Obrigado, José do Carmo Francisco

O José do Carmo Francisco foi um dos mais activos, e mais originais, autores que passaram pelo Aspirina B, muito tendo contribuído entre nós para a riqueza desta experiência social de partilha e convívio que a Internet estimula. A sua longa permanência num blogue de natureza política e vocação polemista surpreende pela perseverança e constância. Se para alguma coisa, os meios digitais servem para esta liberdade gratuita, cheia de graça.

Quem quiser entrar em contacto com o Zé do Carmo pode utilizar o nosso email.

66 thoughts on “Obrigado, José do Carmo Francisco”

  1. Consideremos o Aspirina uma rua com várias pastelarias. Em todas os bolos são à borla, entra e come quem quer, quem não gosta é livre de criticar o excesso ou falta de açúcar, canela ou seja o que for. Se num dos estaminés os bolos lhe provocam sistematicamente azia, porém, e se tiver no mínimo dois neurónios, o que provavelmente fará é passar a comer apenas nas chafaricas da sua predilecção.
    Só um idiota come todos os dias bolos que sabe antecipadamente que detesta e lhe provocam caganeira, apenas porque são à borla e para ter o fraco consolo de uma desculpa para insultar o pasteleiro. Haverá quem considere um mistério os motivos que levavam o parvalhatz e o outro idiota fugido da prateleira de uma botica a não resistir a uma borla na pastelaria do José do Carmo Francisco, nem que fosse à custa de diarreias em cadeia que os punham em risco de desidratação crónica e em frenesim de diarreia verbal.
    Mas o mistério, para mim, não existe. Em verdade vos digo que só um completo burro, um perfeito estúpido, um idiota chapado, o pai de todos os cretinos, a matriz (ou meretriz) de todos os filhos da puta, é capaz de tal comportamento. Nossa Senhora do Sagrado Autoclismo se abata sobre eles, sacanas dum cabrão!
    Penso, aliás, que a leitura do “Discurso sobre o Filho da Puta”, de Alberto Pimenta, permitirá a eventual compreensão do que poderia levar dois ou três exemplares da espécie a entrar todos os dias na pastelaria do jcfrancisco para se empanturrar com os bolos dele e entrar logo a seguir em choque (ou frenesim) anafiláctico. E ainda se fossem só os bolos. Mas não. Os desgraçados execravam a cor das paredes, o mobiliário, a decoração e até os azulejos do cagatório. Mas todos os dias entravam, comiam, cuspiam, vomitavam, diarreiavam, cagavam paredes, mesas e prateleiras, salpicavam outros clientes e insultavam o dono. “O pasteleiro é criatura completamente desprovida de jeito para a culinária”, guinchavam até à exaustão os miseráveis gourmets de auto-apregoada excelência. E vá de lhe comer os bolos. “São uma merda!”, berravam, arrepelando os cabelos… e no dia seguinte lá estavam de novo a comê-los, e mais uma vez os vomitavam e cuspiam, e voavam para a retrete a desfazer-se em caganeira, e de novo berravam, salpicavam paredes e comensais.
    Na maior parte das vezes, aliás, já nem havia outros clientes, tal a relutância que se apoderou das pessoas de bem, que fugiam de partilhar a sala com eles e os deixavam a ganir sozinhos, massacrando os ouvidos do atónito pasteleiro.
    Podíamos ao menos ter tido a sorte de a Rua Aspirina ter também uma drogaria, além das pastelarias, a ver se o parvalhatz e o fugido da botica se empanturravam por engano com um pudim de raticida, mas o deus dos coliformes não o permitiu.
    Ouço-os agora berrar contra a falta de democracia que lhes veda o direito ao insulto sistemático e cobarde. De esquerda se apregoam, os cretinóides, mas qualquer veterinário cardiologista lhes diagnosticará, sem dificuldade, o coração do lado direito. A “esquerda” deles é a de um Durão Barroso, Nuno Crato, Pacheco Pereira e outros recauchutados, pecadilhos de juventude de que mais cedo que tarde se arrependem, acabando geralmente a “redimir-se” do passado com a mesma virulência que empregam para insultar os desamores do presente. Para este género de “gente”, é apenas uma questão de tempo a mudança formal de campo e a venda ou aluguer das suas duvidosas capacidades a quem lhes pague melhor.
    A esquerda é por natureza, quase por definição, tolerante. Crítica, mas tolerante. Que diferença existe entre a intolerância obscena do bullying sistemático destes energúmenos, na pastelaria do José do Carmo Francisco, e a dos bandos que na Alemanha nazi pintavam insultos e vandalizavam lojas de judeus, afugentando os clientes, aterrorizando os donos e acabando muitas vezes, finalmente, por as incendiar?
    Ao José do Carmo Francisco a minha solidariedade. E para que perceba melhor aquilo com que teve de lidar, aqui lhe deixo extractos de confidências de um dos energúmenos, que consegui através de um primo que namorou uma costureira que remendava cuecas para um irmão que trabalhava nas secretas e há tempos comprou uns DVDs na Loja Mozart.
    O primeiro é curto e elucidativo. Dos outros três, calculo que só consiga ver meio minuto de cada, mas é suficiente para ter uma imagem fidedigna da alma dos bullies que lhe couberam em sorte.

