22 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Sim, claro, e como um gajo se queixar dalguem que tivesse tirado o capitao do Costa Concordia do comandos do cruzeiro segundos antes daquilo ter batido na ilha.

    Nao obstante o gajo ter estado a frente do governo 6 anos, assinado o memorando e chamado a troika, voces, os lunaticos, ainda continuam a tentar por as culpas nos outros que apanharam as canas do festival socialista. Nice.

    Ha por ai mais umas tragedias globais, genocidios, e atrocidades diversas, podiam tambem congregar esforcos para limpar a imagem desses responsaveis. Sugiro que comecem com o Estaline, Mao e Pol Pot, 3 socialistas de primeira escolha.

  2. pedro costa vieira – professor auxiliar com agregação com contrato por tempo indeterminado
    faculdade de economia da universidade do porto, nif 501 413 197, chama pec 5 ao programa do partido socialista e comenta pérolas destas, vale a pena ler tudo para ver a quantidade de merda que esta gente tem por baixo da peruca.

    “4.1.4 => Sistema de pensões
    É só conversa fiada que se condensa em duas medidas (p. 39):
    => aumentar o número de pessoas que descontam para o sistema
    => diminuir o número de pessoas que recebem pensão do sistema.

    Mas isso não são medidas, são sonhos.
    Para aumentar o número de contribuintes é preciso desviar os barcos com pretalhada que atravessam o Mediterraneo para o Algarve.
    Para diminuir o número de pensionistas é preciso matá-las.
    Isto é que seriam medidas não era dizer o resultado que queríamos que acontecesse.”
    http://economicofinanceiro.blogspot.pt/2015/04/o-pec-5.html

  3. Estava a pensar (?) como é que, depois de nos aldrabarem, iriam mudar o nome aos “PECs” que teriam que continuara a ser enviados para Bruxelas. E pensou bem. Mudaram de Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) para Plano de Estabilidade (sem crescimento) (PE). Foi o que aprovarem na passada semana na AR para enviarem para Bruxelas. Um Plano de Estabilidade sem Crescimento.

  4. Basta ler o merdum que o basico escreve para perceber o nível de desonestidade intelectual da escumalha fascista a que ele pertence. O problema do 25 de abril é que se poupou na corda.

  5. Sinatra, ainda lês o que o Básico vomita por aqui? Estou admirada com a tua capacidade de aguentar a nojeira, a estupidez e a má-fé.

  6. Gostei da comparação com o comandante do Costa Concórdia, que segundos antes de embater, e provocar a morte de muitas pessoas, foi substituído por outro…

  7. Continuo a pensar que vão deixar Sócrates apodrecer na prisão. O próprio já admite todos os cenários. Da sua última carta dirigida a António Campos (estou à espera que, um dia destes ou quando der jeito aos magistrados e ao PSD/CDS, Paulo Campos seja detido. Motivos? Mas estes magistrados precisam de motivos para perseguir, prender e condenar?) Leia-se:

    “António Campos,

    querido amigo:

    Desculpa responder tão tarde à tua amável carta e só agora agradecer as tuas palavras, tão amigas. Obrigado, também, por me teres enviado o artigo que a advogada do meu amigo eng. Carlos Santos Silva escreveu na revista da Ordem dos Advogados. Já tinha ouvido falar nele, mas só agora o li.

    O título é divertido: “vamos a um supor”. Todavia, o que não tem graça, mesmo graça nenhuma, são as “supostas” denúncias: buscas ilegais, interrogatórios ilegais, detenções ilegais. E, claro, tudo isto é suposto ter acontecido sob a direcção e comando de um Procurador da República, com o assentimento de um chamado “juiz das liberdades”, que é suposto ser o protector das garantias dos cidadãos face a qualquer tentativa de abuso.

    Tanto abuso não é, pelos vistos, excepcional e até parece que fez escola, a avaliar pelas tímidas e raras – embora honrosas – reacções. Infelizmente, chegamos a um tempo em que tanta indiferença perante estes abusos das autoridades parece confirmar que as garantias do Estado de Direito já não são vistas como a fonte legitimadora da justiça penal, mas como relíquias formais ultrapassadas. Na verdade, o actual debate sobre política criminal está dominado por uma perspectiva conservadora – mais propriamente, reaccionária – que pretende soluções que passam por erodir os princípios tradicionais do direito penal democrático em troca de “investigações mais eficazes”. É um erro histórico: quem julga que pode trocar liberdade por segurança sempre se enganou rotundamente. A segurança nunca foi conseguida sem liberdade. Sem uma ordem penal baseada na liberdade, nos direitos, nas garantias processuais, ninguém está seguro. Nunca pensei que regressássemos a um tempo em que é necessário lembrar que quando a acção penal ignora as barreiras que o Estado de Direito lhe coloca, de proporcionalidade, de garantias de processo, de formalismo, o resultado será sempre o terrorismo de Estado. Mas claro, tudo isto é um “supor”.

