Na UCI da direita

Entre o juiz alegadamente excessivamente condescendente com o Ministério Público e o alegado ladrão, tenho sempre um lado fácil de escolher...


José Eduardo Martins

Questionado pela tão querida reforma da justiça que o PSD quer fazer, o líder social-democrata responde de forma mais ampla. "Infelizmente, vejo como muito, muito difícil, no quadro partidário que temos em Portugal, conseguir qualquer reforma. Eu esforço-me, aliás é a principal razão pela qual estou neste cargo", lamenta.

"A minha esperança existe porque é a última a morrer, mas é cada vez mais pequena porque não vejo vitalidade no sistema partidário, pelo contrário, está cada vez mais fechado. Qualquer coisa que se queira mudar é sempre um 31, porque os interesses instalados, seja na política, seja fora dela, são uma coisa tremenda", conclui o líder do PSD.


Rui Rio

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José Eduardo Martins parece-me um doppelgänger intelectual do Jorge Coelho porque tenho exactamente a mesma reacção quando os oiço e vejo na TV: é-me impossível recordar o que disseram meio segundo após terem parado de falar e fico sempre estupefacto com os critérios editoriais que dão tanto protagonismo mediático a duas nulidades de arrebimbomalho. Porém, em benefício do patusco Coelho, há a dizer que o Sr. Martins consegue acrescentar à inanidade discursiva os tiques folclóricos de um peralvilho que se tem em altíssima estima. Trata-se da farronca dos ignaros – e também, como a citação ilustra, da estética dos pulhas. Ei-lo, com à-vontade soberba, a dizer frente às câmaras que prefere a perversão da Justiça – pela mão de um juiz que vê como vantagem política imperdível para a perseguição e destruição dos adversários – à defesa dos inocentes.

Rui Rio, ao que consta na imprensa portuguesa, é presidente do PSD e líder da oposição. Porém, devemos desconfiar da validade dessa informação à luz das suas próprias palavras. Admitindo que estas serão a via mais rápida para chegar ao seu pensamento, ei-lo, com à-vontade soberba, a dizer aos jornalistas curiosos que graças à influência nacional por si obtida a 13 de Janeiro de 2018, quando venceu as eleições no PSD, temos agora o sistema partidário “sem vitalidade”, “cada vez mais fechado” e impotente face aos “interesses instalados”, “seja na política, seja fora dela”, pelo que só uma esperança desesperada, daquelas que se levam para a cova, permite sonhar com alguma reforma, qualquer mudança.

Estas duas figuras, nestes exemplos avulsos que desaparecem da atenção assim que entram no espaço público, mostram o estado comatoso da direita partidária. A sua decadência resulta de terem reduzido a política ao “fazer política”, e o fazer política é para eles apenas tentar chegar ao poder pelo poder. Daí não terem qualquer ideal de natureza teórica, nem sequer conseguem pensar uma visão para a comunidade que ultrapasse as suas agendas pessoais. Vivem mergulhados em cinismo e ressabiamento, juntando-se à escória que lhes acena com indecências, golpadas e violências para derrubarem os outros gajos. São broncos, brutos e sem escrúpulos. Politicamente incompetentes e eticamente cobardes. Emporcalham a República.

32 thoughts on “Na UCI da direita”

  1. O Eduardo Martins é muito profundo… cherne ou equiparado,que tal sairá na parrilada ? Insípido,aposto…

  2. Este Martins, da direita tuga, é um protótipo castiço. Quer-se fazer de intelectual, mas no final a verbe sai-lhe do mais rasca possível. É um tosco que se arma em erudito, confusamente, aliás, como tantos outros. Ainda ontem, na palhaçada do SIC N que dá pelo nome de Eixo do Delírio, em que por vezes desperdiço algum do meu precioso tempo, assisti a um festival de demagogia barata e rasca; com ligeira diferença do Pedro M. Lopes, as alimárias que por alí se refastelam, tiveram orgasmos de vomitado êxtase, ao esmagarem, com inusitada violência e ódio, alguém a quem, há não muito tempo atrás, prestavam vassalagem: Ricardo Salgado. Não sei se este senhor é, ou não, culpado e responsável por tudo aquilo de que AGORA o acusam. O que verifico é que , face a uma acusação do MP que está, como em tantas outras anteriores vezes, por passar no crivo da veracidade das provas de acusação, num julgamento que ainda se não realizou, o dão já por inexoravelmente culpado, vilipendiando-o e esmagando-o qual repugnante verme a quem se retira toda e qualquer dignidade. Ainda há pouco lhe teciam loas, mas agora o espirito de inveja pelo estatuto do visado, fá-los sair do seu mesquinho casulo de vespas para o acusarem de tudo e mais alguma coisa do que de mal aconteceu neste país. É assim a moral desta gente: Enquanto esvoaçam à volta dos poderosos que lhes podem proporcionar benesses e prestígio, são só encómios e elogios. Quando estes descem dos seus pedestais, são sempre dos primeiros a apedrejá-los. Que se cuide o Balsemão que lhes paga para eles , rastejando, lhe prestarem estes serviços, pois se um dia também vier a cair do seu pedestal, serão estes mesmos os primeiros a arrazá-lo com os maiores impropérios e vilanias.

