Perguntas complicadas

Esta apetência das figuras gradas do PSD para reduzirem a política à calunia ao mesmo tempo que dão muito trabalho às polícias e aos tribunais é uma mera coincidência ou será o efeito de alguma coisa que andam a pôr na água canalizada da São Caetano?

7 thoughts on “Perguntas complicadas”

  1. Ai Valupi,

    Não percebo o teu problema, rapaz. Os responsaveis do PSD (e do PCP, e do BE, e do CDS e da oposição interna do PS) fazem isso de proposito para tu poderes comentar.

    Vamos supor, um segundo que seja, que eles falavam de questões de fundo ou que tomavam medidas politicas substanciais, como é que fazias ? Secava-se o Aspirina B…

    Boas

  2. Queria dizer da ex-oposição interna do PS, claro.

    Hoje, no PS, ja não existe “oposição interna”. Apenas, por vezes, um silêncio humilde e digno daqueles que sentem que, apesar de todo o respeito que se deve ter para com a Direcção, quanto mais não seja para dar o exemplo, ja não existe aquele fogo sagrado de outrora, nos tempos anteriores a Dom Socrastão ter partido para combater os mouros e morrer devagar.

    Boas.

  3. Se eu fosse um dos alunos premiados:
    Negava-me a receber o prémio de melhor aluno da escola nas condições que o ministro decretou, ou oferecia-lho a ele, para comprar qualquer coisa para emoldurar o seu gabinete. Aquando dos vencedores das Olimpíadas não se importou de os ir receber ao aeroporto, fez lhes uma cerimónia por que isso dava-lhe projecção nos meios de comunicação social. Como o prémio foi instituído pelo anterior Governo e tudo fica dentro de portas não convém ser doado dessa forma. Mas… não se mudam as regras com o jogo a meio muito pior quando o campeonato acabou.
    Se eu fosse pai de um dos alunos não descansava enquanto não fosse atribuído na íntegra o valor do prémio – dinheiro – ao meu filho. Como menor, ele não podia fazer nada mas, eu como pai fazia todos os possíveis e impossíveis para pôr o Estado Português – Ministério da Educação – em tribunal. Antigamente a palavra valia como escritura, hoje nem palavra nem escritura.
    Para tudo há:
    Quando fui para o serviço e me deram umas chaves sabia que ao recebê-las me estavam a dar responsabilidades. Ao contrário, havia colegas meus que julgavam que eram os donos e senhores da cadeia. Que de um momento para outro tinham o poder de decidir conforme as suas conveniências ou pelo mau despertar. Em tudo há regras e para mim são de oiro. O que está escrito e não dá direito a ressalva deve ser cumprido integralmente para a nossa face andar sempre limpa. Não devo querer formatar a vida de alguém.
    Se alguém ganhou o prémio, se lhe estava atribuído o valor de quinhentos euros, era esse valor que lhe devia ser entregue. Que me conste, nada estava escrito a dizer a forma como devia ser aplicado o dinheiro. Se era em rebuçados ou em gelados. Portanto o Ministro não tem o direito de decidir o que deve ser feito. Não está em sua casa e os alunos não são seus filhos.
    Na sua casa podia fazer e desfazer que ninguém tinha nada com isso, agora na escola pública, põe em cheque o comportamento do País. E, como o País é também a minha casa, venho aqui repudiar a atitude do Ministro da Educação. Ou com as dívidas que ele diz ter o seu ministério vai ser ele a decidir? Quando muito vai negociá-las.
    Depois não tem jeito para resolver as coisas. Quando tomou esta resolução devia ponderar e tirar partido dela. Se em vez de anunciar que não ia dar esse prémio em dinheiro aos alunos dissesse que era a última vez e que em sua substituição para o ano era atribuído conforme o agora decretado. De certeza que hoje na Assembleia da República as palmas eram a dobrar.
    O diabo nunca pôde ver a cruz. E, essa cruz é Maria de Lurdes Rodrigues.
    Art.º 459º e seguintes do Código Civil. “Aquele que, mediante anúncio público, prometer uma prestação a quem se encontre em determinada situação ou pratique certo facto, positivo ou negativo, fica vinculado desde logo à promessa (…) em relação àqueles que se encontrem na situação prevista “.

  4. Subscrevo tudo o que este Pacheco diz.
    Uso este para o distinguir do outro que, se calhar, lhes aconselhou a medida.
    Mais do que qualquer outro sintoma, este é o verdeiro sinal da crise porque bole com os jovens e com promessas que lhes foram feitas.
    Jnascimento

  5. Eu também meteria uma ação contra o Ministério da Educação. Isto já não é o Ministério da Educação. Com calhordas destes à frente isto é o Ministério da Deseducação.

  6. O PSD? Tudo bons rapazes! Gente séria, honesta e trabalhadora. Tudo o que têm é fruto do esforço, do mérito, do trabalho, da dedicação e da inteligência.

    Cavaco Silva;
    Isaltino Morais;
    Duarte Lima;
    Dias Loureiro;
    Valentim Loureiro;
    Oliveira e Costa;
    etc.

    Tudo “goodfellas”…

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