    Pedes-me que te fale do andamento do meu processo mas dele só posso referir-te o que para aí se diz nas televisões e jornais. E não é pouca coisa, o que me obriga a ir por partes e a descrever os principais desenvolvimentos, de forma concisa, em cinco pontos essenciais:

    1. Cinco meses sem acusação

    Ao fim de cinco meses em prisão preventiva, o nosso estimável Ministério Público não teve ainda tempo para me apresentar os factos e muito menos as provas dos crimes que me imputa. Pelos vistos, não acha que seja já tempo para apresentar a acusação – que era legítimo esperar fosse rápida, dada não só a relevância do processo, mas também pelo facto de terem justificado a minha prisão com pretensas provas “sólidas”, “concludentes” e “indesmentíveis”. Bem sei, falam de indícios, mas como é que pode haver indícios “fortes” se não se sabe de quê?? Afinal, que crime concreto foi esse? Onde, quando e como é que eu o pratiquei? Exactamente, que factos criminosos devo refutar, que provas devo desmentir? Não sei, nem o Ministério Público sabe, até porque não cometi crime algum. A única diferença é que o Ministério Público não se importa com isso.

    Tem uma teoria, acredita nela e parece convencido de que não precisa de provar nada para me manter preso ou até para obter uma condenação.

    2. A violação do segredo de justiça

    Não tenho, aliás, dúvidas que as constantes “fugas”, criminosas e seletivas ao segredo de justiça têm precisamente tudo a ver com o vazio deste processo – visam disfarçar o vazio, criando na opinião pública uma convicção generalizada de ter eu praticado os crimes que o Ministério Público me imputa, dispensando-se o Senhor Procurador de acrescentar às generalidades factos e provas.

    No início deste processo ficámos a saber que se pode prender sem factos e sem provas; agora sabemos que é possível, sem factos e sem provas, manter alguém preso; só faltava que, no final, ficássemos a saber o que julgávamos para sempre afastado: que no nosso Estado, que queremos de Direito, é possível condenar alguém sempre sem factos e sem provas.

    Até ver, a única coisa que o Ministério Público foi capaz de dizer é que a minha liberdade implica um “perigo” de perturbação de inquérito (no entendimento do Ministério Público, o exercício do direito de defesa face às campanhas de difamação, em que ele próprio consente, é muito perturbador…); e que existe o risco de que eu fuja. Não é só o sentido do ridículo que perderam, é também o respeito pela inteligência de todos nós.

    3. O facto novo

    Há, todavia, um facto novo que tem sido diligentemente ocultado, escondido, pelo Ministério Público. É que, tendo a investigação recebido (na verdade, já as tinha recebido há mais de um ano) as informações bancárias relativas às tão referidas contas na Suíça, elas confirmam que em lado algum delas sou referido. Nem como titular, co-titular, último beneficiário ou por qualquer outra forma que me permitisse ter acesso, ou capacidade de dispor, agora ou no futuro, desse dinheiro. Nada!

    Este facto tem sido propositadamente escondido porque põe em crise a exótica teoria de que o dinheiro do meu amigo é, afinal, meu, e de que ele era apenas um «testa de ferro». Ora, se assim fosse, não poderia haver um mas vários (pelo menos mais um) «testas de ferro». Já são «testas» a mais para a delirante imputação.

    Este é, portanto, o verdadeiro facto novo: depois de tanta busca, de tantas escutas, de tantos interrogatórios, depois até da resposta à carta rogatória, a investigação não só não prova nada do que afirma, como provou exactamente o contrário: que o dinheiro pertence a outro ou a outros, que não é meu nem nunca foi e que não posso, nem alguma vez pude, dispor dele.

    4. Os métodos do Ministério Público

    Os métodos usados pelo Sr. Procurador não param de nos surpreender – o que, aliás, só confirma a descrição feita no artigo da Drª Paula Lourenço. Começou, claro está, com a minha detenção no aeroporto, um propositado espectáculo, que não visou qualquer objectivo jurídico legítimo. Não foi uma acção da justiça, foi uma deliberada encenação.

    Depois, veio o episódio do mail. A verdade é que durante dias alguém escondeu o mail em que expressamente pedia para ser ouvido neste processo, para depois poderem promover a minha prisão preventiva com base na fantástica teoria do “perigo de fuga”.

