O melhor amigo dos jornais

No dia a seguir à publicação da entrevista em que Sócrates volta a reclamar a sua inocência e em que volta a repetir que o Ministério Público ainda não lhe apresentou qualquer prova de corrupção, o Correio da Manhã publicou uma notícia onde se alega que Joaquim Barroca disse ao juiz Carlos Alexandre que tinha sido ele a enviar 12 milhões de euros para uma conta de Santos Silva a pedido de Hélder Bataglia. O registo de escrita designa esse dinheiro como sendo de Sócrates, o que faz com que no texto se assuma como lógica a ideia de que Barroca tenha verbalizado ao juiz o mesmo que a notícia verbaliza para o leitor, isso de ele saber que o dinheiro em causa era para usufruto de Sócrates como recompensa pela sua corrupção a favor do Hélder e/ou do Grupo Lena. A situação de prisão domiciliária é também apresentada como prémio (??) pela “confissão”.

Barroca poderá, ou não, ter dito o que a notícia relata. Ou poderá ter dito parte, e o jornal ter encaixado o resto de forma a parecer que tudo vem da mesma fonte. O ponto principal não é esse mas o de a notícia não ter causado qualquer protesto no espaço público. Os cúmplices do costume deram-lhe destaque na indústria da calúnia e à volta fez-se silêncio. Que significa esse silêncio? Que a manobra foi eficaz, que a percepção de culpa de Sócrates se adensa a cada golpe construído em nome do Ministério Público e do juiz de instrução. E que a comunidade se conforma com a violação sistemática, obscena, inimputável do Estado de direito. Com crimes cujos primeiros suspeitos são agentes da Justiça e magistrados.

Há uma outra possibilidade, porém. A de ter sido o nosso querido João Araújo a entregar as informações ao pasquim. Isso explicaria o bocejo com que elas são recebidas. Todo este carnaval onde há jornais que são megafones da acusação pode estar a ser orquestrado pelo Araújo a troco de uns euros; ou mesmo à borla, só pelo gozo de abandalhar e “descredibilizar” a investigação, para ir buscar a maravilhosa tese do Rui Cardoso. É sabido que Sócrates, e qualquer um do seu bando de facínoras, é capaz disso e de muito pior. Aprende-se nos meios de comunicação social.

Não há dúvida, isto do segredo de justiça é o melhor amigo dos jornais. De alguns.

119 thoughts on “O melhor amigo dos jornais”

  1. O orgão do juiz Roy Bean já anunciou: espanto e prodígio, homem de negócios de grande calibre transfere dinheiro para empresário de construção civil que lhe está a construir vastos empreendimentos!

    Uau, deve ser facílimo provar que a maçaroca provém do contrabando ilícito de maços de tabaco…

  2. A entrevista de Sócrates é de tal forma arrasadora, que os chacais de turno teriam que rosnar de qualquer modo.

  3. Valupi

    Eu não tiraria a conclusão de que este silêncio significa que “… a manobra foi eficaz, que a percepção de culpa de Sócrates se adensa a cada golpe construído em nome do Ministério Público e do juiz de instrução. E que a comunidade se conforma com a violação sistemática, obscena, inimputável do Estado de direito. Com crimes cujos primeiros suspeitos são agentes da Justiça e magistrados”.
    Antes me parece que cada vez menos gente leva a sério o que o CM diz na 1ª página (para ele próprio contradizer no corpo das notícias”.
    Veja o meu caso, por exemplo: Quando esta manhã li a 1ª página do CM adivinhei tudo o que estava no corpo da notícia sem precisar de a ler ! (mais tarde confirmei pelos comentários que vi fazer à mesma). Sou vidente, portanto !
    E ainda acrescento: foi fraquinha a resposta do MP ao fortíssimo ataque de Sócrates na dita cuja entrevista. Fraquinha e sem “factos novos, semi-novos”. E isto depois de o ex-Ministro do Ambiente ter detonado completamente a história da “corrupção” em Vale de Lobo via PROTAL.
    Eu diria que a investigação passa por dificuldades até para fingir que continua a fazer alguma coisa.
    E tem mais: devem estar por aí a estoirar as respostas a dois recursos (um da Relação sobre a prisão preventiva decretada em 9 Março e que está bastante atrasado – porque será ?, e outro, oh, sim, outro do Tribunal Constitucional !). Aguardemos, pois !

  4. o ministério público tem que justificar a prisão preventiva do barroca. se escavarem um pouco mais vão descobrir que vale do lobo adjudicou umas obras à construtora do lena que por sua vez subcontratou trabalho ao santos silva e se escavarem mais ainda começam a aparecer as comissões dos facilitadores psd.

  5. Gungunhana Meirelles

    Há milhares de possibilidades para o Helder Bataglia ter transferido dinheiro para o Carlos Santos Silva através de Joaquim Barroca, sem que alguma delas tenha a ver com Sócrates.
    E também parece muito natural que nem o Carlos Santos Silva esteja na disposição de falar (não é obrigado a fazê-lo), nem o Bataglia esteja na disposição de se “deixar entrevistar” pelo Rosário Teixeira. Está em Angola e por lá vai continuar, portanto … temos pena.
    Mas percebe-se à légua que são pagamentos de serviços feitos pelas empresas do Carlos Santos Silva, que ele decide receber desta forma para não pagar impostos. No entanto, nem pelo crime de fraude fiscal poderá ser acusado porque está amnistiado pelo RERT3.
    Mas o que é absolutamente decisivo neste caso é que o dinheiro está, sempre esteve desde a abertura das ditas contas bancárias há 10 anos, no nome de Carlos Santos Silva, e ainda por cima os “últimos beneficiários das contas” pelos vistos são várias pessoas, e nenhuma delas se chama Sócrates !
    Com tanta fuga de informação é absolutamente fantástico como é que o CM ainda não descobriu o nome desses “últimos beneficiários”. Se calhar é porque o conhecimento desse simples FACTO NOVO arrasava de vez uma investigação semi-morta !

  6. jasmim, eu dou uma ajudinha. é voluntário do exército de salvação da coligação e foi destacado para controlar o caixote de comentários do aspirina. quer convencer o pessoal que isto tem 1/2 dúzia de leitores e 2 comentadores, ele próprio e o valupi, que afinal sou eu.

  7. Olinda

    A questão do João Araújo prende-se com a insinuação de que teria sido ele quem forneceu a gravação do interrogatório à revista Sábado.
    Como pela 1ª vez uma “fuga” de informação beneficiou tremendamente o arguido, já em desespero, depois de verem que tinham metido a pata na poça, tentaram esse número ridículo !
    Depois de 599999999999999 … “fugas” de informação com intenção deliberada de prejudicar o arguido, desleixaram-se, não viram que aquele interrogatório era uma anedota que os prejudicava, deixaram aquilo “fugir” para a revista Sábado, e depois tentaram pôr as culpas no advogado de defesa.

  8. Após a entrevista de Sócrates no MP até parecem baratas-tontas.
    Reparem a última:
    “O Ministério Público confirmou a realização de buscas na Câmara Municipal de Loulé relacionadas com a denominada “Operação Marquês”, inquérito no qual o José Sócrates é um dos arguidos”.
    Mas como está tudo em “segredo” a PGR não especificou exactamente que diligência os investigadores lá foram fazer.
    No meio disto ainda apanham algum autarca Laranja em cuecas e têm de recuar … ahahahahah !

  9. então porque não me expulsam ?

    E olhe que se não é, parece, tal o tempo que passa aquí enfiado, parece a caixa de ressonância, canta um, palra o outro, também trabalha na publicidade, como o Valupi ?
    Pagam bem os gajos, prá imagem, e o caralho, claro, tudo com dinheiro da chulice, o contribuinte paga impostos, destes, uma parte é para subsidiar os partidos .
    Você pediu-me, num outro lado, prova da compra do computador e cópia da declaração de IRS – e chama inquisidores aos outros – eu nunca lhe pedí provas de que trabalha pro bono, para o PS, nem aliás podia, mas se perguntasse ao PS, se você consta da lista de pagamentos, o partido mandava-me dar uma curva.
    Pergunto-lhe, e é a última oportunidade que lhe dou para clarificar tudo e limpar a sua imagem:
    Qual é a sua declaração de interesses, quais são as suas motivações ?

  10. eu perguntei-lhe se não seria uma fachada para um destes tolinhos que andam para aqui e que mudam frequentemente de nick, alguns deles, potventura já fizeram o périplo caso Esmeralda, Alexandra, a menina russa, Carlos Cruz, e outros, enfim, gente que logo que vê uma oportinidade de se juntar ao coro de lamentações, salta, como os lemures, de um lado para o outro, segundo me conta, é a primeira vez que aquí comenta, pronto,
    surgiu assim do nada, e trazia um longo texto preparado, é possível que aconteça, assim sendo, só me resta apresentar-lhe um pedido de desculpas.
    são para aqui atraidos

  11. Jasmim Silva, sabeis muito sobre o caso, e impressionou-me muito mais ainda esse recurso para o TC. Pois, parece que o TC gosta muito de desmanchar o trabalho de juízes. Sabe, chez Raton, os juízes só o são de nome, e são os primeiros a violar a CRP – a que deviam guardar. Quer um exemplo, quer? Sendo a vida humana inviolável, porque razão há uns anos atrás os tipos de Raton vieram dizer assim: prescreve a primeira morte, prescrevem todas as que se seguiram àquela. O processo? é o processo que alguém falava ontem por aqui, sabe, o dos hemofílicos, fogo, e os tipos comeram com a prescrição. O PXUXA calou-se tão bem caladinho, mas agora vem questionar a prisão preventiva. Acredito plenamente que o TC faça as coisas à medida dos PXUXAS, tá a bere? Baie fazê-lo se o PÉECHE ganhar, num dubide. Bomessê percebe, hum?oqueie.

