12 thoughts on “Nas muralhas da cidade”

  1. O diagnóstico é bom, mas falha na indicação dos responsáveis pela situação (apenas diz que não são só os media) e nos meios de solucionar os problemas apontados. Só com “estudos”, que vão sempre para a gaveta, não vamos lá. Confissão pública dos erros cometidos, em Portugal? Boa piada.
    Diz: “Não há uma estrutura hierárquica que defina padrões de procedimentos? Não há.”
    Então não há um MP organizado hierarquicamente e conselhos superiores da magistratura judicial e do ministério público? O problema é que eles não fazem o que deveriam. E porque é que não fazem? E que consequências tem esse deixar andar? Alguém é responsabilizado por isso? Se calhar, estão todos muito contentes com a situação e não a querem mudar. Não há solução?

  2. […]

    «Então não há um MP organizado hierarquicamente e conselhos superiores da magistratura judicial e do ministério público? O problema é que eles não fazem o que deveriam. E porque é que não fazem? E que consequências tem esse deixar andar? Alguém é responsabilizado por isso? Se calhar, estão todos muito contentes com a situação e não a querem mudar. Não há solução?», schiiii.

    Tantas letras, tantas palavras encavalitadas, achas umas coisas que não servem nada, que para nada servem, nada de nada e nada para nada, ó santinho!

    Sócrates dá posse a Alípio – Política – Correio da Manhã

    https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/socrates-da-posse-a-alipio

    08/04/2006 — O primeiro-ministro dá posse ao novo director nacional da PJ, Alípio Ribeiro, na segunda feira no juntaram-se os doissss à esquina a tocar a concertina e a dançar o solidó!

    Eheheh, isto é sempre a abrir.

  3. A Justiça é cega, por definição.
    Lá chegará o dia de nos espantarmos com as escolhas que ela faz para seus íntimos (?) colaboradores…
    Quem, na terra dela, terá o olho que o faz rei ?
    Rei, diga-se, das largas pradarias anais, onde , por sua natureza, se instala.

  4. Júlio, também senti que o diagnóstico se tinha ficado pela metade. Porém, ele não poderia chegar ao osso, isso de a Justiça estar a ser principal arma política da direita, pois de imediato as feras dos sindicatos dos magistrados o cercariam e os impérios da comunicação social o ostracizariam.

  5. Deve ser isso, Val. Quando o Alípio Ribeiro e outros se reformarem e se estiverem a bugiar para sindicatos e media, talvez então comecem a chamar os bois pelos nomes. Mas aí também a RR não o vai entrevistar…

  6. Vejamos :
    Sendo negacionista, nego a existência do vírus, logo nego a existência da doença e dos doentes. Aí não necessitam de tratamento nem de internamento. Se nego tudo isso, afirmo que o SNS não é necessário! Que os profissionais de saúde andam pelos Hospitais numa de diversão e relaxe…os bombeiros passeiam turistas indolentes,pessoal sem doença. As vacinas são um embuste,não mais que água da torneira, o vice-almirante um Magano brincalhão com a mania das fardas. Tudo isto convém sumamente ao Costa , que se apresenta como o Super Homem e consegue as sondagens que mostra, todas apoiadas nessa doença fake, tão oportuna para ele… Já homens sérios, previdentes e visionários são Bolsonaro e Trump ,que não foram em cantigas e deixaram que a Natureza falasse,voz essa distorcida pela malvadez esquerdista. Tudo encaixa como um puzle,

  7. Faltou dizer que todo o circo em volta dos mega-processos não é o resultado duma patologia inerente ao sistema. Trata-se duma estratégia deliberada de reforço do governo dos juizes por parte de um conjunto de actores que buscam um reforço do seu protagonismo enquanto actores políticos.

    Mesmo os rotundos falhanços na fase de julgamento contribuem para reforçar a narrativa: não houve condenações porque as leis são demasiado permissivas, há excesso de garantias para a defesa, etc. Logo há que dar “mais poder ao Ministério Público” , remover as reservas a violação de correspondência, de que o recente diploma vetado pelo Presidente é um bom exemplo.

    Ora nem os juizes nem o Ministério Público são actores políticos legítimos e o proselitismo de algumas personalidades do meio judicial tem mais a ver com o totalitarismo do que com a democracia

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