19 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Se incluires os “amigos” o total aumenta consideravelmente e ainda tens que acrescentar dois gravadores.

  2. Uma monstruosidade quando comparada:
    1- Com o que a D.Rosa recebe de reforma da sua antiga actividade de costureira de coletes à qual junta a pensão de sobrevivência do falecido.
    2- Com o recebido pelo Dr. (ou será Eng ?) Mexia por altos serviços prestados ao país.
    3- Com a dívida da Madeira.
    4- Com as indemnizações aos ex-gestores topo de gama do BCP.
    5- Com o valor de que se reveste a vigarice do BPN.
    6- Com o valor da mesma do BPP.
    7- Com a perdas que representaram o óptimo negócio dos submarinos.
    8- Com o prejuízo para as poupanças do Sr. Silva aplicadas em negócios lícitos.
    9- Com o que os comentadores encartados recebem em avenças e etc. (especialmente em etc.) por veicularem o pensamento dos “mesmos” nas porqueiras do costume.
    10- Com aquilo que nos aguarda quando o rapaz do Ângelo e do gordinho Leite tomar conta disto.
    11- Com o que eu tenho de gastar em “bejecas” no sítio habitual para tentar esquecer a bosta institucionalizada em que se transformou este país.

  3. Já, mas calei-me muito bem caladinho, não fosse algum empreiteiro da Grande Junta Autónoma dos Desvios Lusitanos me pedisse para apresentar provas da existência desses troços, ou trocos.

    E tu, Valupi, onde é que tens andado que nunca mais paras de fazer o peditório para a Situação? A Coisa está a ficar monótona.

    E o teu caso com o Távora, num local não muito longe do Marquês? O gajo nunca mais abriu o pio, pelo que sei. Não me digas que apareceste ao homem em uniforme? Apertaste bem ao mão ao gajo, como manda a Lei? Onde assentou o teu dedo grosso nesse aperto? Adorava ver o He Male que ele te mandou, a confirmar-te quanto te admirava por teres ter tido colhoada para apareceres ao encontro.

  4. Já, e para ajudar a credibilidade, o caso mete skinheads e tudo. Os motoqueiros de serviço não tardarão a aproveitar mais este aborto jornalístico.

  5. Val,

    Também me apetece fazer uma pergunta simples.

    Porque será que Passos Coelho, não concorda com a posição que o governo assumiu na PT , mas se estivesse na mesma posição faria o mesmo?!

    A continuar assim, estamos bem, concerteza.

  6. O que importa é associar o nome de Sócrates a tudo o que é bandidagem neste País. Acredito bem que haja cada vez mais pesspoas a pensar que quando a esmola é grande o pobre desconfia. Ainda somos capazes de ver Sócrates canonizado!

  7. não desviaram. conseguiram colocar , supostamente , esses milhões em off shores. não diz que são deles…entendi que são assim tipo uma “empresa familiar” que nos ajuda a meter o pilim , conseguido a traficar ou a trabalhar , tanto faz , lá fora. mas posso ter lido mal , claro.
    vou usar um pseudónimo. para não me chatearem a cabeça.

  8. Iupi, já vamos ter a Procuradoria, a comunicação social e uma nova comissão de inquérito ocupadas nos próximos meses…tão bom!