    Finalmente, para não me alongar neste ponto, surge a história da carta rogatória às autoridades Suíças. O Sr. Procurador emitiu-a em Novembro de 2013 e a resposta, chamada “final”, só chegou mais de um ano depois, em Fevereiro de 2015. Mas o que é aqui extraordinário é que esta demora não se deveu a qualquer atraso das autoridades Suíças. Ela resultou, isso sim, dos pedidos e da vontade do procurador português. Já se duvida que o Ministério Público seja livre de promover o retardamento dos inquéritos. Mas é certamente ilegítimo usar, depois, a demora, que ele próprio provocou, para obter o prolongamento do prazo de inquérito e, pior, usar essa demora para justificar a prisão preventiva com base no perigo de perturbação do inquérito, quanto à recolha dessa mesma informação! Foi este o logro: o Procurador pediu às autoridades Suíças que retardassem a resposta que tinham pronta para, no momento da detenção, poder dizer que estavam ainda a decorrer essas diligências rogatórias que os arguidos podiam “perturbar”.

    5. O crime de corrupção

    Quanto a este crime de corrupção – e esta imputação, sem factos e sem provas, não passa de um insulto – a situação a que o processo chegou é pura e simplesmente patética. Os jornais reportam que a investigação se “concentra” agora nas suspeitas sobre os contratos do TGV, da Parque Escolar, das construções rodoviárias e nos negócios na Venezuela. Isto é: passados todos estes meses, nem sequer sabem dizer onde foi cometido o crime, se no TGV, se nas escolas, se nas estradas ou se em algo completamente diferente, talvez até num país estrangeiro (já ouvi falar de vários, de Angola à Venezuela).

    Será perguntar demais em que país do Mundo foi praticado o crime de que me acusam? E, quanto ao momento do crime, dizem agora que o período está “bem” delimitado: entre 2005 e 2011. Extraordinário! A pergunta é esta: como é que alguém se pode defender de uma imputação tão vaga, se a própria acusação não sabe dizer nem quando, nem onde, nem em quê?!

    Isto diz-nos muito acerca da verdadeira origem desta investigação: ela não nasceu para perseguir um crime, mas para me perseguir pessoalmente, foi a caça ao homem – esta “Operação Marquês”.

    Quem imputa crimes sem fundamento, o que faz é ofender e insultar. Quem prende para investigar e usa a prisão como única prova não só nega a justiça democrática, mas coloca-a sob a horrível suspeita de funcionar como instrumento de perseguição política. Felizmente, tudo isto não passa de um “supor”…

    E pronto, velho amigo, é isto. Claro que estou ansioso por poder voltar a conversar contigo e com os nossos amigos sobre a política e a vida. Mas, por favor, não te preocupes com o meu ânimo. Estou forte e confiante. Isto não me tirou a alegria.

  8. A assistir na televisão ao bailado em que o ‘pas de deux’ junta a esquerda mais imbecil com a direita mais retrógrada. Infelizmente o espectáculo ainda dura…

  9. Ai, ai, buáaaaaaaaaaaaaaaa, buáaaaaaaaaaaaaa, vamos a mais um esquemazinho para chamar a atenção à perseguição política do 44. Hum, já tinha ouvido falar do artigozinho da lourenço, mas não o conhecia. Hum, o título é divertido «vamos a um supôr»….E depois não li mais, ó ABRILADA, porque tu és daquelas democráticas que só aceitas as opiniões dos da tua cor. COMUNA, XUXA desviada, remete-te ao teu redil e não saias de lá. Deixa o processo eleitoral, não votes – és um perigo. Salazar conhecia-vos tão bem…hum.

    A mulher é, por isso, uma contradição em termos, com um grande cotovelo.

    Então, como tenho pena de ti, ó ABRILADA, vou ENSINAR-TE o seguinte:

    UM ADVOGADO NUNCA VAI A UM SUPÔR. Não se faz, parece mal e é GOZADO pelos OUTROS advogados ( para não falar do restante maralhal forense). Em tribunal, está FEITO. É que ninguém condena com base em «supôres», percebes? Mas percebes mesmo? Então, se queres causar impacto, tens de utilizar outro estratagema, preferencialmente um daqueles que privilegie os…arguidos. Digo-te já: não é a desconfiança no sistema bancário, porque o arguido escreveu sobre a «confiança no mundo», nem o altruísmo, porque ele assume desconfiança em algo. Tas a bere o ridículo da coisa? É básico, pá.

    Um advogado INSISTE em FACTOS, apresenta-os, documenta-os, articulando-os e leva-os ao JUÍZ. Um advogado NÃO CONTRIBUI para a instabilidade social, alardeando «supores» num BOLETIM de uma ORDEM PROFISSIONAL; ele simplesmente recolhe o que deve recolher da REALIDADE FÁTICA e APRESENTA à entidade competente. Ao quedar-se pelo «supôr», demonstra FRAGILIDADE, INSEGURANÇA, MEDO, porém procurando APOIO na sociedade DESINFORMADA ou apenas informada com os «supores». E quer PROTAGONISMO. Acaba por tê-lo mas negativamente. Já viste a reação dos OUTROS ADVOGADOS? hum…queres ver que não sabes?

