Milhões

Judite - Embora o valor que se tenha falado, enfim, que se andou aí a falar, fosse um valor de milhões, e não de 600 mil euros...

Marcelo - Por isso é que a notícia dizia que era um começo de pagamento...

Fonte

__

Ontem, a Judite lançou o tema do apartamento de Sócrates vendido a Makhdoom Ali Khan pelo lado da suspeição a respeito do comprador. Marcelo não se entusiasmou com isso, pois era chão sem uvas, e rapidamente estava a expressar a sua preocupação com a eventualidade de a acusação ficar fragilizada caso Sócrates usasse o dinheiro recebido para pagar os empréstimos concedidos por Santos Silva. A atitude da Judite, do princípio ao fim, foi de ostensivo gozo, transmitindo a mensagem de considerar a versão dos empréstimos uma mentira e, quiçá, não se importando nada que este paquistanês passasse a vedeta do Correio da Manhã e do Sol. E conseguiram juntos chegar ao ponto que o diálogo citado documenta. Uma profissional da comunicação social, presumo que com carteira de jornalista, e um prestigiado professor e consultor de Direito, uma das mais famosas e influentes personalidades públicas e políticas, foram para uma estação de TV líder de audiências, num dos programas com maior popularidade na televisão portuguesa, espalhar como facto que Sócrates deve milhões a Santos Silva. A partir de que informações? Não as da defesa do arguido, as quais nunca admitiram tal, nem as das declarações de Sócrates. Terão acesso ao processo e andaram a somar as parcelas? Se não têm, como se permitem tomar partido abertamente pelo lado da calúnia?

Não é especialmente custoso o exercício de perceber as vantagens para a direita de terem em diferentes graus de cumplicidade, variando ao longo do tempo e consoante os órgãos em causa e suas direcções respectivas, o grupo Renascença, o grupo Impresa, o grupo Cofina, a Newshold, a Media Capital e a Sonae, a que se veio juntar o Observador. Que sobra no ecossistema mediático nacional? E, do que sobra, que pode ser associado aos interesses do PS, fossem eles quais fossem? Nada de nadinha de nada. Já quanto aos interesses da direita, que se resumem a ter acesso ao poder, a luta consiste em desgastar e apoucar o PS, protegendo PSD e CDS. É só isto, é básico, e faz-se através do afastamento do debate político tomado como confronto de projectos de governação, substituído pela promoção da perseguição e ostracismo moral. Daí a existência de uma indústria da calúnia, com produção diária ao longo dos anos, e também a cultura do ódio, cujas raízes antropológicas fazem parte da matriz conservadora (seja esta de direita ou de esquerda) e que atingiram um nível de violência mediática nunca antes visto de 2008 a 2011.

O caso de Marcelo é paradigmático do radical desequilíbrio entre as agendas de direita e do PS, cenário instituído como normal desde os anos 90. De notar que a esquerda pura e verdadeira tem sido muito bem tratada pela direita, dado terem o mesmo inimigo em comum. O PCP está satisfeitíssimo da vida com o papel de capitalista maioritário e GNR das manifestações dos trabalhadores e do povinho, garantindo que elas ocorrem com soviética organização e respeito estalinista pela integridade das montras dos burgueses. O BE, enquanto durou a fantasia, tinha as suas vedetas mediáticas como coqueluches dos espaços de informação política, onde deram o seu melhor não no ataque à direita mas ao PS, alinhando invariavelmente com a estratégia laranja do derrube de Sócrates pela via moral. Ora, o lugar que Marcelo ocupa subsome este mapa de regiões centrais e limítrofes, pontos baixos e altos, zonas férteis e agrestes. Ele é a prova falante de que é possível vender como espaço de opinião política um formato de entretenimento, ao mesmo tempo que se vende como entretenimento o que é propaganda política. Na prática, existe há 15 anos um tempo de antena semanal, no horário nobre da TV portuguesa, sem rival sequer aproximado pela base. E devido aos dotes superlativos de comunicador, a forma como a política é reduzida à psicologia de café e à intriga telenovelesca favorece com estupenda eficácia a dissolução do político no moral. Também isto é populismo, sofisticado e pronto a mastigar por uma audiência universal.

Quantos milhões acham Judite e Marcelo que Sócrates deve a Santos Silva? Não quantificaram, até porque deixar o número no ar permite que a imaginação de cada um o leve para onde lhe apetecer, mas não erraremos por muito se dissermos que para eles Sócrates deve tantos milhões quantos o Correio da Manhã decidir. Qualquer coisa como 30, ou 17, ou 25. Tanto faz. Milhões. Se deve, gastou. Ou talvez nem precise de ter gastado. Pode dever por antecipação. Deve só porque eles estão numa conta do Santos Silva. E tudo o que pertença a Santos Silva está destinado a ser emprestado a Sócrates. Ou só naquela conta, como parece suspeitar a acusação. E, se estão naquela conta, então esse dinheiro é de Sócrates. E Sócrates, afinal, não deve nada, está só a fingir para ver se escapa ao chicote. Eis a única explicação possível para esta coisa tão estranha de ver amigos ricos a emprestar dinheiro a amigos, transmitem Marcelo e Judite aos outros milhões. Os milhões que dão sentido ao quotidiano político, e decidem o seu voto ou a sua abstenção, acreditando em quem tão sistemática e divertidamente espezinha a honra de vários concidadãos e de um partido.