    http://www.youtube.com/watch?v=trWCXshq_Uo

    http://www.youtube.com/watch?v=tRWbF3A5prs

    http://www.youtube.com/watch?v=9js0dD8Kbrw&feature=relmfu

    http://www.youtube.com/watch?v=wqEvEr8xahg&feature=relmfu

  2. lamento que alguem abandone um blogue por força da intolerancia.reafirmo o que uns dias atras disse: não conhecia JCF, até me ser dado ler uns posts seus.pela amostra gostei .Até no nome é original.Peço-lhe que reconsidere, e nos dê uma oportunidade para mudarmos o nosso relacionamento com quem tem o direito de dizer o que pensa mesmo que por vezes não concordemos.Para o unanimismo à força chegou-nos 48 anos de fascismo.Aproveitemos a liberdade,mas não abusemos da dávida que a net nos deu,porque um dia podemos deixar de a poder utilizar,não por obra de JCF,mas de muitos salazaristas, que tambem pisam os caminhos que desfrutamos deste belo Portugal.

  3. Lamento a saída de JCF, mas compreendo que não tenha pachorra para aturar a covardia de dois marretas imbecis.

  4. Agradecimento:
    Quando em dezanove de Julho de dois mil e nove tomei a ousadia de mandar um texto em que não atribuí título, – mais tarde Valupi intitulou-o “Filho de Gente Pobre” – num texto de José do Carmo Francisco, «As cavacas do Gato Preto estão na minha vida há mais de 50 anos» estava longe de prever a minha aceitação no seio do Aspirina B.
    Fi-lo com mãos trémulas e com o pensamento de não o publicarem dada a minha falta de experiência nestes meios. Essa falta de experiência foi-se diluindo, a tacanhez desaparecendo, os incentivos para mandar mais textos continuaram e a partir daqui comecei a sentir-me mais realizado no que respeita à escrita e leitura.
    Quando aos onze anos se completa a instrução primária – entrava-se aos sete anos, as aulas começavam no mês de Outubro, quem nascesse em Janeiro ia quase com oito anos – e a finalidade era o mundo de trabalho, quando se tem competência para se ir para o do ensino, leva-nos a uma certa desilusão e revolta. Se vivêssemos numa cidade onde se podia estudar à noite ainda se podia colmatar essa deficiência. Mas não! Nesse tempo não havia ensino nocturno.
    Por isso parte da minha universidade foi aqui no Aspirina B. E que professores! Não os vou mencionar para não ficar em dívida com algum que possa esquecer. Tenho sempre por lema aprender com todos mas selecciono o que é útil. Tenho por hábito respeitar as coisas que não concordo, criticando-as, com a educação doada por meus pais. Por isso vejo com tristeza a partida de José do Carmo Francisco. Os seus versos, a sua experiência de vida, os seus textos polémicos, ou não, vão fazer falta aqui no Aspirina B.
    Não sei se a intenção dos detractores é a mesma que usaram no Câmara Corporativa. Se é, julgo que encontram uma barreira enorme que dá pelo nome de VALUPI. O maior receio que devemos ter na vida está na frase de Martin Luther King, “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”

  5. Joaquim Camacho bem esgalhado.

    Ao JCF, a minha solidariedade, e tenho pena que a perseguição idiota tenha vencido.

