23 thoughts on “O povo merece os melhores”

  1. Bom dia, Val!
    Em vez de Graça Franco, deve ler-se Graça Freitas, certo?
    Continuação de bom trabalho. A cidade agradece.
    Abraço,
    Sílvia

  2. sem dúvida nenhuma que o querido líder Xi Jinping . erradicou o gambuzino da China total e completamente e de forma que nem o Mandrake conseguia.
    podíamos pedir ao Xi se dava umas aulas sobre erradicação de cenas ao governo e oposição .
    e francamente , ver aqueles tipos todos no parlamento sentados sem exigir a monitorização , a avaliação de resultados , os objectivos , a linha condutora das medidas para conter o mar -:) , faz muita impressão.
    isto é uma guerra , mas a guerra é mais ou menos isto :Portugal , o povo , encostado ao paredão e o governo a disparar à toa. pqp.

  3. Salazar, cardeal Cerejeira e irmã Lúcia.
    Com o primeiro, nem se dava pela pandemia, a censura cortava toda a informação e a PIDE prendia os infectados e mandava-os para o Tarrafal.
    O segundo punha as culpas no comunismo ateu e excomungava o vírus.
    A terceira fabricava uma vacina a partir da água de Fátima.

  4. A “excelência” a tomar as medidas adequadas seria o “YO” e todos os seus amigos ideológicos.
    Nunca se viu tanto presunçoso a avançar ideias sobre como proceder. São todos uns iluminados, especialistas nesta e em todas as demais matérias. Como é óbvio, não terão nunca que justificar a sua presunção.
    Só uma coisa eu, desde já, avanço com plena certeza: se fosse o Passos a governar, a esta hora já teria uma fatia da minha reforma cortada e muitos mais cortes, sobre os mais pobres e as classes médias, estariam já implementados ou viriam a caminho.

  5. [falando de alternativas sérias, credíveis e não demagógicas, já que]

    O Povo Merece as Melhores

    Em vez de uma Aspirina, uma pastilha Rennie e um penso rápido, o que seria capaz de nos proteger melhor de um cancro no cérebro(*)?

    ❏ Uma colher de sopa de ácido úrico, uma latinha de banha-da-cobra e dez gramas de extracto de múmia.

    ❏ Uma colher de sopa de margarina rançosa, duas de óleo de rícino e três gramas de erva-cidreira.

    ❏ Uma colher de sopa de diarreia de cão, três de diarreia de morcego e três de caganeira de pangolim.

    ❏ Uma dose de Harpic, meia de WC Pato e duas de CIF Amoniacal.

    ❏ Rato Mickey, Noddy e Topo Gigio (trademarks, equivalência problemática)

    ❏ Um golinho de Água das Pedras, dez gramas de Zyklon-B e dois golinhos de Coca-Cola Zero.

    (*) Cancro no cérebro ou no olho do cu, tanto faz, já que, por vezes, a produção do primeiro não difere da do segundo.

  6. Em equipa que ganha não se mexe! Acontece que, há por aí montes de “profetas”,
    a começar nos indigentes profissionais da comunicação social, basta ver e ouvir
    as perguntas e, comentários após o último comunicado do P. Ministro sobre as
    novas medidas a seguir neste período de emergência … falam, falam, falam por fim
    lá aparecem as perguntas que, entretanto já foram respondidas!?!
    Tentam inculcar a ideia de que o Governo está divido que, desta vez o Costa não
    se vai safar, as medidas são tardias, mal explicadas, tanto há excesso como falta
    informação, depois os números não batem certo, já não há camas para tanto in-
    fetado, cereja no topo é o congresso do PCP, uma verdadeira vergonha logo, ali
    em Loures uma zona altamente confinada a fazerem pirraça à população local
    e, podíamos continuar com os montes de parvoeiras que os comentadeiros ati-
    ram para o ar, uns porque precisam de ganhar a vida, outros pensando em ga-
    nhos políticos que não irão ter!!!

  7. Prodígios e maravilhanças do pandémico milagre português e sua exemplar exemplarança para o resto do planeta, da galáxia, do universo e (why not?) do multiverso. Em americano erudito, variações em ré menor sobre a puta da realidade e sua ainda mais puta mania de nos meter os dedos pelos olhos da cara dentro e, em simultâneo, no olho do cu.