  9. O Dono da Casa 1X2 – NIM

    Já estou a imaginar a reunião dos pulhas e farsolas na sede do Psd…

    PCP e BE apenas foram à reunião e prontificaram-se logo para a Comissão de Inquérito. Coelho anuía de beiça cerrada. Mas a um olhar do dono da casa um pouco mais insatisfeito pelos arranjos e logo o Sousa e o Anacleto fizeram juras de lealdade à causa e mostravam-lhe os telemóveis. Ele confirmava que realmente havía ali gente arregimentada, pronta para marchar na rua com vuvuzelas e acocorada para fazer esperinhas ao dito cujo.
    Pacheco Pereira deu uma violenta punhada na mesa, agastado por ninguém até ali prestar silêncio e atenção às tácticas que trouxera enroladas debaixo do seu farto braço e exigindo ficar ele com o dossier das escutas e fazer a interligação com os ocultos donos do Sol, do Público, do Correio da Manha e da TVI. Coelho, para o calar deu-lhe o nim. E imediatamente o Pacheco firmou-se rijo na cadeira, deliciado com o comprometimento do dono da reunião.
    Portas, a um canto agachado, sacudia-se nervosamente na cadeira, as pernas tirolavam algo frenéticamente como dois batentes inquietos, os olhinhos aguçados afilavam-se de soslaio para as mãos de Coelho, onde este, com um molho de papéis na mão, descuidadamente deixou entrever um que dizia em letras vermelhas bem centradas: «Confidencial AC».
    Coelho, apercendo-se do embaraço do parceiro de reunião afiançou-lhe que não era nada sobre os submarinos, eram apenas alguns dizeres do Angelo, uma mensagem de agradecimento a todos por comparecerem na reunião, alguns documentos de orientação,sobre de isto e de aquilo e meia dúzia de linhas no final lembrando que ainda havía mais uma cenoura para um coelho: o PNR. Não esqueçam o Pnr, deixem também os homens tirar água do poço.
    Naquele momento Coelho deu um salto da cadeira e soltou um nim desgraçado. Tinha deixado os homens à porta da casa! Como cães! Imediatamente ordenou: “Anacleto vai lá fora chamar o Hammer. Trá-lo cá.” Ordeiro e reto, Anacleto deslizou até à porta, treinando um sorriso para se desculpar do esquecimento, em nome do dono da casa. Mas em sobressalto estancou e cortou o passo. Anacleto lembrou-se de quem era o Hammer e qual o seu missal ..e sentiu um calafrio subir-lhe pela espinha magra e esguia. Achou por bem que o dono da casa enviasse antes o Portas. O Portas era vizinho, já eram conhecidos de outras andanças..enfim..sería muito mais conveniente e seguro o Portas ir à porta, e sorriu zelóticamente pela piada que lhe saiu assim tão natural..”o portas ía à porta!” Boa esta hã!
    Cá fora estava frio, eram 4 da manhã e a orvalhada humedecia os casacos de cabedal da maralha que entediava-se pela longa espera. Os metais das botas faziam-se ouvir como carneiros em pastagem quando levam os guizos ao rebuço. Dois ou três matulas casqueavam a pedra do chão para afunguentar a frialdade dos pés. O Hammer estava sentado num degrau exterior do acesso à casa, ladeado por 2 matulas que acendiam tochas para aquecer e iluminar a noite enquanto o Hammer lia o Mein Kampf.
    Os olhos dele faíscaram quando uma cabeça se esticou para ele por cima do ombro, qual grifo. Era Portas desculpando-se pela demora, que estavam atados a uns papéis que encontraram e que o Coelho pedira-lhe para entrar porque ele tería parte importante na história, na verdade Coelho afiançava a todos os presentes que só mesmo o Hammer para tratar deste assunto tão melindroso.
    O Hammer exultou interiormente e ergueu-se da caleira, como que se pela leitura que fazía ouvisse voz interior que lhe segredava: ‘vai, a tua hora chegou’! Nem sequer raciocinando a ofensa e o desprezo pelo esquecimento da sua presença fora da sala, qual sabujo pulguento, imediatamento abalançou-se para dentro da casa, peito feito, olhar erguido, braço levantado acenando para todos os presentes, satisfeito e grunhindo uns dizeres de pronúncia alemã e estancou postando-se perante o dono da casa. A um canto estavam agora o Sousa e o Anacleto, pareciam estar algo enojados e entontecidos e não se sabía se era do cheiro que entrou com a porta aberta pelo Hammer se sería da refeição, engolida à pressa pelo adiantado da hora. O Hammer assim que cocou aqueles dois ali baixou o braço e imediatamente uma nuvem negra parecia atravessar-se-lhe pelo olhar. Antes que dissesse algo, Coelho apressou-se: “Toma Hammer, tens aqui umas coisas que AC quer que vejas. Sabemos que podes ser útil à causa e como prova de confiança terás este encargo honroso. Vai agora para casa e lê o que aí está, toma cuidado e não deixes que Roma pague a traidores, se é que me entendes”. O Hammer levantou o braço, volveu para a porta e abalou, tendo faíscado os olhos para os dois enfermos que se retorciam agora a um canto, levando as mãos à barriga e à cabeça.
    Entretantos o grifo….

    (continua na próxima semana)

  10. inimigos, edie, inimigos:

    Termino também com um agradecimento a um Inimigo Político, o Dr. Pacheco Pereira por ser um democrata convicto e que discordando dos nossos ideais, nunca ter tido medo de condenar as perseguições de que os nacionalistas ou outros são vítimas.

    Mário Machado, Carta aberta.

  11. Naquele momento Coelho deu um salto da cadeira e soltou um nim desgraçado. Tinha deixado os homens à porta da casa! Como cães!

    muito bom! Obrigado pela gargalhada, ninguém.

  12. Nem Nik, nem Nikadas. Foi mesmo nikado!
    Vai uma patuscada pelo pessoal do Aspirina? Eu trago os vinhos. Quem traz o frango picante?

  13. a telenovela do Ninguém tá gira , tá sim senhor. mas peca por falta de protagonistas. que é feito do outro lado da barricada? não gosto de histórias que só contam um lado da história , sobretudo quando o lado omisso ( vá se lá saber porque o omitiu …) é igualmente sumarento em gargalhadas.
    a partidocracia é ainda mais animada do que aquiloi que o Ninguém retratou . não se percebe porque falhou o protagonista/partidocrata PS nesta cena cinéfila allo allo. mon amour , o rené , não falhava alvo nenhum.

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