8 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Foi uma janela de oportunidade para voltar a
    engrupir o bom Povo com uma mensagem que,
    foi um manifesto com as linhas programáticas
    da campanha eleitoral em curso, no sentido de
    ganhar novamente as eleições para acabar a
    grande/enorme obra feita até agora … a bem
    dos ganhadores das privatizações e não só !!!

  2. Para a “P.
    A divisão mais importante de uma casa, não é nem a cozinha, garagem ou quarto etc.
    A parte de mais importante é a rua.
    Sem rua não há casa que seja boa.

  3. Quer mesmo saber? Nem saí, concentrei-me no meu boneco Carlos Alexandre e espetei-lhe 37 alfinetes. Depois sentei-o num cubo de gelo e ficou no congelador.
    Foi um bom Natal, sem dúvida.

  4. O primeiro suave milagre já se está a dar: está a evaporar-se a mala descuidadamente deixada aberta que o motorista teria visto, posteriormente promovida a malinha de cartão sobre rodas pelo complot internacional descoberto pelos nossos prodigiosos magistrados investigadores em conluio com o inegável faro jornalístico da Felisberta Estripa-Cabritos.

    Recordemos que era este facto insofismável da malinha física sobre rodas, cronometrada com todo o rigor e sem margem para dúvidas, que permitia o que se veio a permitir… e agora se passa a permitir apenas porque «toda a gente sabe que etcetra», sendo que o etcetra será explicado a posteriori…

    Realmente nada daria mais jeito, quando se vem a Lisboa pelo menos uma vez por semana para efeitos de programação televisiva, e se dispõe de carreiras aéreas baratas e diárias, do que recorrer a estafetas motorizadas terceiras, a queimar gasolina em enormes viagens e a correr riscos desnecessários só para levar os trocos para os almoços…

    Outros milagres se seguirão, mas vai demorar tanto tempo quanto os truques aprendidos na tele-escola e na faculdade onde pontifica o grão-mestre da vichyssoise o permitirem.

  5. Refiro-me, é claro, à tele-escola dos reality shows a que antigamente se chamava psicodramas. É nisso que o país anda mergulhado desde o proceso Casa Pia, com as principais estrelas do espectáculo nos seus tronos ficcionais de juízes, que não no banco dos réus.

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