37 thoughts on “Os anónimos não respeitam ninguém”

  1. que disparate de post. a Morgada limita-se a responder a um ataque dos correctores linguísticos. gosto bem dela , leio quase tudo e nunca a li a insultar pessoas , como é usual por aqui. se calhar pensa , senhor Valupi , que asco para aqui , ranhoso para acolá , não iria ter resposta. fez a sua cama , agora deite-se nela. 70 vezes o que escreveu é o que o espera. compre um guarda chuva. vai precisar.

  2. Está visto que isto os doutores decidiram tomar de assalto a blogosfera. Tudo, claro, devidamente analisado, ponderado e decidido em função das suas superiores capacidades: os anónimos devem permanecer incógnitos e as suas opiniões, desprezíveis, erradicadas.

    O plano não está mau para manter tudo como tem sido mas tem um problemazinho: mudem a lei! Vá lá… obriguem a ter que se tirar uma licença no governo civil, na guarda, onde quiserem, para se poder ter um blogue ou fazer comentários na net. Até lá comprem um espelho para verem bem o papelinho de abéculas que andam a fazer.

  3. petra, tens de pedir ajuda a uma pessoa amiga para te explicar o que tresleste.
    __

    tra.quinas, são uns cagões, estes polícias da gramática.

  4. tra.quinas, esses, então, são os cabos de esquadra.
    __

    Cláudia, larga o vinho.
    __

    zazie, quem diria que esta ironia básica iria causar dificuldades… Mas o público é heteróclito.

  5. Cala-te, zazie. Também por te revestires de um nome que não é o teu, não tens direito a lugar nenhum. É tudo falso e anónimo neste blogue. Será o Aspirina B real? Nããão!

  6. Anda lá, despe-te. Ainda não reparaste no baile de máscaras que é o Aspirina? Fantoches, marionetas, fantasiosos e psicopatas.

  7. Valupi, eu nunca bebo. Devias abster-te da cachaça que te deixa os olhos arregalados toda a noite. Pode ser que um dia fiques suficientemente sóbrio para dizeres quem és em vez de vestires as saias da Ti’Jaquina. Ficam-te bem, mas ficar-te-iam melhor se desses a cara.

  8. A explicação mais louca que eu li acerca do problema do “anonimato na blogosfera” (só está expressão é um paradoxo delicioso) foi dada pelo bacano do Nuno Ramos de Almeida.

    Já não me lembro onde li, mas sei que era pega com outros kamaradas que usavam nick.

    E ele, todo abespinhado com essa cobardia, explicou que só fazia sentido usar-se nomes de guerra- como os velhos comunistas sempre usaram- mas sabendo todos quem era quem.

    Eu imaginei-o logo, numa cena de resistência na clandestinidade da blogosfera, a resistir heroicamente à tortura, sem denunciar os nicks dos companheiros.

  9. Se desse a cara a quem? Quem é o miserável que precisa da minha cara? E que vai ele fazer com ela?

    (o tempora, o mores)

  10. eu não tresli , li. e não percebo a sua retulância em se apresentar : é assim tão feio ? feiura não é defeito culpabilizável e como psicologo devia ter instrumentos para ultrapassar esses complexos.
    ou há dinheiro envolvido no seu anonimato ?

  11. Um poquinho fantasioso esse teu resumo. Se bem me lembro, e se não tomei os teu ácidos, eu disse exactamente o contrário, que essa mania dos nicks a fingir que eram um grupo de perigosos revolucionários perseguidos pela polícia, estava um bocado fora de tempo. Mas boa tentativa. Experimenta o lithium. Comigo resultou até te acho graça.

  12. Valupi- elas começam sempre por pedir a cara e na volta vão-te à carteira.

    Agora a sério. Já me entraram no computador, palmaram-me uma série de tretas e ainda quiseram usar o paypal.

    Mas Zazie é um nome meu. Puseram-me quando era miúda por me acharem parecida com a do Queneau. Nem foi com a Catherine Demongeot (que por sua vez ficou mais conhecida como a Zazie, ainda que esta seja apenas uma personagem de ficção).

    Tudo demasiado complicado para quem prefere que se escreve Mariana da Silva ou outra treta qualquer.

