Obrigado, Sá Pinto

Tinha sido a sexta vitória consecutiva. No jogo anterior, depois de um mês parado e apenas com dois treinos a meio-gás, Liedson tinha resolvido e marcado dois soberbos golos. No próximo jogo, há uma ida a Braga que é decisiva para a consolidação da nova equipa, quiçá para a classificação final. No meio disto tudo, Rui Patrício, que tinha assinado mais uma das suas chinesices, era justamente apupado pelos adeptos (que têm sempre razão, escusado será dizer). Liedson também fazia um bonito, solidarizando-se com o Rui e manifestando o seu superior espírito de grupo.

Perante esta realidade, que ocorreu ao Sá Pinto? Isto: que a época estava a ficar fácil demais para o seu Sporting, e que algo teria de ser feito com urgência para repor os níveis de dificuldade adequados à grandeza do clube. Um clube raçudo, feroz, selvagem não alinha em situações onde as vitória se começam a suceder uma às outras, numa monotonia que vai domesticando os instintos. Não, nunca.

Sá Pinto, és bestial.

15 thoughts on “Obrigado, Sá Pinto”

  1. Mas há por aí à solta juízes cuja BESTIALIDADE ultrapassa largamente a do Sá Pinto, apesar de certos patos continuarem a apontar sempre aos bodes expiatórios fáceis… Como diz o outro Pinto, numa palavra:

    FUJAM!

  2. O Sá Pinto é um puro e no seu sentido do dever não olha a catalogações sociais, tanto bate num seleccionador como num jogador. Poucos têm essa coerência.

  3. É o que o desporto nos dá. Ídolos de pé de barro. Quando lhes fazem despertar o monstro que está dentro de nós, alguns reagem à Sá Pinto. Não sei os motivos, mas de uma coisa estou certo. Quando escolheram o Sá Pinto, foi para ele unir e não desunir a equipa. São casos a mais Sá Pinto e o futebol bem os dispensa.

  4. Há um certo jogador de nome Fernando Dinis (excelente rapaz) que um dia poderá contar como salvou das garras do dito um pobre jornalista dentro da cabina dos «leões» depois de um electrizante Estoril-Sporting B em que o dito Sá exigiu ser «capitão» em vez do habitual Machado. Safa!

  5. Outra

    Aristes, acho que há leis mais do que suficientes para retirar de circulação fulanos como os indicados. A própria polícia (PJ) fica estarrecida com as decisões de certos juizes. Não há meio é de retirar de circulação esses tais juizes. A magistratuta está em autogestão. Isto sim, será culpa do poder político.

  6. O erro começou quando o escolheram. Não esquecer que o Paulo Bento, quando lho quiseram impor, sentenciou: ou eu ou ele.

  7. Já agora para explicar as circuntâncias: o Sr. Boloni deu instruções ao dito cujo para jogar na equipa «B» para ganhar «endurance» mas ele apareceu com uma braçadeira de capitão levada à força da Academia de Barroca de Alva, de um rouperio dos Iniciados. Nessa altura o Sporting tinha uma equipa a disputar o campeonato da Segunda Divisão com miúdos vindos dos juniores. O jogo foi no Estoril, campo antónio Coimbra da Mota. Só não recorod a época seria 2001/2002 ou 2002/2003 ???

  8. Se eu fosse jornalista, não ía à conferência de imprensa do Sá Pinto, é coisa para arriscar um maxilar deslocado e pelo menos duas costelas partidas com a pergunta errada.

  9. Meu Caro João não podes chamar «conferencia de imprensa» a uma pessoa entrar numa cabina cheia de fumo da água quente para registar umas palavras de um jogador em nome de uma equipa. Já agora o Fernando Dinis encontra-se a jogar na Polónia. Votos de Boa Sorte para o excelente rapaz que casou no Verão passado. Felicidades, Fernando!

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