223 thoughts on “Milhões”

  1. Judite, quando foi atingida por uma tragédia pessoal, recebeu apoio e conforto dde todas as pessoas, mesmo daquelas a quem ofendeu e maltratou. Devia estar grata por isso, mas o seu mau carácter, a sua mesquinhês congénita, o seu ressabiamento parolo, não lho permitem. Pelo que proclama, em hinos de vitória , o CM, conseguiu expulsar o seu ex-marido da TVI. Quanto a Marcelo, tem a falsidade no ADN. É uma máquina de calcular, não dá ponto sem nó . Ser professor universitário não lhe deu qualquer nobreza de alma. Usa tudo e todos. O espectáculo domingueiro, onde ele e a Judas ganham dinheiro, é bem o retrato da direita.

  2. «e rapidamente estava a expressar a sua preocupação com a eventualidade de a acusação ficar fragilizada caso Sócrates usasse o dinheiro recebido para pagar os empréstimos concedidos por Santos Silva.»

    Desde quando é que o pagamento no caso pode fragilizar a defesa? Há coincidências, é?
    Tem de haver indícios de conduta que justificam a abertura de um inquérito e aplicação de medida de coação máxima ao arguido. Indícios que foram colhidos, também, no tempo e descrevem o perfil ao arguido. Entretanto, ele paga parte do que alegou ( diz-se) ser empréstimo (?) do amigo e eis que – dizem outros – a investigação fica fragilizada?! Como? Se os indícios se transformaram em factos apurados, presumivelmente documentados ( até testemunhados), deu-se consumação do tipo penal . Como se pode, então, fragilizar a investigação naquela concreta parte? E se o homem pagar tudo o que alegadamente deve ao amigo? Pretende com isso provar que, de facto, houve um empréstimo, que este é legal e deixa de ser investigado e pede uma indemnização ao Estado por ter sido detido «sem causa» – esta porém determinada no tempo e no conteúdo pelo próprio arguido.
    Bora aí, todos a proporcionarem indícios de algo grave que leve a prisão preventiva, limpemos os indícios e indemnizemos o Estado.
    A defesa continua fraca. Muito fraca. E isso revela o quão «entalado» o arguido está.

  3. Sim, foi nojento, aliás como já em outras ocasiões!
    O Prof. Marcelo é uma comadre alcoviteira, um sendeiro, uma VÍBORA ! E quer aquilo ser presidente da República!
    O que fizeram foi tentar destruir perante a opinião pública a ideia de que Socrates com a venda da sua casa consegue liquidar as dívidas e ainda lhe sobra dinheiro!
    Pois como se pode permitir que o povo saiba isso se a narrativa era que devia (porque andou a gastar) milhões !!!
    Ao fim e ao cabo como poderão eles encaixar agora a realidade, e pior, permitir que o povo possa a ela ter acesso, de que afinal Sócrates deve pouco mais de 400 000 euros ?
    Que os tais “milhoes” imaginarios em divida incluem o património vendido pela mãe de Sócrates, comprado pelo Santos Silva, ou pela ex,mulher de Sócrates, ou pior e ainda mais revoltante, os salários ganhos por Socrates com o seu trabalho e pagos pela multinacional Octafarma ?
    Sobre a jornalista em questão nem me apetece discorrer o que quer que seja. A vida já foi dura que chegue com ela mas pelos vistos quem nao presta nunca melhora.

  4. Queres os indícios de algo grave que leve a prisão preventiva ?
    Pois eu respondo-te aquilo que já reconheceu alguém particularmente insuspeito (Garcia Pereira):
    – Ser a figura mais carismática do PS e da Esquerda (ainda que uma esquerda formal, como o classifica GP) em vésperas de actos eleitorais determinantes que a Direita simplesmente NÃO PODE e NAO QUER perder!
    Sócrates foi preso por razões POLiTICAS não por razões criminais!
    Aí tens a tua resposta sendeiro que não vê nada, e NADA sabe!

  5. Não percebo como é que se continua a especular sobre algo que TÃO SÓ o PROCESSO pode dizer. Só o que está neste é que INTERESSA. Leiam o acórdão do TC que vos diz da DEFESA que tem sido feita até aqui e deixa ANTEVER o que EXISTE nos autos.
    (Esta malta só agora é que deu pela Judite…reconheça-se-lhe, contudo, que a mesma consegue viver com todas as cores. Tipo camaleão.)

  6. Ó JASMIM PERDIDA! Tu és IGNORANTE. Olha só o teu azar! Vens-me tu FALAR do GARCIA PEREIRA?!!! Tu conhece-lo? Insuspeito?! Porque se diz do MRPP?! Já ouviste falar em PLÁGIO?!

    Que sabes tu de DIREITO, ó sua IGNORANTE! Mas tu queres discutir PROCESSO PENAL e DIREITO COMIGO, ó sua IGNORANTE? Volta lá à máquina de costura e quando intervalares, aproveita, e volta à tua licenciatura.
    SENDEIRA és tu. ( E sopeira também).

    Falas em RAZÕES POLÍTICAS, sua IGNORANTE?! Aplica a CRP e requer e MOSTRA, comprovando, a tua doutrina. Tira as mãos da anca, porque Direito não se discute com peixeiras.

