O madeiro – Parte II

Fizemos nestes anos progressos muito importantes na redução do défice orçamental, e não fomos mais longe porque precisámos dos recursos para garantir os apoios sociais e a ajuda aos desempregados. A estratégia abrangente que pusemos em prática para salvar o País do colapso, para reformar a economia e trazer prosperidade, está a mostrar os seus primeiros frutos.

O trabalho, a tenacidade e o empenho diário de milhões de portugueses, quer estejam dentro ou fora das fronteiras nacionais, são a melhor razão para termos uma esperança renovada no nosso futuro. São o fundamento do abandono do pessimismo que ensombra as nossas vidas há já muitos anos. Sabemos do que somos capazes e estamos a mostrar ao mundo inteiro, sobretudo aos que, nos momentos mais exigentes, menos confiaram em nós, que acreditamos em nós próprios. Temos hoje a confiança, o respeito e admiração dos nossos parceiros Europeus e dos nossos amigos por todo o mundo.

Pedro, um bom rapaz

7 thoughts on “O madeiro – Parte II”

  1. (um insulto!)

    matóide, que nos foi até ao mastóide, embala a esperança na alcofa para nos adormecer – por conta de saber ser ela a última a morrer.

    obs.: a alcofa é feita de palha.

  2. Palavras para quê?(…)

    Um madeiro,trabalhado por um marceneiro artesão,só podia ter resultado num CEPO!!!

    A bestialidade,continua a “comandar” os tempos que correm…

  3. “Mas agora também sabemos que foi no ano que está a terminar que a nossa economia começou a dar a volta. Graças à coragem e engenho dos nossos trabalhadores e dos nossos empresários, as nossas exportações cresceram e ganhámos quota de mercado no exterior aos nossos competidores mundiais. Entrámos em mercados em que Portugal nunca tinha entrado antes e temos hoje excedentes comerciais e financeiros sobre o exterior, algo que Portugal não conhecia há muitas décadas. Começámos a vergar a dívida externa e pública que tanto tem assombrado a nossa vida colectiva. A economia começou a crescer e acima do ritmo da Europa. Ao mesmo tempo, o emprego começou a crescer e, em termos líquidos, até ao terceiro trimestre foram criados 120 mil novos postos de trabalho. Com a ajuda das políticas ativas de emprego, o desemprego, que tinha atingido níveis inaceitáveis no decurso desta crise, tem vindo a descer mês após mês, e em particular o desemprego jovem. Fizemos nestes anos progressos muito importantes na redução do défice orçamental, e não fomos mais longe porque precisámos dos recursos para garantir os apoios sociais e a ajuda aos desempregados. A estratégia abrangente que pusemos em prática para salvar o País do colapso, para reformar a economia e trazer prosperidade, está a mostrar os seus primeiros frutos.”

    nem percebo como é que conseguiram gravar isto sem que o vídeo encravasse ou se ouça o gajo do som à gargalhada. o gajo goza descaradamente com o contribuinte e ninguém o encosta às mentiras que debita. isto já não vai lá à paulada, vai ser preciso bombardeamento e muito napalm para regar estes cruzados da merckla.

  4. “No Portugal em que todos se reveem, ninguém pode estar condenado à frustração dos seus sonhos simplesmente porque vive naquela região mais remota, neste bairro mais periférico ou porque nasceu em condições sociais e familiares mais adversas.”

  5. “Sabemos do que somos capazes e estamos a mostrar ao mundo inteiro, sobretudo aos que, nos momentos mais exigentes, menos confiaram em nós, que acreditamos em nós próprios. Temos hoje a confiança, o respeito e admiração dos nossos parceiros Europeus e dos nossos amigos por todo o mundo.”

    Depois deste endeusado auto-elogio só falta o bota, graxista lambe botas e masturbador oficial do governo, vir dizer que se enganara e que o homem normal que vive em Massamá afinal é um messias, filho de messias e neto de messias enviado genuíno do céu para nos salvar e a quem os portugueses devem ir reverenciar e incensar como reis magos.
    Certamente que hão de aparecer o botas, masturbador oficial, e os outros habituais masturbadores profissionais que ocupam diariamente o tempo nobre nos media a fazer fretes aos donos. E, parece, que ao contrário da população, os masturbadores profissionais do governo estão em fase de algum crescimento de natalidade como o baldaia que até já se mistura com os fedorentos do eixo do maldizer para, por contraponto e subentendimento, promoverem o bendizer.
    O estilo “eixo-fedorento” caracteriza-se por deitar tudo abaixo e fazer uma razia total para que a galhofa&risota possa sobressair como a flor num montículo de estrume.

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