Passos, o tal que nos ofereceu coisas inesquecíveis do ponto de vista económico, social e político

"Esta solução de governo está esgotada, não tem nada para oferecer do ponto de vista económico a não ser a estagnação e eventualmente o conflito com os credores, as instituições europeias e os investidores", afirma o líder do PSD. Passos Coelho considera também que também a nível social a "troika governativa" está esgotada porque só sabe fazer o que é fácil" e a seguir acabam-se a ideias".


Fonte

18 thoughts on “Passos, o tal que nos ofereceu coisas inesquecíveis do ponto de vista económico, social e político”

  1. Há muito tempo defendi que ninguém mente a si próprio e mais tarde lendo Protágoras notei que este já há 2500 anos defendia, e fundamentadamente, a mesma conclusão: cada qual profere uma verdade até porque à partida é verdade para si. Daqui se retira a conclusão de que tudo é relativo.
    Assim pensava eu até aparecer passos coelho como candidato e depois 1º ministro. Este indivíduo é caso único, ou mente a si próprio ou é mentecapto. Porque a sua posição invariável acerca de qualquer assunto não contém qualquer relatividade estando o seu pensamento sempre em total oposição à realidade mais simples.
    Veja-se: diz que a “troika governativa” faz o fácil porque não tem ideias quando ele, durante quatro anos, sem uma única ideia sobre um facto mínimo, se limitou a cumprir as ideias de shauble via troika europeia e, quando quis dar um ar de sua graça para esconder a vacuidade, duplicou a receita que lhe mandaram aplicar aos portugueses.
    O outro caso é quando afirma que o governo está esgotado sabendo os portugueses, pela experiência de sua governação e observação diária da sua nulidade política, que o verdadeiro esgotado é ele próprio porque nunca conteve no cérebro pinga de nada que preste.
    Este indivíduo é um caso de de senso comum avariado e invertido e como tal a mentira permanente é a sua solução de aparente coerência.

  2. O jornalista económico da SIC que nem é jornalista nem é economista. Não há quem denuncie essa fraude?

  3. [Duplex, aqui.]

    […]

    «Ali estava X3, torrado e cansado, a desmentir-se em directo. “Nós levamos a sério a política”, garantiu ele. Não. Mentira. Se X3 os levasse a sério a política, ele escrevia os seus discursos — ou algum dos seus assessores por ele —; trabalhava os textos até ao mais ínfimo pormenor; e, no final, quando já estivesse tudo aprontado e vistoso, lia os discursos em dois bonitos telepontos transparentes, como fazem os políticos profissionais. Cada vez que o vejo subir a um palanque com uns papelinhos na mão — atenção: X5 faz o mesmo — fico nervoso. Mas o que é aquilo? Improvisos? O jazz aplicado à política? Não, não, senhores que mandam no PSD. Se eu quiser ouvir bons improvisos ponho a tocar John Coltrane. Não quero improvisos de um primeiro-ministro, de um Presidente da República ou de um líder partidário. Improvisos em datas oficiais, seja o 25 de Abril, o 10 de Junho ou a festa do Pontal [LOLOL], não são improvisos — é puro amadorismo.

    […] Um terço do país gosta dele. Metade do país não o pode ver. E sobra um sexto do país, que X1 precisa desesperadamente reconquistar, ou tão depressa não voltará a pôr os pés em X2. Esse mesmo X1 está a preparar a rentrée política num ano crucial, em que muitos acham que o governo talvez aguente, mas o país não. E o que faz X3? Rabisca uns papelinhos. Precisa de um discurso motivador, empolgante, surpreendente, que anime as plateias e dê alguma esperança ao país. E ele? Rabisca mais uns papelinhos. X4, o novo oráculo laranja, tinha acabado de lhe enfiar violentas caneladas na SIC, dizendo que são precisas caras frescas no X1 para que não haja “uma indesejável crise interna”. E X3, o que faz? Lê os seus papelinhos rabiscados durante trinta horríveis minutos. Assim, de facto, é difícil. E desnecessário. E não se pode fazer.»

    Valupi, só para apimentar um pouco uma conversa antiga tida aqui no Aspirina B. Quem escreveu isto, quem se preocupa com o quê e porque o faz (nota, importante: se nos lembrarmos dos artigos de António Guerreiro no ípsilon, nomeadamente sobre o actual predomínio do «entretenimento» no panorama mediático português, reconheça-se que qualquer comparação que se estabeleça entre um outro alguém [eu, tu, ele, nós, vós, eles] com a dita personagem é de todo indesejável mas enfim)? Ou poder-se-á dizer que se trata de uma espécie de plágio, em que no fundo as mesmas ideias ou, o que é pior, a mesma construção cultural está ou estão ali, se formos mesmo muito maus? E porquê, se dissermos sim ou não?

    Ó Passos, escreve os discursos! – PÚBLICO
    https://www.publico.pt/politica/noticia/o-passos-escreve-os-discursos-1741411

  4. Eric, quanto cuidado epistolar, ao repetires as mesmas palavras e respectiva pontuação em duas caixas de comentários neste cu do mundo. Sim, senhor, deves estar feliz contigo próprio.

    Mas, porquê? Consegues ajudar os pobres de espírito a perceberem a tua mensagem?