  3. O que escreve no intróito como tendo sido o que ele disse

    “Entre o juiz alegadamente excessivamente condescendente com o Ministério Público e o alegado ladrão, tenho sempre um lado fácil de escolher…”

    não coincide com o que conclui e que escreve mais para baixo

    “ Ei-lo, com à-vontade soberba, a dizer frente às câmaras que prefere a perversão da Justiça – pela mão de um juiz que vê como vantagem política imperdível para a perseguição e destruição dos adversários – à defesa dos inocentes.

    Ele não disse que prefere a perversão da justiça e a condenação de um inocente, disse que entre um alegado juiz condescendente e um alegado ladrão ( que é coisa diferente de um inocente ) e chamar-lhe alegado, é na maioria dos casos mera gentileza, que por aqui, curiosamente ou não, não é incompatível com a alegada burocracia que julgam topar noutras situações e pretensões reformistas, prefere o juiz condescendente .
    Mas enfim, entendemos, isto está ALAGADO de gente que entre a presunção de inocência e a certeza de inocência, não hesita, Sócrates, para vocês, não é presumível inocente, É INOCENTE .
    O categórico a imperar sobre o discutível.

  4. pelos dados que o MP e companhia entenderam dar à comunicação suucial, presume-se, com segurança. que o homem é inocente!
    A gente que o quer condenar tem que trabalhar melhor! Têem que dar o litro,cambada de incompetentes!
    Sois burros,burros,burros,seus geradores de ruído!

  5. Luis, acolho o teu reparo.
    __

    Império das Chatices, percebo a tua dificuldade. Entendo donde vem. E compreendo a confusão que te causa.

    Vou tentar ajudar-te: no nosso Estado de direito, assim como no de muitos outros países, todos os cidadãos são inocentes até prova em contrário transitada em julgado.

    O que isto significa transcende cada caso individual que vai a julgamento. Tu poderás achar que o princípio é desnecessário nos casos em que tu consideres não ser preciso provar nada (por exemplo, se fores tu a testemunha de um assalto e achares que estás em condições de identificar o assaltante). Porém, há outros casos onde calhou não estares lá para ver, arrisco supor. Nesses, como sabes se aconteceu ou não o que diz a acusação?

    Claro, tu poderás resolver esse problema dizendo que confias sempre nas acusações, não precisando de perderes uma caloria a pensar se estão de acordo com a verdade. Mas, se calha ires por aí, como achas que se devia julgar o possível caso em que um vizinho teu faz queixa de ti dizendo que lhe roubaste o dinheiro que tinha debaixo do colchão e apresentando familiares como testemunhas do teu hipotético assalto?

    Enquanto pensas na resposta, vou ali dar a volta ao Mundo.

  6. Você não compreende nada, não tenho dificuldade, portanto não pode vir de lado nenhum . E a confusão não pode nascer do nada .

    Parágrafo segundo : é uma obvialidade .

    Paragrafo terceiro : é outra obvialidade .

