23 thoughts on “O que é um bufo?”

  1. Para os mafiosos é bufo, para as pessoas do lado da justiça é um arrependido.
    Pois, sempre prefiro um bufo a um mafioso convicto.
    Quando vejo alguem criticar um bufo penso logo que estou perante um mafioso da pior especie.

  2. Val, estás sempre a fazer perguntas difíceis aos teus opositores :)
    Depois o resultado é sempre o mesmo: ficas sem resposta.

    Eu li o artigo do Dâmaso. O homem diz mesmo isso: há uma série de blogs pagos por Sócrates – no fundo, todos aqueles que não alinham na carneirada dos pseudo-casos levantados de há cinco anos para cá contra o PM. Mas isto nem sequer é original. Limita-se a repetir o chavão de que todos os que não são contra Sócrates são xuxas ou mafiosos pagos… Boring!

    O que me chateia nisto tudo é a falta de argumentos minimamente racionais com que nós, os vendidos mafiosos, nos confrontamos. (Bocejo profundo)

    A propósito, a coisa repetiu-se mesmo agora quando o Augusto Santos Silva deu um baile monumental ao Pacheco na TVI. O Pacheco está taralhoco de todo, já apresenta argumentos como ” mas que há coisas que acontecem, há” (como as bruxas, estás a ver?)

    E, no fundo, que mais será esta merda do que uma enorme caça às bruxas?

  3. este bufo parece que é professor e analista internacional…
    será?
    que triste, mesmo nesta “asfixia” em que vivemos…
    como encarará, este bufo, o dia seguinte do seu desmacarar?
    a miséria moral é sempre muito dificil de compreender
    sobretudo
    num analista e professor internacional…
    que triste…
    abraço as suas “vitimas”
    e força, coragem, inteligencia
    que é sempre a melhor resposta aos bufos
    abraço

  4. Neste caso, um invertebrado, hermafrodita, que acreditou na retórica da gamela, ficou a chuchar no dedo enquanto aguardava a chupeta e acabou a fazer beicinho…bidubidubidu
    Mosquito é insecto
    Caracol é caramujo
    Não chora meu bem
    Que eu fujo

  5. bufo, só se for o gajo que delatou o Charrua ou arado ou lá o que é!

    Mas não confundir o bufo com o dever cívico de denunciar um crime ;-)

  6. Ver os companheiros e amigos virarem-lhe as costas um a um pode não ser castigo significante e suficiente. Horrível é, com o tempo, ir-se a esperança de as perdas poderem ser compensadas com novas amizades e objectivos comuns para partilhar. Mas o desprezo da sociedade é indiferente quando a identidade é uma não identidade. De pessoa não pessoa a bosta não bosta não existe percurso. Nem o surrealismo consegue caracterizar a situação: um trajecto pessoal consciente e deliberado de anulação de si próprio como indivíduo. É a identificação com a nulidade absoluta. O personagem merece, por mérito próprio, figurar no almanaque dos miseráveis. Nojo.

  7. Vou escrever um lugar-comum: o Carlos Santos nunca me enganou (a prova está nos comentários do Aspririna-B de há +/- um ano). É sinal de que estou a ficar velho.

    Como lidar com um bufo? O melhor será desprezá-lo, mais tarde ou mais cedo receberá o mesmo tratamento pelo grupelho para onde agora se bandeou. Mas, se fosse comigo, usaria um varapau de lódão ou de marmeleiro na primeira vez que lhe pusesse a vista em cima. Era remédio santo.

  8. Aníbal, estás com o a nona congelada? Eh pá, não vou perder tempo contigo, volta em Maio, depois do calor já ter descongelado os neurónio, e vê se consegues interpretar o que escrevi.

  9. “Trata-se de um predador de topo, encontrando-se nos lugares mais elevados na cadeia trófica. Alimenta-se de ratos, ratazanas, gaivotas, patos, lebres e inclusive de outros bufos e aves de rapina. É violentamente atacado por gaivotas e gralhas em bandos. É principalmente nocturno e emite os seus chamamentos ao anoitecer e ao amanhecer” wikipedia.

    Uma gaivota voava, voava….

  10. O que é um bufo?

    Rui Pedro Soares é um bom exemplo… Mas já foi “bufar” para longe, saiu-lhe cara a providênciazinha…
    Mesmo sendo seu direito a providência (ou será previdência???), fez com que não arranje emprego tão bem pago nos próximos tempos…

  11. quem se preocupa com os bufos são os mafiosos, os criminosos em geral. Muito preocupados estais vós com os bufos.
    Quem anda na luz não se preocupa com os bufos, os que cometem crimes, esses sim, detestam os bufos.
    Criticar os bufos é já um meio assumir que se anda na ilegalidade.

  12. Antigamente quando havia honra e por casualidade aparecia um bufo era de tal modo desprezado, que só lhe restava duas alternativas: uma era viver isolado. A outra por força do isolamento, punha termo à vida.
    Mas, era no tempo em que havia honra.

  13. O “Correio da MANHA” (nao sei o que se passa no meu processador… deixou de ter o til…)é a víscera onde deambula toda a trampa…

  14. Tratando-se de um indivíduos, diria que é alguém sem consciência das atitudes que toma e por consequência dos actos que pratica.

    Os Bufos servem alguém, mas nunca serviram para nada.

  15. O que é um bufo? «Bufo» = • (de bufar), s. m. acção de bufar; • (Lat. bubone), ave nocturna semelhante à coruja; • bufão; • (pop.) homem avarento ou misantropo; • polícia secreta; • delator; • (It. buffo), adj. de feição grotesca; • burlesco. Um termo muito usado pelos comunistas na clandestinidade salazarista; primeiro para denominar os camaradas que “bufavam” / chibavam durante os interrogatórios da PIDE/DGS (por não serem mais cabrões do que carneiros) e depois denominar os delatores anónimos a soldo do regime e da PIDE/DGS. Muito recentemente, após o fenómeno da divulgação de escutas em segredo de justiça, será o termo usado pelos neo-estalinistas para denominarem de forma malcheirosa e desprezível todos os que denunciam a má-fé das suas artimanhas políticas, porque em rigor, num regime democrático não faz sentido nem tem qualquer propriedade o uso do termo «bufo» sobretudo quando aplicado para denunciar na praça pública dos meios de informação altos cargos e figuras políticas poderosas.
    O guia “Prevenir a Corrupção”, com um prefácio do ministro da Justiça, Alberto Costa, pretende ser um contributo no domínio da luta contra a corrupção, “um sério obstáculo ao normal funcionamento das instituições”, foi Publicado a 26-04-2007
    A par de um apelo às denúncias, o manual informa que os funcionários e agentes da Administração Pública têm o “dever legal” de revelar situações ilícitas e que, quando se trata de actos de corrupção praticados por estes, “a infracção é passível de dupla responsabilidade: penal e disciplinar”.
    http://sol.sapo.pt/forums/post/215362.aspx
    É um dever de todas as pessoas de bem denunciarem, às autoridades competentes, os trafulhas corruptos, e demais criminalidade, sob pena de cumplicidade, por omissão. Denunciar os corruptos (criaturas sem escrúpulos e potencialmente perigosas), e restante criminalidade, não é um acto de «bufaria», muito pelo contrário, é um acto de grande nobreza e coragem.
    Em rigor só fala em bufaria quem vive em situação de clandestinidade ou de ilegalidade (o que em democracia soi ser gente mafiosa e do crime organizado).

  16. Errata: onde se lê: (por não serem mais cabrões do que carneiros), deve ler-se (por serem mais cabrões do que carneiros), como é óbvio!

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