  6. Excelente texto em forma de desabafo, Joaquim Camacho.

    Lamento a desistência do Zé do Carmo, apesar de não o conhecer. Gostava de ler as suas criações, elaboradas à margem da vozearia infrene que às vezes assola a blogosfera lusa e a que um blogue polémico e vertebrado como este não escapa.

    Mas parece-me que estão a dar demasiada importância a dois cagalhões que jazem no fundo da caldeira da árvore. Não podem molestar vivalma, ninguém os pisa, nem sequer os cães vadios, e a sua permanente exposição nas caixas de comentários das criações do JCF serviriam, ao menos, para essas bostas comunicarem entre si a sua linguagem infecta, que porventura lhes aliviaria o sofrimento.

    Ao saír de cena, como já ao fechar as caixas de comentários, está-se apenas a dar importânci a e a ilusão de “vitória” a duas merdas que, no fundo, até sabem bem que não existem, porque a matéria de que são feitas resulta da rejeição violenta de um organismo vivo que não a quis para nada. É não lhes ligar mesmo importância nenhuma e deixá-los a apodrecer num sítio acolhedor, como a caldeira de uma árvore frondosa, erecta e firme.

    A grande vitória da Vida sobre a merda é que até a partir da merda consegue refazer o seu alimento.

  7. tá bonito o velório, pá! e o gajo finou-se de quê? se ninguém fala é porque foi síflis ou cirrose. tamém acho que o gajo deveria reconsiderar e pensar na quantidade de famílias que ao longo destes anos se tornaram dependentes da seccção humorística do aspirina e que ainda não se tinham refeito dos cortes dos 13º e 14º meses e levam com mais uma amputação no seu modo de vida. vou sentir falta do gozo que me dava comentar a merda que escrevias, mas a vida continua para lá da benedita.

  8. Nem sempre lia o JC Francisco mas quando o fazia achava, ao principio, os comentários anti-jcf engraçados. Depois foram se tornando repetitivos e intragáveis. Quando o autor lhes respondia a linguagem estava em consonância com a critica o que quer dizer impropria entre seres humanos que mais que estimarem deviam SEMPRE respeitar-se. Depois deixou de o fazer e os comentários eram mais do mesmo porque aquele tipo de linguagem é sempre pouco imaginativa e chata.
    Já vi aqui outros, que escrevem habitualmente no blogue, serem cobardemente atacados – especialmente o Valupi – e nunca li baixarias nas respostas. Nunca li….
    Aprecio a prosa do JC Francisco que não a poesia…. Mas….afinal quem sou eu? Ninguém!
    Sei ainda que o JCF tem a diabetes e isso também SEI que altera o sistema nervoso e há dias em que quase se prefere não estar acordado nem ver ninguém. Mais não digo. Apenas peço um pouco de reflexão quando parecemos esquecer que quando atacamos o estamos a fazer a gente de carne e osso, sangue e muitas vezes lágrimas, que sente e COMO TODOS NÓS por vezes sofre.

    José do Carmo Francisco, que tudo lhe corra bem e como dizemos por estas bandas estreitas da vida: Que seja feliz. Que seja ditoso,Que viva em paz! Sinceramente.

  9. José do Carmo Francisco, faço minhas as simpáticas palavras do Valupi e da Penélope. Embora as razões do abandono não sejam as melhores, percebo que aturar trolls é, para quem obviamente não tinha disposição, uma tarefa complicada. Bem-haja, e boa viagem.

  10. a certidão de óbito pelo próprio:

    “Agora vou sair pois o paranóico não desiste e vai torpedeando as outras caixas de comentários já que as minhas estão bloqueadas. Tenho três filhos e três netos, por isso não faz sentido eu continuar a sofrer com um paranóico a inverter as verdades da minha vida. Por exemplo – Sou natural de Santa Catarina e fiz o exame da terceira classe em Abril de 1961 para fazer o da quarta em Julho desse ano e o de admissão logo em Agosto. Entretanto ele, o paranóico, vai debitando tudo ao contrário.”

    não nos abandones xico, vamos ter sódades destas perlas e do teu contributo para o aumento da natalidade num país onde muito se fode sem consequências.

