6 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Timely question. Mas mais interessante ainda é a hora a que o post foi difundido na Rádio Resistência Aspirna: 2.41 da matina. Faz-me lembrar a rotina dos altos funcionários do PC nos anos sessenta que discutiam as “grandes jornadas dos trabalhadores” até às três da manhã” e levantavam-se da cama ao meio-dia. Era a tortura do sono.

    Assim, em matéria de convencimento, não vamos lá, primo.

  2. Parece que nos últimos tempos cerca de 50 militantes deixaram o CDS. Não houve notícia, nem comentário.
    Já agora leiam com atenção o que se passa com o BE, anotem bem quantos militantes abandonaram o partido e quantos abandonaram algum orgão dirigente.
    Não sou do BE, estou-me nas tintas para o Louçã, mas quando acusam um partido de andar com a comunicação social atrás e a sobreviver à custa dela, quando regozijam com possíveis crises neste partido, pergunto se o BE não tem direito a existir tal como os outros com os seus defeitos e virtudes, com os seus trastes e mentecaptos, que por acaso até são bem menos que no PSD e PS e pouco ou nada influentes no actual descalabro social e político.

  3. Sem a força centrípeta de Portas, quantos meses, semanas ou horas duraria o CDS?

    Sem a força centrípeta de Soares, quantos meses, semanas ou horas duraria o PS?

    Sem a força centrípeta de Sá Carneiro, quantos meses, semanas ou horas duraria o PSD?

    Sem a força centrípeta de Cunhal, quantos meses, semanas ou horas duraria o PCP?

    Os líderes carismáticos são importantes, mas não são tudo. E tenho que reconhecer que se este desastre me mostrou alguma coisa, foi que há aparentemente mais vida no BE para além de Louçã. Tem sido uma surpresa. E digo-te uma coisa: se o BE passar por isto sem implodir e sem cisões, é capaz de se tornar um partido mais maduro. As oposições internas que derivam destas discordâncias são das melhores escolas de futuros líderes.

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