Perguntas simples

Pode alguém que visitou Sócrates em Évora duas vezes, mais uma logo que ele foi para prisão domiciliária, ter autoridade moral para mediar e liderar 193 nações na procura da paz? Saberá a ONU no que se está a meter?

34 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Também foi à Somália mais que uma vez e ao Bangladesh, e fica mais longe que Évora, grande admiração!

  2. Valupi,
    Se a ONU não sabe o manhoso desprezível ‘cm’ assinalou o caso com tal “agrado” que empestou o ambiente colocando no ar da sua pantalha fedorenta o rambo feito soldado a matar inimigos.
    Como quem diz…!

  3. Valupi

    Sugiro que perguntes isso ao teu “amigo” António Costa.
    Não é esse quem mais medo tem de ser contaminado pela “peste” ?

  4. Mas Oh Valupi não sabes que foi precisamente por ir a Évora duas vezes, sem o pior casaco que tinha lá em casa, que o Eng. Guterres foi eleito?
    Todo o mundo, a prussiana Merckel, o czar Putin, o americano Obama e tutti quanti, todos pensaram: nã, se este tipo não receou o furibundo Alexandre e o nazi Teixeira e foi visitar essa vítima da ignomínia que é a justiça portuguesa, não há melhor que ele para pôr na ordem o Daesh, ou lá como é que chama, o Assad, a selva de Calais, o troglodita Trump e até, quem sabe, a Tânia do esgoto a céu aberto e o caluniador…

  5. Não brinquemos com coisas sérias, deixemos as provocações para os pedaço d’asno, acreditemos que todos ficaram orgulhosos e felizes com a vitória de Guterres, e todos ficaram agradados com o discurso do presidente no dia da República.

  6. E o facto de ter ido visitar o ex 44, da-lhe inocência pelos crimes de enriquecimento ilícito que alegadamente esta sobre suspeita? Haja paciência!
    (quando a Guterres, eu só falo do mandato dele daqui a 5 anos)

  7. jose neves, olha lá: com tanta coisa interessante para comentares por aqui no Aspirina B, e rascunhares um daqueles teus relambórios que parecem não ter fim (vulgo, os teus famosos relatórios), permite-me dizer-te que notei que estiveste literalmente caladinho tal como o Manuel de Castro Nunes Nogueira de Carvalho Freitas Guimarães por extenso, Poeta do Orpheu Passadista e Nada (sabem que o Valupi organizou uma cerimónia fúnebre toda catita para o José Sócrates, e tu Manuel não foste convidado?…) ou, ainda, o atrevidote chamado Corvo Negro da beira-rio e resolves abandonar, por momentos suponho, essa espécie de hibernação para comentares este post malparido da lavra do Valupi?

  8. Mas Sócrates não queria ficar-se
    pela tese de mestrado. Logo começa
    a burilar a escrita de um novo
    livro que resultaria da tese de
    doutoramento que acabou por
    não concluir. Farinho não se importava
    de continuar a colaborar,
    mas queria mais dinheiro. A 4 de
    Novembro, é o professor de Direito
    quem o vem lembrar. Quer saber
    se podem continuar a trabalhar
    juntos e pergunta: «Ainda
    está interessado em avançar
    com o doutoramento?».
    Farinho é convidado para a nova
    etapa. Nesse mês, Sócrates pretendeu
    solidificar o compromisso já
    estabelecido entre ambos numa
    conversa que os dois mantiveram
    durante uma viagem de carro e inquiriu-o:
    «Então avançamos?». O
    professor universitário confirmou,
    mas, por razões fiscais, perguntou-lhe
    se o novo contrato não poderia
    antes ficar em nome da mulher, envolvendo
    assim Jane no assunto, o
    que motivou a sua audição como
    testemunha.
    E assim foi, a advogada Jane
    Kirkby e a sociedade de Rui Mão
    de Ferro assinavam um contrato
    de prestação de serviços de apoio
    e assessoria na área jurídica que
    vigoraria entre 1 de novembro de
    2013 e 31 de outubro do ano seguinte
    – vésperas da prisão de Sócrates.
    Segundo o ex-governante disse
    nos últimos dias à SIC, o livro que
    se prepara para lançar – e que deverá
    ser o mesmo para o qual contratualizou
    a assessoria – é uma
    obra dedicada à teoria política sobre
    o carisma, como SOL já avançara
    no ano passado.