  7. Há uns dias Ana Maria Caetano deu uma entrevista na RTP. A propósito de Marcelo, que conheceu desde que este nasceu, referiu-se-lhe de um modo que toda a comunicação parece ter ignorado. Dizia, divertida, que se calhar Marcelo era assim por o ter deixado caído ao chão quando o trazia ao colo. Vale a pena voltar a essas declarações.

  8. Eventualmente, viverá. O que não a impede de passar por todo o arco – íris…e voltear como e quando lhe apetece. Com força, cada vez mais. nem precisa de estudar o que pergunta, atua com base « num ar que lhe deu» e, ainda assim, atrai espetadores. Devem gostar tanto de alegadas calúnias, quanto ela. Eu não lhe passo cartão. Ouvir burros a falar é demais. Lê-los, só pelo gozo de lhes responder.

  9. Oiça, e que tenho eu com o facto de as peixeiras não votarem PSD? Arrogante é aquele que pôs as palas e não admite sequer que as possa tirar um dia. Quer que traduza?

  10. …” houve um empréstimo, este é legal …”
    O sendeiro entao há empréstimos ilegais ???

    “Então se o homem pagar alegadamente o que deve a investigação fica fragilizada? ” Obviamente que sim, até porque o dinheiro e o património estão na conta do outro e os últimos beneficiários, caso ele bata as botas são terceiros e NAO Sócrates. Se Sócrates sempre afirmou que eram empréstimos é natural que queira pagar, e é um azar dos Távoras (neste caso para os investigadores) que o homem tenha meios para o fazer, ao contrário daquilo que os caluniadores quiseram fazer crer.

    “Indícios que se transformaram em factos apurados, presumivelmente documentados e testemunhados” !!!!
    O sendeiro tu deliras ?
    Aonde é que tu viste isso tudo?
    No “processo” do Correio Manholas ?

  11. Circula por aí uma tese segundo a qual, uma vez que o processo de JS está em segredo de justiça e ninguém o conhece, todos nos deviamos abster de comentários e esperar sentados até que os doutos magistrados se dignem fazer com ele o que bem entendam.

    Admitindo a tese como pertinente, passo ao seguinte.

    Aparentemente, pelo menos a Relação, quando decidiu o recurso da “especial complexidade”, terá tido acesso ao famoso processo. Se assim foi, e se no processo há coisas tão graves que só elas poderiam justificar a medida de coação mais gravosa, que raio se passou com o juiz que votou vencido a recusa do recurso ?!

    Quando o homem mandou divulgar que não via como se podia invocar a complexidade duma investigação sobre o “nada”, estava a fazer o quê ? Enlouqueceu ?

  12. Grande BURRA! O teu problema, minha SOPEIRA, é que não sabes LER. Mas que grande BURRA. CEGA. Que incapaz. Olha, sabes cerzir? Se sim, dá-me as tuas coordenadas…

  13. O sendeiro
    Ignoro os teus insultos.
    Só agora reparo que me mandas ir exercer a minha licenciatura. Cá te espero, a ti ou a alguém da tua família. Daqui saem muito mais mansos que dos tribunais !!! Cá te espero. Aqui de nada servem as bazófias!

  14. J Rodrigues
    Esse juiz não enlouqueceu. Simplesmente não aparece nas escutas telefónicas da dupla Calex e Rolex.

  15. entretanto, após Pinto Monteiro e o ex-presidente do Supremo, Noronha salvo erro, terem ridicularizado os indícios subjacentes ao caso “face oculta”, os quais foram escrutinados, entre outros, por Pacheco Pereira, e de terem “exortado” à sua publicação pelos média, certos de que se encontram por aí em resmas de cassetes piratas…silêncio…é que já não poderia existir inversão do ónus da prova quando dois magistrados se pronunciaram pela sua insustentabilidade….e isto levaria a um outro post do valupi, de há poucos dias…

  16. JASMIM PERDIDA

    Percebe: sendeira és tu. De escatologia entendes tu. Pois deve ter sido em consequência de tratares de malucos, que a tua sanidade mental ficou afetada. Fazes, então, parte da maioria de doentes mentais do país. Espera sentada e compra já produto para as calosidades do rabo.
    A minha família?! O que desejas aos outros que te caia em cima. Ou duvidas?

  17. «Esse juiz não enlouqueceu. Simplesmente não aparece nas escutas telefónicas da dupla Calex e Rolex.»

    É BURRA. Realmente muito burra. Deve doer ser assim tão burra.

  18. «judite de sousa diz muita coisa,só não diz que é filha de um homem casado com outra mulher.»

    «Educadamente» diz o Fifi sobre alguém que não tem culpa de alegadamente ser filha de um homem casado com outra mulher. A moralidade anda de rabo à mostra. O telhado é de vidro, completamente estilhaçado. E os depoimentos de moralismo e educação que se fizeram há dias sobre se o «aspirina B fosse teu»! Ainda me lembro de alguns.

