17 thoughts on “Ninguém o diz, e esta é uma ocasião tão boa ou melhor do que as outras para o anunciar”

  1. Bem, penso que o anunciar desta evidência, não vai cair muito bem em certas mentes enformadas pelos preconceitos morais conhecidos, mas quando eu era jovem e via/ouvia a Amália, os seus atributos físicos também me impressionavam deveras, nomeadamente esses. Nem só de política vive o homem, felizmente!

  2. Encantado com a voz, não reparei nas mamas. Também não as expôs, como aos atributos vocais. Gostava de saber, Valupi, se lhe viste mesmo as mamas ou só as adivinhaste por baixo dos trapinhos. É que às vezes tem-se cada surpresa…

  3. Nunca pensei que uma capa de disco da Amália pudesse ser alguma vez motivo inspirador de prazeres solitários! Enfim… mais um aspecto a considerar daqueles que da lei da morte se vão libertando…

  4. Eu não disse, Val? É fatal com’ó destino. Estou contigo, à merda os preconceitos morais caducos vigentes. Ninguém foi aqui maltratado com este post, antes pelo contrário!

  5. Se Amália teve, Amália tem um magnífico par de mamas.
    Em vez de magnífico, diga valente, Val !
    Jnascimento

  6. Basta ver a fotobiogarfia do CIRCULO DE LEITORES com as imagens dela com as irmãs na praia. sIM SENHOR, um espectáculo. EStá registado e foi assim.

  7. Há muitos anos quando ainda havia a Praça da Figueira houve um concurso da mulher mais bonita da Praça mas como se chamava Adelina Fernandes fizeram logo uma quadra onde Fernandes rimava com «mamas grandes». São uns parvos…

  8. Que fique muito claro. Digo e re…digo que nada nem mesmo nada me move contra, e já agora a favor, as opções sexuais seja de quem for. A vida sexual dos outros faz parte da sua intimidade e intimidade é isso mesmo.
    Há uma questão que há muitos anos ponho a mim mesmo e para a qual nunca obtive resposta: Ao que se ficava a dever a atracção ou mesmo o autentico fascínio – levados em alguns casos a extremos – de tanto homossexual por esta mulher?

  9. Tive a oportunidade de ouvir Amália em circunstâncias especiais..Foi em 92 e estava a bordo da caravela “Boa Esperança”, réplica das de 500, hoje no Algarve, que participava na regata Colombo. Tinhamos largado de Cádiz e navegávamos, com pouco vento, ao largo da costa africana, rumo às Canárias. Era noite, uma noite sem lua, com uma neblina vaporosa – q

  10. desculpem, continuando, que alguns diziam ser areia em suspensão trazida do deserto, quando alguém, que tinha um leitor de CD’s portátil (uma novidade na altura) fez ouvir Amália, interpretando “Gaivota”..Naquele ambiente, feito de som do mar, do bater das velas e do ranger da madeira, sabendo que algures a bombordo estava a terra que, teimosamente, os do século 15 bateram até dar a volta, lá em baixo, no Cabo, as palavras cantadas por Amália..”..se um português marinheiro, dos sete mares andarilho..” arrepiavam. E ficou aquele fado, gravado para sempre na memória dos 4 tripulantes que faziam o “quarto” (turno) das 20 às 24H na “Boa Esperança”..

  11. jcfrancisco , então ja não há a praça da Figueira?, Saramago fala dela “no ano da morte de Ricardo Reis”, e um amigo dixome que estivera nela niste verão en Lisboa. Sera erro, pois. Eu não a conhezo, só é curiosidade.

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