Pedro Marques Lopes ao poder

Por causa do Pedro Marques Lopes assinei a Visão. Para ler coisas como esta:

«Podemos pensar que a corrupção em Portugal é um fenómeno recente ou que é agora pior do que já foi? Nos anos 80, 90 e já neste século, tudo corria muito melhor? Claro, não havia processos e não se se conheciam suspeitas. Vivíamos no paraíso.

Só quem não viveu nesses tempos, só quem nunca tentou abrir um negócio, marcar uma escritura ou sequer ir a uma consulta médica, pode de boa-fé pensar que a situação é pior. Tudo isto num País em que o Estado estava muito mais presente na economia. E se falarmos em fundos europeus, só mesmo alguém completamente ignorante ou de muita má-fé pode afirmar que os critérios e procedimentos dos princípios dos anos 90 eram sequer comparáveis na sua transparência e controlo aos de agora.

É preciso viver muito longe da realidade portuguesa, não a ter vivido ou viver de falar sobre corrupção para ignorar isto.»

A outra indústria da corrupção

Todo o artigo se recomenda mas aproveito o balanço das palmadinhas nas costas ao autor (de quem sou o maior fã a seguir à família e amigos) para também lhe dar uma biqueirada nas canelas. É que o estimado Pedro fica-se pela rama. Fala de uma indústria sem, acto contínuo, falar corajosamente nos seus industriais e respectivas ligações, conivências, parcerias. Fala de uma indústria sórdida e nefanda como se o principal foco de atenção devesse limitar-se aos profissionais da calúnia e ao negócio respectivo, o dos próprios e o de que quem lhes paga.

Não, senhor Lopes. A calúnia como carreira não começou com o João Miguel Tavares, ele é apenas um oportunista que se aproveitou do mercado já existente. E quem criou o mercado foi a direita portuguesa logo a partir de um outro Lopes e da sua invenção do Freeport e da homossexualidade de Sócrates. Estávamos em 2004, íamos para as eleições de 2005 com a inaudita chegada a Portugal das campanhas negras à americana. Testado o conceito, visto o seu potencial, ele voltou em 2007 pela mão da Sonae e do Zé Manel e nunca mais deixou de empestar o espaço público e fomentar os assassinatos de carácter e o ódio como armas políticas.

O cúmulo deste fenómeno de decadência moral e degradação institucional da República é referido no texto do Pedro, e remete para a chegada dos magistrados com agendas políticas e gula corporativa – os quais se sentiram blindados pelo que viam os jornalistas e políticos fazerem para também eles aproveitarem o seu formidável arsenal de poderes judiciais e passarem a perseguir e destruir alvos impunemente. E assim nasceu o Face Oculta, o qual deixou os seus mentores furibundos por ter sido apenas um sucesso parcial. Os mesmos iriam voltar, num contexto de pleno domínio político em toda a hierarquia do Estado, para lançarem a Operação Marquês e consumarem o plano original. A Cofina, ao pé destes meninos e da sua capacidade de destruição, parece uma associação de colecionadores de borboletas. A judicialização da política e a politização da Justiça, enfunadas pelo zeitgeist mundial e que nos deu as estrelas Carlos Alexandre e Joana Marques Vidal (entre muitos outros justiceiros), transformaram-se na suprema obsessão da direita nacional por não ter esta qualquer projecto político capaz de vencer eleições.

Ferreira Leite, Cavaco Silva e Passos Coelho representam dezenas e centenas de outros quadros políticos de topo que os acompanharam no desempenho das suas funções. Ferreira Leite, Cavaco Silva e Passos Coelho são concomitantemente líderes históricos da direita portuguesa que não só conviveram pacificamente com a indústria da calúnia como a usaram para benefício político próprio. Querer aparecer decente a tratar deste assunto e não chamar os bois pelos nomes é pífio, na melhor das hipóteses, e colaboracionista, na pior.