  19. o valupi mais uma vez recusa.se a comentar, a indagar, a avançar uma tese acerca da passividade com que o ps reage ao cenário que o valupi descreve no seu post. tem sido assim há anos: o cínico, que tem tantas ideias, que escreve aqui tanta coisa, profundas análises e vê tão longe, é incapaz de escrever uma linha acerca dos motivos que podem explicar que o ps padeça de uma doença que o deixa sem sistema imunitário e vulnerável a qualquer ataque por mais tosco e seja. o

  20. Sendeiro
    A tua argumentação é o insulto, puro e simples, não passas daí.
    Deve ser deprimente não ser capaz de contradizer os outros a não ser soltar palavrões atrás de palavrões.
    Também tens crises convulsivas ?
    Serás um caso de Gil La Tourrette ?

  21. Jasmim, atire o cegueta ao desprezo, como eu faço há muito. É um pobre diabo, mais digno de comiseração que de castigo. Roça o inimputável.

    Não ouvi, há muito que não suporto ouvir, aquela dupla. Apesar de os ter, aos dois, em muito baixa consideração, não imaginava que aquela senhora, depois de ter passado pelo que passou tão recentemente, pudesse (re)aparecer como cloaca da comunicação social. Pelos vistos, o sofrimento nem sempre apura a humanidade de alguns. Há gente irrecuperável.

    Gostei do post do Valupi. Muito. E cada vez gosto menos do distanciamento “sanitário” do PS em relação ao “leproso” Sócrates. O PS, a democracia e o País vão pagar caro por consentirem na perseguição política de um homem que foi PM de Portugal, e que está a ser perseguido, precisamente, pelas funções que desempenhou como governante.
    Já não tenho palavras para exprimir a minha revolta. Consola-me ter ouvido ainda há poucos minutos na SIC o Miguel S Tavares afirmar, corajosamente, que em cada dia que passa mais convencido fica de que a prisão preventiva de Sócrates é completamente injustificada.

  22. não não está preso pelos fortes indícios que envolvem milhões? ou ando a delirar desde dezembro? obviamente que a Judite enquanto jornalista não tem de opinar mas o Marcelo pode dizer o que lhe der na gana – é para isso que lhe pagam.

  23. MARIA ABRIL,

    Remédio para o seu problema: corte o braço. Ficará sem cotovelo. Sem este, fica sem dor. Substitua por prótese. Poderá fazer a vida normal e sem dor.
    Entretanto, se tiver FORÇAS inteletuais ( para isso tem de ter inteleto) DISCUTA o caso com a tecnicidade que o mesmo merece, deixe o CM e atreva-se ao conteúdo do acórdão que o dono do blogue aqui publicou. Deixe-se de sopeirices e de raivas por não ter MEDIDA que me encha. Quanto ao demais, tome lá um daqueles adágiozinhos – «quem desdenha quer comprar». Porém, não estou à venda. LOL.

  24. Sendeira,

    O tablet tem as costas largas. Não te preocupes, andas de mini-saia e já todos te viram o rabo – feio como a noite invernosa. Deves ter estudado enquanto vendias peixe lá no sítio, pois nem sabes que é doença de «Gilles de la Tourette» e não tourrette.
    Olha, eu não sofro de nada disso, mas tu pelos vistos, tens aí um transtorno bem identificado.
    Não lês, não vês e iludes-te. Não te preocupes, há mais aqui que te entendem a linguagem – são iguais a ti.
    Chamar-te BURRA, não é um palavrão, não o é como aqueles que aqui tens usado e aplaudido na boca de outros. É a realidade: és burra. Documentadamente, burra.

  25. Maria Abril
    Concordo consigo em relação a Sócrates e a forma abjecta como está a ser perseguido!
    E também concordo consigo em relação ao cegueta. Acabo de perceber que é inimputável! É um doente mental.

  26. O Sócrates é que deve achar que a prisão preventiva a que está sujeito é justificável!
    Já o mandaram para casa, com uma coisa tipo pombo correio na pernita, mas os moço entendeu continuar a comer à pala em Évora…

  27. O que se passa em Portugal é demasiado grave para continuarem todos a dançar o tiroliroliro tirolirolá.

  28. ”(..) os moço entendeu continuar a comer à pala em Évora… (…)”
    Que achas, Teodoro?
    Achas que deviam deixar o Sócrates morrer à fome?
    Encostá-lo à parede e fusilá-lo, como propôs o JIC?

  29. JASMIM PERDIDA, CEGUETA de la tourette, tu não percebes! Tu não intuis. Tu vegetas, nem serves para pot – pourri das étares do Calracho.

    Como deves ter um conceito de inimputabilidade sui generis, aplica-o ao teu ídolo – o 44. Pode ser que o safes…

  30. Manuel Castro Nunes
    Sugiro que antes de enfiar o cegueta na cama lhe aplique por via rectal uma bisnaga de 10 mg de diazepam. E a primeira linha de tratamento para as convulsões. Se não surtir efeito e ele continuar a estrebuchar avise-me que eu digo-lhe o que deve administrar-lhe a seguir.
    Em qualquer dos casos não deixe de lhe colocar um tubo de Mayo na boca para protecção da via aérea. Não queremos que o cegueta morra asfixiado enquanto convulsiva.

  31. «já o mandaram para casa, com uma coisa tipo pombo correio na pernita, »

    LOL. Tão interessante quanto a prescrição de licor de «M». Certeira.

  32. JASMERDIM LA TOURET acredito que a auto -medicação resulte em ti. Mas olha, eu não tenho patologias como tu. Vá, mastiga um supositório. Fica-te bem.