  11. “Agora vai ficar sozinho a inverter verdades à sua inteira vontade e capricho. Pode inverter tudo o que quiser. Eu trabalhei com pessoas como Óscar Lopes, Fausto Lopo de Carvalho, David Mourão-Ferreira, Orlando da Costa, Jacinto do Prado Coelho, Carlos Eurico da Costa, Jacinto Baptista, Carlos Pinhão, Carlos Miranda, Vítor Santos, Homero Serpa, Aurélio Márcio, Wanda Ramos, José Cardoso Pires, Mário Ventura, Dinis Machado e Olga Gonçalves – por exemplo”

    agora que fico a inverter, queria dizer-te que tamém gostei de trabalhar contigo, apesar do meu nome não aparecer na lista dos teus assalariados. se calhar foi por ter entrado na fase dos recibos verdes.

  12. Zézinho, tu és o meu Luciano Pavarotti da blogosfera. nunca to disse assim desta maneira – mas és. e apesar de ultimamente não te comentar, leio-te sempre sempre. e os meus dias, mesmo quando são tristes, não serão tão felizes sem te ler. de alguma forma sinto que podes não desistir e continuar lembrando o melhor e calcando o pior que este mundo invisível tem. anda, não me deixes sozinha, fazer da prosa poesia.

    :-)

  13. solidariedade e tristeza pela partida de José do Carmo Francisco.
    Sempre lí os seus posts, acho que é o que mais pode orgulhar a um escritor, que seja lido o que ele escreve.
    Admirei a sua constância de trabalho permanente e presença no blog. Gostas e mais ou menos o escritor era quando menos valor e talento. Sumava e isso é o que tem importancia. É uma mágoa.
    ánimo, volte pronto.

  14. Este epitáfio seria para colocar na minha sepultura mas sendo assim, com tanto fdp que há neste mundo e outros tantos a comentarem este post ofereço-o ao Xico Francisco.
    Paz à sua alma!

    Não chorem a minha morte
    nem perguntem os porquês,
    a todos cabe esta “sorte”
    fico esperando vocês!

    Não! Não! Não foi plagiado! É mesmo meu! Não presta mas a merda que eu sei fazer.
    Eu não faço posts sobre os outros nem posts de auto elogio, não me chamo Xico.

  15. Estou completamente de acordo com João Pedro Costa, ter um troll de estimação é uma honra e pode ser, também, muito divertido. Zé do Carmo, ver um troll a estrebuchar é um dos prazeres do HTML mas há uma única forma de o conseguir, está escrito e tudo, é regra universal – Do not feed the troll.
    Tenho pena que vás embora, meu amigo. Pode ser que agora tenhamos os dois tempo para o tal café.

  16. nunca vi tanto cinismo junto. agora foi comido por um trolha a caminho da floresta quando ia levar o jantar à avózinha.

  17. Ignatz, a tua história é outra e tu sabes que nela, por muitos tijolos que atires, a personagem principal será sempre o Krazy Cat …

  18. Eu gostava do ego do JCF.

    Fazia-me lembrar o zepelim promocional de uma charcutaria.

    No qual aqueles pequenos poemas enchidos a dedo como moiras e insuflados como alheiras seriam transportados até ao Parnaso na sombra do enorme colchão pneumático que era o seu “eu” literário.

    Grande como a vida e dez vezes mais vaidoso.

    Adeus, “Salsicheiro da Poesia”.

  19. já tá melhorzinho, afinal a magdalena francisco foi lapidada à tijolada por uns ratos anónimos. na volta a cricas patrocina esta história aos códradinhos para mostrar aos ménes da troika. será tão dificil perceber que o presunto não prestava e que escusam de andar a inventar desculpas para a mediocridade do gajo.

  20. Quando alguém, tenta dar algo de diferente, fazendo-o com sacrifícios pessoais, dando o melhor de si, em prole de destinatários específicos, contribuindo para diversificação e enriquecimento dum blog como este, é acossado continuamente por alguém que tem por objectivo único, infernizar cobardemente e ignobilmente a vida de outros, se satura com tanta mesquinhez, rendendo-se ao bullying de que foi vítima.
    Da minha parte gostava de agradecer ao JCF, tudo aquilo de bom que nos proporcionou e aceitar a sua decisão, perante os factos a que foi exposto. Um bem haja a ele.

