Os jornalistas têm alergia ao jornalismo

«Entendamo-nos: se debater com um demagogo que se especializa em dizer agora uma coisa e daqui a bocado o seu contrário (é ver as cambalhotas que o programa do partido tem dado nos últimos meses), em acusações torpes, em chistes, em interrupções e em invenções é sempre muito difícil, em 25 minutos é um tormento.

[...]

Mas, admitindo naturalmente que haja diferentes opiniões sobre como melhor enfrentar Ventura num debate deste tipo (sobretudo quando se disputa eleitorado, o que não é o caso de Catarina Martins), a questão é que a tarefa de o combater e àquilo que representa não compete apenas aos adversários políticos - é antes de mais até, defendo, do jornalismo. É aos jornalistas que compete contextualizar, expor falsidades, repor a verdade - e perante alguém que se especializa em ódio e mentira e na destruição da democracia, chame-se Trump ou André Ventura, não dá para entrar na desculpa da falsa "objetividade", muito menos para namoros a "killers".»

O “killer” Ventura e a normalização da mentira

Perante a inépcia revelada por quem debateu com Ventura nas presidenciais (Marcelo fazendo parte dos que se deixaram conspurcar), e face à vexante postura de Rui Rio no debate para as legislativas com o mesmo biltre e ao asqueroso espectáculo dado pelos comentadores ao debate de Catarina Martins com o mesmo traste, Fernanda Câncio escreveu o repto acima citado onde pede ajuda aos seus colegas jornalistas. Tanto aos que participam moderando como (ainda mais por terem maior disponibilidade) aos que comentam e analisam esses eventos. Pede-lhes que façam os mínimos, que sejam factuais perante um explorador da ignorância, da alienação e do ódio.

Ora, há algo de desesperado, ou então apenas estético, neste pedido. Porque os jornalistas, tirando as excepções que confirmam a regra, não estão nada de nada de nadinha de nada preocupados com o que o Ventura se lembre de dizer ou fazer. E é canja explicar o fenómeno. Este Ventura aparece-lhes como uma cópia do que eles adoram desprezar por inveja e cobardia, uma cópia do típico político. Não só há esse reconhecimento de ser o calhordas mais um actor a representar a sua rábula para o mercado eleitoral onde é uma boa marca, como a própria história do nascimento do Chega é banalmente canónica. Ele foi escolhido por uma das mais importantes figuras da direita portuguesa para ser o protagonista desta original e fundante experiência política: testar a eficácia da retórica racista, xenófoba e segregadora sob a chancela do PSD. Passos Coelho quis Ventura para fazer de Loures o laboratório do que, 4 anos mais tarde, Rui Rio validou nos Açores. Sem Passos, o messias que irá regressar para acabar de prender os socráticos todos, Ventura teria continuado na CMTV a falar de bola com outros grunhos.

Nem um pingo de exagero ou vestígios de miopia nesta constatação, temos de registar que toda a direita decadente aprova a estratégia – como se viu no levantamento de Cavaco, Ferreira Leite et alia para forçarem Rio a aceitar Ventura como parceiro de conquista do poder. E é esta direita quem dá trabalho aos jornalistas, não temos notícia de empresários socialistas ou esquerdolas a investirem na comunicação social. Das últimas vezes que se falou em tal, aquando da Prisa a comprar a TVI ou do lançamento do i, o resultado foi o casal Moniz e mais um pasquim populista. Logo, estar a pedir-lhes para boicotarem os interesses de quem paga as contas parece condenado à indiferença.

Se porventura o jornalismo cumprisse a missão de “contextualizar, expor falsidades, repor a verdade” como práxis – se por Ventura e por qualquer outro cidadão a merecer tal atenção os jornalistas aplicassem o que aprovaram como Código Deontológico – então o “Face Oculta”, a “Inventona de Belém” e a “Operação Marquês” ou não teriam sido possíveis ou teriam gerado o escândalo de regime que merecem.