    Parágrafo quarto : é uma situação diferente.
    Mas não ouse utilizar argumentos “change the subject” and “turntables” .
    Neste caso, claro não há possibilidade de provar em defesa própria, coisas ou situações inexistentes, não reais, por isso, que existe a regra de que “o ónus da prova recai sobre quem acusa”.
    No caso vigente, o acusador teria que apresentar um título de dívida, à laia de prova, seja um documento escrito, v.g. uma escritura notarial, uma confissão escrita de dívida, ou qualquer outro meio de prova equivalente . As testemunhas, só por si, não chegam .
    De igual modo, quem disser que eu tenho um Rolls-Royce, tem que provar o que diz, eu não posso fazer prova da inexistência de uma coisa inexistente ou que não é uma realidade .
    Mas há situações, em que o ónus da prova, está do outro lado . Por exemplo, se você quiser mudar de operadora de telecomunicações, e existir uma lei em vigor que diga que para e antes de o fazer, tem que fazer prova perante a nova operadora, de que não deve nada à anterior operadora, você tem que pedir a esta, que lhe passe uma certidão, em que se diga que nada deve . Esta é que tem a prova, não é você.
    O mesmo vale para as certidões emitidas pela Administração Fiscal, certificando que fulano ou beltrano não têm nenhumas dívidas ao fisco, condição sine qua non, para estes se candidatarem à obtenção de fundos comunitários.
    A situação referida pelo Martins, o visado na sua crítica, não se insere em nenhuma das hipóteses que você agora apresenta .

    Resumindo, nem você percebeu, nem entende, nem compreende .
    Porque eu não tenho nenhuma dificuldade, portanto não há origem, e muito menos confusão, não precisei de muito tempo para pensar na resposta, precisei isso sim, de tempo para teclar, o que é uma chatice, e para lhe poupar tempo na teclagem, nem sequer o vou acusar de nada nem convidar a apresentar provas do que afirma quanto a mim .
    Cordiais.

  7. Valupi
    Entirelly my fault !
    Vir pra aqui perder tempo com um canalha e pulhas !
    I should have known better.
    Vou seguir o teu conselho e pedir ao meu amigo : “empresta-me do meu dinheiro”.

  8. … um reformado das finanças põe-se a beber finos e depois vem práki curtir delírios traumáticos adquiridos em serviço. tinhamos o rei dos lençóis e agora temos o rei dos brocados nonsense ao ataque. vão apanhar covid para o algarve e não infectem o caixote.

  9. O “estatuto moral” do pastor desta locanda fica bem patente pelos comentários acima .
    Panfletário assanhado da liberdade, anda a espiar o IP dos comentadores, à maneira dos PIDES, detractor dos bufos, arruma num canto todos aqueles que lhe viram o rabo e lhe viraram o dito cujo, abandonando-o, estão ali no fundo, apontados a dedo, tipo anátema, sentenciados como “visitas antigas”, alegado inimigo figadal da calúnia, passa a vida a caluniar os outros, falho em talento e sem legitimidade nem autoridade para tal empreitada, ou sequer escrever em jornais, almeja intimidar e controlar jornalistas, inculto e impreparado em todas as áreas de ciências exactas, mero detentor de conhecimentos na area das letras e das tretas, julga-se um ser superior, pertencente a uma elite ungida para dirigir os outros, que designa ora como broncos, ora como pulhas, e erege-se no fundo como missionário nascido com o desígnio de mudar o País e decretar a felicidade geral através do Estado de Direito .

    Você, que enche a boca com o estado de direito, sabe lá o que é o Estado de Direito !
    O Estado de Direito constrói-se com gente honesta e decente, é um trabalho árduo e longo, continuado, não é com bandalhos nem com um bandalho a mando de um ou dois bandalhos, como é o seu caso, pago para branquear pelo menos um, que vai passar o resto da vida embrulhado em papel selado – a seguir virá o processo sciences po, já foi extraída certidão, possivel fraude na tese de mestrado, o indivíduo é, como bem referiu o Tavares, completamente iletrado, aliás ficou bem demonstrado no video do bad english, as vergonhas que o tipo fez o País passar, os fortes aplusos no final, coisa que o Simples Neves enfatizou, devem ter vindo das mãos daqueles presentes que já pensavam nas excelentes oportunidades que por ali vinham, Lone Star, Apollo, Blackrock, Neumann e Cia .

    O estatuto do PS que você aqui representa, foi cedo notado por pessoas decentes e honestas, que não quizeram compactuar com a bandalheira, e se afastaram, Francisco Zenha, Álvaro Guerra, Francisco Sousa Tavares, Rui Mateus, Manuel Serra, e muitos outros .

    Em suma : um ser sem moral, sem principios, sem valores, sem vergonha, sem lei nem rei, apenas um tonto a quem já designaram por triste porco, a soldo de quem lhe paga .

  10. Império das chatices

    Concordo com tudo isso que disse, e sobretudo, acho que, é um ser sinistro .
    Faltou-lhe referir que também espia os atos dos políticos e até os twiters .
    Não vejo que haja diferença entre actividade pidesca em ditadura e actividade pidesca em liberdade democrática.

