12 thoughts on “O populismo tem carteira de jornalista e arrogância imarcescível”

  1. gostava que o miguel ribeiro explicasse se o que o fez perder a serenidade, a discrição e o temperamento foi devido às respostas do porfírio ou à insistência das perguntas da régie que lhe martelaram pelo aurícular. só isso fará a diferença para julgarmos se é um tripé de microfone ou se tem necessidade de recorrer ao facebook par serenar a consciência. até tinha boa impressão do moço e não suporto o pedantismo do porfírio, mas quando vejo interrogatórios destes lembro-me da pide e das confissões pré-preenchidas só para assinar.

  2. fui rever o filme. aquela cena do não-dizes-o-que-eu-quero-acabo-já-com-isto só foi possível porque o interrogatório foi feito à distância, caso o porfírio estivesse no estúdio tinham que correr de lá com ele ou o miguel abandonar a sala, o que era uma bronca maior. fiquei sem perceber se o convite foi para uma entrevista, comentário ou prestar declarações, porque o que passou foi um debate entre os dois, onde o pivot falou mais e foi mal educado com o convidado.

  3. Eu fui colega de Faculdade do Valpaços, essa era a sua alcunha, pois Valpaços era a terra de origem, de onde viera aos 18 anos para desembarcar na ESJ do Porto. Um bom rapaz, crédulo, vítima de partidas e um pouco provinciano, Quase ninguém apostava no seu futuro como jornalista mas surpreendeu. Por ter sido meu colega de turma e pela posição de pivot, fui acompanhando a carreira. Nunca o achei amalucado como outros ou malicioso e sabugo como tantos mais. Pelos vistos, perdeu agora as estribeiras. Fica-lhe mal mas não penso que um episódio possa manchar toda uma carreira. Ou pelo menos espero que não, O Valpaços, até por algumas partidas mais maldosas de que fui à época conivente, sem que ele tenha ficado ressentido ou se tenha vingado, era bom rapaz e pelo seu percurso merece do meu ponto de vista direito ao seu bom nome profissional.

  4. Valupi, de que entrevista se trata? Em que programa e canal? Podes oferecer aqui o link às queridas massas populares do pardieiro?

  5. A despropósito: desfile de múmias no Cairo, seriam 23 com a do Bolicoiso. Riscado da lista por não conseguirem eliminar o cheiro, sobraram 22. Sempre achei que o gajo estava era mal enterrado, a vida deu-me razão.

  6. Foda-se, já vi! Foda-se again! FODA-SE E REFODA-SE! Mas que idiota arrogante e infantilóide, malcriadão do caralho! A Comissão da Carteira não lhe cancela imediatamente o cartãozinho? Não acha aquilo desprestigiante para a profissão? E o Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas? Estará a dormir?

    O que também nunca cessa de me espantar é a capacidade de encaixe dos Porfírios, parecem não entender que quem muito se baixa o cu lhe aparece. Enfim, nem todos têm a arte de um José Sócrates para lhes responder em espécie e os pôr a rabiar, teremos de viver com isso.

  7. quem está a dormir és tu, que não fazes a mínima ideia do que falas. o sindicato dos jornalistas é controlado pela cofina que elegeu empregados e amigos para darem cobertura ao jornalismo que fazem. se fosse um assumpto tvi talvez fizessem uma recomendação.

  8. Imarcescível?? eheh o Valupi anda a ler o dicionário
    Mas quem é que tem pachorra para a conversa da treta dos Porfírios? Só se fôr a Fátima Campos Ferreira.

  9. Bem, pelo que percebi na entrevista, é mais do mesmo.
    O desporto preferido dos jornalistas é a caça ao xuxa e não tem temporadas, é permanente. Sabem que é o que os patrões querem.
    Comecei a aperceber-me disso, gradualmente, durante a última parte da governação de Guterres. O exemplo mais flagrante é o momento de glória do mano Costa mais novo.
    Antes disso, não era tão notório e até assisti a algo inédito que foi a SIC ridicularizar o Cavacoiso.
    Claro que deve ter sido o Balsemão a mostrar ao prepotente algarvio quem mandava na chafarica e só assim tivemos o prazer de ver o burgesso a encher as fuças de bolo rei , quando perdeu as presidenciais.
    Passados alguns anos, para meu espanto e mesmo depois das figura tristes que fez, conseguiram levá-lo ao colo até Belém.

    A ideia que se pretende passar é:
    Se a conversa do xuxa passar sem “bullying” é porque o jornalista foi pressionado (pelo governo, claro) para fazer papel de microfone. Porque, claro que os jornalistas não são corruptos nem têm agendas, só os políticos.
    Aliás, basta tirar uma pequena amostra de uma série de entrevistas a políticos para perceber como é que a coisa funcemina.
    Até a malta do resto da esquerda é bem tratada se mandarem umas farpas aos xuxas. Eles sabem-no e contentam-se com esse ossinho, senão são ignorados.

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