    Aqui vai:

    Ontem, 20-11-2020, Portugal teve 6489 “novos casos” e 61 “novas mortes”, em números reais. Em termos comparativos, multiplicando os números reais pelos factores de conversão relativos a cada país, temos os novos casos e novas mortes diárias que Portugal teria se a nossa população fosse a dos países a seguir referidos. O factor de conversão, como é evidente, varia de país para país: 32,557 para os EUA (32,557 americanos para cada português); 14,328 para a Rússia; 20,916 para o Brasil; 136,011 para a Índia; 0,487 para a Irlanda, etc.

    NOVOS CASOS (com factores de conversão)

    Portugal-EUA, 211262-204179
    Portugal-Rússia, 92974-24318
    Portugal-Brasil, 135724-37075
    Portugal-Índia, 882575-46288
    Portugal-Espanha, 29785-15156
    Portugal-Irão, 109899-13260
    Portugal-Holanda, 10927-5933
    Portugal-Irlanda, 3160-329
    Portugal-Austrália, 16307-8

    Ou seja, todos os países atrás referidos estão, presentemente, melhor do que Portugal. Alguns por uma margem abissal, como a Austrália, mas outros por uma margem que, ainda assim, nos envergonha. Mais ainda porque alguns deles já estiveram bastante pior do que nós, como EUA, Brasil e Irão, por exemplo.

    Como se pode ver, até os americanos ultrapassamos, ainda que ligeiramente, em “novos casos”. Sendo os camónes constante e justamente apontados como “campeões” em tudo o que de negativo à pandemia diz respeito, o facto de, presentemente, estarmos pior do que eles no número de novos casos diários devia obrigar as nossas autoridades de saúde a tentar entender e corrigir as causas, o que parece não estar a acontecer.

    NOVAS MORTES (com factores de conversão)

    Portugal-EUA, 1986-1999 (*)
    Portugal-Rússia, 874-461
    Portugal-Brasil, 1276-521
    Portugal-Índia, 8297-562
    Portugal-Espanha, 280-328 (**)
    Portugal-Irão, 506-479
    Portugal-Holanda, 103-51
    Portugal-Irlanda, 30-8
    Portugal-Austrália, 153-0

    (*) Nas “novas mortes”, estamos no dia 20 ligeiramente melhor do que os americanos (1986 nossas contra 1999 deles), mas o “consolo” é fraco quando os ultrapassámos à vontadinha nos dias anteriores:

    2963-740 (Portugal-EUA, dia 16)
    2637-1658 (Portugal-EUA, dia 17)
    2572-1971 (Portugal-EUA, dia 18)
    2246-2065 (Portugal-EUA, dia 19)

    (**) Estamos, por enquanto, melhor do que os espanhóis nas mortes diárias, mas, neste mesmo dia, temos já o dobro de novos casos, o que não augura nada de bom.

    Temos também quatro vezes mais novos casos do que a Rússia e o dobro das mortes diárias; 3,6 vezes mais novos casos e duas vezes e meia mais novas mortes do que o Brasil; dez vezes mais novos casos e quatro vezes mais novas mortes do que a Irlanda; 2038 vezes (!!!) mais novos casos e 153 contra zero novas mortes quando comparados com a Austrália.

    Não me lembrem de novo os chuta-para-canto habituais que há quem esteja pior do que nós. Não me (nos) consola nada e não resolve qualquer problema. À laia de disclaimer, porém, aqui vai de novo: não refiro números de França, Itália, Reino Unido e muitos outros simplesmente porque ESTÃO PIOR DO QUE NÓS e não me interessam como exemplo, a não ser para entender o que fizeram (ou ainda fazem) mal e não cometer os mesmos erros.

    Interessam-me os casos de sucesso (ainda que relativo), que às nossas autoridades de saúde deviam interessar ainda mais, porque é para isso que estão nos lugares que ocupam e é para isso que lhes pagamos.

    Nenhuma das “equipas” falsamente alternativas que o Valupi demagogicamente sugere faria melhor do que a actual, acredito que muito pelo contrário, atendendo ao que conheço dos “jogadores”. Mas iludir as nossas actuais dificuldades no (des)controlo da pandemia com demagogia sem sentido não resolve problemas que na realidade EXISTEM. Não sendo aconselhável substituir a equipa toda, pode, pelo menos, substituir-se um ou outro jogador e, simultaneamente, analisar tácticas e estratégia até agora utilizadas e corrigi-las para o resto do campeonato. Uma das primeiras medidas seria talvez sentar confortavelmente no banco dos suplentes a directora-geral da Saúde, substituindo-a por alguém com uma perspectiva teoricamente menos rígida, mais prática, aberta, abrangente e atenta ao muito que diariamente se vem apreendendo e aprendendo sobre a pandemia, e também mais rápido/a a reagir e a adaptar tácticas e estratégia a essa aprendizagem. Tal medida teria ainda a vantagem de dar à actual directora-geral mais tempo para aprimorar a sua cuidada apresentação diária e o manifesto bom gosto da sua variadíssima e raramente repetida toilette. Continuaria a equipa, no entanto, a contar (criticamente) com o seu saber teórico, que me dizem ser considerável.

