Não foi por falta de avisos que os portugueses escolherem o fanatismo e o saque

O chumbo do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) no Parlamento deixa o Governo sem condições para governar, disse o dirigente socialista Vieira da Silva, à entrada para a reunião do Secretariado Nacional do PS.

“O PSD sabe, deseja e trabalha activamente para esse fim, que esta rejeição do Programa de Estabilidade e Crescimento retira ao Governo condições para poder governar”, diz o ministro da Economia.

Na reacção ao anúncio do PSD da apresentação de um projecto de resolução para chumbar o PEC 4, o ministro sublinha que os sociais-democratas admitem e defendem que “esta é também uma acção destinada a derrubar o Governo”.

“A posição do PSD é grave e necessita de ser bem explicada junto dos portugueses. É grave porque, ao ser contra o PEC, o PSD vai retirar ao país o apoio que tinha recebido das principais instituições europeias. Mas é também grave porque o PSD, não só não esclarece as consequências para a economia portuguesa da rejeição do PEC já num prazo muito curto, como também nem sequer aponta os caminhos alternativos”, refere Vieira da Silva.

Apesar de todos os partidos da oposição apresentarem amanhã projectos de resolução contra o PEC, o ministro da Economia acredita que “até ao último momento” o bom senso prevaleça e seja possível alcançar um entendimento.

Sem PEC não há condições para governar, diz Vieira da Silva

One thought on “Não foi por falta de avisos que os portugueses escolherem o fanatismo e o saque”

  1. Esta que aqui lembras, Valupi, outras que já lembraste (bem como os companheiros/as de blogue) e muito mais que poderia e deveria ser lembrado era material mais do que suficiente para desmascarar e dar o piparote final na quadrilha do pote e sua comissão liquidatária, pondo fim ao saque. O facto de o Totó Seguro poder com a maior das facilidades fazê-lo e optar por ficar quieto e calado, disfarçando com umas vacuidades castradas, pomposas e bacocas para português ver, dá-me vómitos.

    E não o faz porque isso implicaria forçosamente o reconhecimento de razão e méritos ao seu antecessor, fantasma que ele teme e odeia tanto como a quadrilha passista e cuja eventual ressurreição lhe retira o sono, burocrata vaidosão e incompetente.

    Merdoso dum cabrão, não tem qualquer problema em ficar deliberadamente à espera que a quadrilha acabe de rebentar com o pouco que falta estragar para depois aparecer como o salvador das migalhas. O desgraçado sabe que para mais não tem competência, a não ser mesmo para colector de migalhas e sua magnânima distribuição. Deve ser primo da Isabel Tea Party Choné, o sacana.

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