O nome das coisas

Que nome se deve dar a quem, escrevendo na “imprensa de referência” onde assina opiniões como “jornalista” e acabado de chegar de uma honra de Estado onde foi considerado um exemplo para a comunidade pelo Presidente da República, se lembra de ir buscar o nazismo, o Holocausto, a pessoa de Adolf Eichmann e a reflexão de Hannah Arendt para insultar, ofender e caluniar Vítor Constâncio mais um número indeterminado de cidadãos?

7 thoughts on “O nome das coisas”

  1. Uma coisa é certa o “estropício” que, falhou como jornalista e escritor, é um
    produto da educação e má formação que lhe foi ministrada no ensino público
    conforme o próprio fez questão de salientar!
    Com um conhecimento limitado da vida apesar das muitas citações que possa
    fazer, até nas calúnias que desenvolve mostra falta de inteligência por isso, não
    merece que se gaste “tinta” ou tempo com os seus dislates!
    Trabalhando para a sua reeleição o presidente Celito resolveu ser coerente com
    a sua posição de defensor das direitas, dando maior palco a um caluniador pois,
    como é sabido não costuma dar ponto sem nó! Lamentável, é a RTP estação que
    devia ser pública, pois cá está o contribuinte para os buracos, dar mais de meia
    hora de tempo de antena ao “jornalista” efémero “presidente” do dia 10 de Junho!!!

  2. O trio de fedorentos no estado visível de “sombra” já anda tão ensombrado e vai tão embalado e viciado, pelas pontas, no escarro-de-seu-maldizer-caluniar que não conseguem mais sair desse registo nem mesmo se são convidados, impensadamente, para uma sessão solene.
    Já nem nos apercebemos quem calunia mais; parece um despique com direito a taça pela vitória de maior caluniador.
    Claro, não há taça à vista mas não faltará o devido prémio pecuniário dado em paga do frete, da subserviência, da servidão disfarçada de opinião.
    Mal acabada a farsa da rábula do “eles” e “nós” , do “objectivo claro e da coisa em que acreditar” que nos dê uma “pertença” (a quem?), da apologia da “gente banal envolvida em feitos extraordinários”, etc, etc, o tal sabidão que sabe de experiência própria ” que não é pelo talento e pelo trabalho que se ascende na vida” logo ontem à noitinha lá estava outra vez na TV pública a perorar na tentativa de esclarecer as “más interpretações ” que tinham dado ao seu discurso de cunho redentor.
    Cunho redentor no subtexto de apelo aos banais como os melhores contra as elites, na ideia de que é preciso algo em que se “acredite”, de que “alguém” faça sentir aos portugueses que lutam por “um bem maior” tudo acompanhado a molho lacrimogénio dos sacrifícios dos pais pelos filhos das famílias banais e pelo mistério do que poderá acontecer no futuro à Carolina, ao Tomás, ao Gui ou à Rita, a ele ao país e ao mundo.
    A canalhice que se entende na perfeição pela leitura do subtexto fica desde logo desmascarada quando sabemos de seus declarados e entusiásticos apoios políticos recentes a: Cavaco e depois a Passos Coelho. E agora.
    São estes os políticos que o vendilhão fedorento considera a “elite” boa capaz de nos dar um objectivo e uma crença redentora clara em que acreditar.
    Precisamente aqueles que mais lutaram e legislaram para promover a desigualdade e a proletarização das classes média entre os portugueses, a tal gente banal, são os que o trapaceiro acha mais capazes de olhar pelo futuro do filhos das famílias banais.
    Para quem se imagina um pequeno deus que escreve mensagens nas entrelinhas é preciso saber ler tais mensagens e descobrir que, no fundo, tais textos-mensagem não são mais que embuste de “fake news”.

  3. O que se lhe deve chamar é, J.M. Tavares, um ex-jornalista do Correio da Manhã, de Direita, anti- Governo, anti-socialista, apoiante de Passos Coelho, da santa Joana, indecoroso perseguidor do ex-primeiro ministro José Sócrates, personalidade que, por tais “qualidades”, foi escolhida pelo P.R. para Comissário do 10 Junho. Julgo que com esse nome fica bem identificado.

  4. O Victor Constâncio é um gozador.

    Lá que goze com os deputados , eles puseram-se a jeito, já o Berardo fez o mesmo, mas fazerem do zé povinho parvo, isso não!

    O JMTavares faz bem em denunciar o caracter do dito Governador do Banco de Portugal

  5. Porque carga de água e artes mágicas Victor Contâncio foi sempre não só sério como um considerado professor economista que até foi escolhido, na altura, pelo PS como contraponto do economista Cavaco recém-escolhido no PSD.
    Depois foi sempre um considerado bom Governador do Banco de Portugal até à falência do BPN , um caso estrito do cavaquismo, o qual Cavaco mandou submeter à administração do BP depois da merda e gamanço feita pelo seu ex-ministro das finanças nortenho para, mais tarde “descobrir” a má gestão do BPN feita pelo BP governado por Victor Constâncio.
    Mesmo depois do alarido cavaquista cá dentro contra VC, este foi para adjunto do Governador do Banco Central Europeu e sempre aparecia junto do Governador e nunca este o acusou da mais pequena falha e muito menos de desonestidade e falta de carácter.
    Guterres, cá dentro, foi considerado “fugitivo” e ter falta de carácter por se ter demitido dado já não ter condições para governar e preferir dar voz ao povo soberano em eleições esclarecedoras do que viver no pântano político que se vivia, a coisa mais democrática do mundo.
    Foi designado para o alto cargo de responsável pelos refugiados da ONU e dado o seu bom desempenho nesse trabalho concorreu a Secretário Geral e foi o eleito depois de debates entre vários concorrentes do mundo.
    Se já havia demonstrado qualidades ao serviço da ONU antes, agora, como Secretário Geral é de forma tal considerado lá fora que já teve direito a capa na Times.
    Sócrates considerado há dias por Dragui como o governante da UE que tinha apresentado a ideia e um plano para evitar o resgate e a troika em Portugal e noutros países em situação semelhante que lograra a aprovação da Merkel, contra o ministro coxo alemão, e que durante todo o 1º mandato o Cavaco elogiou e tentou usurpar os feitos, os de cá dentro, não o podendo derrotar politicamente usaram o MP para o fazer de forma indigna.
    Este caso de vergonha continua para todos os de cá dentro se servirem dele como caixote dos corruptos onde todos os verdadeiros corruptos depositam a corrupção própria tal como depositam a moeda na caixa das esmolas e sairem da missa santificados.
    E porque carga de água e artes mágicas políticos portugueses são impolutos e bons em altos cargos lá fora e são uns porcos e maus e sobretudo uns “falta de carácter” e mentirosos cá dentro?
    Como dizia o sábio feito a marcelo, há “eles” e “nós”.

  6. Vou pedir dinheiro emprestado. Se não pagar a culpa é da minha mulher, do meu filho e dos meus 2 cães, que me deixaram pedir o dinheiro sabendo que eu podia pedir sem consetimento deles apesar de agora dever ter tido o seu consentimento, mesmo que para isso quem me emprestou achasse não ser preciso consentimentos.

    Com sentimento digo que é claro como água!

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