Para acabar de vez com o jornalismo

O Sol publica conversas privadas em segredo de Justiça e faz negócio com essa pulhice. Mas não divulga conversas entre os seus jornalistas e as vítimas da pulhice do próprio jornal.

Este pasquim merecia que nunca mais ninguém respondesse directamente aos seus jornalistas. Eles enviariam as perguntas aos Carlos Queiroz que estivessem na linha de tiro e estes publicariam as respostas no seu website, blogue, Facebook, Twitter ou num lençol nas traseiras da casa onde morem. Os jornalistas do Sol dariam o seu melhor para copiar o que lessem e lá fariam os títulos e destaques à sua maneira. Uma maneira onde vale tudo menos respeitar o jornalismo.

36 thoughts on “Para acabar de vez com o jornalismo”

  1. Caro Valeta,

    Não diga disparates. Antes do «Sol», a quem o menino chama pasquim, pense nalguns causídicos que fazem negócio com a violação do segredo de justiça, em presidentes (ex) que prefaciam processos em segredo de justiça, e outros que promenam os seus narizes em frente à televisão, defendendo-se em praça pública, com o séquito das influências atrás.

    PORRA! Que sabe você do segredo de justiça e do que se passa na Justiça? Quer publicidade? Faça-a, mas com classe.

    Sabe uma coisa? Brilhante? Só a luz. Agora chame o Paulo Querido para o apoiar.

  2. Paulo Querido, tu és muito querido, mas não podes ser sempre o centro das atenções. Vai brincar, vai, enquanto a mamã te faz a papinha.

  3. Querido,

    De nome, claro, desculpas registadas, mas não aceites. O menino lê ou finge que lê ou está danadinho para se meter numa discussãozinha?
    A Graça é só de Nossa Senhora, e o menino não a tem. Volte lá para as redacções da escola.

  4. Valupi, já agora, e para que o meu contributo aqui não seja só o de parede na academia de ténis: o jornalismo é uma atividade em rarefação. O Sol, como outros, está a roer os ossos da credibilidade, que a carne já foi.

    Agora, e embora a figura não me mereça nenhum tipo de consideração positiva ou negativa (aparentemente conhece-me, mas eu não tou a ber), só posso concordar que a atividade de publicar tipo notícias (as in queijo tipo Serra) depende de intermediários tão escrupulosos como os mensageiros.

  5. Querido,

    Leave Claudia alone… if you behave I might give you a story, you know, one of the stories that make the country shake. How about that? Something about soccer, maybe «tyres», «bildings», well, you just name it. I can make you the next Felícia Cabrita.

  6. Querido,

    Desculpará, não o conheço. Não integra o círculo de gente famosa das minhas relações. Sorry about that. Você adoraria conhecer-me. Qual o jornalista e escritor que se diz assim, que não quer uma boa história, verdadeira, ainda por cima, ocorrida em Portugal?

    Quanto ao contributo da parede, bem que posso dizer-lhe, força nas bolas (de ténis), que a parede há-de aguentar!

    Sim, hoje é sábado à noite, e granda gaita, tenho que estar aqui neste labor de dedos. Goodness me, dear.

  7. Oh, just one more thing dear Querido,

    I just love queijo da serra, mas tem de ser da Estrela, certificado, que a minha língua é de oiro ou ouro, sei lá, esta caca do acordo ortográfico, baralha-me os neurónios.

  8. tou-te a ber, larga o vinho.
    __

    Paulo, pois, é um dos mais fascinantes debates da actualidade, esse do destino do jornalismo. Creio que não irá desaparecer, mas renascer. Os jornalistas deixarão de ser aqueles que descobrem a notícia para passarem a ser os que propõem o melhor sentido para as notícias.

    Quanto aos intermediários e mensageiros, inquestionável que o problema mais grave não está a jusante, mas a montante. Contudo, sem escoamento, muito mal se evitaria.

  9. Valupi, boa frase essa, vou adotar. “Os jornalistas deixarão de ser aqueles que descobrem a notícia para passarem a ser os que propõem o melhor sentido para as notícias.”

    Essa mudança do papel principal de descobridor para curador “secundariza” a função de descobridor, estou de acordo, mas julgo que esta continuará a ser feita (também) pelo jornalista. Só que passa de ator em monólogo para um ambiente de coro. Não é mais “o” detentor da Verdade. Eis algo que os jornalistas do Sol (e também do Expresso) dão repetidas mostras de ainda não terem percebido. A sociedade evoluiu em torno deles.

    E sim, sem escoamento muito mal se evitaria. É aí que o jornalismo engajado falha com estrondo.

  10. Acho piada ao “engajado”. Quando os portugueses se metem a afrancesar o que não deveriam… O nosso “comprometido” caíria melhor. Que chiquismos!

