12 thoughts on “Nas muralhas da cidade”

  1. Por falar em policias, por falar em crime, por falar em ódio, que tal falar num assunto que é muito mais importante:
    — A nossa liberdade individual.
    É médica e sabe do que fala. Tem o link para o artigo na íntegra.
    https://observador.pt/opiniao/em-que-ponto-do-caminho-permitimos-que-nos-tirassem-a-liberdade/
    Já não há dúvida! Deixámos de ser livres. Não sei como chegámos até aqui. Em nome de um bem maior, que afinal mais não é do que um mal menor, permitimo-nos deixar de ser livres. Passámos a ser oprimidos e violentados, obrigados a cumprir regras (que mais não deviam ser do que apenas recomendações). Regras essas que, se não cumpridas, nos impedem de nos alimentarmos (pois não podemos entrar em restaurantes e supermercados sem máscara), nos impedem de brincar (fecharam todos os parques infantis), nos impedem de gostar, de tocar e de sentir (querem criminalizar as festas e a socialização dos jovens).
    O que acontece a um país, quando aqueles que o dirigem perderam todo o bom senso e obrigam o seu povo a fazer coisas com as quais, aqueles que delas discordam, se sentem profundamente violentados, quer com a subserviência a que se veem obrigados, quer com o cumprimento de regras absurdas e sem quaisquer provas dadas?
    Passámos a ser um país em que as palavras que mais vemos são “obrigatório” e “proibido”. Não nos deixam escolher. Para sermos um país livre temos que ter liberdade de escolha. As medidas não têm qualquer prova dada, pelo que não deviam ser impostas, deveriam ser recomendações. Em termos de saúde pública, até alterações de comportamento com eficácia comprovada são apenas recomendações. Tal é o caso de recomendações como “não fume”, “pratique exercício físico”, “controle a tensão arterial e a diabetes”. São unicamente recomendações e as pessoas são livres de acatarem ou não essas mesmas recomendações. Também as regras da DGS sobre a “pandemia” da Covid-19 não deveriam ser mais do que recomendações: recomendamos o uso de máscara, recomendamos o distanciamento social a quem assim o entenda, recomendamos um determinado número de pessoas por metro quadrado em espaços fechados, recomendamos, preferencialmente, refeições não buffet. Se as coisas fossem postas desta maneira, continuaríamos a ser livres porque, quem assim o entendesse usaria máscara, distanciar-se-ia socialmente dos outros e seguiria as recomendações e quem assim não o entendesse não usaria máscara e poderia fazer a sua vida como anteriormente. A injustiça é gritante porque quem quiser usar máscara (uma minoria) pode fazê-lo em todo o lado mas, quem não a queira usar, só pode fazê-lo em sua casa ou ao ar livre. Mais, caímos no ridículo em que uma parte da população civil acha que pode opinar e dar ordens aos outros, como se fossem melhores do que esses outros. Foi desta forma que começaram muitas ditaduras e muitas guerras.
    Utilizam ignorantemente um teste em pessoas que não têm doença, projetando uma falsa imagem do que se passa em Portugal e dando motivos aos outros países para recomendarem aos seus habitantes que não frequentem o nosso.
    Ao ouvir os meus pacientes, cada vez mais assisto à revolta nas pessoas. Revoltadas por aquilo que são obrigadas a fazer em nome da prevenção de uma doença em que, mesmo tendo a DGS alterado completamente as causas de morte (e tendo tido que ser chamada à atenção pela OMS), incrementando o número de mortos com Covid-19, mesmo assim, esta doença não tem sequer metade dos mortos que habitualmente tem uma época ligeira de gripe. Mas não há maior cego do que aquele que não quer ver.
    Os nossos dirigentes continuam cegos à crise e à revolta que está a aumentar na nossa população.
    Criminosamente, as notícias continuam a falar apenas da doença Covid-19 e dos óbitos com Covid-19. Ignoram, propositadamente, todas as outras doenças e todas as outras mortes que ocorrem diariamente e em número brutalmente maior, no nosso país. Se não morreu com Covid-19 não interessaQuerem tornar crime os ajuntamentos de pessoas (mas só alguns ajuntamentos e só de algumas pessoas). Mas não tornar um crime a perpetuação das medidas que estão a aumentar os suicídios, estão a aumentar o desemprego, estão a aumentar a tristeza das crianças e jovens, a tornar as suas aulas e avaliações anedóticas, a aumentar o desespero dos idosos. Medidas que estão a tornar o nosso país cada vez mais pobre, o nosso povo cada vez mais triste. Não tornam criminosas as medidas que, impostas apenas por alguns, com uma falta de bom senso gritante, obrigam uma maioria a ser infeliz. É fácil pôr a culpa num vírus que, alheio aos disparates dos homens, tem causado apenas em Portugal (como nos seus congéneres) nada mais do que um quadro respiratório semelhante a uma gripe. E é até, verdade seja dita, mais benigno do que uma gripe, porque praticamente não afeta nem crianças nem adolescentes. Todos nós sabemos que na altura da gripe, é habitual haver salas nas creches com metade das crianças e salas de aula com metade dos alunos, todos doentes em casa, com febre e tosse. Esta doença nem sequer isso faz. Não só causa menos de metade dos mortos (mesmo com as falsas causas de morte), como 95% daqueles que testam positivo não têm doença ou só têm doença ligeira. Mesmo assim, continuam a implementar, no nosso país medidas que estão a causar uma catástrofe sem precedentes, negligenciando de forma teimosamente cega as consequências dessas medidas implementadas, negligenciando a revolta crescente que a população vai sentindo contra elas.
    É impressionante: as pessoas estão revoltadas, as pessoas estão tristes e quem nos dirige não quer saber.
    Pode ser que o facto de sermos, qualquer dia, o país mais mal falado da Europa e que, de forma mais ignorante, aplica testes para a doença Covid-19, envergonhe quem nos dirige e então, cabisbaixos, os nossos dirigentes invertam a marcha e nos passem a ajudar, não por nós, mas apenas para não ficarem mal na fotografia!