  11. E também está correcto quando diz que em certos casos, a prova encontra-se no lado contrário, por exemplo, se alguém disser que Valupi e Ignatz eram uma unica e só pessoa a escreverem sob dois pseudonimos diferentes, não pode provar, porque a prova está no visado, o proprietário do blog, que tem acesso aos IP .
    Só ele tem acesso e portanto só ele podia, mediante cedência do acesso, clarificar se eram pessoas diferentes ou apenas uma e só uma (a mesma) pessoa .
    O mesmo VALE para Valupi e algumas das fachadas de comentários acima – e noutros lados -utilizadas .
    E mesmo assim pode ser difícil porque pode ter varios computadores diferentes, logo, utiliza cada fachada para cada pseudónimo.
    Se foi assessor governamental, decerto terá um laptop e vários smartphones, vêm grátis para significar a função.
    Se é ex e actual assessor de ex, é a mesma coisa, os piquenos cofres servem para a aquisição do “arsenal de trabalho”.

  12. “Dasse, de direito em geral, não percebe patavina, ainda por cima, não conhece direitos de autor, o Dj desta merda, desconhece o autor da canção e atribui copyrigth aos beatles .”

    em direitos de dizer asneira é contigo. factos:
    os beatles lennon/maccartney tem os créditos da letra da música “I should have known better” em 1964, em 1985 apareceu um pindérico chamado jim diamond, que deve ser teu amigo ou conhecido do ai…ai…ai…ai que baptizou um hit para sopeiras com o mesmo nome, mas com letra e música totalmente diferentes. nem me vou dar ao trabalho de pôr links, procura que ficas com mais cultura musical e pode ser que aprendas a não falar das cenas que não dominas em vez de cagar caixas altas do manhólas.

  13. o chatices, o gajo com apelido de director do fmi e o bastonadas, tudo malta perfeitamente identificada, com nif, nib e situação fiscal em dia, vasculham esta chafarica diariamente na procura incessante da identidade do valupi. ao fim destes anos todos a teclar resumos diários da cofina e do sindicoiso da magistralhada é natural que se sintam duplamente frustrados pelo troco que levam e não descobrirem a identididade de quem responde a anónimos identificados com pseudónimos ou até menos do que isso. eu, que não me chamo valupi e muito menos ignatz, sugiro que se não querem levar bordoada ou fazer figura de parvos, ainda que sob anonimato (podem trocar de nick cada vez que publicam), fumem mas não inalem. se deixarem de comentar disparates ou a defender alarvidades direitolas, é certo que isto perde a piada, mas deixam de levar no foçinho, coisa que o valupi (dono desta merda toda) só pode fazer eliminando ou cortando o acesso aos ips dos comentários desfavoráveis aos direitolos, solução que vos agradaria mas o blogue é dele. outra hipótese é denunciarem o blogue ao ministério público por opinião desfavorável à vossa e ao serviço que vocês lhe prestam ou bazarem para o basófias que admite tudo o que seja reaccionário. xau que o sol vai alto.

  14. Continuo a não perceber como é que o Valupi continua a permitir a edição de comentários com o único objectivo de ofenderem alguém. À falta de argumentos. Ainda por cima injustos. Eu não me recordo de grandes pronunciamentos por parte do Valupi sobre a culpabilidade ou não de algum arguido/acusado no decorrer de um processo judicial. Até porque no decorrer de qualquer processo judicial gozamos todos de um principio jurídico de ordem constitucional como a presunção de inocência. Pedra angular do Estado de Direito. Ao contrário do que fazem crer inclusive alguns juristas com responsabilidades acrescidas nalguma imprensa escrita.

    Já analisar qualquer processo judicial sob o ponto de vista da defesa do Estado de Direito não é só um ponto de vista legítimo como é um ponto de vista muito válido. Até pela fraqueza, em termos de matéria processual, que deixa logo transparecer por parte de quem acusa. No caso o MP. Que como titular de um órgão de soberania devia ser sempre o maior defensor do nosso Estado de Direito Democrático.