  12. a ideia das buscas à câmara de loulé foi noticiar mais uma vez que o sócrates “está indiciado pelos crimes de fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e corrupção passiva para ato ilícito” e que o presidente actual da câmara de loulé é do partido socialista, só se esqueceram do pequeno pormenor dos dois mandatos camarários anteriores, quando suspostamente ocorreu a coisa, terem sido do psd.
    http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/psp_ministerio_publico_e_autoridade_tributaria_estiveram_na_camara_municipal_de_loule.html

  13. A entrevista do 44 é simplesmente a resposta de um ENTALADO que vai ser mais ENTALADO pelos amigos que não querem ser ENTALADOS e que não põem a cabeça no cepo por ele e não têm a possibilidade de esconder o spot where the sun doesn´t shine, como 44 tem.

  14. Ó Srs. Maagistrados, devem ouvir o IGNATRASH, que tem uns PAREXERES à medida da defesa do 44 – são maus. Isso dá jeito para pôr mais uns artigos na acusação.

  15. Numbejonada,

    Quanto ao TC, não esquecer por favor, a chamada ” INCONSTITUCIONALIDADE TEMPORÁRIA ” refiro-me ao furto dos subsídios de férias e Natal, aplicados aos funcionários públicos e aos reformados da função pública.

    A frase não é minha, é do saudoso cronista MANUEL ANTÓNIO PINA, de quem religiosamente guardo todos os recortes das crónicas no JN, que conseguí reunir.

    Outra pérola dele, é, dos pobres, aproveita-se tudo, até a pobreza, para fazer caridade.

    Vão-se os virtuosos, e neste caso, relativamente novo, e ficam os pulhas …

  16. Creio que se estão a esquecer de um pequeno pormenor ou,
    melhor dizendo um pequeno pormaior sim, a COMPLEXIDADE !?!
    Não é fácil seguir o rasto do dinheiro, determinar quem é o dono da “massa”, para cúmulo não aparece o nome do malévolo … é caso
    para perguntar porque não mudam de profissão?
    Qual será o custo para o Estado desta pomposa “operação marquês”?
    Já náo falo das consequências para a economia pois, qualquer um bem
    intencionado investidor estrangeiro foge deste Estado que mais parece
    de Sítio do que de Direito com a actuação dos justiceiros de serviço!!!

  17. PIMPAUMPUM

    « ficam os pulhas», que apesar de pulhíticos e viciados na arrogância da sua vida, aparecem agora com o «olhar agressivo», porque encontraram finalmente quem lhes corta o caminho da pulhice. Por isso, atacam com a confusão e escoram-se na simplicidade dos marrecos ordinários. No dispensário, temos os já mencionados do grupo das melenas – todos viciados no licor que lhes identificou – o licor de «M».

  18. A razão deve estar em que a fé dos crentes tambem tem um limite e tem dias. O cansaço ou aceitação silenciosa dos factos, fazem por exemplo que ninguem se tenha indignado com as teorias dum padre que repetidamente tem afirmado que Fatima é um logro. Essas afirmações que avivavam a fé e contra fé das massas já causa indiferença hoje : primeiro os crentes têm descido vertiginosamente, segundo os que se mantem tornaram-se imunes a falsidades regularmente evocadas e terceiro já se aceita que tanto milagre (da multiplicaçao do dinheiro) exige uma explicação muito “divina” que o melhor é esquecer.
    Com o nosso marques deve ser o mesmo.

  19. O pobre neurónio solitário do pimpolho não lhe permite entender que, se fosse vivo, a trincheira do Manuel António Pina no caso Sócrates seria a que ele escolheu como alvo. As voltas que o homem deve dar no caixão, se lá chegarem notícias de apoio tão desclassificado.

  20. Mais peças interessante para o processo:
    http://observador.pt/2015/07/03/professor-de-socrates-toda-a-historia-do-exame-ao-domingo-e-da-cadeira-de-ingles-tecnico/

    Citação:

    A indignação de fazer o curso ao domingo e os oportunistas dos jornalistas

    “O exame ao domingo foi a maior mentira que a comunicação social inventou e escreveu sobre a licenciatura de José Sócrates. Obviamente que não houve qualquer exame ao domingo. Os media criaram um monumental embuste!… (…) Nalgumas certidões de curso de alguns dos alunos, emitidas pelos serviços académicos da Independente, a data, nelas presentes, relativa à emissão pelos serviços, correspondia a um domingo. Os jornalistas de modo muito pouco sério, e no contexto da campanha de conspiração e ataque a José Sócrates, associaram de modo oportunista aquela data ao dia da realização do exame, com o propósito de alimentarem a campanha em curso de intoxicação da opinião pública contra Sócrates. Não só é abusivo, como é falso. Os jornalistas montaram uma farsa com esta data. Não houve qualquer exame ao domingo. Os jornalistas que o escreveram… mentiram!”

    O Inglês Técnico

    “As candidaturas a curso foram, como é normal, durante os meses de Julho e Agosto. José Sócrates foi um dos alunos bacharéis que se candidatou e em devido tempo foi-lhe comunicado qual o plano de disciplinas a cursar. As aulas iniciaram-se no final de Setembro. Do plano constavam quatro disciplinas; todas do domínio científico de Estruturas. (…) quando iniciaram as aulas em Setembro os alunos bacharéis tinham um plano de disciplinas a realizar, que não incluía a disciplina de Inglês Técnico.”

    “O ano lectivo decorreu normalmente sem sobressaltos.”

    No final do ano lectivo, em Junho, passado portanto praticamente um ano, numa altura em que as aulas do ano lectivo em causa já tinham terminado e os alunos se preparavam para os exames, recebo uma inaudita chamada telefónica do Reitor Luís Arouca. O Reitor com voz nervosa e aflita comunica-me pretender que o aluno José Sócrates realizasse um exame a Inglês Técnico. Obviamente respondi a Luís Arouca que o pretendido era impossível e destituído de qualquer racionalidade, e, no plano jurídico, ilegal. (…) Pasme-se, Arouca informa-me, ainda, que somente o aluno Sócrates teria que fazer esse exame…!”

    “O Reitor Luís Arouca informa-me que era o Eurico Calado que estava a fazer “barulho”… pois “queria fazer exame ao Sócrates…” e acrescenta que Eurico Calado alegadamente era afecto ao PSD e ele, Arouca, não estava em condições de se opor ao grupo do PSD na Independente, o qual, dizia ele, tinha muito peso na Universidade Independente…!”

    “Naturalmente disse não ao Luís Arouca.”

    “Passados mais alguns dias, recebo um novo telefonema do Reitor. Luís Arouca informa-me que tinha falado com José Sócrates, que o colocara ao corrente do assunto, designadamente das dificuldades de relacionamento que ele, Arouca, tem com o grupo do PSD e com Calado. Comunica-me que o aluno José Sócrates se mostrara compreensivo para com a posição do Reitor e, acrescenta-me, que o aluno aceita fazer um exame a Inglês Técnico, mesmo não tendo esta disciplina no plano de curso…! Bom, perante esta predisposição do aluno, obviamente não seria eu a levantar problemas, respondi concomitantemente a Luís Arouca que não me opunha então a esta decisão do aluno”

    “E não assinei a pauta desta disciplina.”

    O exame a Inglês Técnico só se realizou porque o aluno Sócrates se predispôs a ajudar o Reitor Luís Arouca no seu relacionamento com o PSD.”

  21. “agora já me deu riso. digam lá se não parece uma novela mexicana. :-)”

    se der para cagar, chama-se o imbisual, sempre dá para assoares uns peidos ou o amigo dele que lê poemas do pina no porco da loja.

  22. com o assunto socrates,uma canalhice sem precedentes na democracia portuguesa,espero que com esta discussaõ não percamos de vista a governaçao levada a cabo pelos maiores vigaristas que o povo conheceu depois de abril.na boca destes canalhas o que é verdade hoje,no dia seguinte já passou a ser mentira!ou o contrario.que os pariu.

  23. Olinda, não te imaginava tão leviana e safada. Se a verdade não te convém, preferes a calúnia, a infâmia, a destruição daqueles de quem não gostas. És reles, pá.

  24. Numbeijonada

    Como tu próprio reconheces tu não vês nada!
    Daí que não seja de estranhar que te impressiones tanto com a minha clarividência! Mesmo sem ter acesso aos autos basta prestar atenção ao modus operandi do MP e do Ministério da Propaganda (comunicação social arregimentada) para “adivinhar” a verdade para lá das cortinas!
    E quanto ao TC também não me passou despercebido o facto de um dos 13 juízes ter pedido renúncia de mandato agora “por razões de saúde” e para o seu lugar está maioria parlamentar vai nomear outro! Noutra altura qualquer não me ocorreria que poderia haver marosca mas AGORA tudo são razões para desconfiar … A ver vamos como diz o cego, e tu que “numbesnada”!

  25. como? Maria Abril, antes de mais guarda lá o pá porque não gosto de narrativas coveiras. depois não sou responsável pelas tuas interpretações e, por isso, abstenho-me de te explicar as minhas. quando muito, podia explicá-las ao Val – autor do texto. mas como ele percebe bem o que digo e quando não percebe pergunta bem directamente, à homem, e sem pá, ficarás com a minha leviandade e safadeza. faz é bom proveito. :-)

  26. António Cristóvão, LOL.
    ( Os crentes não diminuem, sustam-se esporadicamente no desânimo. É diferente. Quanto ao padre, ele lá sabe o que procura e certamente há-de já ter encontrado. O fogo dilata.)

  27. Jasmim Silva,

    Então és tão clarividente que não me cheiras? Nota que o nick que escolhi diz «numbejonada», que, de facto, é muito explícito. Significa que eu não vejo nada do que tu dizes e outros da tua estirpe IGNARA. És o IGNARALHO. Que confirmas: então se não tens acesso aos autos, QUE SABES TU? És dono da verdade?