  11. Cara Cláudia,

    Desculpará minha querida, mas não acha que les deux espèces de cons merecem «vraiment se poiroter»?

  12. Ó Valeta,

    Só para ti dude!

    Tens a tua fala presa,
    Mas não é do vinho tinto;
    É duma penguinha d’água
    Que bubeste na Corte do Pinto?

    Queres mais?

    Inda que teu pai me deixe
    uma vacca c’um bezerro;
    contigo não casava eu,
    ó meu ruça do pêllo.

    Já agora, Valeta, eu não bebo binho, pá. Só leitinho quente. Às vezes com um «jeito» condensado, tás a ber?

  13. Je suis tout à fait d’accord, tou-te a ber. Ils faut les laisser se tripoter et se tâtonner l’un l’autre. Ils aiment ça. Tout le monde le sait. En ce moment, il y a des tas de bouffées de chaleur et ces vapeurs sont visibles dans les commentaires en toute hâte de Mr. Querido, qui n’a rien de chéri, disons-le de passage.

  14. «Os jornalistas deixarão de ser aqueles que descobrem a notícia para passarem a ser os que propõem o melhor sentido para as notícias.”

    Granda zurrapa, seus figurões! Mas há agum jornalista em Portugal que diga a verdade?

    Nem escrever sabeis. Ó Querido, veja lá se esta conjugação é contemplada pelo novo acordo «orcugráfico».

    Ciao, vou dormir que amanhã tenho mais uns pareceres para dar….ó, pensa na proposta que fiz…que eu não brinco em serviço.
    God bless you all

  15. venho fazer um protesto : orra porra , limitei-me sempre a assinalar as incongruências valupiticas de forma irónica ( ok , quando estou aborrecida pode deslizar pró sarcasmo ) e apanhei chá de marmeleira. e gaita , querem que me porte como visita para jantar da Isabel II numa tasca de portas abertas ? santa paciência. muito bem até me porto , que nem sequer escarro pró chão , nem me meto nas bulhas.

    nos jornalistas ? caguei. estão bem prós jornalados. jornalistas xpto para políticos e gente de caca era assim tipo desperdicio.

  16. Chère Claúdia,

    Moi aussi, je suis tout à fait d´accord avec vous. Laissons ses mecs se tripoter comme les animaux.

    je vois déjà Valeta s’écrier, en laissant échapper lentement sa première bouffée par la bouche et les narines, et l´autre ….doucement, soyez gentil.

    À demain, ma Chère.

  17. Com certeza, Paulo, o jornalista continuará a descobrir. Estamos é numa fase – como assinalaste recentemente a propósito do anúncio do nascimento do filho do Cristiano Ronaldo – em que o cidadão comum é também o produtor da notícia e o detentor do meio de comunicação. Isso obriga a subir muito o nível ao jornalismo profissional.

  18. o filho comprado de um parolo jogador de bola determina o futuro do jornalismo , e o obriga a subir de nível ? querem jornalismo ao nível da corin tellado ? A ! Hola! foi incluida nos meios de comunicação !!!! e eu a julgar que eram meios de entretenimento. esta gente droga-se , só pode.
    num mundo normal isso seria lido como o que é : um palerma que gasta rios de dinheiro em namoradas ficticias , deita tudo a perder ao comprar um filho aos 25 anos ( um bocadinho cedo para perder a esperança de encontrar mulher para constitiuir familia , não ? a não ser que tenha outros gostos estéreis , o comportamento não se compreende ) . era tema para os lgtbs , de como a malta ainda tem medo de sair do armário. tema sério. a nível de desportos tipicamente “machos” , ainda mais.

  19. Acordei cum catano. Mas desde quando é que o vulgar dos mortais não é o produtor da notícia? Pois ele é a notícia. Ao jornalista não se pode deixar produzir a notícia, sob pena do besta contar o que quer,bem lhe apetece e a soldo dalgum «cabron».

    Nascimento do neto da Dolores Aveiro, cum caraças, um bimbo que se depila, mas não consegue tirar as espinahs da tromba, é motivo de notícia para estes gajos que se arvoram em fonte da inteligência escrita.

    Eh pá já agora não querem dissertar sobre os peidos que largo quando como feijoada?

    Sabeis lá se me distingui por algo?

    Amanhã dou-vos conta do canastro. Arranjem xarope, que com aspirina não chegais lá.

  20. tou te a ber , não sejas mau. não deites por terra assim tão friamenter os sonhos epistemológicos dos jornalistas , cum catano !!! eles adoram pensar que o que os mexe é a vontade de informar e não o ordenado ao fim do mês ( e que ninguém ainda percebeu ) é pá , deixa-os sonhar que a gente adora saber que fulano mordeu um cão. e que isso vai mudar toda a nossa vida. vamos todos morder cães e alterar as leis da natureza.