  8. eu punha o gamacho no lugar do costa, a aiou a fazer de marta e o reboque agrícola de broche ao peito, o covid intoxicava de vez e ninguém precisava de vacinas e os gajos poderiam dedicar-se à campanha do ventura a tempo inteiro.

  9. Camacho cai na armadilha de todos os “cientistas” apressados: parte impante para as suas conclusões assumindo que a informação de base da análise é fiável e directamente comparável. Para o caso está nas tintas para saber se as politicas de testagem são comparáveis ou se a atribuição de causa de morte é idêntica entre os países que refere. Neste último tópico, por exemplo, continuamos sem saber quantos dos mortos atribuidos ao covid faleceu em virtude da doença ou de outra coisa qualquer, sendo o facto de estar positivo para o covid meramente circunstancial. Enfim….andamos todos ao mesmo: a inventar ! A minha paróquia, por exemplo, vai seguir directamente para o grupo de risco extremamente elevado. Por ter muitos casos? Não! Porque tem pouca gente, bastando dúzia e meia de casos circunscritos a um surto num lar para nos colocar no topo da tabela.

  10. Camacho:
    As soluções que tens para todo o problema local da pandemia, são exclusivamente, porque não leio outra,mandar a Dona Graça de férias?
    Ora aí está uma pontaria primorosa : acertas exactamente no olho do mosquito !

  11. Samuel, as soluções que tenho “para todo o problema local da pandemia” são nenhumas, não tenho formação para as encontrar. Quanto a Graça Freitas, não a conheço de lado nenhum e uma amiga que a conhece reagiu há tempos à minha opinião sobre a senhora assim: “Ai Joaquim, não fale assim da Dra. Gracinha que eu gosto tanto dela!” Será, provavelmente, uma óptima e simpática pessoa e admito, como espero tenha ficado claro no meu comentário anterior, que disponha de grande bagagem teórica, que pode e deve ser aproveitada. Mas a condução, na prática, do combate à pandemia, no que lhe diz respeito, até para um leigo como eu se mete pelos olhos dentro que tem muitas falhas. Basta lembrar o que sobre a pandemia (então ainda não considerada como tal) ela dizia em 15 de Janeiro para perceber isso.

    https://youtu.be/9tcyPdon2bA
    (o vídeo é de fins de Março, mas as declarações são de 15 Janeiro, se não estou em erro)

    Por sorte, houve milhares, talvez milhões, neste país que logo nessa altura não lhe deram ouvidos e começaram (ou tinham já começado) a resguardar-se. O episódio das máscaras, cujo uso ela ridicularizou com arrogância de cátedra, é outro de bradar aos céus. Mais uma vez, e em boa hora, houve milhares que fizeram o contrário do que a senhora disse (papagueando a OMS) e o nosso sucesso inicial, que foi um facto, a isso se deve: as notícias que vinham de fora pregaram-nos um cagaço tal que nos confinámos voluntariamente e aqueles de entre nós que conseguiram adquiri-las começaram a usar máscara.

    É fácil perceber (ou devia ser) que o comportamento das pessoas no combate à propagação da doença tem principalmente a ver com percepção. Percepção da gravidade da doença, dos modos e da extrema facilidade com que se propaga, dos mecanismos ao nosso dispor para evitar essa propagação. Essa percepção constrói-se com base na informação, na clareza, insistência e veemência com que os conselhos das autoridades de saúde chegam a toda a gente, de preferência por excesso, se necessário até à saturação.

    A informação disponibilizada até agora e os meios empregues para a divulgar são extremamente deficientes, confrangedoramente deficientes. Temos também de contar com factores como falta de civismo, ignorância e estupidez, mas também isso pode e deve ser combatido com informação e, em último caso, repressão. Em Londres, durante a Segunda Guerra Mundial, quando as sirenes tocavam, as pessoas sabiam que se não fossem para os abrigos podiam ser reduzidas a pó. Hoje, aqui, quem não ligar às sirenes pode contribuir para reduzir outros a pó e isso não pode ser tolerado. As conferências de imprensa diárias, semanais ou o que for não satisfazem sequer um milésimo da necessidade de informação que refiro e continuam a verficar-se comportamentos que só uma informação deficientíssima explica.