    As tuas presunções e análise de modus operandae, têm tanto valor quanto a tua outra personalidade – IGNATRASH. Ó jasmim, muda a fralda, pá. bebe um copinho do licor de «M», tens a língua assada pá…

  28. Ai Olinda, a Maria Abril, vulgo, Aburrada sem cravos, agora também não a vai ler. Já viu como o verniz ( deve ser da avon) do dito, estalou – ele é sempre o mesmo, ou a mesma ( não digo o palavrão. Recuso-me)cunbersa….ignara.

    IGNARALHO, tu não gostas de mulheres, mas falas tanto de rabos e rabos e produtos de rabos, toda a tua essência é rabo, que tu só podes ser um rabo. IGNARABO. Ó IGNARABO. IGNATRAMPA, IGNABICOS.IGNAPORCO. IGNABADALHOCO.IGNAFUSSAS. Ouve, estás em todos os dicionários da porcaria.

    Quando comer grão, graozinho, com salsa, e um bom copo de tinto, prometo que poupo nos arrotos e inflacionarei os ruídos traseiros. Aqui fica a minha palavra: vou dedicá-los todos a ti.
    Aproveita, mete-te na sanita e pede às tuas vizinhas da vida que puxem o autoclismo. ( na verdade, já deves ter feito o percurso, pois a tua conversa é toda de esgoto.)

  29. Já nem dá para comentar com energia.
    Isto está a ficar uma mixórdia tão grande, o arrastar do tempo é tão lento que só me dá para sentir raiva e horror pelo mistério “legal” da prisão de José Sócrates.
    Vendo e ouvindo ainda que em pedaços (benditas gravações de corte na arengada) as conversas da família da mãnha com seus “eminentes”residentes onde participa com aquele ar distante e rigoroso o Professor Rui Pereira (gabo a paciência e pose de que tudo é conforme) entende-se de imediato a manipulação da notícia caluniadora subscrita pela redactora chefe director ou vice-dorector tudo gente de péssima e atrapalhada dicção.
    De facto o mp é o melhor amigo dos jornais. Que manancial de segredos saem da cartola para manter o circo em acção.
    Quando este caso estiver resolvido vai ser cá um vazio… pior que fim de telenovela de grande audiência.
    Quanto a Vale do Lobo quem estava afinal na CCR?
    E na CML? ainda não percebi?
    Em que deram as buscas?
    Que notícias fresquinhas temos da mãnha?

  30. Jamins/primaveras, pois chorais? Pois estrebuchais? Porquê? Avante camaradas. Ide. Marchai ao som das foices e martelos, altifalante com povo unido jamais será vencido e postai-vos à porta de quem decide.
    Leva o gajo que pagou o outdoor com o suorzinho dele, e rebate os tipos que te inspiram a revolta. Consegues?
    Vá lá. Podes levar uns posts de alguns IGNAROS daqui, quem sabe, os PAREXERES são tantos e tão expressivos…quem sabe.

  31. Senhor VALUPI

    Li o seu post, em que sou mencionado, e não achei graça nenhuma (supondo que era para ter graça). E logo eu, que acho graça a tudo, a começar por mim próprio.

    Mas, no caso, não me parece especialmente engraçada a reprodução do que passou a ser a tendência dominante em matéria do que se convencionou chamar (mal) “violação do segredo de justiça” (na realidade, tráfico de pedaços de processo): divulgar factos (ou semi-factos) em segredo de justiça e, de seguida, imputar aos advogados do Engenheiro José Sócrates, a mim, em particular, a iniciativa desse tráfico. Com a nota de serem os próprios divulgadores, que sabem perfeitamente a origem da fuga, que, logo de seguida, passam a insinuar terem sido os advogados.

    Para que fique claro:

    1. A defesa do Engenheiro José Sócrates não se obriga a respeitar o segredo de justiça quando se trate de defender o seu Constituinte, sobretudo nos casos em que as ofensas a ele, à sua honra e aos seus direitos tiverem origem na violação desse segredo.

    2. Os advogados do Senhor Engenheiro José Sócrates não se escondem nem se esconderão no anonimato – assinam sempre por baixo do que dizem e escrevem. E, por isso, o que divulgarem ficará sempre assinalado como tendo origem neles.

    3. No que diz respeito ao que apareceu publicado no Correio da Manhã e na Sábado, os divulgadores (que se apressaram a insinuar ter sido eu a origem da “fuga”) sabem evidentemente quem lhes deu os pedaços de processo que divulgaram. É sabido quem (nome, profissão e morada) fornece o Correio da Manhã e quem (nome, profissão e morada) fornece a Sábado.

    4. E o Ministério Público sabe também – pelo freguês se conhece o fornecedor – e só não actua porque não quer. No que diz respeito aos senhores do sindicato, não me ocuparei do que dizem ou do que (eventualmente) pensem.

    5. Serei eu a última pessoa a ajudar essa gente a vender papel, ainda que fosse em defesa do meu Constituinte.

    Mas porque é nesta jiga-joga do segredo de justiça que se organiza o ataque ao meu Constituinte, tentando o seu assassinato, impacienta-me que, mesmo a brincar (se foi o caso) se dê curso ao que não é brincadeira nenhuma. Repare que me não apoquenta minimamente que me ataquem, mas já me irrita a estupidez de reproduzir a mentira em desfavor do meu Constituinte – afinal, a mentira muitas vezes dita (mesmo a brincar) fica a parecer verdade.

    Por favor, não reincida ou, ao menos, deixe-me fora do enredo.
    Saudações
    João Araújo

  32. Ora muito boa tarde.

    Abri aqui para ver como ia o teatrinho do snr.(a). Valupi e os pareceres são tantos que não tive tempo de ir ao pormenor, dei vista em corrida e apenas por autores.

    Vejo que o ordinário-mor IGNATZ me poupou o trabalho de ir à máquina da verdade da Fátima Lopes, ver o post supra, o invisual e o amigo dele que lê poemas do Pina.
    Mostra, senão acesso priveligiado a IP, algum descernimento, que é sempre bom registar.
    Quanto ao quasi desafio para um duelo na Versailles, pra ver quem come mais duchesses, parece que também me safei.
    Registo no entanto, que quanto à sua declaração de interesses e quais as suas motivações, nada disse.

    Vejo que o advogado de José Sócrates, dispensa o frete .

    Mais logo, se tiver tempo e pachorra, vou-lhe dar uma sugestão sobre o que poderia, em alternativa, abordar aqui no seu espaço público, para reflexão e talvez até discussão, dado o estado comatoso a que isto chegou, a continuar assim com mais do mesmo, e parece que Sócrates já vem desde 2009, altura em que pela primeira vez aqui arribei, nem os ossos se lhe aproveitam.

  33. Ai, senhor arrebujo, você tem tanta piada, mas leia isto à contario (sensu), tá a bere? Não devia proteger essa coisa sobre os ombros do sol? Faz tanto calor, meaning «il fait chaud». Talvez, refrescando as ideias, não sei, digo eu. Claro é dificil fazer o que o Constituinte manda, mas você, estagiário como apregoa ser, em público, certamente ainda não aprendeu que o advogado é livre de não aceitar o patrocínio.
    Sabe, o outro, aquele que defende o outro – o gajo dos valiuns -, é perito em soleiras de porta. Bem sei que Vexa tem problemas em baixar-se, em dobrar-se, e por aquela coisa toda por baixo da porta, mas olhe que há portas para isso, tá a ver?
    Anote os danos que a Republica está ( alegadamente) a fazer ao seu constituinte, ao qual se deve agradecer o facto de ter aberto o precedente de todos os presos preventivos poderem receber jornalistas na prisa. E de ter dado um novo sentido ao conceito de discriminação.

  34. Caramba Valupi !
    Não deixe passar a oportunidade de esclarecer a situação com o Dr João Araújo que pelos vistos se digna ler o seu blog !
    Ainda por cima você não me parece ser inimigo do Constituinte dele. Quem lê o seu blog bem sabe que se trata precisamente do contrário!

  35. Cheguei agora aqui!
    O Rui Cardoso! O anormal que abriu a bocarra e declarou que, se não fossem compensados com os salários adequados, os magistrados não poderiam garantir a sua independência, como se alguém esperasse que os magistrados desta república fossem independentes.
    Ó anormal! Estás na berlinda.
    Vou tosquiar-te essas patilhas à Fernando Tordo!

  36. “Não deixe passar a oportunidade de esclarecer a situação com o Dr João Araújo que pelos vistos se digna ler o seu blog !”

    já estamos esclarecidos, foi logo no primeiro dia: “Para além de ser a antítese perfeita de Proença de Carvalho – onde um é a maior estrela da advocacia nacional o outro era um completo anónimo para o público até ontem, onde um é sofisticadíssimo e habilíssimo na oratória o outro mostrou-se trôpego, aluado e castiço, onde um é um palito o outro é um barril – esta figura é tão bizarra face ao convencionalismo que associamos ao folclore cagão dos grandes escritórios de advogados que introduz um elemento com laivos enigmáticos ou surpreendentes na estratégia de defesa.”
    https://aspirinab.com/2014/11/page/2/

    vai dizer que não têm a certeza da indentidade do araújo e que pode de ser o gugu a gozar o zérolho.

  37. É perfeitamente natural e aceitável que, quando um magistrado bacoco, procurador ou juiz, não consegue, mesmo recorrendo a manhas e procedimentos primariamente irregulares, consolidar as suspeitas de que partiu a mando dos seus patrões corporativos e políticos e ”ao abrigo” das quais se precipitou em medidas inaceitáveis num estado de direito, não encontrando mais justificação para tal e na eminência da derrocada, encomende à comunicação social fidelizada que transfira o pau ou a vergasta para as costas do advogado.
    É o mais óbvio sinal de fraqueza e da queda eminente e já conhecemos esse estrebuchar de muitos outros processos.
    A corporação está nervosa
    Ainda vamos descobrir que João Araújo também foi barriga de aluguer do Sócrates.