    http://static.comicvine.com/uploads/original/11122/111225170/5040042-bugsbunny-writing.jpg

  9. A TVI 24, que já teve acesso à nota de apresentação escrita pelo próprio, conta que a obra foi esboçada quando o socialista esteve detido preventivamente na prisão de Évora, no âmbito da Operação Marquês. “Nas suas linhas gerais, este livro foi esboçado na prisão e, depois, desenvolvido com troca de impressões, sugestões de leituras e observações de muitos amigos com quem partilho afinidades electivas na política”, avança Sócrates, sem citar nomes.

    I love this guy; his expression is priceless!

  10. Sócrates e Farinho fizeram retiro no Algarve para escrever o livro

    FELÍCIA CABRITA
    02/10/2016 17:02

    O livro Carisma, a lançar já em outubro, resulta da colaboração entre Sócrates e um professor catedrático pago através de uma conta bancária de Carlos Santos Silva.

    As contas bancárias de Domingos Farinho – o professor que alegadamente terá escrito o primeiro livro de José Sócrates, A Confiança no Mundo – estão a ser investigadas pelo Ministério Público.

    O catedrático da Faculdade de Direito de Lisboa, com o mestrado em Ciências Jurídico-Políticas e várias obras publicadas, foi notificado em julho passado na qualidade de testemunha. Mas, questionado pelo SOL sobre o seu atual estatuto no processo, Farinho foi parco em palavras, não adiantando se terá ou não sido constituído arguido: «Já tinha dito que não vou falar mais sobre esse assunto». Também as contas bancárias da sua mulher, Jane Kirkby, estão sob escrutínio por parte dos investigadores.

    Para o MP, mais do que a autoria do livro, o que está em jogo é saber de que forma foi paga a colaboração do académico e a origem do dinheiro. As autoridades suspeitam que os valores recebidos por Domingos Farinho e a mulher foram pagos com montantes oriundos de uma fortuna presumivelmente acumulada por José Sócrates que tem como ‘hospedeiro’ bancário o empresário e seu amigo de juventude Carlos Santos Silva. E tanto Domingos Farinho como Jane Kirkby, também ouvida como testemunha, receberam avenças de empresas de Santos Silva. Foi o próprio professor, aliás, quem anteriormente confirmou ao SOL ter auferido pagamentos por trabalho da esfera intelectual que manteve com José Sócrates.

    Honorários pagos por Santos Silva

    A existência dos honorários foi detetada após uma busca desencadeada a várias empresas de Santos Silva, onde o MP descobriu o print de um email de 23 dezembro de 2012, trocado entre o catedrático e Rui Mão de Ferro, administrador de uma dessas sociedades, a Proengel 2, relativo à preparação de um contrato e à realização dos pagamentos entre esta sociedade e Domingos Farinho.

    Na altura, o professor reconheceu ter recebido os pagamentos, argumentando que esse trabalho se ficou apenas pela sugestão de alguns títulos para a bibliografia e a revisão da tese que Sócrates apresentou quando cursava filosofia política em Paris, no Instituto de Estudos Políticos (Sciences Po), mas negou a autoria do livro.

    Quanto ao montante que recebeu de forma regular durante um ano, disse ter sido o mesmo acertado entre ele e Sócrates, e não ser «do foro público». No entanto, esclareceu que não era o ex-primeiro-ministro quem lhe pagava: «Não me lembro do nome da empresa, mas tratei de tudo sempre com Rui Mão de Ferro». Recorde-se que, publicamente, o antigo líder socialista referiu-se ao livro em causa como sendo a versão traduzida da sua tese de mestrado na escola de Sciences Po.

    O MP, aliás, pediu o levantamento do sigilo bancário da conta conjunta do casal Farinho no Banco Santander Totta, num período mais vasto do que o da elaboração da tese de Sócrates: de janeiro de 2011, quando o então líder socialista ainda permanecia ao leme do país, à presente data.

    ‘Muleta intelectual’ de Sócrates

    As suspeitas são várias. Ainda no final de novembro de 2012, quando Sócrates se encontrava em Paris a preparar a mémoire de mestrado em Ciência Política, na qual o académico também assumiu ter colaborado, Farinho e a mulher viajavam ao seu encontro para passarem o fim de semana na capital francesa.