O Pedro Marques Lopes terá as suas razões, que não precisa de revelar e que serão absolutamente legítimas, para não concorrer a presidente do PSD com os seus valores e a sua visão para a comunidade que somos. Apenas lhe digo que é trágico termos um PSD sem uma liderança capaz de derrotar – ou que fosse só afrontar – os decadentes do poder pelo poder.

52 thoughts on “Pedro Marques Lopes ao poder”

  1. mal de muitos consolo de tolos.
    já havia corrupção , e de aí? por haver pode continuar a haver ? temos de protestar mais baixinho por já ter havido ?
    larga o vinho.

  2. a direita viveu sempre de esquemas, burlas, corrupção, gamanço ou compadrio, são modalidades que praticam como ganho de vida. ontém roubavam à descarada e hoje têm protecção dos sindicatos justiceiros que investigam actos políticos de esquerda para branquear falcatruas de direita. é ver a tinta de acusações que corre com o sócras e comparar com a complacência ao salgado, que se for vivo quando o processo terminar ainda é candidato do psd à presidência da república.
    enquanto a esquerda não montar uma centrar de informação para desmontar estas tramóias, a parolada e os grunhos vão comendo & cagando a palha que lhes dão, até lá o slogan é “roubalheira do ps” cada vez que a direita manda um banco abaixo, se a sonae dá prejuízo ou se o mini-mendes quer produzir hidrogénio na cozinha da vóvó donalda.

  3. uma boa noticia hoje, o berardo foi detido. agora resta esperar que não seja mais uma ejaculação precoce da Justiça …

  4. “… uma boa noticia hoje, o berardo foi detido. agora resta esperar que não seja mais uma ejaculação precoce da Justiça …”

    já não deve faltar prender ou acusar muitos para atingirmos a imunidade de grupo.

  5. para a imunidade de grupo tem de ser a forca , como na China. há que matar os vírus , não vá ser que passem para outro e se inicie uma nova virose.

  6. O Berardo foi detido e vai estar entalado, não tem a linhagem de outros ricos, é riqueza nova pós 25 de abril e isso não tem perdão. Os esquemas por ele usados não podem der ser usados pelos pés de café, não pode fazer concorrência á alta burguesia financeira e politica. Não soube rodear-se dos assessores e conselheiros certos, o que tem o seu preço…..

  7. Oh senhores…o alvo é o mesmo de sempre: Sócrates e o PS. É o regresso à velha tese de que Berardo obteve favores de Vara na CGD por ordem de Sócrates para controlar o BCP. Agora em versão “vêem aí as autárquicas e os fundos da bazuca e é preciso munição”

  8. podiam investigar o balsemão no período em que o salgado lhe cortou o financiamento da sic e teve que recorrer ao berardo e horácio roque, promovidos a grandes vedetas dos shows económicos, quando o zé gomes ferreira tirava a fralda para lhes engraxar os sapatos.

  9. Para ver em breve : o ultimo extertor do alexandrosauro , esquecidos os submarinos e outras portices associadas.

  10. Durante anos não comprei o DN por ter entre os seus colunistas o inenarrável PML. Esta semana comprei a Visão e não é que topo com o cafajeste!

  11. Ninguém com um minimo de seriedade, defendeu, jamais, que a situação portuguesa em termos de corrupção era melhor nos anos 80 ou nos anos 90. Transformar a luta contra a corrupção numa luta contra os governos Socrates é estupido, demagogico e de um oportunismo idiota. Dizer que a luta contra a corrupção não passa de uma inventona para criticar os governos Socrates, ou alias os governos do PS, ou de esquerda, idem…

    Leio com interesse as criticas dirigidas à imprensa neste blogue, algumas bem certeiras. Seria coerente não incorrer no mesmo erro…

    Boas

  12. Caro Viegas, de corruptos e tiranetes como o Carlos Alexandre não poderá vir nunca qualquer luta séria contra a corrupção. Eles são a principal e a mais perigosa corrupção, aquela que destrói os nossos direitos e liberdades.