  38. LOLE, LOLE, LOLE.

    Os simplórios always be simplórios.

    Ó Manele das tatoos no braço, és um proletário às direitas, aposto que se visses o ARREBUJO, o cumbidabas lá a casa, e lhe punhas uma mesa com paio, binho e um guardanapo sujo, pró gajo limpar as beiças.
    Oube, o Cardoso se te apanhar numa audiência, manda-te endireitar esse conjunto de ossos que te mantém de pé, mas logo baie dizendo que tens de voltar ao teu estado normal, qual seja, pores as dianteiras no seu berdadeiro lugar – o chão. Por isso, tu dizes que num passas do chão. Fugiu-te a boca prá berdade.

    Como comes palha – a que os XUXAS te dão -, oqueie, prontos, os comunas desbiados -, debes pensar que todos comem a tua palha. Num é assim. Tu tens de tirar as palas! Tira as palas, pá! Larga a nora, pá! Já te disse isso bezes sem conta, mas tu estás prugramado para a tonteira – percebo! afinal, andas sempre á bolta da nora e claro, isso tolhe-te a pensadura. Fogo tens mesmo os dentes amarelos. Olha, olha, metes-te cum o juíz BIP, que anda de laço e tudo?! ó PROLETÀRIO, lá porque tu só tomas bannho ao domingo, debes pensar que são todos como a ti, num é? Oube! Podes ebitar essa agonia toda! Aposto que quando sais à rua e passas por mim, estás de tal forma cuncentrado a pensar » ai se tenho um acidente, bão ber que num mudei as cuecas». Ó pá, oube a tua mulher pá, num é berdade que ela te diz « ó manel, olha se tensa um acidente! muda as ciroulas, pá». Tás a bere, eu tenho de usar o pá, porque é isprechão ovrigatória xuxialista, tás abere pá?

    ò arrebujo, taméie usas o pá? hum? ou será que aí, nesse detalhe particular, o teu cunstituinte te deixa usar a iispressão «pá», hum?

    Manel, pá, até as lagartas da coube pensam mais bem ca tie, pá.

  39. IGNARALHO, hum, IGNARALHO, num percebes da nada num é? manda aú um parechere dos teus, daqueles que nos fazem meditar, enfocar, tratar, processar a substaãncia, bá, aguardo.

  40. É melhor zarpares daqui ou deixares de falar do meu nome, anormal!
    Cometeste um erro irreparável, falaste em Angola.
    Tu imaginas o estado de espírito em que posso ficar quando um facho como tu fala em Angola, ainda por cima citando o meu nome?
    Trouxe umas contas para ajustar de Angola.
    Agora excedeste-te.
    Como já te tinha dito, vim aqui por causa de ti.
    E agora vou-me embora.
    ”Adeus, até ao meu regresso.”
    Vai espreitando pela janela.

  41. Manel, tá beie, cumpriendo que sofres de tonteira, porque andas ás boltas como os jumentos, mas bamos lá a bere, até esses animais sabem que num podem invadir propriedade alheia….então? qual a medicação que tomas, pá? que doses? bá, isto é um dispensário, podemos ajudar-te. Olha, Salazar punha-te no hospital dos malucos. Bolta Salazar, bolta, estes gajos entregaram tudo e não trouxeram nada e ainda bieram comer o suor dos outros….

  42. Numbejonada, uma coisa é conversa de anónimos para anónimos. Agora, é difícil encontrar maior ignomínia do que a de, com um saco de plástico na cabeça a esconder a face, fazer considerações pessoais a alguém que está de cara destapada. Saber que isso é feito por quem participa na elaboração da justiça é um horror para os que ainda acreditam na sua dignidade. Ao falar para quem lhe mostra os olhos, tire a máscara ou cale-se.

  43. Caro Lucas, conhece aquela expressão ”gato escondido com rabo de fora”?
    Nem sempre um saco na cabeça basta para esconder uma identidade.
    Bem… mas se for o caso, azar do outro. A mim tanto se me faz dar num facho como noutro.
    Nestas coisas há sempre danos colaterais.
    Mal imaginaria o Rui Cardoso! Ahahah!

  44. Galucho, pá, és o mesmo de sempre. Os comunas como tu mudam de pele, quando lhes falta o argumento. E tu. chamas-te galucho?
    Ouve, ainda não percebeste o que significas pois não? Eu digo-te:

    Ao que o galucho diz não se liga…

    Quanto ao demais, de facto, essa coisa do caráter é fundamental. Base. Eu, quando os vejo a invetivar os outros, a desafiá-los, e depois de comerem no trombil com simples textos de humor de momento, se aproximarem com uma tão apregoada seriedade, só posso dizer: are you talking to me?
    Desculpa lá, pá, tás abere, esta coisa da globalização fez-me aprender outras línguas, e não me cingir aos ditos do tapete. Portanto, ó galucho, cala-te tu e depois bebe um copinho de licor «M».
    Oh yeah. Bá lá, ó IGNARALHOS, quero desligar esta coisa, apareçam todos logo, que amanhã é dia de …estudo.

  45. ó manel de castro nunes, full of prunes, ainda estás aí? oqueie. Percebeste que num podes invadir propriedade alheia, e resolbeste ir pastar. bem mandado si senhóra. muy bien. Cuntinuas a falar de carater? ai que tenho de fazer-te um berso, daqueles, tás abere? hum?

  46. Toma lá e faz-lhe uma análise filosófica, na perspetiva de Kant.

    Eu sou o manel castro nunes,

    Sou o manel ceguinho
    Tenho infiltrações na cabeça
    E não largo o binho

    Bim de angola há muito tempo
    Cumbati pelo meu rabo
    Vim-me embora sem nada
    Só falo ar e vento

    Sou muito perigoso
    Xuxa presente e sempre
    Muito simplório de mente
    Asneio eternamente

  47. Ignatz

    A avaliar pela qualidade e estilo da prosa tudo me leva a crer que estamos perante o verdadeiro Dr Joao Araujo, o original!
    E não querendo parafrasear uma sinistra e abominável figura, olhe que nestas (e noutras) coisas eu nunca me engano e raramente tenho dúvidas.
    E o Dr João Araújo SIM!
    Daqui lhe envio os meus cumprimentos, extensivos ao seu ilustre colega Dellile, e muito especialmente ao seu ainda mais ilustre Constituinte, com os votos de que arrase completamente tudo o que tiver de ser arrasado!
    Tenho dito !
    E o Valupi, dono do espaço, que abra os olhos!
    Para cegueta já por cá estamos mal servidos com um tal de numbeijonada.

  48. LOL.
    Mas que grande LOL.
    Ó Arrebujo, diz lá quais são as irregularidades prochechuais, hum? Olha, que o jasmim mangerico tem uma bola de cristal e nunca se engana, mas taméie já fixou o nome do numbejonada, só que a criatura, num sabe bem quais sejam essas irregularidades, nem como provar os ódios políticos. A bola está turva nesse concreto aspeto. Queres ajuda no causo? Como te dizes estagiário e andas a ber montras, tás a bere…

  49. Lucas Galuxo
    Que história e essa de o numbeijonada”participar na elaboração da Justiça “?
    Esse cegueta diz-se magistrado? E por isso que usa a venda nos olhos ?
    Só falta o gajo ser o Rosário Teixeira “imself”! Estou a achar cada vez mais piada ao espaço!
    O Valupi sabe quem e a clientela ?

  50. Ai jasmim mangerica, pois beja lá! Atãoe bomecê com tanta certeza nas ancas e na bola de cristal, inspirada pela rebolução grega, num adibinha o que eu faço? Hum? Eu num uso benda nos olhos, nem palas, contrariamente a bocê, que continua a por as manapulas na anca e vocifera tipo braço no ar, as arruaças proletárias. Olhe, num é «imself», tá beie? Deixe de comprar tapetes no chinês e leia, leia. Pergunte ao outro, que é especialista em inglês técnico, oqueie? Oqueie.

  51. Camarada pimpaumpum (pimpolho fica como manifestação de carinho),

    Por respeito pela paciência que demonstraste a coligir o que entendes como prova da minha falta de razão quanto ao Manuel António Pina, armei-me de paciência equivalente e li tudo o que sugeriste. Respeito, igualmente, apesar de nunca concordar contigo, o facto de tentares geralmente apresentar argumentos e o que consideras provas dos teus pontos de vista, evitando o estilo cloaca do chafurda ceguinho e outros desclassificados que por aqui se andam peidando.

    Lido o expediente de uma ponta à outra, porém, acontece que, além de até subscrever grande parte do que o homem diz, como geralmente acontecia quando o lia vivo, não vejo lá nada que invalide o que afirmei, a saber: a trincheira de Manuel António Pina no presente caso Sócrates seria a do prisioneiro de Évora, por mais que não gostasse dele. E acredito nisto porque sempre tive o Pina como intelectualmente honesto e sei que de burro não tinha nada.

    O que está “implícito” ou “explícito” (pimpaumpum dixit) nos escritos do Pina sobre José Sócrates não te autoriza a imaginá-lo, de isqueiro em riste, a ajudar no obsceno auto-da-fé a que assistimos hoje. E as suas reservas em relação ao homem, tenho-o por certo, não iriam obnubilar-lhe a lucidez.

    Caro pimpaumpum, não há qualquer semelhança entre as legítimas e intelectualmente honestas críticas de Manuel António Pina a José Sócrates e o ódio vesgo que esta justiça abaixo de cão alimenta para manter preso um homem que não fez (apostava o meu colhão esquerdo) aquilo de que o acusam. O Pina não teria dificuldade em entender, como muitos, que o que vemos hoje não passa de jogadas com objectivos político-eleitorais inconfessados e de vingança mesquinha sobre um homem que os irrita solenemente, porque mostra à saciedade que não tem medo deles e não se cansa de o dizer.

