e a azul, a TSU dos trabalhadores que desce até atingir 7% do salário em 2018 e volta a subir até serem repostos os 11% em 2026).

    Para compensar esta muito significativa perda, o documento apresenta quatro soluções: as receitas de um novo imposto sobre as heranças de elevado valor (que foram estimadas em 100 milhões de euros, um valor, aliás, muito voluntarista), 100 milhões resultantes de uma nova “taxa que internaliza o custo social de despedimento” e a afectação da parte do IRC cobrada pelo facto de não se voltar a reduzir a sua taxa, conforme o Governo havia anunciado para o próximo ano (de 21% para 19%), o que corresponderá, segundo a comissão de reforma do IRC, a cerca de 220 milhões.

    Só considerando as perdas de TSU de 2016 a 2018 (3.680 Milhões €) e descontadas as receitas compensatórias atrás referidas (1.260 M.), ficariam a faltar cerca de 2.420 M, que o documento estima que seria compensado pelo aumento da actividade económica e, consequentemente, da criação de novos empregos (ver quadro anexo).

    Assim, só nos próximos 3 anos, seria necessária a criação acumulada de mais cerca de 570.000 novos empregos (considerei para os cálculos um salário médio mensal de 600 euros. Pode-se discutir se o valor deveria ser outro. No entanto, o cenário está construído como se os novos empregados em cada ano entrassem no dia 1 de Janeiro para terem 14 meses de salários, o que manifestamente não acontecerá). Tal equivale a um aumento percentual de emprego face ao presente de 15%! Olhando para a projecção do “Programa para uma Década”, o que lá vemos é um acréscimo de volume acumulado de emprego nos 3 anos à volta de 5%. Cada um que tire as suas conclusões, sem necessidade de recorrer à UTAO ou ao Conselho de Finanças Públicas.

    Em vez da “diversificação das fontes de financiamento” de que se fala, estamos perante a “rarefação das fontes de financiamento”, com quatro parcelas: a) novos impostos de duvidosa produtividade tributária; b) consideração de não diminuição da taxa de um imposto (IRC) que, com o tempo, será esquecida; c) aumento de emprego pela varinha mágica da redução da pobre TSU; d) a elevada posta-restante, uma espécie de “há-de ser o que Deus quiser” (mesmo para agnósticos e ateus).

  4. “Portas está mesmo disposto a sofrer qualquer tipo de achincalho às mãos de Passos só para continuar no poder?”

    não, desta vez vão ambos ao fundo e depois escreve as memórias na porta duma retrete de autoestrada.

  5. algum sabe qual foi a abstenção no reino unido? por cá os conservas andam todos bêbados e já sonham com novo governo e presidência.

  6. Respondendo á sua pergunta Valupi: É claro que sim! O país precisa de estabilidade para governar. Ou acha melhor a instabilidade “tipo Grécia”?

  7. O ignorantz, a fazer juz ao nick hem, e tao triste nao falar “estrangeiro” nao e? Assim ate e complicado fazer copy-paste de links.

    A participacao na eleicao foi de 66.1%, superior a eleicao de 2010. O pessoal la vai votar, nao e como em Portugal.

  8. O que ganhou no Reino Unido foi o patriotismo. O actual governo português é anti-patriótico. Um conservador, em Portugal, não tem em quem votar.

  9. o burro do caralho ficou excitado com a vitória dos conservas e já sonha com um panasca enlatado em belém.

  10. Claro que sim!
    Portas é um ator que gosta e tem necessidade de estar sempre em palco, faça chuva, frio ou sol. Não tem palavra mestra, mas usa as palavras com mestria. É um tartufo!

    No Reino Unido ganhou a promessa do referendo à UE avançada por Cameron.
    Por cá, viu-se a piroseira dos tacanhos conservadores nacionais a comemorar a vitória alheia e a retirar dela lições em proveito próprio. Riso!

  11. Sem dúvida. Portas, que ensaia os discursos todos em frente ao espelho está disposto a tudo. Tudo, até deixar-se enrabar por toda a tropa portuguesa. E não só.

