9 thoughts on “Montado no coronavírus, uma lição de psicologia, de política e do modelo de negócio da indústria da calúnia”

  1. e por falar em falácia “O cérebro humano evoluiu, há centenas de milhares de anos, na savana africana, para avaliar situações em condições profundamente diversas ..” , dar como certa uma teoria que é uma mera hipótese e que já vem sendo contrariada nos últimos tempos , não é muito bom inicio.

  2. de qualquer das formas , o artigo é bom , porque não sendo particularmente sensível a manipulações já hoje lavei as mãos 4 vezes com sabão azul e branco e olhei de lado para um que espirrou -:)

  3. yo, bem que desconfiava de estares a servir palha à audiência. A notícia que foste buscar, a qual não passa do registo de uma descoberta fóssil, em nada de nada de nadinha de nada põe em causa o que a tua confusão (simulada?) pretende invalidar.

    Entretanto, uma curiosidade: se as explicações científicas valem tanto como as bíblicas para ti, isso quer dizer que quando adoeces preferes rezar a ir ao médico por ser mais rápido, igualmente eficaz e de graça?

  4. esqueci-me dos denisovanos.
    as explicações cientificas hipotéticas… confio nos cirurgiões e na anatomia patológica , pois está claro. , abrem cadáveres e sabem o que fazem. na farmacopeia , isso aí , depende. resolvo montes de coisas leves com mezinhas. vinagre é muito melhor e mais barato que hirudoid , por exemplo.
    A ciência terá de se conformar com o facto de nunca poder responder às questões de onde viemos com certezas.

  5. É um bom artigo. O rigor da investigação ou a forma como estudamos a informação (e o conteúdo) é importante e para isso é essencial uma rutura com todos os preconceitos ou ideias pré-concebidas. Como ponte de partida de qualquer estudo ou análise imparcial, ou para quem simplesmente tenha um espírito que não se alimente de simplismos nem de certezas estabelecidas, a rutura é o primeiro ato na “hierarquia epistemológica”.
    Porém, dados insípidos como taxas ou rácios (do novo vírus), pretensamente objetivos relativamente ao fenómeno, não constituem uma análise judiciosa.

  6. Espero que este meu comentário apareça. A SIC MASTIGA A OPERAÇÃO MARQUES, mas não mastigam os podres do Balsemão descritos por Joaquim Vieira na biografia não autorizada do dito. Pode ver meus comentários na minha página lidia santos almeida no FACEBOOK? Obrigada. Adoro o seu blog..

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