    O facto de Sócrates poder ser, como político, um manobrista, um homem de atalhos, cambalhotas, saltos à retaguarda e o que mais tenha no arsenal, não faz dele um político diferente dos outros, não o transforma em corrupto, branqueador de capitais ou praticante de fuga ao fisco. Não sei se reparaste, mas é disso que se trata aqui. O que o torna diferente dos outros políticos é o abandonar, com demasiada frequência para o gosto dos hipócritas, a língua de pau dos sofismas em que muitos deles são useiros e vezeiros.

    No tempo do Governo Guterres, tive eu próprio uma brutíssima guerra com o Ministério do Ambiente de que Sócrates era titular, a propósito de uns atropelos, aldrabices e até ilegalidades numa parte do traçado da Auto-Estrada do Sul, que me prejudicaram pessoalmente. De tudo o que fiz, disse e escrevi na altura sobre a lamentável inacção, até mesmo cobertura, que o Ministério do Ambiente de Sócrates deu às “malabarices” (massamá dixit) que a Brisa então praticou, subservientemente assessorada por uma empresa de estudos de impacte ambiental, não retiro uma vírgula.

    O Ministério das Obras Públicas de então manifestou mais sensibilidade ambiental do que o próprio Ministério do Ambiente, o que só pode ser considerado lamentável, e o dano que me foi causado (e à minha família) foi irremediável. O homem, com seu bendito ministério, ajudou a estragar, por omissão e passividade, um património que podia facilmente não ter sido estragado, num processo de facílima solução em que a minha trincheira e da minha família incluía autarcas e ambientalistas, em raríssima comunhão. Simplesmente, a omnipotente Brisa e seu conselho de administração, em que pontificavam PSDs e CDS/PPs, manobrou com habilidade, torpedeando soluções por ela própria estudadas e unanimemente aprovadas por autarcas e ambientalistas, e levou a água ao seu moinho. Lamentavelmente, o Ministério do Ambiente virou a cara para o lado.

    Como vez, se eu fosse pelo caminho fácil, não me seria difícil odiar o homem e ajudar a carregar terra para o enterrar. Mas esse género de “facilidade” não é, para mim, apenas difícil, é completamente impossível. É algo que partilho com o Pina e se chama honestidade intelectual.

    Esperança não tenho muita, mas não me parece que seja algo completamente fora do teu alcance, talvez com um pequeno esforço consigas distinguir a Feira de Borba do olho do cu.

    Beijinhos e abraços

  52. Bom, se é mesmo o Dr. João Araújo que entrou neste tasco, puxo o banco para trás, levanto-me da mesa e aceno uma forte saudação ao homem que defende bravamente alguém em quem nunca votamos mas que, depois de tudo o que vimos e ouvimos nos últimos 4 anos, agora consideramos o último grande patriota português que, perante a maior tormenta financeira global dos últimos 80 anos, se bateu, sozinho, frente a oportunistas e troca-tintas, para que Portugal continuasse a ser um país com autonomia económica e política e não uma mera colónia de regimes comunistas e especuladores, pastoreada por Bruxelas e Berlim. Não acreditamos que exista algum tipo de crime que justifique o opróbrio e a expiação que padece. Nem sabiamos existir à nossa volta tantos facínoras capazes de fazer troça e escárnio de um seu semelhantes em situação de inferioridade. Encontra nesta casa umas gaiolas onde pode observar alguns espécimes. Um grande bem haja pela coragem de enfrentar uma empreitada destas e que, no fim, seja mesmo feita justiça. Achei oportuno esse reparo ao Valupi. A ironia às vezes patina.

  53. Caro Joaquim Camacho,

    Uma das limitações da comunicação ” por teclado” é a deficiente explicação e mal-entendidos.
    Passo então a exprimir-me melhor :
    Eu não me encontro aqui na postura de vir bater no ceguinho, apenas não gosto de estratégias de victimização. Gosto de transparência. E se alguém é acusado de algo, embora o ónus da acusação recaia sempre sobre o acusador, o acusado, quando inocente e detentor de provas, pode e deve destruir de imediato a acusação.
    Acho manifestamente exagerado a acusação da inquisição moderna, e da teoria da conspiração político-corporativa.
    Aquela, que de ideia peregrina, já se consolidou bastante, é, acho, filha directa da estratégia da victimização, portanto, criação da advocacia.
    Esta outra, acho, é uma impossibilidade ontológica. Prossupuria uma cumplicidade tal entre tantos e tão díspares poderes, a saber, político, judicial – nas duas vertentes da magistratura – e um outro poder fáctico, a comunicação social, que tal monstruosidade, não se conseguiria manter em pé, daí eu ter utilizado a palavra, ontológico.
    Quanto aos juízes, perfilho esta opinião :

    Não tenho medo, nem receio assinaláveis do poder judicial e dos seus magistrados, a esmagadora maioria é séria, profissional, honestíssima e responsável.

    Sei, por experiência própria, que se tiver algum problema, posso recorrer a um juiz que me defenda do arbítrio do poder político, o Executivo, na figura da Administração.

    É esta que eu temo, e vós também deverieis temer.

    No demais que interessa, temos a postura ética, e a frase que se consolidou neste domínio, e que não deveria ser,

    À MULHER DE CÉSAR NÃO BASTA SER HONESTA, DEVE PARECER HONESTA

    mas sim,

    A MULHER DE CÉSAR DEVE ESTAR ACIMA DE QUALQUER SUSPEIÇÃO,

    posto que, de acordo com a melhor testemunha, o cônsul Cicerone, chamado a depôr como testemunha, César recusou-se a acusar Públio Clodio, o amante de Pompeia, e declarou-se até, convencido da inocência da mulher, questionado pelos juizes da razão pela qual, então se tinha divorciado de Pompeia, respondeu :

    A MULHER DE CÉSAR, DEVE ESTAR ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA

    Que é que isto tem a ver com Sócrates, e Costa até, embora este, provavelmente nem o saiba.
    Já digo a seguir, preciso de descansar um pouco .

  54. Sócrates, pois, o estouvado Sócrates, começa por ter um certificado de habilitações académicas passado a um domingo, e não cuida atempadamente, de mandar rectificar o erro.
    Depois, seguem-se uma série de coisas, igualmente estranhas.
    Não cuida de as explicar e clarificar devidamente, ou até, convincentemente.

    Pode dizer, e Passos Coelho ?
    Outro estouvado : não sabia as obrigações básicas em matéria de segurança social, e que são de duas naturezas : declarativas, e contributivas.
    Coisa que qualquer sapateiro sabe. Muito mais o biscateiro.

    Que deveriam então ter feito ?

    Demitirem-se, para darem cumprimento ao mandamento ético, ou, em alternativa, alguém os deveria ter demitido.

    Que faz o (in)competente para o efeito ?
    Entalado com uma permuta, faz de conta.
    E ainda se faz passar por exemplar cumpridor, ao responder ao microfone colocado à frente : eu cumprí as minhas obrigações fiscais.
    O que para o comum e desconhecedor cidadão, é assimilado como tendo pago imposto.
    O que não é verdade, pois que numa permuta em que o valor dos bens entregues é exactamente igual ao valor dos bens recebidos, não há lugar ao pagamento de qualquer imposto.
    Estranha permuta. Geralmente, há uma diferença de valores, e é preciso acrescentar dinheiro. Logo, pagar imposto sobre essa parte em dinheiro.
    Trabalhei na Administração Fiscal, e sei do que falo.
    E muita coisa não posso contar.

    Mas é assim que vamos de ética.

    Quanto ao cidadão Sócrates, tenho a minha opinião, não é relevante, pelo menos enquanto o lobby não estiver legalizado em Portugal, e portanto não influencia na decisão que só à Justiça cabe.

    Quanto à parte a que tenho direito, a de o avaliar como político e governante, se leu o que tenho escrito, já o classifiquei, como culpado de governação danosa e irresponsável, é um duplo direito que me assiste, na qualidade de administrado, e eleitor, pois que nele votei no primeiro mandato, e me desapontou.

    No que resta, o saudoso Pina, sei que as crónicas dele foram sempre certeiras e duma sublime ironia, como ele próprio estranhava, nunca em tantos anos, um primeiro ministro me pôs um processo :-)
    E tanto desancava em magistrados, como em, excelentes ex-Presidentes da República, crónica em que refere Jorge Sampaio como mais um excelente ex-PR, a juntar ao já excelente ex-PR Eanes, a moda dos excelentes ex-PR, passando por uma alusão ao “je suis un condecoré de lá France”, erro inadmissível para quem foi professor em França, na Universidade de Vincennes, a palavra correcta, é, décoré.

    Numbejonada sabe sobre o que escreve em matéria de direito, é a minha impressão, não liguem ao textês aparolado-forçado do Norte que ele usa, deve ser por brincadeira, se utiliza impropério é apenas para o devolver a quem lo enviou, se é magistrado ou não, não me interessa nem me parece que daí viesse mal para o caso, avalia-se pelo que se lê, não pelo remetente, ai do texto que não tenha vida própria, autónoma, separado do criador. Fui ver e a presidência do Sindicato dos Juízes, é uma senhora, não um homem.

  55. Como vê Camacho, pelo exemplar alma-penada que logo aí arribou, vivemos tempos ruins, em que o diabo anda à solta, o porco chafurda na lama, e sente-se feliz assim.

  56. direitolas farto de aturar matacões imbisuais precisa de parceiro para enrabanço-cultural, massagem intelectual à prostata e punhetas de fé, os interessados devem responder directamente para: porcodaloja.blogspot.com e aguardar entrevista.