  13. A luta contra a corrupção faz-se, antes de mais, como a luta contra qualquer outro crime, pela prevenção. Isso passa por eliminar, tanto quanto possível, as circunstâncias que propiciam a corrupção. Por exemplo, quando se pressiona o estado para comprimir a administração pública, retirando-lhe capacidades e valências, que terao de ser colmatadas com contratos de prestação de serviços a privados, abre-se a porta à corrupção. Por exemplo, quando se dá a um grupo de pessoas, donos de bancos privados, o poder, que em última analise é um poder soberano, de criar crédito e de o usar segundo os seus interesses, criam se as condições para a corrupção. Quando iniciarmos uma discussão nestes termos sobre a corrupção, acredito que faremos progressos. Estes processos que temos visto são como as fogueiras da inquisição: queimam se alguns para gerar o medo e a desconfiança e paralisar qualquer mudança de fundo.

  14. Gosto do Pedro Marques Lopes há muito. Percebi que estava ali alguém pouco enredado com os barões do seu partido e que chamava os nomes aos ditos. Tomara que não se perca, não desista e nos faça acreditar que hoje nem tudo o que se escreve nos jornais desonra quem escreveu e vendeu a alma aos patrões para se sustentar. Embrulharam-se nas togas bolorentas de muito justiceiro medíocre que utiliza posições de poder, a justiça tem um poder imenso, para levar a cabo objectivos políticos que se misturaram com interesses corporativos. Parece mentira mas foi assim que aconteceu. Limpar esta estrutura e desconfina-la da teia que teceu exige muito trabalho, muita honestidade, muita independência, muita inteligência. Tudo isto existe é só ir buscar e usar.

  15. “Dizer que a luta contra a corrupção não passa de uma inventona para criticar os governos Socrates, ou alias os governos do PS, ou de esquerda, idem…”

    não é para criticar, oh fofinho! é mesmo para eliminar da cena política porque com votos não vão lá e tamém não é inventona, é golpe de estado em curso com o apoio dos sindicatos justiceiros. como é que eu sei? leio há 15 anos a primeira página do correio da manhã e ouço os partidos da direita, do psd ao chunga, muito indignados com a “roubalheira do ps”. deves ter chegado agora de marte na companhia do zé gomes ferreira.

  16. tou admirado com o camacho ainda não ter botado linque da rt sobre inexistência de corrupção na russia, mas não deve faltar muito.

  17. Pide mariconço, morres de saudade da minha bela braguilha, pederasta! Tás desgraçado, agora tens de reparti-la com os teus merdosos imitadores. Sorte a minha que mandei pôr botões de aço inox, vai ser um fartote ver a pidalhada bully a partir os dentes na muralha de aço, força, força, camarada Vasco!

  18. deixa-te de paneleirices pseudo-machistas e bota mazé linques da pornochachada russa.
    camarada vasco tinha mais juízo que tu e não fazia broches aos russos, era maluco por conta própria.

    o jeremias era aquele gajo vota contra os trabalhistas quando estes governavam. o teu amor por traidores e dissidentes deve ser retribuído em pares de cornos.

  19. “A democracia exige condições de confiança e segurança das pessoas e comunidades nos diversos níveis de actuação e responsabilidade do Estado, através de um sério esforço de prevenção e combate à ação delituosa, designadamente à criminalidade organizada e económico-financeira e à corrupção”

    Carlos Alexandre ? José Gomes Ferreira ? Joana Marques Vidal ? Nada disso : Programa do PS de Socrates em 2009. Ganhem juizo, pa !

    Boas

  20. A avaliar pelo que o sonso de Maçães fez ao Sócrates por causa dos empréstimos do amigo, o Joe está muito, mas muito, fodido.
    A Cofina já aumentou o número de linhas diretas para a Rua da Escola Politécnica.

  21. Carlos Alexandre ?

    gajo que recebeu dinheiro dum gajo julgado por corrupção e que foi a correr devolvê-lo como empréstimo de um amigo quando se tornou público.