67 thoughts on “Os jornalistas têm alergia ao jornalismo”

  1. há um paradoxo interessante, interessante por ser desprezível de constatar, naquilo que pode ser o metajornalismo por dentro do jornalismo. ora algo saudável no seio do exercício da liberdade, no sentido de poder ser um contrapoder ao nosso serviço, como este meu queridíssimo Aspirina, transforma-se em arma de arremesso por dentro de uma profissão que exige respeito por rregras e deveres éticos no seu exercício.
    o que poderia ser, e é, uma lufada de alternativas frescas aos grupos económicos detentores dos media, uma realidade paralela ao jornalismo, transforma-se tantas vezes em descomprometimento e assassinato da profissão: estes cabrões exercem, efectivamente, por dentro do jornalismo, metajornalismo reles ao serviço da parcialidade doente, do sectarismo podre, do ódio gratuito, da vingança vil. 
    eis uma excelente descrição daquilo que Passos Coelho andou a semear. agora há colheita por outros monstros monstríssimos monstrões. proxenetas de malina.

  2. Muito bem. Vou um banco e um balde para recolher a bosta dos bestuntos do costume que, não tardará, passarão por aqui.

  3. Como é que o jornalista pode repor a verdade se é pago para prolongar a mentira.
    Se é o próprio gajo do governo a dizer a atoarda como é que o jornalista o vai contrariar?
    “90% das pessoas internadas em UCI são não vacinadas.”
    O “responsável ” que disse esta calinada, é tão inteligente que não vê que isto nem é uma mentira é
    uma impossibilidade matemática. Mas infelizmente são estas almas que estão a prejudicar a vida a milhões de pessoas, não são os jornalistas.

  4. mas qual é a diferença entre o chega e o berloque , já agora ? fonix , preferia viver num país governado pelo chega do que pelo berloque de esterco. mil vezes.

  5. Não vês diferença nenhuma entre o berloque do esterco e o esterco do chega, mas preferes mil vezes viver num país governado pelo esterco do esterco… perdão, do chega. Duplo mortal à frente, seguido de triplo mortal à retaguarda, grande atleta, cuidado não te caia metade da bunda entre os dois pulinhos.

  6. passo a explicar : viver num estado policial vigiado por esganiçadas, género feminino e masculino, onde só se pode ter no bolso o que o estado deixa e onde seria obrigatório recitar marx de memória ,é um cenário aterrador . com o ventura arranjava maneira de me safar , aquilo é só garganta. já no berloque de esterco são mesmo assim , déspotas e controladores.

  7. Ou seja, atacar as ideias do Chega é atacar as ideias do PSD. Por isso se calam. Já é tempo de deixarmos de normalizar o PSD. Partidos que vivem do ódio gerado por processos judiciais que perseguem os seus opositores políticos, deviam ser votados à condenação unânime do demos.

  8. Eu mesmo, importas-te de demonstrar a impossibilidade matemática na frase “90% das pessoas internadas em UCI são não vacinadas.” ?

  9. Guidinha, não sei se percebes de estatística mas eu vou explicar-te como se tivesses dez anos.
    Com 87% de pessoas vacinadas( dados oficiais), a percentagem de pessoas não vacinadas internadas em UCI tem de ser sempre abaixo dessa percentagem. É uma lei matemática muito simples mas levaria muito tempo para entenderes.

  10. foda-se eu mesmo, quando pensei que não poderias mostrar a tua burrice em pleno…

    os 90% dizem respeito ás pessoas em UCI e não ao numero total dos cidadãos, portanto, se estiverem 100 pessoas internadas, 90 não tem vacinação e 10 tem.

    Percebes ou só com desenho?

  11. esclarecimentos
    1- consideram não vacinados pessoas que não levarem 3 doses , para o mês que vem será as que não levaram 4…
    2. 90% ???? ou 60% ? ou 10%??? o senhor lacerda já disse que esses números foram ditos numa amena cavaqueira com amigos. parece que tinham bebido.
    3- não fazemos ideia de quantos não vacinados , como eu , sem dose nenhuma de água benta científica , estão internados. e isso porque a dgs nos quer na santa ignorância para melhor assustar e manipular e não dá esses dados : quantos sem vacina nenhuma , quantos com uma dose , quantos com 2 , quantos com três , e no fim do ano 2022 , quantos com 10 doses e uma garrafa de moet e chandon oferecida pela pfizer.