    Conheço uma série de bloggers com estes “nomes verdadeiros” que não são insultados por não terem nick
    eheheh
    E também sou amiga de outros com nick sem apelido da mãe e do pai e nunca precisei de lhes perguntar o verdadeiro nome para nada.

    Tal como sucede com a generalidade das pessoas que cumprimento e que são minhas vizinhas.

    São uns cobardes anónimos que para ali andam. E ainda têm o desplante de habitarem o mesmo prédio que quem “dá a cara”.

  13. petra, em me apresentar a quem? Quanto a ser feio, só para quem não me ama. Quanto a ser psicólogo, tens de arranjar um. Quanto ao dinheiro do anonimato, confirmo que se perde algum. Ou muito.

  14. E o mesmo se passa no local de trabalho onde conheço tanto cobarde anónimo que não usa identificação pendurada ao pescoço.

    Já para não falar nas pessoas com quem contactamos por telefone ou e.mail, para mil e uma questões, acerca das quais, imagine-se- apenas sabemos umas tretas de trabalho que escrevem e desconhecemos por completo a cara e o local onde vivem.

    Mais uns cobardes anónimos que o mundo alberga.

    Parece que alberga poucos, para os labregos do mundinho vip de capoeira.

  15. Ó Nuno ,fique calmo. Claro que só podia ser fantasioso pois não decoro tretas por onde passo.

    E olhe, ia jurar que até fomos vizinhos em pequeninos.

    E acho que participei em cenas da Junta de Freguesia com o seu pai, ou assim.

    Não interessa. Como disse, até o acho bacano, apenas pela letra de imprensa ou pelo html.

  16. ehehe

    Pronto. Também acho que nunca lhe bate em pequenino. É o raio de uma pergunta que me costumam fazer, quando se recordam cenas de juventude: bateste-me?

    ehehe

    Não, a si e ao Pedro RA, nunca bati.

  17. pois , já percebi. mas não tenha medo , os que não o amamos , praticamente todos , já fomos à feira dos horrores. e não nos espantamos com nada. nem com o homem elefante. saia do armário , está na moda. porque não há contratos com o estado envolvidos , pois não ?
    é que a vida está difícil e as agências de publicidade são das primeiras a ir à vida. não há dinheiro para superficialidades.

  18. petra, nesse caso, fica combinado. Estava com alguns receios, é certo, mas as tuas lúcidas palavras consolam-me e dão-me força. Bem-hajas e obrigado por tudo. És impecável. Mesmo.

  19. com nick ou sem ele, quase todos lá caem que nem ninjas.
    Quer queira-se, quer não, os mais espertos sempre descobrem tudo.
    Se este é um mundo fantasiado, não há doutores ou leigos, especilamente quando não se conhece ninguém.

  20. Petra: vai ao google. escreve “frei hermano da câmara” (sem aspas) e “blog” (sem aspas, também). Dá-lhe ao enter. Clica no primeiro resultado que aparecer. A vida é bela, vês?

  21. Não li tudo (quase nunca o faço, no que estou errado),

    Zazie, fiquei contente por saber a origem da sua alcunha (do seu nomedezé, conforme dizem os ingleses). Para os francofonos e francofilos (duas taras que me afligem desde a minha tenra infância) ler o Zazie dans le metro PELO MENOS uma vez por ano é uma questão de higiene intelectual.

    Um dos melhores livros do século XX (mesmo contando com outros, igualmente bons, de Raymond le chien).

    Diga-se em abono da verdade (“comme si quelqu’un au monde savait cexé”) que sempre gostei de ler o que você escreve e que o seu Cocanha continuaria a ser espectacular, ainda que você assinasse Molero (este, curiosamente, nunca consegui passar da pagina 12, eu sei que estou errado, mas pelos vistos é mais forte do que eu), ou Valupi.

    Abraços a todos.

  22. não era nada que essa malta do “delito” não merecesse. o joão carvalho é um pedante campónio. além disso costuma armar-se em jagunço com os comentaristas que não estão de acordo com as postas das bloggers lá do sítio.