  12. Oh Ignatzia, mas que visao tao interessante das coisas. Ve-se mesmo que acompanhaste as eleicoes por dentro.

    “Por cá, viu-se a piroseira dos tacanhos conservadores nacionais a comemorar a vitória alheia e a retirar dela lições em proveito próprio. Riso!”

    Tu por acaso nao te lembras da reaccao do PS, bloco de esquerda e PCP as victorias do Hollande e do Syriza, ou das reaccoes histericas dos blogues de esquerda as sondagens do Phodemos espanhol.

  13. Como podem um Paulo Portas ou um Passos Coelho sentir-se achincalhados, seja por quem for, se õ achincalhamento é o seu estado natural?

  14. lembro-me muito bem, básico! o que eu me ri das caras do Schauble e dos ares da atiradiça Lagarde junto do boazudo do Varoufakis! que pica!que festival, meu!
    já não posso dizer o mesmo em relação ao periquito francês, confesso que me foi indiferente. ah, o espanhol, bem, esse é sol de pouca dura! esquece!

  15. “Portas está … … … … no poder!”
    Ó Val, escreve o que quiseres lá no meio mas acho que a palavra irrevogável é a que fica lá melhor.

  16. Orra beie, eu gosto de ser livre, muito livre mas não sou totalmente livre. Na comunidade onde me insiro, diz-se que há uma democracia, mas num é uma democracia, é uma ditadura partidária, que tem o efeito prático da ditadura salazarista. Porém, esta última era mais saudável, porque ninguém era enganado, falabas contra o regime e ias pró galheiro; só habia um partido, apesar da constituiçãoe de então permitir mais do que um. O país num estaba indibidado e num habia desemprego.
    Agorra, temos a desgraça partidária, em cús xuxas comunas próletários andem à solta, berrando disparates cume se fossem inteletuais da política a considerrar. Mas há marrecos que os seguem e que amarrecam a democracia, que tá burra e ignorante, nas trebas sem luz.ai de quem num seguire a ideia do macaco que manda no partido, ca Morreirita trata-lhes do pêlo, tá beie? sãoe ostracizados e se isso num se cunseguir beiem prá rua e é de mão na anca. Salazar num permitia tamanha falta de educação, daba-lhes no focinho e se cuntinuassem a ladrar ( tipo FERRACOLHO) mandaba-os pró tarrafal.Eu axo que taméie debe habere um livro com os disseidentes do partido, cumo habia cum os gajos que iem contra salazare. Penso que a Morreirita pode fazer isso e lançar o buque no corte ingles de lisvoa, com o tó costa presente só para demonstrar a sulidariedade do partido que está partido ( hum, aquilo nem cola resistente).
    Os xuxas são muito democráticos, quem num cuncordar cum eles, leba no focinho. purezemplo, se eue quiser escreber alguma cousa no jugular, e só me meto cum a obelha da Ana Matos pires, a gaja num posta, porque num soue da cor dela. nem nunca poderia serre, porque num há ranho no meu lado. aqui pensa-se bigue, greite e uéle.
    a frustraçãoe dos marrecus que postam neste dispensário, à ixechão do Básico, da anónima e da olinda, e do luis crlos e ótros deste jaez, é cú Balupi, chefe mor dos enfermeiros, num traba a postagem, puvlica e manda a marrinha seguire. a minha frustaçãoe, aquie, é que cada bez que leios os ignorantezes, me borro de riso, mas já esgotei o saco lacrimal, e agorra tenho pena destes ranhosos que num beiem um BOI à frente dos olhos. COMUNAS, XUXAS, ide acampare i Ébora, ficai por lá e fazei lá a bossa republica. cum pedaço de sorte a EDP e águas de lisvoa perdoa-bos a dibida e pudeis cumeçar tudo de novo. Uma espécie de exoneração do passivo restante. Cambada proletária, ai se o 25 de abrile tivesse sido agora, eu ter-bos-ia corrido a todos à paulada. COMUNAS.
    Beie, e nu meio disto tudo paulo portas num é achincalhado, pás, o gajo é bué de educado e num responde aos encardidos, tão a bere? Ele nun desce ao nibel dos pruletários pá, e pur isso, há-de chegar onde quere. Uma questão de educação, diria eu, e de classe. Afinal, peixeirada só no pobo Xuxa, comuna. oqueie.

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