  33. Uma vez mais peço aos restantes comentadores do Valupi a fineza de dispensarem alguma complacência e condescendência ao meu filho.

    Cordialmente.
    La Tourette. Perdão, La Tourrete. La Tourrette, é assim.

  34. Na “mouche” Valupi. E que Deus nos livre de um qualquer dia, por um qualquer azar processual, ou ironia do destino, ficarmos à merecê de um magistrado cegueta armado em iluminado.

  35. Deus não nos vai livrar.
    Temos de ser nós a fazê-lo.
    Começando já no dia 4 de Outubro deitando abaixo o governo fascista.
    Como para derrubar um governo é preciso eleger outro, lá terá de ser empurrado o Costa, que se gosta quer não se gosta!
    O momento é dramático e a melhor palavra que rima é ser pragmático!
    Portanto, fica bem claro o que tem de ser feito, ou estaremos todos feitos!

  36. Perfil anónimo do Manuel de Castro Nunes,

    “Que achas, Teodoro?
    Achas que deviam deixar o Sócrates morrer à fome?
    Encostá-lo à parede e fusilá-lo, como propôs o JIC?”

    Esse cavalheiro é-me completamente indiferente.
    Se deu golpadas com o amigo Santos Silva, não sei e sinceramente interessa-me pouco.
    Agora uma coisa tenho eu a certeza, no que respeita ao curso superior que andou a fingir tirar na “Universidade” Independente, aí sim, deu uma golpada indecente!
    Quem se presta a fazer aquilo, não me merece qualquer tipo de respeito!
    Deixá-lo à fome não concordo, mas dar-lhe -ia comida com o mesmo nível da “Licenciatura” que tirou!

  37. Ah, o “pecado” da licenciatura, pois claro !
    É então por isso que o homem está “bem preso” em Évora !
    Tenho visto muitas “razões de peso” a serem por aqui invocadas mas ainda ninguém se tinha lembrado desse “crime” !

  38. Insisto em questioná-lo, Teodoro.
    Que tipo de comida tem o mesmo nível da ”licenciatura” que o cavalheiro tirou?
    Não acha que a prisão preventiva é pena desproporcionada para uma golpada de licenciatura?
    Sendo o caso de as outras coisas não lhe interessarem, claro.
    Com sinceridade, acha que os seus comentários são edificantes?
    O Teodoro também se acha salazarista. Não põe a hipótese de os seus juizos e intuitos relativamente ao cavalheiro poderem ser condicionados pelo facto prévio de ser salazarista?

  39. retí assim de memória, não é citação verbatim :

    … se começar agora a pagar ao amigo, esvazia ligeiramente a acusação …

    Mas … ai é ?
    Como assim ?
    Agora, e fazendo um paralelismo, já há ligeira gravidez ?
    Então, e continuando no paralelismo, o médico começa por dizer à paciente, olhe a senhora está grávida, e depois emenda e diz-lhe, olhe afinal só tem uma ligeira gravidez ???

    Valha-me Santo Ambrósio …

  40. Ó cegueta, meu querido filhoQ
    Que anda a tua mãe a ensinar-te nas missas e nos terços?
    ”Bem aventurados os pobres de espírito.”
    Não sei se ser parvo é ser mau, mas, pelo menos, bem aventurado.
    Queres calar-te e deixares de envergonhar o teu pai?
    Os dois. O que está no céu e este que te atura neste vale de lágrimas.

  41. Peço encarecidamente aos senhores comentadores para não comprometerem o Meritíssimo Juiz com o salazarismo ou qualquer outro motivo político para prender José Sócrates.

  42. “ligeira gravidez”

    Pois tal é a qualidade do homem e do professor de Direito que assim pensa e fala, e quer ser presidente dos portugueses.

    Um embusteiro !

  43. Peço encarecidamente aos senhores comentadores que não comprometam o Teodoro com o Super Juiz Carlos Alexandre ou qualquer outro motivo político para prender José Sócrates.

  44. Esta posição do Prof. Dr. Martelo faz-me lembrar um bocadinho a questão da punição dos crimes fiscais, o primeiro caso de monta sucedeu no Algarve e envolvia grandes empresas de construção civil, estilo, ganhavam concursos para empreitadas do Estado, e portanto eram pagas por isso, e, simultaneamente, engendravam esquemas que lhes permitiam reembolsos falsos de IVA. Portanto, mamavam de dois lados.
    Descoberta a marosca, pagaram o dinheiro que foi apurado em falta, o dos reembolsos inxevidos de IVA e o processo crime foi arquivado, portanto a sentença do juiz algarvio revela, julgo eu de que, sintoma de La Retrete.
    E a partir daí, ficou a fazer jurisprudência.
    É apanhado, paga o que está em falta, e o processo morre ali.
    Mas havia a considerar que, para além da devolução do montante em falta, e neste caso podia ou já não haver dinheiro para restituir ao Estado, à cabeça, estava a punição com pena de cadeia. Que podia, em face da lei em vigor ao tempo, o RJIFNA, ser convertida em dinheiro, ou seja, pagava a multa em dinheiro, o IVA a que se tinha aboletado, e vinha-se embora.
    O processo era arquivado à La Retrete.
    ——-
    O Procurador Geral da República na altura, o Dr. Cunha Rodrigues, fez um parecer jurídico em que se dizia que a Constituição diz que o artigo 13.° que respeita ao Princípio da Igualdade estabelece que ninguém pode ser benefeciado ou prejudicado em função de … e de … e de … e de SITUAÇÃO ECONÓMICA.
    Ora concluia ele, E BEM, o rico tem dinheiro, BOA SITUAÇÃO ECONÓMICA, paga a multa e não vai preso, o pobre, que não tem boa situação económica, não pode pagar a multa e vai dentro e cumpre a pena de prisão. Concluia pela Inconstitucionalidade, e que não podia ser assim, a pena de prisão não podia ser substituida pela multa, teriam que cumprir todos pena de cadeia.
    Não pegou. Porque será ? Porque os primeiros apanhados eram cartolas ?
    Alguém na sua infinita bondade, continua a fazer o frete ao legislador, de acreditar que a lei é igual para todos ?