    A deslocação, paga por Santos Silva através da agência de viagens Raso/Geostar, deu-se três semanas depois do email trocado com Mão de Ferro para ultimar o contrato que Farinho corroborou ter concretizado para se tornar numa espécie de ‘muleta intelectual’ de Sócrates.

    Outro dos indícios considerados relevantes para a investigação prende-se com uma revelação recente. No fim de semana passado, o ex-líder socialista, num regresso intempestivo à vida política, anunciou que estava para vir à estampa, neste outubro, um novo livro assinado por ele – o qual, segundo adiantou à SIC, será uma «obra dedicada à teoria política sobre o carisma».

    Ora este ensaio, que também conta com a participação de Domingos Farinho, já estava em andamento antes de Sócrates ter sido detido.

    Segundo os investigadores, quando Sócrates se preparava para fazer o doutoramento, Farinho tinha a incumbência de o ajudar nessa nova etapa – que culminaria em mais um livro, para o qual já havia título: Carisma.

    Em novembro de 2013, Sócrates pretendeu solidificar o compromisso já estabelecido entre ambos numa conversa que mantiveram durante uma viagem de carro: «Então, avançamos?», perguntou Sócrates. O outro confirmou. Mas, por razões fiscais, sugeriu que o novo contrato ficasse em nome da mulher, envolvendo assim Jane no assunto, o que motivou a sua recente audição como testemunha. E Farinho, que andava sempre um passo à frente do antigo líder socialista, confidenciou-lhe que já andava a consultar bibliografia sobre o tema. As conversas sobre o tema ficaram registadas.

    Convite para os EUA

    Entretanto, em maio, Sócrates admitira a possibilidade de ir estudar para Nova Iorque, na Universidade de Columbia. O desafio chegou-lhe através do seu antigo ministro da Economia, Manuel Pinho, que lecionava naquela instituição e que, em simultâneo, lhe arranjou forma de ser convidado como professor visitante.

    Foi a própria Universidade de Columbia que enviou a Sócrates um email a confirmar a intenção. Farinho, uma espécie de alter ego académico de Sócrates, foi chamado de imediato a assumir a responsabilidade, dadas as dificuldades do ex-líder do PS no domínio da língua inglesa: «Podes-me endossar a resposta, porque escreves melhor do que eu. Agradece o convite e diz-lhes para não se preocuparem com as questões do alojamento e pagamento. Não são importantes para mim».

    O segundo livro de Sócrates estava, no entanto, no maior dos segredos. Apenas um jornalista ficou a conhecê-lo. José Manuel Portugal, à época diretor de Informação da RTP, convidara-o para um debate na estação, tendo recebido escusa com uma boa explicação: «Eh pá, eu estou a pensar retirar-me uns três meses para escrever mais um livro, por favor não comente com ninguém».

    Mas, em maio de 2014, Domingos Farinho ainda estava quase na estaca zero, e disso deu conta a Sócrates: «Tenho-me dedicado às leituras mais do que à escrita, tirei notas de livros e já tenho cinco páginas escritas». Sócrates, por seu lado, estava com pressa e propôs umas férias. Pretendia alugar um apartamento no luxuoso Pine Cliffs de Albufeira para os dois se concentrarem: «Temos de fazer um retiro de dois ou três meses». Ao que o outro não se opôs: «Era importante, mais por ti, mas a mim também me sabia bem».

    Entre os amigos mais próximos de Sócrates, poucos sabiam destes planos. Apenas o seu motorista, João Perna, que levava e trazia material trocado entre o patrão e o professor catedrático, costumava propagar quando saiu A Confiança no Mundo: «Ele escreveu tanto o livro como eu».

  11. agora este blogue serve para difusão dos delírios duma puta drógada para êxtase do clube dos amigos do alex.

  12. LOL

    Na ciência política, a questão do carisma é, no essencial, uma discussão sobre liderança. Durante muito tempo, na cultura política europeia este debate foi residual. Afinal, pensava-se que podíamos aperfeiçoar as democracias pondo de lado, com vantagem, a dimensão pessoal da política e substituindo-a pela discussão sobre ideias e programas. Qualquer valorização das questões da liderança ecoava como suspeita perante as regras da democracia. O fantasma dos totalitarismos carismáticos deixou uma longa herança. Este é o tema do livro.