  12. O bate-papo travado entre a mula russa e a paranoica é um momento de delicioso encontro intelectual. Encontro de duas almas que partilham mais do que julgam, afinal convergentes na dissidência radical.
    Trazendo cada duma delas os contributos da sua tribo: a mula russa dando-nos a provar o sabor repugnante do seu antisemitismo encapotado, saturado de anti-imperalismo alter-mundialista; a paranoica, oferecendo-nos a mistura indigesta do seu anti-cientismo perfumado de “New Age” em versão de ecologismo extremista.

  13. Ó jp estás a falar de quê?
    Sabes o que é permilagem? Isso dava-se na antiga quarta classe mas já vi que tu és mais palha.
    Deixa de ser burro e não fales daquilo que não sabes.

  14. Ó trollkachov tu também devias ter tido métodos quantitativos para fugir à matemática, de certeza.
    Vê lá tu que até o Lacerda já reconheceu a bacorada que disse, mas como vocês têm umas palas nos olhos e não percebem um boi de matemática não fazem outra coisa senão ostentar a estupidez.

  15. Vai fazer um broche ao teu pai espiritual Naziniahu, cabrãozito. Não te cansas da minha braguilha? Não te cansas de ser parvo? Não te cansas de ser cobarde? É claro que não, não e não.

  16. Eu mesmo, o que a frase que citaste nos diz é que das 143 pessoas internadas em UCI 128 são pessoas não vacinadas. Se não entendes isto significa que o teu problema com o português é ainda maior do que o que tens com a matemática.

  17. Não guidinha estás enganada, o 143 é teu. Eu só disse que era uma impossibilidade matemática. Se não percebes, tenho pena mas não posso fazer nada.
    Olha pergunta ao Lacerda porque é que ele mandou aquela calinada, pode ser que ele te explique.

  18. “Não te cansas de ser parvo? Não te cansas de ser cobarde? É claro que não, não e não”.
    Este é o monólogo que a mula russa faz frente ao espelho. O espelho turvo do aldrabão, o espelho deformado do preconceituoso.

  19. Pois é, mas tu é que continuas escondido, cobardola. Se desses a cara com a mesma facilidade com que alugas o cu é que era giro. E quando é que desbloqueias a ligação dos flatos fedorentos que aqui largas com o teu bloguezito merdoso, para o maralhal ver bem o cagalhoto idiota que és, pide piolhoso? E o outsourcing da tua mulher, capado? Continua a espalhar gonorreia pela grei?

  20. o certo é que é mentira. e sim , era fantástico como estando quase toda a gente vacinada , continuando a morrer os idosos ( não foram para uci antes de morrer? não passaram pelo hospital?) , os que estavam internados fossem não vacinados ( claro que já sabemos que estavam , pelo menos com uma dose).
    há gente que nunca tem dúvidas e engole a papinha toda de meias mentiras.

  21. A mula russa, como fruto imbecil da estupidez contemporânea quer fazer crer nos méritos de assinar com nome próprio, quando, afinal, não passa de um vulgar heterónimo de idiotas iguais a ele. De idiotas como, por exemplo, aqueles que, sob os nomes de ahmed rami ou luís aguiar, assumem a autoria de textos vergonhosos deste quilate:
    https://www.islam-radio.net/protocols/indexfr.htm
    https://pensamentosnomadas.blogs.sapo.pt/o-deus-dos-judeus-ordena-lhes-7-1952

  22. há um paradoxo interessante, interessante por ser desprezível de constatar, naquilo que pode ser o metajornalismo por dentro do jornalismo. ora algo saudável no seio do exercício da liberdade, no sentido de poder ser um contrapoder ao nosso serviço, como este meu queridíssimo Aspirina, transforma-se em arma de arremesso por dentro de uma profissão que exige respeito por rregras e deveres éticos no seu exercício.