  21. Não me parece que o aspirina perca grande coisa com a saída do JCF. Bom seria que, no que respeita a cultura/literatura, outro fosse o autor a apostar nesta área. Por mais que as palavras que lhe são dirigidas sejam simpáticas, a verdade é só uma, custe a quem custar, muito mais ao JCF – que sempre tem dado provas da sua pouca modéstia: um blog como o aspirina merecia um colaborador com mais qualidade. Os seus textos são pobres, principalmente, quando nos oferece aquilo a que chama poesia. A sua pouca modéstia estende-se até final. Até ao post de hoje, onde refere a lista de pessoas ilustres com quem trabalhou. Escusado, não era? E volta ao tema da 3ª classe, que não interessa a ninguém e que repete, teimosamente, como coisa importante.

    Quantos nomes da nossa cultura, do nosso desporto, têm passado pelos posts do JCF, numa ostentação onde apenas pretendia subir nos degraus da fama? Quantas vezes criticou, até à exaustão, o nome de Saramago e das dedicatórias? Quantas vezes apontou o dedo a banalidades que a só ele interessavamm e diziam respeito? Não vejamos só uma parte da questão. Como é possível que as suas respostas aos comentários tenham descido tão baixo numa pessoa que se auto-proclama jornalista, escritor e poeta com obra premiada, traduzida, conhecido e reconhecido publicamente? Ao empregar os vocábulos mais reles, pôs-se ao nível de quem também os escrevia. Mas com mais responsabilidades no assunto, está bem de ver!

    Também nunca vi que alguns dos que agora se mostram tão solidários, tenham vindo defender o JCF num ou noutro dos seus posts. O próprio valupi tinha o bom senso (?) de não se meter nas conversas travadas na caixa dos comentáros do JCF.

    Pessoalmente, tenho lido vários dos seus posts, mas tenho falhado muitos. Todavia, o que li foi mais do que suficiente. Lembro-me de uma resposta que deu sobre o 25 de Abril, que me chocou, e que era, mais ou menos assim: «Eu, que arrisquei a pele…(…)»… Questionado devido à afirmação, JCF ficou calado até hoje. Aliás, quando a «coisa» não corre bem para o seu lado e é confrontado, tem o péssimo gosto de não se justificar deixando a pergunta sem resposta até o seu erro cair no esquecimento. Mas há outras. A mais recente é esta: JCF escreve: «Os Campinos do Campo…». Alguém pergunta: «Mas há campinos sem serem do campo?» E a resposta: « Foi uma questão de estilo»!!!

    Deixo aqui uma sugestão: JCF crie o seu próprio blogue. Já vai sendo tempo. E siga o conselho do valupi: suprima, altere, acrescente aquilo que quiser nos comentários que lhe façam. Terá toda a LIBERDADE para o fazer. E todos viveremos felizes para sempre!

    Este assunto e este post de adeus, faz-me lembrar que uma pessoa por muito que não preste, na hora do funeral, tem sempre alguém no velório a gabar-lhe os dotes de boa pessoa. Salvo seja JCF! Desejo-lhe saúde e anos de vida! E, se possível. não se faça nem o façam de vítima. Porque lá bem no fundo, você (e os outros) sabem que o não é!

  22. Obrigado a todos e todas – alguns e alguns contactaram por «mail» por razões óbvias. Agora este pobre aqui de cima sugere duas coisas: ainda o corpo está quente e já atiras pedras. Primeira pedra: dizes que a terceira classe não interessa a ninguém, não interessa a ti mas ao bandido que inverteu as coisas interessa e por isso a repete. Tal como falar da Benedita e do Benfica quando eu sou de Santa Catarina e do Sporting. Quanto ao «25 de Abril» era o que faltava – se eu reproduzisse o louvor da minha caderneta militar assinado pelo comandante do R.E.Pontinha estava a dar muita importância a uma cavalgadura qualquer. Quando dizes confrontado tens que ver por quem. Deixa-te de tretas a fingires de santinho. Dispenso os teus conselhos…

  23. Zé, vou dizer-te outra vez e agora ao ouvido, Don´t feed the troll!
    (mas eu estou com uma vontadinha de o fazer que nem imaginas. gosto tantos de malucos e malucas)

  24. as inberdades inbertidas são bué de dibertidas e servem para dibertir atenção do que interessa, não sabes escrever e muito menos pensar, o que nem teria muita importância se não fosses bronco com tendência para a vitimização. agora abanas o tabu pontinha e a tua participação do 25 de abril, ainda vamos descobrir que o original do grandola vila morena foi escrito por ti.