    José Gomes Ferreira ?

    jornalista de economia que passava férias na neve suiça à custa do bes até estalar a bronca dos papéis do panamá e que fez publicidade aos últimos produtos financeiros vendidos pelo bes em véspera de falência

    Joana Marques Vidal ?

    filha dum patusco de aveiro, amigo do cavaco, que nunca pediu à filha para investigar a venda de acções bpn na véspera da falência. conhecida por perseguir à esquerda e arquivar à direta, com os resultados conhecidos.

    o sócras foi eleito e o programa foi sufragado.

    portanto a democracia és tu mais a pandilha dos justiceiros e a comunicação social ao serviço dos gajos que queriam governar-se com os fundilhos europeus mas não têm votos para isso.

  22. O coronel Manuel da Costa Braz exerceu as funções de Alto-Comissário contra a Corrupção entre 1983 e 1993 ( 10 anos ) primeiro por nomeação pelo governo e depois por eleição pela Assmbleia da República.
    Em 9 de Junho de 1983 terminou o governo de Balsemão (AD) e tomou posse o governo do bloco central Soares/Mota Pinto .
    A criação de tal cargo, e a premência na sua criação, pressupõe que a corrupção já vinha de trás, e, era de tal molde que se impunha a sua análise, e combate .
    Porém, então, como agora, muitos argumentarão, que nada se vê, é só alarmismo .

  23. Acabou-se-te a vaselina? Usa banha de porco, é só raspares um bocado da barriga ou da peida.

  24. Para mim, o Marques Lopes faz conversa de polícia bom, por isso é que alguma malta lhe dá crédito. Claro que no meio do plantel actual de comentadeiras residentes, ele até sobressai.
    É um sonso que acha que tem o dom do improviso. Elabora o comentário em torno do que acha que agrada mais a um público moderado, servindo-se de observações de colegas de painel ( principalmente o Adão e Silva e o Daniel Oliveira), remodeladas e num tom mais peremptório. Mas no fim acaba por ir ir levando a água ao seu moínho neo liberal e apologista do “bom” PSD.
    Parece mais moderado e justo do que a maioria das estrelas do comentariado? Sim.
    É sincero, assertivo e sem agenda? Não.
    Basta lembrarmo- nos da sanha com que se defrontava com o AS no programa Bloco Central no tempo do Anselmo Crespo. Quando está no seu elemento revela-se.
    No fundo faz-me lembrar a minha adolescência:
    Falavamos com as raparigas sobre o que elas gostavam, preocupados com os seus sentimentos, mostravamos sensibilidade artística, ponderação, cultura …
    Mas também tinhamos a nossa agenda . If you know what I mean, wink, wink.

  25. “Carlos Alexandre ? José Gomes Ferreira ? Joana Marques Vidal ? Nada disso : Programa do PS de Socrates em 2009. Ganhem juizo, pa !”

    o 1§ suponho ser uma citação de um programa dum governo socialista e a 2ª uma boca ao comentário das 19:44, motivada por um atraso de digestão. coisas não miscíveis e desfasadas no tempo, esperteza saloia de advogado urbano habituado a aldrabar aveques.

  26. “No fundo faz-me lembrar a minha adolescência:
    Falavamos com as raparigas sobre o que elas gostavam, preocupados com os seus sentimentos, mostravamos sensibilidade artística, ponderação, cultura …
    Mas também tinhamos a nossa agenda .”

    nem o marialvismo do c’macho lusitano se atreveria a tanto feminismo. tás a ficar caro ao padrinho em intervenções para te salvar a imagem e que tal ires escrever essas cenas para o twiter da sandra?

  27. eu também já fingi que gosto de bola. e do Estado. e do Avante.. e dos livros do Cunhal.( mas gosto da Rússia a sério). é o normal quando as hormonas mandam -:)

  28. Já te tinha pedido com delicadeza para ires falar com um microfone de dois papos, mas voltas sempre. Não deves ter quem te ature, então vens chatear os outros aqui no blogue.
    Continuas a treslêr o que os outros dizem, não entendes ironias, baralhas a conversa e só cospes asneira, ó ressabiado de merda.
    Faz uma retrospectiva das tuas prestações. É só desconversa da bosta para interromper qualquer linha de raciocínio. Tu tens alguma coisa para contar, ou só sabes comentar comentários?
    Falas dos outros mas, realmente, demonstras ser um gajo muuuuuuiiito interessante. If you know what I mean, wink, wink.