    É muito inteligente o que escreveste. Concordo contigo.
    O jornalismo televisivo (telejornais) impõe normas de pensar. Uniformiza o sentido, quer introduzir ordem e segurança, limita negativamente o pensamento, neutraliza o bom senso que decida excluir.
    Se tu Olindinha encontras o paradoxo destas normas metafico-morais, se tens consciência desse paradoxo (como José Gil escreveu “transcendência-imanencia” ou do “irreal imperceptível “) gabo te sinceramente o espírito por não te resignares a todo o meta discurso das televisões.
    Porque a maioria das pessoas não vê paradoxo algum.

  23. jp, tens toda a razão, é malta que só tem certezas. Mas eu tenho dúvidas. Por que raio temem ser inoculados com uma porcaria qualquer através das vacinas e não de outra forma, uma que fosse mais discreta, barata e eficaz, como a água, por exemplo? Afinal, que eu saiba, não há movimentos de pessoas muuuuito inteligentes anti-consumo de água. Se calhar, não devia escrever isto… Aposto que alguns vêm já a correr dizer que fervem toda a água, mas temo que outros possam ficar todos ressequidos…

  24. eu só bebo chá.. de marijuana , por causa de ter medo da água.

    mas isto da vacina covid foi bom , muita gente que nasceu com sistema imunitário normal e às tantas , na infância ou até mais tarde , desata a ter doenças auto imunes como diabetes tipo 1 ou hipotiroidismo , começou a matutar de onde surgiu esta avaria no sistema imunitário. pois é. a tal fibromialgia da moda , ou a artrite reumatoide às paletes.

  25. Ó guidinha qual é o problema? Se gostas de ser injectada, força, leva a terceira dose a quarta dose a quinta dose a sexta se for preciso mas não chateies quem não quer ser otário.
    Isto é como as vítimas de burla, têm sempre vergonha de dizer que foram totós, por isso é que raramente apresentam queixa.
    E quanto à água, podes continuar sem tomar banho porque o que cheira mal são os teus comentários.

  26. Os dois parolos negacionistas – eu mesmo e yo – bem tentam mitigar o fracasso da sua resistência. Foragidos às vacinas, são dois contumazes condenados a serem nota de rodapé da pandemia, antes de, inevitavelmente, irem parar ao caixote do lixo da História.

  27. Ó constipado ganda pandemia. Em dois anos 19000 mortos. Só no ano 2018 morreram 13000 pessoas de doenças respiratórias.
    Já te foste inscrever para a quarta dose? Vê lá não te atrases, e não te esqueças de fazer o teste todos os dias, podes estar doente e não saber.

  28. ó eu mesmo eu sei que se meter números és um bocado burro, mas pronto, bota aí quais são as doenças respiratórias que causaram os 13000 mortos.

    se não souberes todas, basta 2 ou 3…

  29. Isto está interessante.
    Não tarda vamos ter uma perseguição aos não vacinados, como se fossem “zombies”.
    Parece que a manipulação que se tem feito ao longo dos últimos anos em filmes, literatura, até em jogos vídeo, está a surtir efeito. Começa a condenação moral, depois fala-se em terrorismo e criminalização.
    Estamos a um pêlo púbico da demonização ou desumanização de quem não alinhar alegremente na fé cega. Daí até ser admissível maltratar (quem sabe: matar) um destes facínoras terroristas, é um passito.
    Ah, mas os srs dotôres é que sabem o que é bom para nós.
    Ok. Então vamos abrir mão das patentes, para atacar o vírus globalmente? Não.
    Alguém sabe quanto já custou ao erário público a catrefada de vacinas que já foram administradas, mais os reforços? E os testes?
    Como é que fica a dívida? E o défice?

  30. Ó jp vai à net, não chateies.
    Olha e confirma também o caos nas urgências dos hospitais nos meses de Dezembro e Janeiro e já agora confirma também as listas de espera, parece que aumentaram um bocadinho, não?
    Tira as palas dos olhos, não sigas a manada, pensa por ti.

  31. Ao pide das 10:16. Podes fingir à vontade que não sabes que o meu nome é o meu nome, mas não te servirá de nada, pois será fácil provar o contrário.

  32. aqui és conhecido por mula russa, até podes fingir à vontade que não é o teu nome, mas não te serve de nada, vai ser impossível provares o contrário.