  21. tou-te a ber, o Cristiano é um trengo que não vale o dinheiro que ganha. Quanto aos jornalistas, toda a gente sabe que são uns frustrados a ganharem salário mínimo sonhando com vidas de fama e vida eterna.

  22. Ó MDSOL tenho que fazer umas coisas hoje, imagina lá, escrever. Cum caraças. Parece que tá calor e eu aqui a derreter-me.

    Mas deixa-me cá dizer-te uma coisa. Apoias o Valeta porquê? Porque «chim», porque tapetece. Caraças, esta porra do acordo orcugráfico tão brilhantemente adoptada pelo Querido, deixa-me como um baralho de cartas.

    Vê lá tu, o Valeta foi convidado a responder ao meu comentário e manda-me «largar o vinho». Não sei se tás ber o bicho, quando não há argumentos, cita a mediocridade ou o que está abaixo disso.

    Estou a pensar fazer um mestrado sobre a importância da depilação a laser do Ronaldo Aveiro, do silicone da cagona da Floribela, sobre a pele da Caneças e o netinho da Dolores Aveiro.

    Se tivesse um peido gravado desta gente, seria best seller em Portugal. Se calhar sou capaz de me dedicar a este tema: como são os peidos da gente famosa? Silenciosos? Barulhentos? Cantantes? Diamantinos? Cheiram? A que horas saem? O buraco por onde saem é igual? Tenho um sucedâneo de questões que me agoniam. E como é que esta malta comete o pecado original? Esta questão então atormenta-me. Será que arfam e imitam a «Meg Ryan», naquele orgasmo de café?

    Bem, se penso nas mamas de silicone da Floribela, tenho logo outro tema para esgotar a miolêra. A cagona, de perna grossa lá em baixo, de repente tornou-se na boazona de plástico. Um fenómeno social, importante para os escreventes da cabeça zarolha.

    Valeta

    Dude,

    Responde lá, comenta, vê lá se és capaz de comentar o que escrevi lá «axima».

    Querido,

    Olha que a minha proposta mantém-se de pé. Keep aside, my dear.

  23. SEPOL,

    Tu lembras-me o Sumol, mas com o acordo orcugráfico, diria antes o cumole.

    Oube lá, tasca da esquina, meu? Cunheces o ambiente, é? Aqui assim, é tipo «Martinho da Arcada», tás a ber?

    Ora, vai ali à esquina e vê-me a largar a minha sonora gargalhada, recorrente, liquida e cristalina. Get lost,man.

    Mas conta lá o que é o MSN? Merda sem nexo? És capaz de ter razão, meu, mas oube, não confundas os autores da merdeira. Aqui há escreventes, escribas, escritores e escrivões. Eu escrevo. Conforme a alma me dita o que hei-de dizer às merdas que se acham inteligentes, adeptas do filosofar e sei lá do quê mais.

  24. Valupi, obriga sim senhor, mas curiosamente a primeira resposta — e que se mantém firme e hirta em jornalismos como o português — do jornalismo foi baixar o nível. Despedir começando pelos experientes (“custam” mais), contratar juniores e encorajar a publicação dos “conteúdos” indistintos, de baixo valor acrescentado.

    Espero que a segunda resposta seja mais, er, adequada aos estímulos Daqueles Antigamente Conhecidos Por Leitores.

  25. Dear Querido,

    Se V. Ex.ª. tem razão!

    Ainda hoje me pergunto, se os Decisores mandões querem empregar os «maçaricos» e despedem os que até sabem escrever, porque os há, porque razão tenho que gramar com as «Fátimas Campos», com as «Judites Sousa», até com crónicas (escritas) da «Catarina Furtado» e com as merdeiras dos gajos do «pappilon» televisivo?

    Um destes dias vou apanhar com o «jornalismo» da Bárbara Guimarães, ou sei lá do Albarran! Para não falar do meia – cabeça, que tem a mania que é escritor, e jornalista só porque acompanhou a guerra do Golfo.

    Gaita, que é feito do Joaquim Letria? E de outros dessa natureza?

  26. Gaita, eu inflamo, mas não quero matar ninguém.
    Parece-me que alguém está em estado comatoso. Bem digo, que anti analgésico não dá conta de nada, sobretudo os de paracetamol e parapiçamole.

  27. O pasquim do psd não divulga o áudio?

    AH AH A AHA AH A AH AAH AHAH

    São mesmo desonestos, vigaristas e execráveis.
    Andaram anos a publicar todo o tipo de conversas privadas e sob segredo de justiça e exigiram outras tantas e agora que estão no olho do furacão..ajoelham-se e agacham-se de medo ?!

    São mesmo execráveis!

    «Quem com ferros mata com ferros morre»
    (Jesus Cristo)

    …tomais então!

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