  57. para o ordineraco IGNATZ

    Batem leve, levemente,

    Será o filho da puta do José Magalhães ?
    Será o filho da puta do Jorge Larcão ?
    Será o filho da puta do Santos Silva ?
    Será o filho da puta do J. Penedos ?

    Oliveiras Martins, não é certamente,
    e Maria de Belém não fala assim.

    Sou quem sabes.
    Portanto já sabes quem é.

    Será o Jorge L

  58. Amados,

    Falais de moi? Again, falais de moi? E não sabeis tudo o que eu sei. Agora fiquei a saber mais e reflito,assim: que levará um personagem como o Galucho a prestar vassalagem e a endeusar o SÓCASH tornado SÓCRASH? Ora vede, peguemos só num petit parágrafo do adulador:

    « levanto-me da mesa e aceno uma forte saudação ao homem que defende bravamente alguém em quem nunca votamos mas que, depois de tudo o que vimos e ouvimos nos últimos 4 anos, agora consideramos o último grande patriota português que, perante a maior tormenta financeira global dos últimos 80 anos, se bateu, sozinho, frente a oportunistas e troca-tintas, para que Portugal continuasse a ser um país com autonomia económica e política e não uma mera colónia de regimes comunistas e especuladores, pastoreada por Bruxelas e Berlim. » LOL. LOL. Ó galucho, pá, ouve, o estagiário deve achar-te um piadão.

    Então nunca votaste no 44? Baseias-te no que viste e ouviste do 44?Eu ouvi que ele ia tornar os portugueses mais pobres, num discurso perante emigrantes…e que tem um SUGAR DADDY – o carlos silva, que o pôs a viver à Paris, dans un quartier de luxe….e que tinha um estafeta tipo speedy, e uma empregada bem mandada com boas relações de vizinhança, e que

    O galucho alega que o 44 fez frente à perda da autonomia. Este é o gajo que com outros gajos eu chamo IGNAROS. Os tipos começam pela ponta de um qualquer meio. O 44 é o gajo que assinou o TRATADO de LISBOA e neste concede assinou uma dação – a entrega da soberania portuguesa. Como não estou para ensinar gajos que saúdam e louvam quem não sabe o que faz, remeto-os para o estudo das instituições da UE, tudo confrontado com o Tratado.
    Aos IGNAROS eu chamo MARRECOS, fazem bossa na democracia, impedem o curso reto desta e satisfazem-se com o aceno plástico, irónico dos 44 da vida, e louvam outros gajos que até se acham graça a eles próprios. Isto é o que completa a pseudo – cultura dos IGNATRASH que há por aqui.
    Ó IGNARALHOS, tendes o perfil ideal para milícias populares, que regar geral são carneiras, cegas e robóticas. Cuidado convosco – a culpa não é só dos pulhíticos, mas vossa também, que não vedes um centímetro à frente e em vós de facto, numbejonada – sois estéreis, invetivais e arruaçais como se espera de um proletário mal educado e preguiçoso. Façam o que apregoam, ó COMUNAS desviados ( percebeis porque vos chamo comunas desviados, não é?), trabalhem a terra e párem de papar subsídios e ajudas para as fraldas das crianças. Se não podeis alimentar, não procrieis. E se engravidardes, seus imprudentes, não aborteis, para que eu não tenha que vos pagar as taxas moderadoras ( entre outros).

    Vá, agora, ide à praia, levem um daqueles devices bué da grandes, aos berros e gritem todos muito alto, demonstrando a vossa educação, no meio de umas invetivas jeitosas.

  59. Caro EBAY, em vista a avaliar o meu eventual interesse na cabeça à venda, poderá dar-me mais informações sobre a mesma?

  60. Ignaros, ignaralhos
    eis-me roto e sem visão
    poem-me a cabeça à venda
    no ebay, pois então

    Sou o Ignatz do plantão
    dos parexeres, rotos do 44
    já saudei o arrebujo
    sem menção de carvalhão

    O galucho é o que é
    um recruta derivado
    não pensa, mas escreve
    escreve como um atado

    É atado, muito atado
    vassalo fraco e sem tino
    nada do que diz é par fiar
    que fazer do pobre coitado

    Rap original. Meu. oqueie.

  61. Ó maria jasmim, anda cá, bá, anda cá, cum a tua bola de cristal, bá, adibinha lá quem bate à porta, hum….

  62. De bónus dou um poema que foi precisamente dedicado ao IGNATZ , diz assim

    Ver por favor, poema infra, sob
    BATEM LEVE LEVEMENTE

  63. ah, já me esquecia, a cabeça, para além de extremamente suja, também está muito avariada, completamente imprecisa, nada confiável.
    Repete sem cessar : a Pide dava um tiro na cabeça e depois uma coronhada. Durante anos aqui na mui leal e invicta, correu o dito de que o Palma Inácio, tinha sido morto pela pide, e depois enterrado de noite, em segredo, no Cemitério do Prado do Repouso ( inda existe a portinha que dá pro cemitério ).
    Num é que, cum espanto geral, o Palma Inácio, aquando se abriram as portas de Caxias, saiu de lá todo sorridente, bem vestido, bem penteado, com ar bem saudável, REXUXXITOU !

    Veja lá se se apressa, se lhe interessa diga logo, e compre rápido, tenho andado aqui a jogar à bola com ela, aos pontapés, e cada vez está mais estragada.

  64. Bem, ó EBAY, bejamos, há interesse, mas isto é como tudo, num é? Olhe, o tsipras inspira-me, o varoufas taméie, eles querem chular e cumprar barato, mas eu num sou assim. Bejamos, se anda aos pontapés na cabeça do IGNARALHO, temos que a mesma já há-de ter mossas. Ora isso junto à mossas internas da cabeça…
    atãoe, a coisa tem defeito de fabrico e este foi agravado. Num sei, num seria melhor Vexa doar isso aos Ratos do Rato? Eles precisem de se dibertir. Sei lá, como a cabeça em causa anda sempre à nora, tá habituada a puxar os caldeirinhos de água…de certeza que iria dibertir os Ratos do Rato. Que acha?

  65. Ouve, filho.
    Eu hoje já fiz vinte quilómetros, marcha atlética, uma hora e meia, um pouco menos, logo cedo. Depois fiz o meu treino de velocidade, repetição de 40 metros em rampa, cerca de 40 graus de inclinação, a subir, claro, dez. Depois fui fazer extensões e macacadas na barra fixa.
    Bebi água, meio litro, que está cara, agarrei na enxada e no picareto e fui alisar uma terra.
    Almocei.
    Vou descansar uma hora e tenho cerca de metros cúbicos de terra viçosa para carregar em carros de mão e espalhar num raio de oitenta metros. Depois, carregar baldes de trinta litros de água e regar, dois de cada vez.
    Diz-me agora, filho. Achas que tenho paciência para te aturar? Achas que as patilhas de catitinha da casa real de sua alteza impressionam alguém?
    Ouve. A tua mãe já encontrou o teu pai?

  66. é pá, pronto, olhe nem discutimos mais, eu mando-la de borla, mas tem de pagar o transporte.
    Eu quero é ver-me livre do mono, o partido investiu nele mas o gajo não dá para o call-center, não só não vende nada, como ainda só arranja sarilhos. Cria muitos inimigos. Quando o partido mo enviou, à consignação, já vinha completamente avariado.

  67. Ó Ti manel de castro nunes, cheio de prunes, já bi que tem valências de agricultor suado xuxa, comuna.
    Pois eue cá, comi grão, e aguardo a saída do bolo intestínico com pompa e circunstância. Considerar-te-ei, ó
    lagarta das coubes.

    Mas…mas…atrebei-vos afalar da senhora minha mãe e meu pai? Confundis-me, confundis-me…na esquina andava a tua, e olha que mesmo de noite, a gaja só se safava porque o pimp dela obrigava os gajos com pistola a procurarem aquele «refugo». Tens de saber a berdade, pá.

    Oube, já percebi porque num te atrebes a ira à Versailles, pá. Nem te deixavam entrar. Aposto que tens unhas pretas. Mas se fores ao outro sítio, a secretária atende-te….

  68. EBAY, penhoradamente se agradece ao meu amigo. Olhe,pensando melhor, deverá enviá-la mesmo para o Rato. Como o manel de castro nunes full of prunes é um gajo bué de fortalhaço, é o tipo indicado para levar o hematoma em causa ao Largo do Rato. Enrole-a numa folha de couve lombarda, sempre lhe dá um ar mais cozy, bem, se calhar é melhor couve de bruxelas, aí fica mais europeu. Se puder tirar um pouco da língua , para efeitos de relíquia e enviá-la para Évora, seria o ideal. Penso que o recruta do Galucho que adora o 44, se prestará a tão ilustre e prestimoso transporte…

  69. Pois é…
    E tu vais estar lá como cegueta ou como pimpampum.
    Fazemos assim, tens aqui o meu telefone 966483092.
    Estás a ver? Quem tem cara tem telefone.
    Mas vens tu aqui. Lisboa fica muito longe, filho.

  70. De aonde é que o cego tirou que eu sou Maria ?
    Parolo ! malcriado, néscio, e muito parolo.
    Pensando bem se calhar é mesmo magistrado.

  71. “Como vês, se eu fosse pelo caminho fácil” e não “Como vez, se eu fosse pelo caminho fácil”.
    Ia-me dando um fanico há bocado, ao reler o texto e tropeçar na calinada, e nem o facto de, aparentemente, ninguém ter dado por ela torna a inqualificável analfabrutice, para mim, mais digerível. Atrevo-me a pedir perdão pela bojarda, que a mim próprio tenho dificuldade em perdoar.