    Existem meios de comunicação poderosíssimos (televisão, Facebook, Twitter, Instagram, etc.) que podem ser usados na divulgação maciça da informação necessária. Isso não tem sido feito e não consigo entender porquê. Explicações possíveis: estupidez e incompetência das autoridades de saúde e/ou espírito de poupança, o que nos remete de novo para a estupidez, pois, neste caso concreto, quaisquer dois neurónios entendem que o barato sai caro. E está na cara que sai caro.

    Alguns exemplos:
    Vi há alguns dias, no início do jogo de futebol Portugal-Andorra, os jogadores das duas equipas a cumprimentarem-se tocando punho fechado com punho fechado! Estou também farto de ver, em programas de televisão nacionais (The Voice Portugal, RTP-1, domingos à noite, por exemplo), exactamente o mesmo cumprimento idiota: punho nu contra punho nu! Repara bem: punho contra punho, a seguir palma da mão a afagar, maquinalmente, as costas da outra mão (ou seja, o punho), depois uma comichão no nariz, ou nos olhos, ou as costas da mão a limpar a boca depois de um copo de água, etc. Porra! Se o vírus se propaga é porque tem maneiras de o fazer! Porquê facilitar-lhe o trabalho de forma tão estúpida?

    Dir-me-ão que, provavelmente, toda aquela gente (nos jogos de futebol e nos programas de televisão) foi testada, e quarentenizada, e alvo de cuidados especiais. Acredito que sim, e em jogos de futebol ou outros é claramente impossível evitar o contacto próximo, não tenho nada contra. Mas então cumprimentem-se normalmente, de mão aberta, de beijinho ou de palmada na peida, e expliquem simultaneamente às pessoas que estão a ver porque o fazem e porque podem fazê-lo. Pedagogia, porra! O género de pedagogia que qualquer um pode exercer! Em vez disso, dedicam-se àquele teatro idiota, que induz em erro e facilita, monstruosamente, o trabalho ao bicho!

    A directora-geral da Saúde não tem obrigação de ver todos esses programas televisivos, mais os jogos de futebol e outros, mas a DGS tem centenas de funcionários e choca-me que não haja pelo menos um a alertar a senhora para tais factos. A não ser que isso tenha acontecido e ela lhe tenha votado o mesmo desprezo que à vantagem do uso de máscara. Há milhões que vêem aquela merda, há milhões para quem o que se vê na televisão é exemplo a seguir, é palavra bíblica. Quaisquer dois neurónios, insisto, percebem que aquela lamentável profusão de maus exemplos, de pedagogia ao contrário, devia ter sido travada há muito tempo, bastava um ofício aos canais de TV que transmitissem trampa daquela, nomeando casos e programas concretos, ameaçando inclusivamente com punição, pecuniária ou outra, que podia chegar ao cancelamento de programas. Garanto-te que aprendiam a lição enquanto o Diabo esfrega um olho.

    E não era para ter sido já feita uma campanha MACIÇA para explicar a milhares de atrasados mentais que a máscara por baixo do nariz não serve para nada? Eu sei que já houve referências a isso, mas eu insisto: uma campanha MACIÇA. Com as tímidas alusões que tem havido, onde estão os resultados? Não estão.

    A DGS podia e devia também contratar anúncios de televisão e de rádio a transmitir diariamente, até ao enjoo, se necessário, chamando a atenção para o erro de tais práticas e suas gravíssimas consequências na propagação da doença. Custa dinheiro, claro, mas mais dinheiro vai custar não o fazer, a tal história de que o barato sai caro.

    Podia dar-te muitos outros exemplos dos motivos que me levam a não ter a Dra. Gracinha em boa conta, mas o lençol já vai longo, tens para te tapar da cabeça aos pés.

  12. Ó camacho nem aceitas que possa haver outras opiniões, para ti se não fazem o que tu entendes é logo apelidado de estúpido.
    Ó entendido houve agora um estudo ( como vês todos os dias há um estudo) vindo do mesmo sitio do vírus, que diz que os assintomaticos não propagam o vírus, e esta hein ?
    Não achas que andam todos a apanhar bonés, para vires aqui com tantas certezas, e ainda por cima com laivos de ditadura.
    Se não percebes de matemática não te ponhas a trabalhar em universos diferentes com premissas erradas. E se também não percebes de medicina não te armes em curandeiro, só revelas aquilo que chamas aos outros.