  5. Valupi, quanto fel parece que vai por aí neste nosso querido mês de Agosto. Sobre a péssima expressão dos «pobres de espírito», não me repito pois a palavra do Senhor está nas caves do Aspirina B. Sobre os rabiscos do JMT hoje, e já que recordei os teus posts pretéritos (daí o copy, expliquei-me bem), valeria a pena escrever por cima porque não nos têm de agradar ou desagradar as companhias (como diz a sabedoria popular, sabe-se que quem anda ao sol, molha-se). «Quem escreveu isto, a prosa é do JMT e resposta está dada, quem se preocupa com o quê e porque o faz? Ou poder-se-á dizer que se trata de uma espécie de plágio, em que no fundo as mesmas ideias ou, o que é pior, a mesma construção cultural está ou estão ali, se formos mesmo muito maus? E porquê, se dissermos sim ou não?»

    Easy ou assim-assim, mas é um bom exercício para quem estiver no ar condicionado. Eventualmente, claro.

  6. Eric, na trave. Que tu te adoras é um facto manifesto pelos exercícios que por aqui fazes para gáudio ou bocejo da assistência. Acontece é que a chinela esquizóide não puxa pela inteligência. Continuo sem saber do que falas. Sei apenas que inventas copiosamente quando te pões a projectar.

  7. Ó Valupi que agora até me ocorreram imagens, estilo, garatujas e outros símbolos primitivos de gente que te deveria ser estranha, a bem da espécie e do Aspirina B.

    Mas, enfim, se não te queres secar (como diz a sabedoria popular, sabe-se que quem anda à chuva, seca-se), paciência.

  8. Eric, mas tenho paciência. Toda. Ora tenta lá outra vez. Estás a falar do quê?

    Espera, não te vás já embora, vou-te fazer uma papinha: que relação descobriste entre o que escreveu o caluniador pago pelo “Público” e o meu texto sobre o Costa? Já sei que a relação, seja ela qual for, dirá sempre respeito às tuas valiosíssimas palavras, mas é qual?

  9. Ah bom, essa resposta é mais inteligente e claramente melhor (!) mas poderemos abrir a flanco a outrém (futebolisticamente falando, até porque assinalo aqui o regresso da tua veia inspirada num post anterior sobre o Eusébio e a injusta crítica à cerca fernandina na versão-2016, deixada em Paris).* Variação de jogo da direita para a esquerda, pois.

    * Nota. Lá está, nem tudo é perfeito porque ao teres colocado no altar Cristiano Ronaldo e, apesar do insucesso da tentativa, quereres apear Deus e a geração de 1966 não se compadeceu com o que escreveste nos teus posts castiços anteriores em que as exibições do moço da Madeira surgiam como más ou um pouco mais do que deficientes (em sub-rendimento, se me lembro bem)? Mas enfim, de regresso outra vez ao JMT que hoje abancou aqui à sombra da azinheira, não foi ele que recordou a última fase do Indy como sendo a de um jornal em que um bom título (com ou sem groove, eu um digo às vezes) nunca se sacrificaria à dura e feia realidade portuguesa? Pois é, aqui a “relação” existe também.

  10. O barítono valhaco espera uma ajuda dos irmãos metralha da Eurotrampa e a sua hora de voltar – será em coligação com o barroto, que neste momento está a fazer 7 coisas diferentes do kamasutra lobista ?

  11. o que o Eric quer dizer, Val, é que há uma estranha variância de estados nos teus ricos textos: o estado anímico e o anémico que geram, pois claro, entropia nos leitores menos sensíveis. ai que risota! :-) não é assim, Eric?

  12. O Passos está fodido e com ele todos nós.
    É que o Costa, mesmo gordo passa sempre por entre os pingos.
    Até os incêncios o vieram favorecer.
    …da-se!

  13. [Em duplex, aqui parece que «para gáudio ou bocejo da assistência» – palavras de Valupi.]

    Valupi, uma rectificação antes de tudo. Quando garantiste que ias fazer uma papinha, eram 16:30 de uma quente segunda-feira, deverias ter dito que ias preparar o Chá das 5 acompanhado por umas bolachinhas que sempre é um lanchinho mais apropriado para os adultos até porque deverias saber que, àquelas horas, as criancinhas degustam apenas um iogurte ou similar. Como hoje são 14:35, mais coisa menos coisa, passada a hora da tua papinha portanto, descasco-te agora uma maçã para a sobremesa que é uma cena sempre engraçada para dar na boquinha (isto constituiu também uma lição fordiana parental, parece-me que será importante para ti no futuro).

    Dito isto, só para te dizer que acabei mesmo por imprimir o teu post e fiz o mesmo no artigo aparentado do parente JMT (sobre o António Costa no congresso do PS e o Pedro Passos Coelho na festa do Pontal, respectivamente). Assim, e à segunda vista, parece confirmar-se que eles têm bastantes pontos em comum (um certo ritual oficial, cerimonioso, um vago sentido de comunidade ou de “comunidade dos crentes”, de sentido antropológico, a necessidade do carisma do líder e a falta dele, e, principalmente, aquilo que eu anteriormente chamei por «construção cultural», apropriando-me do que vem sugerindo o António Guerreiro). Enfim e vendo bem, passados uns dias, não é assim uma grande vergonha para ambos.

    Se e quando puder, pois, recuperarei o teu post e os comentários do J. Madeira, J. Neves, meus, teus e M. Azevedo que dão outras pistas e me parecem os mais interessantes. Até lá, pico ambos os posts para surgirem no “contador” mas ficam tu, Valupi, e o JMT em banho-maria ou em banho-manel.

  14. “Se e quando puder, pois, recuperarei o teu post e os comentários do J. Madeira, J. Neves, meus, teus e M. Azevedo que dão outras pistas e me parecem os mais interessantes.”

    eheheh… o pide mócado dá receita para sopa da pedra e eu convencido que o algoritmo da estupidez e burrice se conjugava olinda.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.