  15. “E também está correcto quando diz que em certos casos, a prova encontra-se no lado contrário, por exemplo, se alguém disser que Valupi e Ignatz eram uma unica e só pessoa a escreverem sob dois pseudonimos diferentes, não pode provar, porque a prova está no visado, o proprietário do blog, que tem acesso aos IP .”

    portanto mesmo que o gajo confesse que é o meu tio não ganhas nada com isso, porque o gajo pode estar a mentir e mesmo que não esteja tamém não configura crime de corrupção passiva de titular de cargo público, de branqueamento de capitais, de falsificação de documento e ou de fraude fiscal qualificada.

    “Só ele tem acesso e portanto só ele podia, mediante cedência do acesso, clarificar se eram pessoas diferentes ou apenas uma e só uma (a mesma) pessoa .”

    muito importante para a classificação do crime e atribuição da moldura penal. se for o mesmo é terrorismo individual, se forem dois pode configurar associação terrorista tipo “alcocheeting” do croquete bestunto.

    “O mesmo VALE para Valupi e algumas das fachadas de comentários acima – e noutros lados -utilizadas .
    E mesmo assim pode ser difícil porque pode ter varios computadores diferentes, logo, utiliza cada fachada para cada pseudónimo.”

    aqui ressalvaria o próprio bastonário, o la garfield e o moço do império. malta que comprovadamente não tem recursos hídricos para mijar em vários computadores ao mesmo tempo e massa para vários ips. um deles até se queixa da conta da meo, enfim isto da net não é para qualquer um.

    “Se foi assessor governamental, decerto terá um laptop e vários smartphones, vêm grátis para significar a função.”

    claro, só é possível com material gamado, mas só um laptopas ou lá que merda é essa parece-me pouco. 4 ou 5 topos de gama e alta cilindrada e avultadas quantias em notas de € 5 já compõem a fotografia e o arranjo gráfico do designer de interiores que trabalha para os exteriores da judiciária.

    “Se é ex e actual assessor de ex, é a mesma coisa, os piquenos cofres servem para a aquisição do “arsenal de trabalho”.”

    muito denso, não atinjo, mas cheira-me a crime com cadáver putrefacto & gravacta.

  16. P, não ofende quem quer. Quanto aos insultos, a matéria de facto a que te referes, isso faz parte das regras da casa. Também eu me reservo o direito de insultar quem me apeteça, pelo que aceito ser insultado. É a liberdade de expressão, precisamente.

    Se o que se passa nos blogues não tem importância nenhuma seja para o que for que a mente humana conceba, o que se passa nas suas caixas de comentários ainda menos e menos e menos.

    Só importa a liberdade. Há maluquinhos, como um que está nos comentários acima e presente em muitas outras caixas, que até vêm para aqui falar consigo próprios simulando serem comentadores diferentes. É maluquinho mas tem razão, é para isso que isto serve: ser um passatempo. Será que o marmanjo faria melhor em gastar o seu rico tempo a jogar à bisca com os amigos, a visitar o primo ou a ir passear no jardim? Não sabemos, nem sequer sabemos se tem amigos, primos e jardim à disposição. O que sabemos é que o tempo que aqui passa a delirar é tempo em que não está na estrada a conduzir nem na rua a incomodar os transeuntes. Vamos, então, atribuir a esse ganho para a sociedade o merecido mérito de serviço público prestado pelas caixas de comentários deste blogue da preferência do maluquinho.

  17. ai têm os créditos da letra da música e depois apareceu um tipo que fez uma canção, mas com LETRA e música totalmente diferentes, LOL, aplica-se aqui ao caso da multiplicação de nicks do pastor, a monsanto também queria registar a patente das sementes, por falar em sementes – e já agora, continua a mostrar a careca que estou a gostar, cada vez te enterras mais – nao só nao vai por terra a afirmação de que o tipo tinha plantado uma serie de blogs pra o defender, um verdadeiro percursor do ring fence, e dizem que um até funcionava na dependência de um ministro e de um ministério e faziam parte da comitiva nas viagens, porque a actividade blogueira diminuia drasticamente, como se mantém de lena saúde ; é como os esquilos plantam tantas bolotas que se esquecem de onde as esconderam, no caso foi plantação de piquenos cofres, tá certo quanto aos 5 k, será entre mais de 3 mil e até pouco acima dos 5, quanto à alegada reforna do mp, não tinha nada a ver com apagar pegadas porque nao era retroativa, lol, faltou-lhe futurologia na cena da cooperação de informação entre estados e offshores, nem lhes passou pela cabeça os Panama papers, tudo o que passava era mais pela carteira .
    Pois pois, já dizia o Reagan, quem faz o bem e nao quer o crédito, não sabe o que isso é bom para ele .