  72. Olá a todos, nobamente.

    Ó maria jasmim, deduzo que tens ancas da largura do Arc de triomphe. Não me enganei, pois não?
    Mas que coisa, que tendes contra os magistrados? eles só põem na pildra os bugessos como tu, então?

    Manel de Castro Nunes, full of prunes, oube, então tu achas que eu me dou ao TRABALHO de te telefonar, ó proletário? E ir visitar-te? Bem me queria parecer que és 31 de boca, muito trinta e um de boca, ó chaparro.
    Então não tinhas passado por mim, ó IGNARALHO? E agora mandas um número de telefone? LOL.
    Ias à Versailles, etc e tal ? Ó pá, cultiva os repolhos, e carrega o burro. Deves ser daqueles que tem os tratores à frente da porta e uma escada em frente à casa…LOL. toma juízo pá.

  73. CALRACHO, percebo, percebo, és perfecionista. Grande calinada de facto. Queres ajudar mundo, queres? Começa por ser mais inteligente, e deixa-te dessas análises à Maria jasmim, tás a bere?oqueie.
    Bem se preferes o caminho da penitência, sempre podes jejuar na 4.ª feira, e oferecer o sacríficio pelo desagravo ao SÓCASH, tornado SÓCRASH…

  74. Ó ti manel, oube, poe tameie a tua fotografia, só para confirmar que tens as faces rosadinhas e a ponta do nariz vermelha, como o zé pobinho…

  75. Pimpaumpum, o Gungunhana Meirelles, um pouco acima (3 de Julho de 2015 às 6:15), já te explicou a estafada treta do “curso ao domingo”, insistir nela não passa de má-fé, para não dizer mau gosto.

    Dizes: “E se alguém é acusado de algo, EMBORA o ónus da acusação recaia SEMPRE sobre o acusador, o acusado, QUANDO INOCENTE E DETENTOR DE PROVAS, pode e deve destruir de imediato a acusação.”

    Cotejando o “EMBORA” com o “SEMPRE”, fico a modos que meio espantadado, não dá a bota com a perdigota, sim ou sopas, há contradição insanável. E essa do “QUANDO INOCENTE E DETENTOR DE PROVAS” é ainda mais chocante. E se o inocente não for “detentor de provas” da sua inocência? Mais uma vez, como é que isso joga com o princípio-base de que o ónus da prova recai sempre sobre o acusador? Não consegues perceber porque é que o princípio-base é mesmo base, inalienável, irreciclável, irrecauchutável? Um dia destes vais à tasca ao lado de tua casa atacar um penalty, queixas-te, entre dois goles, de umas comichões que não te deixam em paz e, no dia seguinte, o superxaninha espeta contigo em Évora pelo homicídio do Bobi, conhecido saco de pulgas do teu vizinho do 1.º esquerdo? Tu barafustas, pedes provas, e o supercoiso responde-te que não basta à mulher de César ter comichão, é preciso que não se coce e, principalmente, que não fale disso a ninguém. O qué cachas? Provavelmente só acharás alguma coisa quando um dia te tocar a ti. Como dizia o Niemöller:

    “Um dia vieram e levaram o meu vizinho que era judeu.
    Como não sou judeu, não me incomodei.
    No dia seguinte, vieram e levaram
    o meu outro vizinho que era comunista.
    Como não sou comunista, não me incomodei.
    No terceiro dia vieram
    e levaram o meu vizinho católico.
    Como não sou católico, não me incomodei.
    No quarto dia, vieram e levaram-me a mim;
    já não havia mais ninguém para reclamar…”

    Ou, nos versos atribuídos ao poeta russo Maiakovski:

    “Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim.
    E não dizemos nada.
    Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam o nosso cão.
    E não dizemos nada.
    Até que, um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.
    E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada.”

    E já agora o Brecht, para levares o tratamento completo:

    “Primeiro levaram os negros.
    Mas não me importei com isso.
    Eu não era negro.
    Em seguida levaram alguns operários.
    Mas não me importei com isso.
    Eu também não era operário.
    Depois prenderam os miseráveis.
    Mas não me importei com isso.
    Porque eu não sou miserável.
    Depois agarraram uns desempregados.
    Mas como tenho o meu emprego, também não me importei.
    Agora levam-me a mim.
    Mas já é tarde.
    Como eu não me importei com ninguém.
    Ninguém se importa comigo.”

  76. Está visto, cegueta. És só basófia.
    Ando por aí e só vejo fachos armados em capiões.
    Comem, não fazem nada, bebem, o bandulho vai enchendo, as carnes vão escorregando pelo corpo, flácidas, cresce-lhes a papada no pescoço, as pernas parecem uns trambolhos, cheias de varizes, andam a coxear, tentando levantar as banhas de pé em pé, umas figuras deploráveis.
    Quando chegam aos oitenta quilos, olham para um toiro e julgam-se uns gigantes.
    Vemos uma manifestação do PNR e dá vómitos tanta carne inerte.
    Bem, vai espreitando pela janela.
    Conheces a barca bela.
    É isso. ”Acima acima, marujo!”
    Os meus cumprimentos para a tua mãe.

  77. Pimpaumpum dixit:
    “Quanto aos juízes, perfilho esta opinião :
    Não tenho medo, nem receio assinaláveis do poder judicial e dos seus magistrados, a esmagadora maioria é séria, profissional, honestíssima e responsável.
    Sei, por experiência própria, que se tiver algum problema, posso recorrer a um juiz que me defenda do arbítrio do poder político, o Executivo, na figura da Administração.
    É esta que eu temo, e vós também deverieis temer.”

    Pois é, não tens medo, mas devias ter. Admito que uma grande parte dos juízes seja gente honesta, no sentido em que não rouba nada a ninguém, mas o que se nos mete pelos olhos dentro é que há dentro da classe um preocupante défice de tomates e ovários dignos desse nome. E o mesmo vale para os procuradores. Eles sabem bem, uns e outros, que se contrariarem a corrente mafiosa, inquisitorial, que grassa no seu seio, em menos de nada têm o nome pespegado nas páginas do correio da manha e todas as mijadelas fora do penico que fizeram, desde o berço, dissecadas até à uretra. E que, mesmo se, por milagre, nunca lhes falhou a pontaria mijatória, para a imaginação da máfia o céu é o limite e no currículo que lhes será colado à testa não faltarão pecados de fazer corar a Cicciolina.

    O Sócrates é “estouvado”, dizes. Isso é crime tipificado no Código Penal? Acaso o ser estouvado dá ao supercoiso choramingas e ao retornado ressabiado o direito de o manterem enfiado em Évora?

    Quanto ao chafurda ceguinho, enganas-te na análise. Trata-se simplesmente de um problema de saneamento básico: aos assuntos dos homens o que é dos assuntos dos homens (e mulheres, claro); à ETAR de Alcântara o que é da ETAR de Alcântara. Não tenho qualquer problema em discutir contigo, mas nunca me verás a argumentar um pentelho que seja com o fugitivo da ETAR. Conheces aquela variante da sabedoria popular segundo a qual quem vê caras não vê… cus? Pois há excepções, caro pimpaumpum: no caso do chafurda ceguinho, é como fotocópia e original, sem que se perceba qual é qual.

  78. IGNAROS!

    “E se alguém é acusado de algo, EMBORA o ónus da acusação recaia SEMPRE sobre o acusador, o acusado, QUANDO INOCENTE E DETENTOR DE PROVAS, pode e deve destruir de imediato a acusação.”
    Disse o PIMPAUMPUM.

    E DISSE BEM!

    camacho! Faz um favor a toi – même. Simplesmente lê, e ACEITA que o que supra se reproduz ESTÁ CERTO. NÃO HÁ NINGUÉM ( que saiba da matéria) que diga que o escrito do PIMPAUMPUM está errado.
    A acusação ACUSA com base em factos, cuja existência foi verificada em sede de INVESTIGAÇÃO PENAL.
    A acusação indica a sua PROVA e, naturalmente, em julgamento fará valê-la perante o JUÍZ.
    Cabe ao PROCURADOR provar o que acusou. Porém, PODE e DEVE o arguido combater tal acusação; não pode limitar-se a ficar sentado e a esperar que o MP PROVE o que diz. Até porque é um risco quedar-se no silêncio ( se, de facto, está inocente e pode provar a sua inocência). Note-se que o silêncio é um direito do arguido. No caso, o 44 tem-se desbocado e mal.

    Qual é, então, a sua dúvida?!

    O que é que tem acontecido até aqui? ERROS e mais ERROS! Uma VERGONHA! Da parte do arguido! Nunca assim vi! O arguido não percebeu, ainda, que o peso que ele pensa que o poder político tem – que pensa estar associado a ele, para já, NADA VALE. (Acredito sim que o TC – protetor da constitucionalidade da lei, da norma e do sentido de norma, yeah, right! – MUDE, ALTERE, algumas normas com propósitos óbvios. Já aconteceu no passado.).
    A defesa do arguido é a PRIMEIRA a denunciar, a ilustrar, como ELE – 44 – se acha acima da LEI! Não admite ser investigado! Não admite que a prisão preventiva se lhe aplique! É tanta a arrogância daquele homem, que ainda vai pedir a abertura da instrução – somando, então, aos chumbos que já teve, mais um – o do despacho de pronúncia.

  79. Olhó o manel castro Nunnes, o gajo das palhoças de angola, o tal que aceitou encontrar-se na Versailles, eq ue diz que passou por mim, mas nada me disse. Ó PRUNES, pá, duvido que entres na minha propriedade, mas vem pá, vem, cá te espero. Descreves-te a ti, pá, já te disse, que tu deves ser daqueles de unhas sujas, com tratores à frente da porta de casa, e um monte de palha ao lado, com as galinhas à solta. Ó PRUNES, vai caçar patos, pá, enfia-te na sanita e pede « à mulher» que puxe o autoclismo.