  45. O senhor Pedaços, penso que tem que voltar a ler os jornais do princípio. Devem faltar-lhe umas peças no puzzle.

  46. Algumas conclusões já se podem tirar :
    A pessoa em questão tem a vida estragada por muitos e longos anos nestas andanças de tribunais.
    Mas para que é que lhe deu para aquilo de aceitar dinheiro do amigo ???
    Tinha bens monetários próprios, penso eu, da família, i.e. da mãe, e podia até ter trazido uma reforma de vá lá, no mínimo 5.000 euros do Estado. Porquê então abolir essas reformas e privando-se ele próprio, e meter-se na alhada em que se meteu ???

  47. Agora que fazer ?
    TEDH ?
    Isso é muito bom mas é para violações dos direitos humanos na Rússia e nas Geórgias, em que se vai preso sem mandato, não há acesso a telefone, nem a advogado, excede-se os prazos de prisão, não há direito a visitas na prisão, e por aí adiante.
    Não será o caso daqui.
    E depois, mesmo que fosse, ainda ia cá voltar às capelinhas. Desde logo, tinha que ser ouvido o pai da Constitução, jorge Miranda, que ia dizer, é assim e assado, e a sentença do TEDH não quer dizer que, depois vinham todos os outros especialistas debitar o seu parecer, todos diferentes, como soe com especialistas. Eu acho que nem sei se valerá a pena ir para lá. E se o TEDH disser que não há irregularidade nenhuma.
    Fica pior, né ?

  48. Claro que o TC só tinha que dizer o que disse, pois que não há inconstitucionalidades devidas a alegadas incorrectas interpretações da lei, de que aliás nunca ninguém suscitou a inconstitucionalidade. Mas isso tinha que ser feito porque é o percurso obrigatório das capelinhas, tinha que esgotar todas as instâncias cá, para poder avançar para o TEDH.
    Agora quanto à figura de retórica ou filigrana jurídica, do Acordão, mais ou menos assim : o princípio da presunção da inocência na fase da investigação pode ir perdendo força à medida que a investigação avança e acabar num princípio de presunção de não inocência ?
    Alto aí, que o tribunal não disse que passa a princípio de presunção de culpabilidade. Nem pode, há uma pequena nuance e não se diga que é uma hipocrisia e que vai dar ao mesmo.
    E depois, há que fazer a acusação toda muito bem feita, quantificar tudo, estabecer os nexos, e não é pêra doce.
    E pode ser que se fôr a julgamento, o juiz se depare com uma coisa esquesitíssima, mas que não lhe permita concluir mais do que, estou em presença de algo esquisito, género uma truta dentro de um copo de leite, mas daqui não posso concluir que, e aplique In Dubio Pro Reo.
    Mas que está metido numa alhada que pode durar largos anos, parece que está.
    E o pior é que o partido, por arrastamento, também está. Amarrado, e traumatizado.
    Pra que raio lhe deu para aquilo ???
    Concordo com o Nunes, quando diz que não estão reunidas condições para eleições justas d imparciais, o PS está completamente aturdido.
    Mas qual a alternativa ?
    Deixar lá este governo e adiar as eleições ?
    Olhem, boa sorte para ele e para o partido.
    Não desejo mal a ninguém.

  49. Caríssimo Nunes,

    Respondendo ao teu comentário no “Jurisconsultos, precisam-se”, lamento sinceramente o desvario irresponsável do espermatozóide coxo e acéfalo que desertou do habitualmente bem disciplinado (e isto é um “supônhamos”) exército que tens aquartelado entre as gâmbias, mas, pelos motivos que há dias expus em decreto real sobre a verdadeira essência do chafurda ceguinho, a culpa não é do desertor acima referido, pelo que podes desde já amnistiá-lo e reintegrá-lo nas fileiras.

    Eu ospilico, ou melhor, reospilico: o escarreta ceguinho não pode ser o resultado de um desvario espermatozoidal porque não saiu de ventre de mulher. O seu surgimento, como reza o decreto,

    “foi o funesto resultado da partenogénese acidental (…) de um cagalhão vagabundo saído do cu de um cão raivoso em estertor de peido final por afogamento, depois de o dono o ter atirado de uma ponte. Tendo dado à costa não muito longe de uma saída de esgoto, o dito cagalhão foi acidentalmente pisado por um pescador desportivo que se abeirou da margem para mijar, acabando a azarada (e involuntariamente pestífera) sola do sapato do pobre homem, no regresso a casa, por espalhar pela urbe a infecção”.