  18. Mas eu também aprecio essa liberdade aqui Valupi. A mesma que usamos no nosso dia a dia. O que não falta por aí são fdp. Desde que faça sentido. Quando tudo espremido é unicamente absolutamente difamatório ia logo pregar o evangelho para outra freguesia. A Democracia também tem limites.

  19. Não não é só a liberdade que importa .
    O que importa é a VERDADE .
    A verdade é que liberta, não é a liberdade (passe o pleonasmo) que liberta .
    Cada um é livre de pensar, fazer e agir, mas todos somo constrangidos a penetrar no resultado das nossas ações. Fora de nós próprios, temos muito pouco a fazer.
    É por isso, que todos os dias, logo de manhã, ao acordar, nos encontramos conosco mesmo.

  20. P, sim, claro. Mas também há um naco de sabedoria que chamo à colação: importa saber escolher as batalhas.

    O que se passa nas caixas de comentários dos blogues e dos órgãos de comunicação simula ser tão valioso quanto os artigos comentados mas é pura ilusão. Por causa do meio, um só indivíduo pode simular ser 100 e boicotar a dinâmica de grupo e potencial proveito das interacções. A única forma de evitar tal disfuncionalidade é impondo sistemas de filtragem e vigilância que nem sequer os meios de comunicação estabelecem. Daí o Expresso, que tinha uma estupendamente dinâmica comunidade nas caixas de comentários, ter pura e simplesmente acabado com ela. Daí o Público ter um sistema de censura que é uma chachada e daí o DN ter depositado no Facebook a responsabilidade pelas identidades e conteúdos. Já o Observador, vê vantagens em deixar os fanáticos e os broncos à solta pois simulam uma base de apoio ideológico ao projecto. Ou seja, servem estes exemplos para mostrar que ninguém está interessado em cuidar do ecossistema das caixas de comentários, pois não vale a pena.

    O que vale a pena é comunicarmos com quem nos apeteça comunicar e ignorar os cães que ladram. Em certos casos, quando esses cães também mordem, eu posso dar uma pantufada num , mas ele de imediato pode estar de volta, é inelutável. E ninguém me paga para estar aqui a servir de enfermeiro aos maluquinhos.

    Entretanto, mandei-te um email há dias, recebeste?

  21. Eu confesso que pela minha participação não tenho sequer qualquer tipo de autoridade para escrever dois comentários como aqueles que escrevi. Outros utilizadores, que não eu, terão essa legitimidade. Mas confesso que o mito de que a Democracia pode sempre tudo tem-me ocupado algum tempo nos últimos anos. Até pelas suas consequências. Cá dentro e lá fora. A Constituição Portuguesa proíbe inclusive a constituição de movimentos políticos com a génese de alguns que também já existem por cá. Que têm como mote principal subverter a própria Democracia. Há quantos anos conhecemos todos o pateta do Pacheco de Amorim? Ou a Le Pen? Sempre na luta contra a Democracia e na defesa de outro tipo de regime. E eu não caio no extremo de dizer que eles não podem falar e até fazer a apologia daquilo que acham mais interessante no espaço público.

    O que devia ser manifestamente proibido era permitir ao Chega jogar o jogo democrático em Portugal. Jogo que eles nem sequer reconhecem. A ideia dos palhaços será pois implodir o regime por dentro. Como é que é possível ver aquele palhaço no Parlamento reclamar pela 4ª Republica? Ninguém muda de Republica porque não gosta do número da camisola. A 4ª Republica a chegar algum dia é sinal que já passámos por outro tipo de regime que não tem nada a ver com o ideário republicano. Que é precisamente o que eles querem. E o PAR não lhe chama a atenção para nada? A casa da Democracia também não pode tudo. Como a demagogia das pulsões securitárias num dos países mais seguros do mundo segundo todos os Observatórios Internacionais.

    E o mesmo se aplica ao discurso anti-corrupção até pelo pastel de nata dos pafiosos. Sempre a apontar a corrupção como explicação para a “bancarrota” do país. E o efeito, consciente ou inconscientemente, pode ser muito contraproducente. A corrupção não é nem suficiente nem necessária para explicar a crise portuguesa. Apresentá-la enquanto tal, como se fosse uma evidência que dispensa justificação, usando expressões sonantes sem qualquer poder analítico, é reproduzir o discurso dos populismos autoritários. Mas não ajuda a perceber como chegámos ao resgate.