  13. Ó CS :

    É assimautomático :
    claro que um assintomático pode espalhar o vírus, basta não ter cuidados básicos de higiene, seja, tocar numa superfície contaminada, não desinfectar as mãos, e tocar noutra superfície. O “snr. que se segue” toca na superfície contaminada, leva a mão à boca, esfrega os olhos, coça o nariz, e está feito ao bife .
    Porque motivo se limpam as cadeiras e as mesas nos locais públicos ?
    Precisamente por causa disso .

    Aliás, a verborreia/protagonismo e a ligeireza é tanta que parece que já se emprega o termo assintomático, indistintamente, para designar pessoas que estão assintomáticos, porque pura e simplesmente não têm o vírus no organismo, como também aqueles que o têm, mas não apresentam sintomas .

    É o que sugere o estudo da dra. Maria Van Kerkhove, mais uma “especialista” da OMS :
    Segundo ela, que dividiu o assunto em três categorias, existem :

    People who never develop symptoms (asymptomatic)
    People who test positive when they don’t yet have symptoms – but go on to develop them (pre-symptomatic)
    People with very mild or atypical symptoms who do not realise they have coronavirus .

    Uma vez que ela cria especificamente o grupo “pessoas que testam positivo” mas não têm ainda sintomas – mas que avançam para desenvolvê-los ( os pré-sintomáticos ) – sugere que o primeiro e o terceiro grupos não foram testados . Se com relação ao terceiro grupo não se levantam muitas dúvidas ( people who do not realize they have coronavirus ), logo já estão infectados, já com relação ao primeiro grupo, deixa a porta aberta ( repito, uma vez que não deixa expresso, que foram submetidos a testes ) a incluir nos assintomáticos, tanto aqueles que não têm nem o vírus nem, claro, sintomas, como aqueles que o têm, mas não mostram sintomas .
    E prontos, não precisei de escrever o Estendal de Noronha de Nascimento – trinta e tal páginas – para dizer de minha (in)justiça sobre o “assumpto”, já sabia de antemão, da impossibilidade de contarmos com a justiça para a solução do problema da corrupção/enriquecimento inexplicável, face aos pilares e dogmas do ofício ( não discuto a necessidade dos mesmo, apenas constato uma realidade, e assim sendo, deia-se a tabela remuneratória dos assalariados da justiça, ao pessoal médico e de enfermagem, são bem mais úteis à Comunidade ) .

    PS : o vermelho e o negro, o Estendal de Noronha, e Le rouge et le noir, de Sthendal .
    BTW, vermelho e negro, são também as cores do direito . Mas no romance de Stendhal existem várias interpretações, a mais comum a de que o vermelho simboliza o exército e o negro o clero, uma outra, a de que é uma alusão à roleta, um jogo, o destino comparado a um jogo de sorte ou de azar, a bola tanto pode cair no negro como no vermelho, outra ainda, a das cores da guilhotina, mas estou a divagar, quanto ao “estudo da China”, porra, agora até já dizem que os casos que têm agora, são importados ( o Bush junior dizia que a maior parte das importações dos USA vinham de fora, heheh ) que credibilidade tem a China ?

  14. Porque se limpam as cadeiras e as mesas nos locais públicos?
    Segundo outro estudo é apenas “teatro sanitário “.
    Deixa de ser hipocondríaco, olha para ti e deixa os outros em paz.

  15. Não sou hipo(cavalo)condríaco, e também não sou portador de assinus(asno)site .
    O abate de 18 milhões de martas (segundo uma TV, visões de acordo com outra TV) na Dinamarca e agora mais uma mortandade na França (de visões) será também parte do “teatro sanitário” ?
    Como se transmite uma zoonose ao ser humano, no caso de o animal portador não ser sequer comestível ?
    Pelo contacto não é verdade ?
    Donde, as medidas de higiene .

    PS : não é o visão que se senta à mesa do café, é sim porventura o empregado da visionaria (aviário de visões) que pode estar infectado . Se o visão está contaminado pelo covid e é criado num aviário, pode dar-se um cruzamento entre os vírus do covid e da gripe aviária, o que seria aterrador, o fim do Mundo em quecas . Mais explícito que isto não posso ser .
    Já se se desse o caso de ser uma marta a sentar-se à mesa do café, aceito como válida a sugestão do Camacho, da palmada no rabo, em vez do convencional toque de cotovelos, que deve ter sido inspirado no tradicional adágio “falar pelos cotovelos” .
    Por falar em falar pelos cotovelos, estou a teclar com os mesmos (baseado num estudo que diz que não há hipótese de contágio). Segundo outro estudo, pode-se teclar com a ponta do nariz .

  16. Pois, é por isso é que o responsável pela matança se demitiu.
    Deixa de ser totó e estuda mais um bocadinho para não fazeres figuras tristes.

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