Outro Henrique Monteiro

Este texto do José Albergaria apresenta uma faceta de Henrique Monteiro que nasce da amizade e, precisamente por essa proximidade subjectiva onde o afecto é iluminador, merece ser posto em contrapeso com o que até agora veio a público na polémica com Sócrates.

9 thoughts on “Outro Henrique Monteiro”

  1. eu por acaso nunca dei pq o batista bastos hesitasse em chamar o monteiro pelo nome, enfim assim se constrói a realidade.

  2. Caro nm,
    Pergunta prévia:nm é sigla de não minto?
    Então você leu a croniqueta do Bastos?
    Diga-me, onde, em que parágrafo, em que linha, do vil texto, aparece o nome de Monteiro? O de Henrique Monteiro? Mas querendo parecer benevolente, onde adjectiva ele, o escritor Armando, o director, com o titulo, suposto, do semanário, Expresso?
    Na volta, estava eu para aqui a zurzir no Bastos e ele dedicou a croniqueta a outro.
    1/ Ao Saraiva do SOL?
    2/Ao Zé Manel Fernandes do Público?
    A gente, às vezes, deixa-se levar por inexplicáveis maluqueiras.
    J.A.

  3. NM são as iniciais do meu primeiro nome e do último apelido, JA.

    Eu explico mais devagarzinho, que nem sempre o discurso elíptico encontra eco: Noutras circunstâncias já vi BAprista-Bastos chamar Henrique Monteiro ao dito, aqui não o faz como recurso estilístico, para evidenciar, imagino, que o pequeno larousse nem merece o gasto.

    Eu cá também sou bastante culto e respondo a tudo que me perguntam, assim de cenas de algibeira, mas ninguém me promove. Deve ser por ser pouco dado ao convívio com as chefias ou pouco afoito a amores com o PSD (como HM confessou na AR) ou a mostrar-me superior aos outros como o gajo fez ao joão marcelino – que até pode ser um crápula mas não por ter vindo do desporto como HM disse com todas as letras mostrando o tipo de ser humano que é.

    (com HM queria dizer Henrique Monteiro, com PSD referia-me ao Partido “Social Democrata” e AR quer dizer Assembleia da República)

  4. A questão ao vivo com o João Marcelino foi definitivamente esclarecedora quanto ao carácter do rapaz. Ficou bem evidente que ele está muitos mundos acima desta coisa a que chamam realidade.

    Mas é uma pena porque eu não conto. É que à pala do Expresso em papel e do on online acabei por cancelar todas as minhas assinaturas com a Impresa. Se quiserem a minha identificação é fácil porque tenho cancelado várias publicações do grupo de há seis meses a esta parte e sempre clarinho para com a assistente a quem comunico a decisão.

  5. Caros comentadores,
    E a croniqueta do Bastos?
    Que tal falarem da croniqueta.
    Eu falei dela, ajuizei sobre ela.
    Os senhores comentadores, estão a falar de quê?
    Como se diz em tribunal:- E, aos costumes, nada disseram.
    Nem é preciso explicar devagar par se perceber que, truques à parte, os senhores não querem falar de croniqueta do Bastos.
    Estão no vosso direito.
    E, por mim, estamos conversados.
    JA

  6. Henrque Monteiro é um tipo decente, mas há que dizê-lo com frontalidade, neste caso andou muito mal.

  7. José Albergaria, Acho muito louvável que venha em defesa do seu amigo, só que a mim que não sou nem amigo do BB nem do HM (e nem conheço pessoalmente nenhum deles) e por isso não me tolda relação nenhum.

    Por acaso conheço o João Marcelino de quem tenho a pior das opiniões do mundo. Quer como pessoa e ser humano, quer como profissional e jornalista. Não é por isso que deixo de ficar do lado dele contra o Henrique Monteiro (de quem nem tenho tão má opinião neste campo quanto a que tenho de JM) no caso que se passou no Prós & Contras. No entanto, se HM já se me não recomendava, o comentário que fez lacrou a minha opinião.

    Todos sabemos de quem BB fala, por isso deixemo-nos de hipocrisia. HM não é uma florzinha de estufa (dizem-me que BB também não) nem nariz de santo e nem sequer precisa que o defendam – está por feitio, dedicação e se calhar convicções no campo dos eternamente protegidos com as costas quentes. Eu até assinaria isto, mas estava fodido, José Albergaria! Fodido. Apesar da liberdade de imprensa que os barões do nosso jornalismo se queixam de ver sofrer atentados e que são os primeiros a atropelar. Digo-lhe eu que nunca votei nem vou votar no Sócrates e com toda a liberdade de o considerar um primeiro-ministro democraticamente abjecto.

  8. Como simples cidadã que sou, do que me é dado observar dos textos que leio de todos eles – BB, HM, JM, só posso dizer que até hoje o que me parece mais coerente e honesto – como jornalista – é o JM.
    Quanto a HM, o seu comentário sobre o JM no “Prós & Contras” foi desprezível e sem remédio e percebeu-se perfeitamente qual a “guerra” que lhe estava na origem… E considero igualmente desprezível e de “ressabiado” as declarações de HM na Comissão de Ética. Porque se a conversa com Sócrates era do foro privado, então nada há a dizer e não consigo perceber onde esteve a “pressão do Poder”…Mas HM lá deixa a insinuação de que ela existiu! Vê-se que o homem é vaidoso – mas nunca tal caracteristica impediu as amizades…

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