    Faz pouco sentido falar da crise portuguesa sem considerar o contexto europeu. Quando, em 2011, Portugal recorreu a um empréstimo internacional, já a Grécia e a Irlanda tinham feito o mesmo, enquanto Espanha e Chipre o fariam pouco depois. O que estes países tinham em comum e que os distinguia na zona euro não era uma corrupção generalizada mas o aumento da dívida externa até às vésperas da crise internacional. Não precisamos de ciências ocultas quando temos a economia que explica muito bem tudo o que se passou em Portugal.

    Para perceber como a liberalização financeira se transformou numa crise da zona euro não precisamos da corrupção para nada. Para explicar por que se liberalizou a finança em Portugal nos anos noventa também não. Basta lembrar a crença nas virtudes da desregulação dos mercados e a aceitação passiva de algumas directivas europeias como o euro em Portugal.

    Recebi, depois respondo.

  22. para utilizar as proprias palavras do autor e dar-lhe a provar da sua própria medicina, ele é cada cona …

    Comentarios para lógicas sobre implicações, de marques de sá e do direito de ofender e ser ofendido

    P e valupi devem ter assistido à tarde de matematica do marques de sa, neste momento V acaba de escrever mais tarde respondo, deve ser pausa para café
    P implica com alguns comentários, valupi implica com tavares, tavares implica com socrates, everybody is looking for something, who am i to disagree .

    de maluquinhos e do serviço serviço publico – da impossibilidade de moderar

    “Vamos entao, então, atribuir a esse ganho para a sociedade o merecido mérito de serviço público prestado pelas caixas de comentários deste blogue da preferência do maluquinho.”

    Qual serviço publico ? só se for o de ofender e ser ofendido [ inserir aqui a letra da musica da annie lennox, sweet dreams, some of them want to abuse you, some of them want to be abused ]
    não precisa de moderação.
    qualquer comentário dissonante é logo recebido à calhoada.
    pra quê moderar, se existem outros para o efeito, cipaios que acorrem logo com a vassoura ?
    os mais fanaticos estao num patamar mais acima, são os sicários .
    e pode suceder que nem deia pra filtrar o querido pode-se ter esquecido do manual de instruções. e moderar tem as suas chatices .
    discutir o quê ?
    cada texto publicado lá no topo, o chamado poste, é um texto fechado, afirmativo, conclusivo, categórico, que não permite discussão alguma nem discordância. apenas aplauso .
    e a unica e rara vez que vi descer do pedestral foi para cavaqueira com o vocalista dos clash sobre plato e gregos antigos, isso sim, assunto de “cadáver putrefacto “.

  23. “apareceu um pindérico” que “ baptizou um hit para sopeiras “

    continuando a utilizar a linguagem (medicina) do mesmo :
    sim senhora, bem esgalhado, e diz-se a criatura de esquerda, este tipo de tratamento vexatorio, humilhante e superlativo, tipico de iluminados de esquerda diz tudo sobre o caracter e o grau de altanez e superioridade do autor, já nem nas classes conservadoras mais tradicionais se observa este tipo de comportamento em relação a empregadas domésticas, mesmo as de menor escalão, que por isso mesmo deven ser tratadas com todo o respeito e consideração.

  24. e esqueci-me de referir acima, quantos aos postes, a intimidacao e a manipulacao .
    num dos folhetins Vara, Camacho foi admoestado mais ou menos assim “ vejo que não estás interessado em discutir o assunto . não tem problema, era só para saber .
    se nao tinha problema, pra quê o reproche ?
    Camacho, tomou e bem, o tempo que lhe apeteceu, e só depois respondeu . e disse o que
    lhe apeteceu .
    se fosse comigo, eu nem sequer respondia .

  25. “ maluquinho” e “maluquinhos” já vi este filme .
    foi mais ou menos assim, com uma frase assassina e uma punhalada florentina que Zenha foi liquidado .

    Excerto :
    “ A campanha da primeira volta foi feia e nem sequer faltaram momentos fratricidas no debate televisivo entre os dois. Soares começou por dizer que ambos vinham da mesma família política – mas Zenha cortou cerce a tentativa de derreter o gelo: “Eu não sou da sua família!” Minutos depois, Soares desferiu uma punhalada florentina sobre o irmão-inimigo, deixando cair que não era ele quem andava no psiquiatra. “

    típico …

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