  23. Saber quem é o Valupi vale milhões, dizem uns ignorantes. Eu acho que não vale a ponta de um corno, mas pronto. Não se deve perder muito tempo com anónimos.

    Além disso, vim aqui ao Aspirina para dizer publicamente (pois, não tenho nada a esconder, contrariamente a muitos que andam aqui) que é escusado o/a anónimo/a Lanterna Vermelha escrever para o meu email pessoal, pois não respondo a lanternas, só a gente que se identifique devidamente.

    Os anónimos são sempre cobardes e porcos.

  24. São uns cobardes anónimos que para ali andam. E ainda têm o desplante de habitarem o mesmo prédio que quem “dá a cara”.

    Mais outra que precisa de espelho, mas essa deve recusar por saber que no espelho há coisa de pouco interesse. Prefere vir armar-se num blogue de anónimos. Que vida tão frustradinha…

  25. Ó gaja, voltaste às galinhices por seres burra?

    Eu tenho foto no berçário, já agora. E outras recentes online- que a rede não se reduz à blogosfera. E não tenho culpa da carinha que Deus te deu, já agora.

    Mas pergunto-te:

    Quais são os teus limites para a tolerância de anonimato?

    Obrigas toda a gente a identificar-se nos transportes e espaços públicos?

    E até onde vai a dita identificação? dás nome, morada, nº de contribuinte, currículo vitae, fotografia de corpo inteiro, vestida ou despida?

    Por mim, a única que me podia interessar era a do cartão de crédito.

    E outra coisa, já que se entrou nas “psicanálises de algibeira”- por acaso desconfio é de quem não tem noção de privacidade. Quem não se recata, tende a devassar a vida dos outros.

    Isto sempre teve um nome: porteirice.

  26. E olha que te identificaste bem neste post. Por repetidas vezes.

    Não consegues entender uma ironia.
    Chama-se a isso iliteracia ou problema de QI menor.

  27. Muito bem, Claudia! E claro que não sendo anónima vai de certeza colocar o seu apelido e, já agora a cidade onde vive.

    Eu sou Maria Rodrigues e moro em Fornos de Algodres.

    E a Claudia? Junte-se a mim para mostrarmos a estes cobardes como somos corajosas.

  28. Cláudia, o teu email parece tão pessoal quanto o meu. Não te esqueças que andaste a distribuí-lo por aqui e por outros lugares, remenber? E, quanto ao “anónimo”, parece-me que tens razão. A partir de amanhã, vou passar a chamar-me Cláudio Rodrigues, nortenho dos quatro costados e residente na margem sul do Tejo. Achas bem? Bom, se não gostares, aceito sugestões.
    Como eu também não tenho nada a esconder, publico aqui o conteúdo do único email que te enviei, não vá esta cambada de “anónimos” pensar que eu sou um lobo mau com dentes afiados para ti.

    Querida Claudia
    Não percebo esse teu pessimismo e ressentimento em relação à arte do teatro no aspirina e às máscaras por ali utilizadas. Não terás tu também, durante anos, participado e beneficiado do espectáculo? Se não gostas, porque teimas em aparecer? Às vezes, não te entendo… Mas, confesso que me agrada a tua presença.
    Tem um bom fim de semana.

    Abraço

    LV

  29. Cláudia, um pequeno aparte. Um dia, no meu blog, e como resultado de um dos ataques de mau génio que me são frequentes e me levam a tomar atitudes extremadas e perigosas, publiquei toda a minha informação e toda era muita mesmo – nome completo, número de BI, de eleitor, fiscal, segurança social, email pessoal, números de telemóvel, percurso académico e pessoal, altura, peso, cor dos olhos, estado civil e tudo o mais que a minha raiva da altura me levou até à ponta dos dedos. Muitos que me conhecem, ao verem tamanho descalabro, ameaçaram-me de morte caso não retirasse imediatamente o post. A minha teimosia e a mania do peito aberto e agora venham cá se forem homens fez-me mantê-lo online umas horas valentes. E agora, achas que essa informação toda serviu para que quem me lê me conhecesse melhor? Eu acho que não, acho até que daquilo tudo a única informação válida que retiraram foi que eu, tal como já previam, era doida varrida…

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