    Pelos motivos aduzidos, o coiso invisual não tem pai nem mãe. Como também estabelece o decreto, daí resulta a impossibilidade, ditada pelo rigor científico,

    “de mandar o chafurda ceguinho para a cona da mãe, pois nunca a teve. É uma desagradável intimação (possibilitada pelo privilégio da origem) a que todos nós, humanos, já fomos ocasionalmente sujeitos, mas também disso está livre (por manifesta impropriedade) o coliforme cegueta, que apenas pode ser mandado para o cu do cão”.

    É meritório o teu mea culpa, Caríssimo Nunes, corajoso o teu espírito de sacrifício, cordeiro voluntariamente imolado no altar dos pecados da tenebrosa parvoeira dominante e predominante, e por essa coragem as sacrificadas massas populares com um resto de lucidez agradecem-te sinceramente (tenho aqui a procuração que me passaram para em nome delas falar). Mas, pelas razões atrás transcritas, e usando o juridiquês balofo e pretensioso de parte da agremiação a que o furúnculo invisual nos pretende fazer crer que pertence, “inexiste” a responsabilidade do teu soldado coxo e, consequentemente, a do general que o tinha sob o seu comando, ou seja, tu, amigo Nunes. Nem mea culpa, nem meia culpa, nem um oitavo de culpa! Respira fundo, não te penitencies mais e aproveita para mandar o chafurda ceguinho para o cu do cão.

    Um abraço para ti. Oremos.

  50. Perfil anónimo do Manuel de Castro Nunes,

    Ao contrário de muitos que por aí andam, tive a sorte de pular de alegria quando Salazar morreu.
    Que fique claro!
    Em relação a ter chamado à liça a pseudo licenciatura que Sócrates arranjou na “Universidade” Independente, apenas tive como objectivo chamar a atenção para o facto de que quem faz uma VIGARICE daquelas, é bem capaz de fazer muitas outras.
    Obviamente que não deve ser por isso que o rapaz está de enclausurado em Évora…

    Relativamente à comida que lhe estarão a fornecer na prisão, espero que seja do mesmo género da que comem todos os que vivem com o RSI e/ou ganhem o ordenado mínimo!

  51. Quando leio os puristas ofendidos com as equivalências e exames em domingos, questiono-me sempre sobre aqueles (milhares) que andavam nas universidades nos anos de 74 e seguintes, e que hoje têm um canudo legítimo com algumas dezenas de passagens administrativas… Onde andarão eles que não se ouvem, sendo até alguns, as virgens mais inflamadas na retórica crítica. Este país é um colosso. Precisa de muito Memofante para recuperar a memória…

  52. teodoro,qual foi a vigarice da licenciatura de socrates!tenho a dizer-te que fazer exames ao domingo, não é original.conheço gente que por afazeres profissionais solicitaram à universidade publica a prestação de um ou dois exames no fim de semana.os professores em causa deram a sua anuência e os exames foram levados a cabo em dias de descanço semanal. já agora em coimbra sócrates já tinha se tinha licenciado . a data do fim do curso de passos coelho é que não aparece no seu curriculum.nota : os afazeres profissionais eram no estrangeiro,por delocaçao em serviço de uma grande empresa deste pais

  53. Se não estou em erro, essa coisa do domingo vem do facto deter sido passada uma segunda via do certificado de curso com a data de um domingo. Ou por engano ou porque o funcionário a passou exactamente a um domingo.
    Se eu na minha empresa ganhasse um almoço à borla de cada vez que trabalhei ao domingo, para já não falar dos sábados, tinha comida suficiente para o resto da vida, talvez.

  54. valupi,desculpa a deriva.maria de belem nunca a vi intervir no parlamento.manuel alegre gosta muito de brincar com as presidenciais!

  55. “Claro que o TC só tinha que dizer o que disse, pois que não há inconstitucionalidades devidas a alegadas incorrectas interpretações da lei, de que aliás nunca ninguém suscitou a inconstitucionalidade.
    Mas isso tinha que ser feito porque é o percurso obrigatório das capelinhas, tinha que esgotar todas as instâncias cá, para poder avançar para o TEDH.”

    o tc disse que o juíz está convencido que houve ilegalidades e quando há ilegalidades o suspeito pode ser preso. ninguém perguntou isso ao tc, masfaltava à justiça um acordão destes para fazer jurisprudência, safarem-se da merda em que se meteram, justificarem as marteladas que deram na lei e das incontitucionalidades que cometeram e das quais dizem não serem competentes para julgar. olimpicamente ignoraram tudo o que se passou, incluíndo o recurso de última instância e depois sacudiram a água do pacote.

    “Agora quanto à figura de retórica ou filigrana jurídica, do Acordão, mais ou menos assim : o princípio da presunção da inocência na fase da investigação pode ir perdendo força à medida que a investigação avança e acabar num princípio de presunção de não inocência ?
    Alto aí, que o tribunal não disse que passa a princípio de presunção de culpabilidade. Nem pode, há uma pequena nuance e não se diga que é uma hipocrisia e que vai dar ao mesmo.”

    não disse, mas deu a entender. se era para não dizer, tinha ficado calado. ainda por cima foi a única coisa que responderam e que ninguém lhes perguntou.