    UM ex – governante IMPOLUTO e INOCENTE colabora com a Sociedade, sobretudo numa altura de eleições ( pois não é essa a sua preocupação?) e apela à calma e ao desenvolvimento do processo. Não PERTURBA, NÃO APROVEITA o estatuto para publicar as suas lástimas PREMEDITADAS em vista da intimidação.
    Etc, etc, Ó ABRILADA vai ler NOVAMENTE o que tenho escrito aqui sobre o assunto. Está lá TUDO, pá.
    Portanto, a nojeira, a estupidez e a má fé que tu atribuis ao BÁSICO, que vos tem dado uma COÇA TREMENDA, não mora do lado dele, mas sim do teu, porque não tens capacidade de argumentar com sentido e logo, validamente. Por isso, passas à qualificação destrutiva, o que demonstra a tua falta de inteligência e de sabedoria ( e de HUMILDADE) para respeitares a opinião dos OUTROS. Isto posto, olha-te ao espelho antes de qualificares e já agora não demonstres tanto ressabiamento e invejazinha.

    Á NAVEGAÇÃOZINHA zangada: SE VOCÊS TÊM TANTA CERTEZA DA PERSEGUIÇÃO POLÍTICA DO 44, NÃO GASTEM OS VOSSOS ESFORÇOS EM AVIONETAS NEM MATEM MAIS CRAVOS, PÁS. APROVEITEM A ENERGIA E DEFENDAM CONDIGNAMENTE O HOMEM – O INOCENTE, O QUE NÃO FEZ NADA, PÁS. ATÉ PORQUE EM PORTUGAL NUNCA HOUVE CORRUPÇÃO. ISTO É UMA TERRA DE SANTOS E ALTRUÍSTAS. OS MAGISTRADOS DESTA TERRA É QUE SE LEMBRAM DE PERSGUIR AQUELES QUE SALVARAM E FIZERAM TUDO POR PORTUGAL.
    oqueie, recorram à segurança social e peçam um advogado para vos ajudar, já que estais habituados aos subsídios para tudo e mais alguma coisa, que importa mais um – o pagamento de um profissional, hum?
    Ciao, pás, contorçam-se com o que SUPRA BAIE ESCRITO….

  10. oh burro do caralho, supor é um artifício linguístico para relatar verdades sem ser acusado de crime por artifícios jurídicos. vamos lá fazer um suponhamos exemplificativo, tu és burro, eu posso provar que és um burro do caralho, mas se o disser publicamente posso ser acusado de difamação e ou prejuízos à tua pessoa, independentemente da prova, portantes há quem jogo à defesa e diga: vamos supor que o burro é mesmo do caralho. entendes ou queres um desenho? já agora escusas de gritar, que já só dás para ler a atravessar.

  11. Eu há muito que nem a direito nem a travessado leio o “feijoada”. Chamar-lhe “burro do caralho” chega a ser ofensa grave para o asinino.

  12. Democracia, pluralidade são as marcas da esquerda, e só atentar na frase abaixo.

    “O problema do 25 de abril é que se poupou na corda.”

    Em inglês há um nome para isto e para a comunidade aqui do pardieiro. Scum.

  13. Ó FERRAcolho, toma lá: ão, ão, ão, dentadas já lebastes tantas que inté faz dó.

    IGNATEZES, igóbil, IGNARO, atãoe, a gente já sabemos que tu és tudo isso, mas óbe, eue num boue infirmar-te, num é? Lole, lole,.

    ABRILADA, atãoe, cumestes e num gustastes, é? Eu sabia, eu sabia, queres mais lições queres? Bá diz lá qualé a dúbida agora, hum? Cuntinuas histérica, ressabiada e ceguita de raiba.

    Viva SALAZAR! Boltem as mordaças prós democráticos marrecos, ignaros e …defeituosos. oqueie.

  14. os rapazes, básico e ceguinho, do Marcus Antónius de Balongo continuam a espumar pela boca. não sei quanto ganham por cada consulta, digo, comentário, nem me interessa saber, mas por certo será mais vantajoso trabalhar nesta farmácia e esperar pela recompensa do costume do que fazer paciências no computador e aldrabar o tempo que passa.
    por aquilo que anda a circular por aí, qualquer dia temos o marquitos antónius como o recluso 45. bai ser giro ver o básico e o cegueta a rumar até à prisa do grande companheiro de route. podem contar com uns ovinhos verdes feitos por moi je e uns pãezinhos brancos de balongo para a merenda porque a caminhada vai ser longa e penosa.
    … até tu, marcus antónio!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.