    Nas suas linhas gerais, este livro foi esboçado na prisão e, depois, desenvolvido com troca de impressões, sugestões de leituras e observações de muitos amigos com quem partilho afinidades eletivas na política. Devo muito a essa “política de camaradagem” e agradeço a todos, que aqui se reconhecerão. Especial agradecimento devo ao Reitor e aos Professores de Filosofia Política da Universidade da Beira Interior, cujas discussões no Seminário sobre Carisma e Democracia muito me ajudaram. Aqui encontrarão ecos do que discutimos. Mas é claro que o que aqui fica escrito só a mim vincula. Este foi o tempo do livro.

  13. Quarta-feira

    Consta por aí que o eng. Sócrates vai publicar outro livro. Por descargo de consciência li o primeiro. É um exercício escolar sem originalidade ou rigor, que, como lhe compete, exibe uma enorme incultura filosófica. Não valia a pena tornar a falar dele se Sócrates não aparecesse agora com uma nova prestação dos seus pensamentos, desta vez sobre o “carisma” (um assunto que tresanda a pretexto para o auto-elogio). Depois do que se disse sobre a autoria e as vendas da sua alegada tese, nenhum académico com vergonha se atreveria a lembrar a sua presença sobre a terra, sem o reconhecimento de uma universidade idónea. O problema de Sócrates é que está morto, intelectual e politicamente morto, e se recusa a reconhecer esse facto simples. A agitação em que anda chega a confranger. Sossegadinho na Covilhã ou no diabo ficava melhor.

    O Diário de
    Vasco Pulido Valente

  14. Pré-lançamento
    da introdução
    de “O Dom
    Profano –
    Considerações
    Sobre o Carisma”

    Ao longo dos
    séculos, o carisma
    sempre foi um
    factor essencial na
    governação dos
    povos, uma virtude
    cultivada por grandes líderes como
    Júlio César, Napoleão Bonaparte
    ou o ex-primeiro-ministro José
    Sócrates. Ou seja, eu. O autor
    deste livro que eu agora introduzo.
    Foi Max Weber o primeiro a
    cunhar o termo “liderança
    carismática”, Max Weber o
    sociólogo alemão que José Sócrates
    estudou quando estava em Paris,
    quer dizer, que eu estudei quando
    estava injustamente detido no
    Château d’If. Ou melhor, não,
    que isso foi o Conde de Monte
    Cristo. Quando o José Sócrates
    esteve injustamente detido no
    Estabelecimento Prisional de
    Tires, quer dizer, Évora, onde
    eu estive detido vários meses,
    conheço bastante bem Évora, eu
    conheço. Quer dizer, não conheço
    assim tão bem porque eu estive
    preso em Évora quando escrevi
    este livro. Não conheço Évora
    como, por exemplo, conheceria
    alguém que estivesse a escrever
    um livro mas não estivesse preso e
    pudesse passear por Évora depois
    de uma visita ao Estabelecimento
    Prisional e depois fosse passear
    ao Templo de Diana onde se
    cruzasse por acaso com o Mário
    Soares e este lhe perguntasse como
    estava o José Sócrates. Ou seja,
    como estava eu. Bem, quero com
    isto dizer que José Sócrates, ou
    melhor, eu, com este livro escrito
    em Mem Martins, quer dizer, em
    Évora, inscreve-se, ou melhor,
    inscrevo-me numa tradição de
    grandes livros políticos redigidos
    na cadeira, como o “Mein Kampf”.
    Quer dizer, talvez ele não queira
    essa comparação. Eu não queira
    essa comparação. Não quero.
    Eu não quero. E agora vamos ao
    livro, que escrevi, como diria o
    Edgar Degas sobre a pintura, “es
    troi facile quando vu ne sabon,
    pá, comentaire; quando vu le
    savé, sê trois diffi lement”. Quer
    dizer, isso foi o que ele escreveu
    quando mandou, o que eu escrevi
    quando comecei a escrever este
    livro e queria dizer “c’est très facile
    quand vous ne savez pas comment
    faire; quand vous le savez, c’est
    très diffi cile”, como é óbvio.
    Porque eu sou fl uente em Francês
    e escrevo primeiro os meus livros
    em Francês e apenas depois os
    traduzo para Português. Porque
    eu, que escrevo o meu livro,
    aprendi Francês quando estive
    detido em Château d’If. Quer dizer,
    não. Bolas. VE