    Margarida Abreu
    Médica, especialista em Medicina Geral e Familiar

  2. a especialista em generalidades & familiaridades anda a fazer-se à presidência da organização mundial de saúde e ainda há cromos que se dão ao trabalho de ler estas cenas mal enjorcadas, fazer cópia e difundi-la como oposição ao governo e direcção-geral de saúde neste momento de descontrolo parcial da pandemia. se lhe calhasse lá em casa era apelos ao tio morcela em directo nos telejornais qu’isto era uma bandalheira mais relambório das mães indignadas deste país. não gosta, base, vá trabalhar para o boris que ele adora médicos portugueses que assinem acordos de confidencialidade.

  3. O ano passado morreram de gripe mais de 3000 pessoas este ano são cerca de 1500, grande pandemia…
    Metam a cabeça na areia, não combatam os extremismos e quando estiverem com uma ditadura nos cornos depois queixem-se.
    Será que é assim tão difícil perceber que os dados estão baseados em falácias ?
    Nunca houve testes de gripe, este ano a grande maioria que acusa positivo não tem sintomas, estamos a aldrabar quem?

  4. poizé, covid19 é uma invenção chinesa para foder o trumpetas e empixar o bolso com a conivência da europa e da organização mundial de saúde.
    9.100.090 de infectados
    4.528.780 de recuperados
    472.216 de mortos
    é tudo falácias para aldrabar falâncios e gastar gel.

  5. Curioso conceito de liberdade tem o “eu próprio”. Não se incomoda nada se ficar infectado e andar por aí, livremente, a infectar meio mundo. É o tal conceito de que a minha liberdade é ilimitada. Não aceita o grande principio da liberdade social que diz: a minha liberdade deve ter como limite o momento em que passa a condicionar a liberdade dos outros.

  6. Ó Zé se achas que eu infecto , não te chegues ao pé de mim, é fácil não é?
    Queres ter liberdade para andar de máscara, certo?
    Eu também quero ter liberdade para não andar, percebes isto, não?
    Já foste ver os dados da gripe do ano passado?
    Já agora repara na contradição da tua frase onde falas da liberdade social. É que a tua liberdade está a condicionar a minha.

  7. “Ó Zé, queres ter liberdade para não ser assassinado, certo?
    Eu também quero ter liberdade para te assassinar, a ti e a mais uma ou duas dúzias, se me der na telha. Percebes isto, não? É que a tua liberdade está a condicionar a minha.”

  8. 650.000 mortos por ano num surto de gripe normal a nível mundial.
    É só googlar, está lá tudo.
    Estamos a neste momento a assistir à epidemia dos tótós. A não ser que estes mortos sejam mais importantes que os outros.

  9. o opróbrio tem de actuakizar o software, o pugrama não existe pandemia tá desactualizado há bués e o murcão que o inventou mais os grunhos que o compraram surfam a onda da vitimização da epidemia que o tótiço acima nega.

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