  25. E lá começa o «baile»! E eu a julgar que o JCF, tinha aprendido alguma coisinha. Afinal, lá vem a parte «erudita» do «poeta», como é seu hábito. Na resposta de cima escreveu brilhantemente: «estava a dar importância a uma CAVALGADURA qualquer»!!! Sei que li bem e que nenhum termo ofensivo consta no comentário da outra pessoa. No entanto, aqui temos o grande JCF no seu melhor! Mas não falaste no louvor na tua caderneta militar assinada pelo comandante do R.E. da Pontinha quando te perguntaram como é que tinhas «dado a pele no 25 de Abril»!? O louvor deve ter sido por teres trazido lá da Benedita e oferecido ao gajo algum galaró, umas couvinhas e umas chouriças, aposto. E agora, vai cantar para outra freguesia. Aqui não deixas saudades. E não te fies nas palavras amáveis de quem te diz adeus. Lá para com eles, até suspiram de alívio, pá!

  26. Teresa, não achas que se o Xico tivesse na biobibliografia um troll ou um stalker fazia as malas? Condizia com a vaidade dele, menina! Alimentava a coisa até poder. Quanto ao resto do que li por aqui, em termos de despedida, olha, cachopa, estamos perante aquilo a que se chama em bom português uma cambada de hipócritas. Xau!

  27. Teresa, stalker parece-me mais apropriado do que troll, mas mais rigoroso ainda parece-me bully, ou, melhor dizendo, microbully.
    Ofereço-te a seguir, em reposição, um documentário altamente medalhado sobre um dos bicharocos, um tal de “Parvalhatz”, ou “Ignobilatz”, também conhecido no Festival de Cannes como “Chihuahua Bully”, aka “Bullyoso Bilioso”, aka “The Adorable Microbully with the Megainflated Microbrain”, aka “The Sweetest Poo… sorry, The Sweetest Puppy in the Galaxy”.
    Aqui vai:

    “Chihuahua Bully – An Impossible Dream”:

    http://www.youtube.com/watch?v=RR3_ye_sTWg

  28. José Carmo Francisco escreveu algumas das coisas que mais gostei de ler na blogosfera portuguesa. Nas caixas de comentários aos seus posts encontrei sinais de patologias demenciais que nem sabia poderem manifestar-se em formas tão bizarras. O que escreveu já ninguém nos pode tirar. E não há-de ser um tonto que nos impedirá de conhecer o que ainda tem para escrever. Se decidir criar outro blogue para registar o que leva ao papel, onde pode deixar a gente maluca a fazer barulho do lado da rua, terá aqui um leitor fiel.

  29. Mesmo sem termos a capacidade de nos desdobramos em várias personagens, como o anormal que continua a passar por aqui, mas que já deve per percebido que se acabou a “xuxa”, parece que somos mais que meia-dúzia os que gostamos de ler o JCF. E não somos hipócritas.

    Deixo aqui um abraço ao JCF e à Olinda, que não conheço, mas é uma grande mulher por nunca se ter deixado abater por esta besta ordinária, que lhe chamou tudo, menos Mulher, provavelmente também sem a conhecer de sitio nenhum.

    Fico satisfeito por este “travesti”, ter de mudar de zona para o “ataque”.

  30. jose do carmo francisco, tenho pena que abandone este blog. se as razões da saída são os seus comentadores de estimação deixe-me dizer-lhe que muito ajudaram a tornar os seus posts incontornáveis. tem ali admiradores para a vida!
    espero “encontrá-lo” pela net.
    até breve
    eduarda maria

  31. Por notória falta de senso crítico e irritante tendência para a autopromoção, JCF sempre se pôs a jeito para levar com as bordoadas que aqui apanhou. Que alguém fizesse desse correctivo ocupação a tempo inteiro é coisa que não se entende lá muito bem. Mas a constante gabarolice, mesmo em quem tenha algo de que se possa realmente gabar, é insuportável para o comum dos mortais. A exibição infantil de supostos galões, os argumentos de pseudo-autoridade preenchiam as falhas de resposta de JCF, que parece ter enorme dificuldade em lidar com críticas. Uma crítica para ele é uma estalada, porque está convencido de que nunca a merece. Ora sebo!