  15. José Sócrates vai lançar ainda este mês o seu livro sobre carisma. Segundo o Imprensa Falsa conseguiu apurar, o ex-primeiro-ministro já vai a meio da obra e está a adorar, tanto que quer conhecer o autor.
    “Uma abordagem original sobre o carisma, numa prosa escorreita que dá gosto ler”, terá afirmado Sócrates, antes de pedir um encontro com o autor.

    http://www.imprensafalsa.com

  16. José Sócrates garantiu que a ideia
    de lançar um segundo livro, provisoriamente
    intitulado Carisma,
    lhe ocorreu enquanto esteve
    preso em Évora, entre 2014 e 2015.
    No entanto, os investigadores
    detetaram contactos para a elaboração
    da obra entre Sócrates e o
    catedrático de Direito Domingos
    Farinho ainda em 2013, no seguimento
    do lançamento de A Confiança
    no Mundo.
    Os investigadores suspeitam
    ser Farinho o verdadeiro autor
    tanto do primeiro como do segundo
    livro assinado por Sócrates.
    O problema foi que o professor
    queria melhorar as vantagens financeiras
    que auferira com o primeiro
    livro e não aceitou o encargo
    logo à primeira. E de facto acabaria
    por melhorar as condições,
    passando de 4 mil para 5 mil euros
    mensais, depositados numa
    conta da mulher.
    Em maio de 2014 Farinho ainda
    tem a tarefa quase no início mas
    vai dando notícia dos seus avanços:
    «Tenho-me dedicado às leituras
    mais do que à escrita, tirei notas
    de livros e já tenho cinco páginas
    escritas». Esta última afirma-
    ção – «já tenho cinco páginas escritas»
    – parece provar que foi mesmo
    Farinho quem escreveu a obra.
    Recorde-se que, através de um
    esquema montado entre o suposto
    autor e o seu amigo Carlos Santos
    Silva, Sócrates comprou milhares
    de exemplares de A Confiança
    no Mundo, para que a
    primeira edição esgotasse até ao
    dia da cerimónia de lançamento,
    no então Museu da Eletricidade,
    em Lisboa, com a presença da
    nata socialista (como Mário Soares,
    António Costa e Eduardo Ferro
    Rodrigues), assim como do ex-
    -Presidente brasileiro Lula da Silva
    (prefaciador da obra) e de
    Eduardo Lourenço (autor do posfácio).

    JXekfjJ`cmXi\Zfe_\Z\
    k\iZfdgiX[fc`mifj
    Santos Silva e a mulher, Inês do
    Rosário, acabaram por admitir
    às autoridades que o plano para
    adquirir em massa exemplares
    do livro partiu do ex-governante
    socialista.
    Durante o interrogatório, o empresário
    não evitou uma gargalhada
    quando questionado pelo procurador
    Rosário Teixeira sobre o
    esquema de vendas: «Foi a pedido
    de Sócrates mas também por
    minha vontade. Comprei muitos.
    Naturalmente o Sócrates
    queria manter o status, tinha a
    vontade que o livro tivesse uma
    boa aceitação, e alavancou as
    vendas do livro». E Inês do Rosá-
    rio, que com azedume chegou a
    atribuir a José Sócrates a responsabilidade
    pelo marido estar em
    maus lençóis, desabafou ao ser ouvida:
    «Comprei [livros] mas não
    sei quantos. O meu marido queria
    agradar ao amigo para lhe
    alimentar o ego».
    Intitulado O Dom Profano –
    Considerações sobre o carisma,
    o novo livro assinado por Sócrates
    será apresentado no próximo
    dia 28, pelas 18h30, no Auditório I
    da FIL – Centro de Exposições e
    Congressos de Lisboa.
    C