  29. A moderação, clarividência e isenção do Pedro Marques Lopes teriam de desaparecer completamente no dia em que se candidatasse ou assumisse qualquer lugar de liderança do PSD, uma máquina criada em 1974 para a conquista do poder pela direita e para o ataque frenético à esquerda e sobretudo ao PS, único rival.

    Se assim não fosse, PML seria rapidamente corrido a pontapé pela multidão ululante dos laranjinhas raivosos. Aliás, com a imagem de moderação e isenção que construiu de si próprio, PML nunca teria sequer qualquer possibilidade de se candidatar, muito menos de chegar a tal cargo.

  30. Concordo com o Júlio. O Pedro Marques Lopes é comentador. Tem um trabalho fácil a espalhar moderação (mas não é em todas as matérias, atenção). Coisa bem diferente é ser líder de um partido e candidato a primeiro-ministro. Evidentemente, nunca obteria votação para ser líder de partido nenhum e muito menos do PSD nas actuais circunstâncias, em que (já) temos um primeiro-ministro “moderado”.
    Mas deixa-me acrescentar que, muitas vezes, o PML debita lugares-comuns e não acrescenta nada a coisa nenhuma, ou seja, “enche chouriços”.

  31. Claro, Penélope, isto é tudo relativo. Mas olha que não será assim tão fácil ser-se moderado, nem mesmo a comentar. Comentadores radicais ou sectários é o que há mais por aí, têm muita procura! O Marques Lopes é uma raridade na direita, por isso muitos o odeiam.
    O Rui Rio é um bom exemplo de como a moderação é rejeitada no PSD. Ele tinha começado muito sereno e sensato, parecia de outro planeta, mas agora só é moderado quando está calado.

  32. O palhacito vieira e a mula russa camacho dão-nos o seu melhor: elogio narcísico ao recheio da braguilha, ejaculação precoce com William Shatner, memória forjada duma heterosexualidade adolescente, vacuidade do pensamento, mesquinhez avulsa.
    Enquanto zurra a mula russa camacho, o palhacito vieira evolui na pista de circo. Diz a gracinha, faz o pino e cai numa poça de mijo. E ri-se.

  33. Júlio e Penélope, concordo convosco. Parece impossível ver surgir no PSD um líder moderado (leia-se, decente) depois de 15 anos de radicalização num vale tudo resultante de guerras de vida ou de morte na oligarquia por causa das sucessivas crises desde 2007/8 e da implosão do seu império bancário. Nesse período, a direita portuguesa descobriu que se podia entregar ao golpismo mediático-judicial impunemente, tendo a cobertura monopolista dos órgãos de comunicação social, incluindo o estatal (não existe um único jornalista na RTP conhecido por perseguir o PSD ou a direita, mas existem vários célebres por se mostrarem oposição ao PS e perseguirem as suas lideranças).

    Porém, são esses impossíveis que deixam escritas as mais belas páginas da História.

  34. Canal TV Cine Edition, da MEO, Oliver Stone entrevista Putin (quatro sessões). Só para quem tiver mais de dois neurónios e meio, o que exclui o pide mariconço e o pide “erudito”.

  35. deve ser receita do oliver em quatro sessões a imitar as doses de ensenstein que passavam no império por alturas da revolução comunista que borregou ao lado na fonte luminosa. vou já cancelar o contrato com a meo antes que comecem a aviar gastronomia regional de stª. comba.

  36. o criminoso que morreu era apoiante do outro criminoso que governou anteriormente os usa que por sua vez é amigo do outro criminoso que é presidente da russia há mais de 20 anos. há aqui material para mais 95 anos de disney.

  37. A corrupção já vem do tempo em que ainda não havia portugueses. Até Deus ficou admirado como os homens eram tão corruptos segundo conta Moisés no Génesis.

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