Perguntas simples

Aqueles que berram estar o “regime” nas mãos dos corruptos, que o inimigo do povo é o “sistema”, e que é preciso fundar uma “4ª República”, no fundo, nos fundilhos, sonham molhados é com um “Estado Novo”, né?

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9 thoughts on “Perguntas simples”

  1. diria mais: os que surfam o momento ivo rosa para dizer que foram enganados e traídos pelo socras são os que empurram o carrinho d”aqueles que berram estar o “regime” nas mãos dos corruptos, que o inimigo do povo é o “sistema”, e que é preciso fundar uma “4ª República”, no fundo, nos fundilhos, sonham molhados é com um “Estado Novo”, né?

    quando é que o nome da traidora é retirado da lista dos taumaturgos? eu não gostaria de figurar na mesma lista que ela ou convidar fachos para descerem a avenida comigo nas celebrações do 25 abril. ainda alterarm a letra da canção para “trás outro salazar também” e tu achas que é “infelicidade em que os autores dos mesmos se encontram”.

  2. as tuas conclusões é que sonham com insinuações .
    conhecem-se, confraternizam, namoram, flirtam e casam .
    depois têm filhos : as perguntas .

  3. Por um Estado Novo/Ditadura, quero crer que não haverá muitos, relativamente, agora por uma Direita mandona e agressiva que acabe com a Esquerda, isso sim, haverá muitos que o queiram. Só é de desejar é que haja muitos mais que forcem a Esquerda a reconsiderar, a entender-se, a por os interesses do país à frente das aspirações partidárias, mesmo abdicando de alguns princípios mais arreigados. É crucial!

  4. “Por um Estado Novo/Ditadura, quero crer que não haverá muitos”

    a ver, até há. não há é coragem e dinheiro para investir num projecto que a união europeia inviabilizaria.
    o chungoso chungou à comunicação social um convite para ir à convenção repúblicana do trump e depois não foi, era fake ou não houve patrocinador para as viagens & marmita da chungalhice.

  5. não é já????
    reparar como eles decidem das nossas vidas
    falta a tabuleta por cima da cama a dizer
    viva Marcelo Rebelo de Sousa
    onde se lia Salazar
    escreve-se agora Marcelo meu amor
    daí a vinda da extrema direita com
    os nomes da “democrática” senhora ou senhor tanto faz
    a esquerda abriu as portas à direita
    a bem d’ezer

  6. Talvez não sonhem com um Estado Novo, que isso não é lá muito “cool” e, aliás, seria areia demais para a sua furgoneta.

    Mas sonham seguramente com a instauração de uma espécie de neo-Marcelismo sem Ultramar, que foi já o que tentaram reconstituir, primeiro, o finório do Sá Carneiro, com o seu falhado “totalitarismo legal de fachada democrática” do famoso slogan «Uma Maioria, um Governo e um Presidente» (também ele Carneiro…), depois o tecnocrata chico-esperto anibal cavaco silva, com as suas maiorias absolutas e os seus “missionários” dias loureiro, catroga, miga amagal, betoneira do amaral e demais comandita “apolítica” e “muito competente” — projecto que se agonizou e morreu ingloriamente por si, mas que o burroso ainda tentou serodiamente reanimar –, e agora mais recentemente, por último, a aberrante experiência do neo-fascismo de cariz social, encimada pelos pateta-mor e flibusteiro-menor do reino, a parelha coelho/portas, sob a bênção do reanibal, agora instalado em Belém, mas que, apesar da artilharia pesada do sistema judicial e dos bombardeamentos maciços dos órgãos de desinformação, mais não conseguiu do que virar a Economia de pantanas, deixar nuas as vergonhas da Banca nacional, pôr os portugueses de novo a emigrar e a penar e, no fundo, transformar a disputa política numa verdadeira guerra fria civil, ou guerra civil fria, que só não redundou mesmo em caldeirada a sério porque entretanto o Tó-tó Querensqui ficou muito inseguro e a CIA, desta vez, não estava disponível para financiar outro Pinochet (para mais, no interior da União Europeia…), quando as urnas finalmente deitaram essa merda toda fora.

    Sim, porque o neo-Marcelismo sem Ultramar é o único projecto da Direita portuguesa, sempre o foi, desde que teve de se conformar com a perda desse sonho lindo que findou a 28 de Setembro de 1 974, que era o neo-Marcelismo COM Ultramar, mais conhecido por Spinolismo.

    Alguém devia ir dar estas lições do mundo real aos mérdia, que hoje em dia só nos contam a História Pátria da estafada Carochinha…

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