    Os termos do correctivo aplicado a JCF seriam excessivos, mas ele também descambava por sistema nas respostas à menor crítica de qualquer comentador. Com isso, mais acirrava os críticos. JCF queria o Aspirina B só para afagos ao seu ego, mas esta caixa é um espaço de liberdade pouco vocacionado para o fim em vista. Se queria manter o seu acrítico culto de personalidade (e continuar a fazer do blogue uma caixa de reclamações contra os bombeiros e os autarcas) podia ter optado por uma de duas atitudes: nunca responder a comentários ou defender-se argumentando serenamente. Mas não, soltava sempre as rédeas ao ego ensanguentado. Muito raramente, se a crítica fosse particularmente ajustada, comedida e benevolente, calava-se. Não porque lhe desse razão, o que está fora de questão numa personalidade narcísica, mas porque preferia saltar sobre a crítica desbragada, no papel de vítima de injusta agressão. Fartou-se? É bom sinal.

  32. Subscrevo, inteiramente, as palavras do «Sapador». Era assim o jcF. Sempre o foi nestes anos todos em que escreveu no Aspirina. Quem merece elogios espera que lhos façam, não os faz a si próprio. O Aspirina, serviu, apenas, para se auto-promover e trazer ao de cima temas pouco interessantes. Dos poemas nem merece a pena falar.

    Procurando, por curiosidade, nos arquivos deste blog, acabei por encontrar alguns posts de sua autoria a merecerem a reprovação de Fernando Venâncio e mesmo do João Pedro Costa. É só procurar, não tirei títulos. Depois, acontece que algumas pessoas se fartaram. Só isso. Agora são apontadas como energúmenos? A memória é curta. Como é possível esquecer as respostas de muito baixo nível que jcF usava nas suas respostas? «Lixo humano», por exemplo.

    Para terminar, mais de uma vez deixei na sua caixa algumas palavras de simpatia para amenizar os comentários desagradáveis. Não se dignou agradecer, Nem uma palavra. Daí em diante não voltei a sentir a obrigação de ser amável.

  33. porque é que a lápide do poeta da benedita na coluna das visitas antigas está em bold e o resto do maralhal em caracteres normais? o camões que se cuide.

  34. Ena pás, o que práqui bai. Pois tenho estado fora e lá na prubincia num tenho salon com intranet. Ora vem. O citoyen da BENEDITA é agora loubado por alguns que nem sequer iam às escritas do homem e choram o «Adeus». Faz parte, meuzinhos. Eu cá só seie que o homem me chamou do nada, filho da puta, lixo humano, que gostava de por as tripas ao sol de alguns filhos da puta, trambolho, animal, vai morrer longe, ofendendo avô torto, só pra dizere alguns dos mimos com que o ilustre poiata distinguiu o travesti. Ora acontece que aqui num há trabestis, caragu, há é bárias pessoas que tacitamente enquadraram as suas iscritas, e criticaram o Bronco da Benedita, debolbendo-lhe os mesmos nomes, pázinhus. Portantos, quando bierem dizer que começou primeiro, ponham as cangalhas, pra ber se partimos de um principio berdadeiro.
    Depois, temos as baidades, a inbeja, o narcisismo do homem que baie ao ponto de nos dizer que tem uma hoover e um citrohein e um cartão gold do não sei quê, que bibe aqui e baie ali. chama cabrestos e charoleses aos que o criticam. Deixou d eo fazer assim que lhe foie isplicado o significado de charoles e de cabresto.
    A iscrita é deficiente, merecedora de outra cheia de erros, critica e gozadora, mas atenta, meuzinhos.
    O ignatz é um gajo INTELIGENTE, que debe fazer roer de inbeja alguns dos moralistas que por aquie andam. A Edie, idem, e eu , ó pazinhos,eu soue um analgésicu pras dores dos parbus que as tême num entendem de onde bêm, alibio, e até curo, táo a bere, ó meuzinhus.
    O pior da treta toda é que eue inté fuie á escola e num me favriquei em bulonha,caragus, ó pasinhus e qunum cumpatuo com preputencia e baidades, fogo.

    Comprimentos a todos

    Ó IGNATZ, meue, é preciso flores,meu, penço que a Edie debe arramjare uma musica à meneira, meu, cáchas, pá?

    Adeus ó bai-te emvora.