  33. os zombies são os que levam picas , picas , picas e gostam. andam em fila , acotovelam-se , ralham uns com os outros , na ansia louca de comer e desfrutar picas. ao menos fossem picas de heroína , assim já percebia que gostassem e que virassem zombies.

    vou ali comprar um frasco com uns bichos e digo-lhes que é covid prós tipos fugirem com medo.

  34. Se a mula russa dedicasse tanto tempo a atualizar as suas leituras quanto aquele que dedica à onomástica, hoje não seria nem mula nem russa.

  35. Porcalhatz às 20:04 e namorado às 20:13, mabeco mau e mabeco piau, caganeira e diarreia, porco capado e porco castrado, que ternurentos eles são um com o outro.

  36. tem um excelente gosto, Eduardo Ricardo. e, sim, Olindinha é uma palavra cara, caríssima. !ai! que riso.

    no entanto, todavia, contudo, não obstante, porém, há um real perceptível que não captou: eu não referi a televisão nem o telejornal em particular.

  37. “A mula russa feliz a ser o que é: mula e russa. A botar inutilmente links do youtube e manifestando sintomas de desequilíbrio mental.”

    Brrrrrrrrr!!! The cocksuckers are here already!

  38. a mula russa parece o aldrabé ventrulhas a disparar rajadas de links do esgoto da manhã para mostrar serviço aos patrocinadores e aos acéfalos que o suportam. não se apercebe das cenas de jardim escola que protagoniza, fica radiante com palhaçadas que faz e apanha as canas com os morteiros ainda por rebentar. enfim, o herói chamuscado que no final de história nenhum puto quer ser.

  39. Passar atestado de demência à mula russa é mais do que acto sanitário, é gesto de clemência dirigido a um ventura de trazer por casa, um boneco de ventríloquo, um palhaço feliz, inimputável até prova em contrário.

  40. “não me digas semelhante isso que me causas parece impossível!”

    A mula russa já nem escreve em português inteligível. Limita-se a despejar sobre a sua própria cabeça um balde de mijo. E ri-se.

  41. isso que me “contas”…
    tinha ideia que só tinha 1% de neurónio, este copista apaneleirado fã da fraude freud, e estava certa. nem sequer consegue ler correcto quando a outra pessoa tem um lapso a escrever.

  42. Ai ai, namoradinho do porcalhatz! Insisto: tu não me digas semelhante isso que me causas parece impossível, cona da foda-se! K’órrôr! Taue de rásticos!

  43. Agravam-se os sintomas de demência da mula russa. E a merecer cuidados de enfermagem. Desta vez, da matrafona paranoica, que dá largas aos seus impulsos tardios de solteirona sexualmente frustrada.

  44. Vem a matrafona paranoica oferecer cuidados maternais. Evocando, com o pudor das sexualmente frustradas, o fantasma da penetração vacinal, que não é mais do que desejo de pénis.

  45. Ai ai, ui ui, namoradinho do porcalhatz! Insisto: tu não me digas semelhante isso que me causas parece impossível. Olha, querido, vou ali abaixo apanhar o 28 para ir à Moscóvia comer gelados com a testa. E o meu grande amigo, mentor e patrocinador Vladimir Putin telefonou-me ontem a dizer que também me quer ensinar a comer testas com o gelado. No teu caso, terá de ser bem aparada, porque a floresta de cornos é grande e a testa pequena, mas enfim! A propósito, como vai o outsourcing da tua mulher? Escarepes em barda pela cidade, imagino eu. Olha, corno, o Putin (abençoado seja o seu nome) diz que já tem preparada a encomenda de supositórios de Novichok para ti e para o teu namorado porcalhatz. Há com sabor a morango e a baunilha. Vocês depois, como casalinho harmonioso que são, decidam que peida engole qual, e tal e coiso e coiso e tal.

  46. Para a mula russa, envio um caloroso abraço de amizade. E votos de que continue a escrever os seus comentários. Têm muita piada, mostram que é um palhacinho cheio de graça. Forte candidato a bobo da corte no Kremlin.

  47. Para o pide namorado do porcalhatz, envio uma escarreta na tromba, para ver se finalmente entendes o desprezo que me mereces.

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