  17. Ocorreu-lhe visitar José Sócrates enquanto esteve preso?
    Várias vezes pensei nisso. Mas entendi que, não havendo uma relação de amizade pessoal entre nós dois e tendo depois havido um distanciamento na medida em que eu o critiquei pelo despesismo que caracterizou os últimos dois anos do Governo dele, não havia uma obrigação da minha parte nem com certeza uma expectativa da parte dele de que eu fosse visitá-lo. Mas pensei nele. E rezei por ele. Eu sou católico e gosto de rezar pelos doentes, pelos presos e por aqueles que estão em situação de aflição. Como disse uma vez e repito, não gostei nada de ver um antigo primeiro-ministro do meu país em prisão preventiva durante tanto tempo. E sem que, no momento em que saiu, fosse deduzida a acusação. Prender-se um antigo primeiro-ministro durante quase um ano, com vista a recolher provas para uma acusação, e depois já passou mais um ano e tal e não há acusação nenhuma, acho que isso é um mau exemplo da justiça portuguesa.

    Quem disse, Valupi? Outro católico?

  18. “Quem disse, Valupi? Outro católico?”

    sim, foi outro filho da puta. um oportunista de merda, que na altura ficou calado para não se comprometer e agora fala porque sabe que o processo foi com o caralho. há para aí bués d’amarais e outros que tais, quando o sócras voltar à mó de cima dá para fazerem um cordão d’equilibristas por cima e à volta do equador.

  19. 2016
    O novo livro de José Sócrates será apresentado esta tarde em Lisboa pelo deputado do PS, Sérgio Sousa Pinto. “O Dom Profano – Considerações sobre o Carisma” é uma obra de natureza académica, tal como “A Confiança no Mundo – Sobre a Tortura em Democracia”, anteriormente publicado pelo ex-primeiro ministro.

    2015
    http://umjeitomanso.blogspot.pt/2015/10/sergio-sousa-pinto-para-mim-uma-especie.html

    2011
    https://www.youtube.com/watch?v=aBKKjDcYEMw

  20. Livro de Sócrates é falhanço comercial

    19.11.2016 às 9h008

    Novo ensaio está a milhas das vendas de “A Confiança no Mundo”. A falta que faz Santos Silva

    O novo livro de José Sócrates, “O Dom Profano”, está a relevar-se um flop de vendas, sobretudo se comparado com a anterior obra do ex-primeiro-ministro. “A Confiança no Mundo”, o primeiro livro assinado por Sócrates, foi lançado no final de 2013 e tornou-se um inesperado best-seller.

    Segundo dados da auditora GFK, que contabiliza vendas efetivas e cobre cerca de 75% do mercado livreiro nacional, nas primeiras três semanas em que esteve nas lojas, “A Confiança no Mundo” vendeu 4777 exemplares.

    Pelos dados da GFK, “O Dom Profano” vendeu, nas primeiras três semanas de comercialização, 583 exemplares (pouco mais do que um décimo da obra anterior). Nas mesmas primeiras três semanas, o livro de estreia de Sócrates chegou ao 5º lugar do top de vendas; “O Dom Profano” ainda não conseguiu melhor do que o 58º lugar.

    Recorde-se que as vendas de “A Confiança no Mundo” estão sob investigação na Operação Marquês. Segundo os indícios recolhidos pelas autoridades, Carlos Santos Silva, o amigo e financiador de Sócrates, terá canalizado milhares de euros para a compra em massa daquele livro, para garantir que chegaria às tabelas de vendas.

    Valupi, 4447 votos dão para eleger um vogal numa assembleia de freguesia em Lisboa?

  21. Michel Canals, gestor de fortunas na Suíca (34 anos na Union de Banques Suisse e depois na Akoya) foi detido em 2012 no âmbito do processo Monte Branco, indiciado por crimes de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais. Ao longo de nove páginas de entrevista, que fazem capa da revista Sábado desta semana, revela ao jornalista António José Vilela que ficou surpreendido pela identificação de Carlos Santos Silva – de quem foi gestor de contas na UBS até 2006/2007 – como testa de ferro de José Sócrates, de quem seriam os 20 milhões de euros depositados na Suiça.

    http://expresso.sapo.pt/revista-de-imprensa/2016-12-07-Se-me-perguntarem-se-o-dinheiro-e-do-Socrates-eu-acho-que-nao

    Nós também achamos, certo? Claro, vivó Sócrates, vivás tangas do Valupi, vivó Duarte Lima do PSD e todas os produtos de limpeza que lavam mais branco! E o Elvis ainda está vivo, vivó Rei!

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