  35. Ó coisa enrolada, pázinha, falha-me aturminulugia, meuzinho, tenze de mandare o caozinho pró cuelho pá, quem save, o gajo arranja umas notas pró país pá, e alguns continuam a biajare `aborliu, a frequentare feiras de gado e boltamos aos tempus do leite das bacas turinas. Tás a bere? pois.

  36. “é preciso ter tesão para se entrar em epifania B. e fosse eu porteira: não tem tesão? não entra. e tu não entravas, poeta da treta.!

    Oh Olinda, foda-se minha, baixa lá a cueca e vamos a isso. Ando cá cuma fome…

  37. Atãoe, meuzinho, num se tem coisas dessas, faça-se o luto e respeitem-se as lágrimas de devorador dos apoiantes que nunca leram uma frase da cadonga do exaltado POIATA.

    Fogo Olinda sinhã, nem nestas alturas tu largas os begetais, chiba-se. que cousa, olha só o que esta geração transmite aos desxendentes, ele é só jabardice.Badalhoca, baie a labare a lingua com savão, e deixa-a de molho, ou bolta pra Benedita e ataca no largo do latueiro. Agora aquie, onde é todos tão saudábeis, tamém tenho benuron no nome. Se carecerem é só abisare.

  38. Oh Olinda esqueci-me de perguntar se tu fedes.

    Oh Olinda tu escuta
    o que tenho p’ra dizer:
    eu cá não gosto de puta
    nem de mulher a feder!

    E, afinal, Olinda! Sempre fedes?

  39. O Jaquim Camacho que veio em socorro da Olinda como se ela precisasse de júlios
    também merece qualquer coisinha. Para ele também se arranja isto, por exemplo:

    Oh Jaquim queres guerra ou paz?
    Sabes o que é qu’eu acho?
    Cá para tanto faz,
    tás a servir de capacho!

  40. A despedida do JCF – não por palavras próprias, mas por encomenda ao Val- trouxe mais comentários e comentadores do que traziam habitualmente os seus posts. Eu própria me junto a esta enorme manifestação, mas não para dar manifestações de apoio que antes muitos dos que aqui escrevem nunca deram.

    De qualquer modo, surgem-me questões: a opção de escrever textos com caixa de comentários fechada já não incentiva JCF? Falta un je ne sais quoi? Não será um pouco exagerado (embora muito tuguês, nas alturas das despedidas)) dizer que a saída do JCF é uma atitude digníssima que demonstra a vitória da VIDA(génio do JCF) sobre a merda (comentadores não concordantes)?
    O JCF autocensurou-se porquê, exactamente?

    Não, não vou escrever para o mail do aspirina quando o espaço de diálogo é aqui mesmo no blogue. Porque raio deveria abrir excepção para o JCF? O JCF, pelo seu génio intocável, deverá ter estatuto superior e diferenciado em relação aos outros autores?

    A maioria dos textos do JCF era enfadonha, e sobretudo muito pretensiosa, nunca me ralei com isso e até impliquei com os implicantes que tanto tempo perdiam com tal mediocridade.

    Quanto à musiquinha para acompanhar,Voltaren,
    opto por nivelar por cima- esta música, provavelmente, nem devia estar nesta caixa , mas é uma manifestação da merda contra a VIDA com maiúsculas, tal como entendida em cima. É isto que me interessa, não os cromos da bola.

    (segue abaixo)

  41. O Jaquim Camacho que veio em socorro da Olinda como se ela precisasse de júlios
    também merece qualquer coisinha. Para ele também se arranja isto, por exemplo:

    Oh Jaquim queres guerra ou paz?
    Sabes o que é qu’eu acho?
    Cá para mim tanto faz,
    tás a servir de capacho!

    Vejam a diferença que faz um mim na quadra. Ficava sem sentido como sem sentido eram os posts tão apreciados por alguns do Xixo Francisco.
    Oh Xico se sabes um pouco, poucochinho, da net constrói o teu próprio blog e depois podes espernear à vontade e usar o teu sadismo impedindo o pessoal de comentar.
    Chega-lhes Xico porque tu precisas de espandir o que te vai na alma, pelo menos criticar a EMEL e dizer mal daqueles que te criticam. Tás a ver de quem falo não tás? Dos charoleses, dos fdp, etc., etc., aquela linguagem própria dum escritor e membro de júri que se preze.

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