    Ó prunes, mas agora queres mudar a máscara, é? Olha a fila lá em Angola, à porta da tua palhoça, até fazes concorrência à Buraca, meu. Hum, sequelas. A indústria da vaselina e dos sabonetes não se safam contigo….num é?

  80. Ó CAMACHO, li alguns «salteados» do teu poema, hum, falas muito de rabos. Deves ser o rabo, mas com outro nome. Na fixe, pá. O teu camarada 44 assinou bué da coisas, pá. Já te casaste? hum? Mas olha que por aqui num te safas, pá. Estes gajos quando não tem mais o que dizer, perseveram na asneira. E vão sempre dar aquilo que os define – rabos.

  81. CONVITE

    PROTAL, VALE DO LOBO – A VERDADE E OS FACTOS

    Os advogados do Engenheiro José Sócrates convidam para participar numa Sessão Pública que se realiza na próxima segunda-feira, 6 de Julho, às 21H, na Sala Bruxelas, do Hotel Altis, na Rua Castilho, em Lisboa, para debater o PROT Algarve 2, com intervenção de diversos especialistas entre os quais estará presente o Senhor Professor Nunes Correia (Ex-Ministro do Ambiente do Governo do PS do Eng. José Sócrates), o Senhor Professor Doutor Miguel Prata Roque e o Senhor Eng. Luís Gomes, actual Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

    O assunto interessará, em particular, a estudiosos de temas de ordenamento territorial, especialmente do Algarve; a quem tem seguido os assuntos relacionados com o processo movido ao Engenheiro José Sócrates; e, em geral, a todos os que queiram conhecer os caminhos, métodos e processos atuais da administração da justiça em Portugal.

    Participe.

    Lisboa, 3 de Julho de 2015

    João Araújo e Pedro Delille

  82. Mas…ó Maria jasmim, não acha vexa que isso nada tem que ver com o pruxexo? hum? Coitados, esgotaram a argumentação e agora viram-se para o sistema …. judicial e legal, há muito vigente em Portugal. É obra! Estará alguém do TC, estará?

    Olhe, tome lá para si:

    A quem torpe nasceu nenhum enfeite adorna….

    lol. Gandas adbogados, pá. Quem precisa de dizer cá fora o que sabe que nada tem que ver com o que se passa no processo, é porque nada tem a dizer no âmbito daquele.

    E os carneiros anseiam, anseiam, ouvir as alegações dos ditos causídicos.

    Ó pessoal! Oiçam! Sabem quais são as melhores alegações? Hum?

    São as que ficam por dizer! Pois é! Ai ganda porrada estes gajos vão apanhar em tribunal, os tipos tentam a todo o custo distraír com o sistema….LOL.

  83. E os gajos põem o pessoal que lhes pode servir de ajuda, a falar cá fora. Eehehhehe. Semeai, semeai, mostra-vos, para que o MP vos tope o perfil. Erro sobre erro.
    O gajo enquanto governante borrifou-se! Agora denuncia o que aprovou ou deixou vigorar.

    LOL. Eis como ele vos respeita, ó IGNAROS.

  84. Ignatz

    Razão tem o Pedro Marques Lopes!
    O MP lança umas suspeitas para o jornais, instiga a que se faça um julgamento e uma condenação públicas baseadas em nada, e depois quando caso vai a tribunal não consegue provar e os arguidos são absolvidos. E satisfaz-se com isto. Aliás, acha que não precisa de fazer senão isto! Uma vergonha!

    Mas desta vez saiu-lhes ao caminho um arguido diferente dos outros!
    Desta vez meteram-se com um arguido que sabe e pode responder no mesmo terreno e no mesmo tempo em que eles estão habituados a dominar.

    Este da-lhes luta !

    PS: fantástico esse detalhe do processo do Duarte Lima. O MP nem quis saber quem depositou o dinheiro na conta do Duarte Lima ! Que diferença em relação a obsessão com o dinheiro do Carlos Santos Silva , hein !

  85. Eu vim aqui só por causa do cegueta.
    Estou a gostar de tudo o resto. Mas vim aqui, só, por causa do cegueta.
    Ó cegueta!
    Não te lembras, filho, do que eu te dizia a respeito dos tiques da tua mãe?
    ”Fala português, filho, não digas ”bonjour”, diz ”bom dia”. Não digas ”monsieur”, diz ”senhor”. Não imites os tiques da tua mãe, ela não tem culpa. Não queiras também ser um gato maltês, a tocar piano e falar francês. Endireita as costas, rapaz! Não faças esses trejeitos com a boca e com as mãos!”
    Pois é, filho, não é Versailles que se diz, é Versalhes. Pode estar lá escrito Versailles, mas tu és cegueta, não sabes. Um homem diz Versalhes. Deixa lá para casa os tiques da tua mãe.
    ”Mon chouchou, mon chouchou”, dizia a tua mãe. ”Pára lá de abanar esse rabo”, dizia eu.

  86. Ouve, cegueta!
    Tu conheces o Mário Machado? Não achas que é melhor eu resolver com ele esta barafunda que arranjaste comigo?

  87. Ti nunes, por aqui nobamente, pois tu estás cada vez pior de memória. Coonfundes tudo e todos. Aceita a realidade dos factos – tinhas uma fila à porta da tua palhoça, de tal maneira trabalhaste que hoje o teu traseiro faz concorrência à Buraca. Bá, num distraias a berdade. enquanto isso, a tua progenitora – a peixeira do mercado, que te pariu tipo Suskinde – lá ia à noite ganhar as croas, teve que arranjar um pimp e olha que mesmo assim, só com revolver encostado à cabeça do cliente. Cheirava a peixe, era feia e todos tinham medo que ela voltasse a parir outro anão como tu. É que nem com um par de botas altas, chegas à maçaneta da porta.
    Baie lá estrumar a terra e deixa os teus bezerros em paz. Descansa depois, bebe do licor de «M» e saboreia com umas bolotas…

  88. Ó Manel castro prunes, quem eu conheço ou não não é da tua conta, mas se tiveres dificuldade em falar com ele, arranja cunha com a mulher, que ela é XUXA como tu. LOL.

  89. A maria jasmim, da silva, tem lido muita asnoprudência – ora vide os parexeres dela. Si sinhóra, aquilo é que é raciocínio curídico, ó páquilo. Faz glosas como ninguém. Um must do circo. Aposto que foi a Ébora….

  90. Dou comigo a pensar :
    – Será isto o produto de mais de 40 anos de bandalheira pseudo-democrática e a respectiva consequência, o abrutalhamento mais ou menos geral ?
    – Será possível que seja a coincidência da reunião aqui, de um conjunto respeitável de cidadãos, vítimas legítimas da injustiça judicial ?
    – Será apenas e tão só, um grupo restrito de indivíduos com interesses ligados a um partido político, que pela multiplicação milagrosa do anonimato, parecem muitos ?
    Como dizia alguém, todas as possibilidades estão em cima da mesa.
    Ó Camacho, mas o que é que você não entendeu ?
    Eu até lhe dei o exemplo de como o César resolveu a questão e se marimbou para o tribunal e o juiz !
    Pode estar tranquilo, existe um sistema de pesos e contrapesos, que funciona, pelo menos na área que eu conheço melhor. Acredito que assim suceda, nas outras áreas, há sempre direito a recurso.
    E quando, se assim não suceder, e/ou as garantias estiverem em jogo, cá estarei ao seu lado, para o defender .
    Olhe, tivessem, Cavaco, Sócrates, Passos e Coelho observado a máxima ética, e tinham-nos poupado a este triste espectáculo.
    E não teriam também, arruinado o país, que é a mesma coisa que dizer, desgraçado todos nós.
    Ou estarei eu, de má-fé, a desvirtuar a História, e na realidade, foram os delegados do MP e os juizes, que governaram o País ?

  91. Ora, eu só vim aqui por causa do cegueta.
    Já todos os que quiseram perceberam quem é o cegueta.
    Gosto muito do resto, mas tenho a minha missão cumprida aqui.
    Agora é entre mim e o cegueta.
    As minhas saudações revolucionárias a todos.
    Vai espreitando à janela, cegueta.

  92. Ó MANÉ PÊDÉ, continuas a bir aqui, pois. Mas dizes sempre o mesmo, pareces o agricultor bêbado, ao final do do dia, todo irritado porque as lagartas lhe comeram as coubes. Como é que bais fazer? Bens de camineta ou de tratore? taméie podes bir naquelas carroças bué da lentas, com capacete tipo noz, tás a bere? hum.

    Tá beie, pá, bou cumprare um óculo muita grande, com curvas, pá, pra te poder ispreitare quando chegares ao portão, mas óbe, assim que puseres as patas na soleira, apanhas com um balázio em cima, pá. Atãoe, inbasão de propriedade é assim, pá, a gente cortamos logo o mal pela raíz. pode ser um terrorista, tá beie?
    Então bá, ó MANÉ PÊDÉ, bora aí, IGNARALHO COMUNA. Toma banho antes de cumeçarres a biagem, tá beie?

  93. IGNARALHO, tás aqui outra bez, pá, então continuas na tua de postares linques, óbe, quantas vezes tenho de te dizer que NÃO abro linques de gajos que não pensam pela sua tête, pá? Nem um, ó mané pêdé.
    Portanto, podes pôr aqui a wikipedia toda, pa, que eue num boue lá. Procura um cirurgião plástico, pá, tens muito a consertar… e já agora, se andas publicar linques da treta, num estás acaminho, hum. Bá anda lá, e traz a matilha dos bezerros (estes ficam), mas tu marchas. Bora, pá.
    ( Já agora, cuidado com as meninges, pá, olha que isso é fino, inventas tantos nomes, meu…)

  94. Ó NUNES full of prunes, vejo, vejo, e vejo asnos também, persistindo nas palas e em andar à nora…claro está, tu és o asno – mor…

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.