Perguntas complicadas

Isto de termos um Presidente da República que não entende o que vem escrito na Constituição está previsto e devidamente acautelado na Constituição ou estará na altura de proteger a Constituição de Chefes de Estado que não percebam patavina do texto constitucional?

5 thoughts on “Perguntas complicadas”

  1. O “gajo”não percebe só a constituição,estou desconfiado,que ele não percebe de nada,nem se percebe a ele próprio.Azar o nosso.

  2. Diz Carlos Zorrinho, presidente do Grupo Parlamentar do PS, que Portugal não tem nem ministro nem uma “estratégia” para a economia. Compreende-se a dúvida: para o PS, só há ministro da economia se houver alguém a anunciar mega-investimentos de realização improvável e rara (íssima) materialização, a participar em inaugurações de fábricas que acabam por nunca laborar e a prometer “saltos tecnológicos sem precedentes” através de elefantes brancos como o Magalhães. Quando tinha isso, o PS andava contente – e Portugal tinha ministro da economia. Um bom ministro da economia.

    Agora já não: as promessas vãs desapareceram, os investimentos bilionários já não são anunciados de semana em semana, já não precisaremos do TGV para nos “ligarmos” à Europa. Longe vão os tempos em que nasceria um novo Portugal tecnológico com o Magalhães, ou um Portugal auto-suficiente graças à dupla eólicas/Plano Nacional de Barragens. Tudo isso morreu com Sócrates. Agora, Portugal sofre o insuportável drama que é ter um ministro – que, atenção, nem à existência tem direito – que não anuncia antes de assinar, nem assina antes de assegurar que o interesse nacional é convenientemente defendido.
    Ainda assim, verdade seja dita: se, como acha o PS, a obrigação de um ministro da economia for a moralização das hostes, o lançamento de possibilidades e probabilidades, de balelas inconsequentes que justifiquem optimismos circunstanciais, e a delineação de “estratégias económicas” ou de “planos”, este é mau ministro. Mais: de tão mau que é, até é possível que, como diz Zorrinho, Santos Pereira não exista sequer enquanto responsável político. E é precisamente aí que entra a esquerda – estratégias é com eles. De ministros da propaganda economia, percebe-se no Rato. Resta saber se a política para consumo diário e a retórica vazia e inconsequente dos anúncios semanais, dos grandes avanços e dos amanhãs que cantam serve mais Portugal que a entrega no trabalho e o recato na palavra

  3. Senhor Heranças, lembra-se de ter ouvido em Setembro passado o tal ministro que não anuncia megalomanias, mas obra feita, fazer precisamente um anúncio faraónico de 15 mil milhões (não são 15 milhões!) que o consórcio investidor já desmentiu categóricamente?
    E o Magalhães e todo o plano tecnológico, com Simplex e tudo, foi só anúncio? O que vos fode o juizo é a obra empreendida e nâo a obra anunciada, porque esta não incomoda ninguém! Entre, senhor Heranças, numa das mais de duzentas escolas remodeladas pela Parque Escolar, que os “herdeiros” rasteiros, mentirosos e pulhas como o titular da pasta da educação tentam enlamear! E depois venha aqui contar o que viu. Os “herdeiros”Incapazes de fazer a ponta de um corno caluniam sem pingo de decência.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.