5 thoughts on “O Pacheco é que nos podia esclarecer”

  1. Ó Valupi, a tua certeza que pões como dúvida também já desde o princípio eu a tinha como dúvida-certeza. Lembram-se daquela notícia, logo após a victória eleitoral que dava o Relvas saindo(ou indo? ou estando? ou passeando, tanto faz) da sede em conversa de orelha com o patrão da ongoing? Pois.
    Claro que quem tomou o leme é o Relvas: Passos não passa de uma criação balofa, vazia de pensamento e capacidade de decisão, sobretudo medíocre e por conseguinte hesitante em tomar medidas e ir prá-frente de cabeça. Relvas, sendo igualmente vazio de ideias é o tipo estilo estúpido-esperto, que dado a sua estúpida ignorância se lança prá-frente sem olhar a medos, meios, legalidades, leis, direitos ou o que quer que seja porque: o poder é ele, porque ou já o sentiu, ou viu-se obrigado a exercê-lo face à atrapalhação e incapacidade do sócio superior, ou porque é de sua natureza, como ignorante, julgar-se sábio com certezas e sem dúvidas.
    A via larga da moura com portagem para o Bairrão foi, até para cegos, o Relvas que obrigou o Passos a marcar passo e o idiota-mor do Macedo a fazer figura de palhaço paspalhão dessa história de homens menores.

  2. Não teria havido um telefonemazito do Relvas ou doutro estúpido qualquer paras as Secretras àcerca do Bairrão? O Pachecóvio é que podia investigar essa sujeira já que ele é perito e tem experiência em meter as mãos na merda. Acabada a PIDE e o KGB o Pachecóvio estará sempre garantido. Terá emprego pelo menos na CIA.

  3. É o Pacheco mas não o «nosso» o Manuel Pacheco que foi guarda-redes na juventude e trabalhou no EP Paços Ferreira. Nada de confusões.

  4. O caso Bairrão e agora este balão de ensaio Crespo-goes-to-Washington revelam a forma de governar do dueto da corda Coelho-Relvas, maquievelinhos à moda do Minho. Estão a tentar criar armadilhas às direcções do SIS e da RTP para as demitirem e as substituirem por laranjas podres. Claro como água.

  5. Mas o “talento” de Relvas também se mostra, exuberantemente, na comissão que vai estudar/definir o Serviço Público da Rádio e da Televisão (a definição está feita há que tempos, integra os estatutos de concessão quer da TV quer da Rádio e a UER – União Europeia de Radiodifusão – que inclui a RTP, também já o fez há anos..).
    O presidente é..um economista.. o sr.João Duque, que andou a fazer fretes ao PSD durante o governo Sócrates.
    Um dos membros da comissão é Sarsfield Cabral, director de Informação da…Rádio Renascença..!
    Outro é Felisbela Lopes, que viu recusada a sua candidatura a Provedor de Opinião da RTP.. Mais Cintra Torres, um adorno da nossa praça comunicacional, conhecido pela sua “simpatia” pelo serviço público de televisão, e mais J.Manuel Fernandes, que dispensa apresentações..Entre outros.
    É impressionante o despudor destas atitudes do ministro Relvas. Mas parece que ninguém se incomoda…

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