O algodão não engana

Sabemos que o Governo está nas últimas quando a defesa do indefensável vem do Carlos Abreu Amorim, uma trituradora industrial para uso em lixeiras:

Carlos Abreu Amorim considera que Miguel Relvas está a ser alvo da mais «brutal campanha» de ataques de que há memória. O vice-presidente da bancada do PSD na Assembleia da República ensaia uma explicação.

O social-democrata considera que a marcação cerrada ao ministro adjunto obedece a uma agenda de interesses de grupos de comunicação social, uma estratégia que não vai surtir efeito, porque Passos Coelho vai resistir.

«Miguel Relvas está a ser alvo da mais brutal campanha que eu me lembre que alguém tenha sido sujeito, um ministro, nomeadamente nos tempos democráticos. Pedro Passos Coelho não é pessoa para mudar ministros ou fazer remodelações governamentais» em função da comunicação social.

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17 thoughts on “O algodão não engana”

  1. não sei se o cabreu fala do que sabe ou se sabe do que fala, mas uma coisa é certa, se não fosse a privatização da tv a impresa e a cofina abafavam os assuntos secretas, público e lusofoda. a oposição vai à boleia e de preferência bate a bola junto à relva.

  2. O “licenciado” em causa está a prestar ao PPD-PSD um serviço inestimável. Pois enquanto a populaça lhe mordisca os néscios couratos, passam quase despercebidos outros assuntos talvez de maior gravidade.

    De qualquer modo merece todas as bengaladas, réguadas e ponteiradas que lhe possam ser dadas. Pois é uma espécie de Santana Lopes do insucesso escolar.

  3. O CAA sempre nos habituou a vociferar ódio ao PS e é por isso que não se lembra do tempo de Sócrates e da C Social.
    Talvez nesse tempo estivesse em jantares maçons com o pessoal da Ongoing.

  4. Aqui há uns tempos Sócrates estva a ser alvo da mais brutal campanha de que o CAA não se lembra que alguém tenha sido sujeito, nomeadamente nos tempos democráticos, porque estava envolvido na dita campanha até ao nariz.
    Quem com ferros mata…

  5. O Psd é um partido em coma assistido.Só um reacionario com Abreu Amorim,que militou nas hostes de manuel monteiro, é que resta para defender o indefensavel.Não há almoços gratis em lado nenhum, e muito menos na politica.este lambe botas que infelizmente veio cair no distrito de viana,cidade que nunca deu a vitoria à direita,mais tarde ou mais cedo vai cobrar todas estas subujices.segundo a sua teoria a privatização da RTP,só ira a avante se for com M.Relvas. por isso o querem destruir.A ser assim algo vai mal no laranjal,pois estão a dizer aos portugueses que esta polemica privatização que não agrada a ninguem, não foi decidida em conselho de ministros…

  6. Este CAAmorim, bio-técnologo, profe, especialista em ADNs, émulo do prof.Karamba,
    já esqueceu o que disse e afirmou sem qualquer sustentação no programa direto ao
    assunto, até espumva só de pronunciar o nome de José Sócrates!
    Só está a querer defender quem lhe deu a distinção de chegar à Assembleia da Repú-
    blica, para resolver os grandes problemas da Nação…ele CAAmorim que, de política na-
    da percebe…é um mero engraxador e bajulador e gosta de banana!!!

  7. o CAA é um oportunista, puro e duro.
    Se amanhã tiver de pintar os lábios de vermelho, vestir um tutu e dançar a lambada na AV da liberdade por um tacho, não há dúvidas de que o fará.
    O que ele não sabe é que já toda a gente o topou. E um oportunista burro , mais cedo ou mais tarde, acaba estatelado na merda que construiu.Tal como está a acontecer com o relvas, neste momento.

  8. Há imagens que, só por si, definem um homem e um carácter.

    No caso do CAAmorim, é aquele pequeno excerto de uma reportagem que as televisões passam sempre que se fala do Miguel Relvas: avança o Ministro Relvas com uma pequena corte de pegadores; acerca-se da porta da sala, onde está plantado o CAAmorim, que se apresta para o cumprimentar; o Ministro ensaia um bacalhau e o CAAmorim desdobra-se, pressuroso, obsequioso e untuoso, numa bacalhoada; o Ministro Relvas acrescenta uma pequena agarradela de braço e o CAAmorim passa a um efusivo abraço. E, tão consolado fica que não hesita em abraçar também um modesto caudatário do Ministro, o último do cortejo.

    Já vi muitas vezes esta coreografia – é a do porteiro de cabaret perante o cliente habitual, poderoso, mesmo que não gorjeteiro. E não é o do porteiro do trombinhas – é mais tipo cabaret da coxa

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