    “E depois, há que fazer a acusação toda muito bem feita, quantificar tudo, estabecer os nexos, e não é pêra doce.”

    trabalho para 20 anos

    “E pode ser que se fôr a julgamento, o juiz se depare com uma coisa esquesitíssima, mas que não lhe permita concluir mais do que, estou em presença de algo esquisito, género uma truta dentro de um copo de leite, mas daqui não posso concluir que, e aplique In Dubio Pro Reo.”

    coisas “esquesitíssimas” é o que não falta, podes começar pela ortografia.

    “Mas que está metido numa alhada que pode durar largos anos, parece que está.
    E o pior é que o partido, por arrastamento, também está. Amarrado, e traumatizado.”

    claro, começou há 15 anos atrás e há-de perdurar enquanto for vivo, o correio da manhã for o porta voz oficial do ministério público e a direita não mudar a táctica de ganhar eleições.

    “Pra que raio lhe deu para aquilo ???”

    o “aquilo” foi ter-se metido com os privilégios da magistratura e agora a corporação retalia. mas foi uma boa pergunta para tentar iludir o motivo das fortes convicções judiciais.

    “Concordo com o Nunes, quando diz que não estão reunidas condições para eleições justas d imparciais, o PS está completamente aturdido.
    Mas qual a alternativa ?”

    o ps não precisa de piedade e muito menos de caridade, só necessita que se cumpra a lei e tenha tratamento de igualdade com os outros partidos, o que não está a acontecer, nomeadamente na comunicação social. é conferir o número de comentadores da coligação nas televisões e as primeiras páginas da pasquinada para ver que a direita vai ao colo.

    “Deixar lá este governo e adiar as eleições ?”

    sim, o cavaco já sugeriu isso, mas é para o caso do ps não ganhar as eleições com maioria absoluta.

    “Olhem, boa sorte para ele e para o partido.
    Não desejo mal a ninguém.”

    poizé, nota-se um cheiro a bolor corporativista nas considerações que teceste e a mofo beato na conclusão.

  56. primeiro bloqueia os Ipelhos e depois faz corta e coze com aldrabices.
    Apresenta a tua jurisprudencia pá !
    deve ser do género da do papel timbrado do estado sionista do Gagalhacho.
    Sois uns pândegos.
    E depois eu dou os erros ortográficos que me apetece. E olha quem fala, roró e demais treta de infantário .

  57. Vai lixar-te, Joaquim Camacho!
    Primeiro explica-me isto, porque eu não entendi.
    ” que desertou do habitualmente bem disciplinado (e isto é um “supônhamos”) exército que tens aquartelado entre as gâmbias, ”
    Qual é o exército que eu tenho aquartelado nas ”gâmbias”? Será que resolveste recorrer à metodologia do cegueta, de atirares para o ar umas alusões de sentido obscuro, para ver se pega?
    Vamos agora ao que tu não entendeste. Que não entendeste tu?
    Diz-me. Onde tens tu andado? Na cochinchina? Andas de autocarro, de comboio?
    Vais ao café? À taverna?
    Não vês nem ouves nada? Não entendeste ainda que metade dos portugueses são salazaristas e outra metade são monárquicos? Que ninguém caia na estupidez de perguntar-lhes, em plebiscito! Seria o diabo!
    Tu não sabes que os portugueses têm hoje nove anos de escolaridade obrigatória? São os portugueses, essas sacrificadas massas populares que representas por procuração em forma, quem ensina nas escolas e decidem o que se ensina nas escolas?
    Foram essas sacrificadas massas populares quem inventou esta armadilha, este fado, este desígnio que as obriga de quatro em quatro anos a votarem ”para tirar os que lá estão” e reporem os que lá estiveram, porque não têm outra alternativa.
    Que se passa nas escolas e nas universidades? Por mim, rebolo-me a rir quando assisto a estes edificantes debates acerca de quem pirateou mais os diplomas. Como se o diploma, por si, iluminasse a cabeça de alguém.
    Quem é o pai deste filho que nos caíu nos braços com quarenta anos?
    Tu continuas a dizer que foi o cão, o cu do cão. E eu rio-me.
    Não há direito! O meu amigo Joaquim Camacho nem é cão nem tem cu!
    Ó Joaquim Camacho, deixa-te de lérias!
    Fomos todos nós que parimos o cegueta!
    Tem lá calma e pensa comigo em como vamos remediar a merda que fizemos.

  58. Então a v/ jurisprudência onde é que está ?
    Burros do caralho, que até já fazem o processo de frente para trás.
    Não digo mais nada.
    Perguntem aí ó Cagalhacho.
    O carpideira deve saber. Diz que estudou na Universidade da vida e aprendeu a fazer textos de merda. Sem dúvida, tá na fossa.
    Ressabiado, complexado, e rancoroso.
    Um saco de ódio.
    Mas há esperança, ele anda à procura da Justiça.
    Mas assim não vai lá. Não quer aprender. Prefere criticar.
    Problema dele.
    Aturem-no !

  59. Ó cegueta!
    Meu filho. Tu não consegues acertar num nickname! De cegueta passaste a jurisprudência de merda!
    Não tens emenda. Já consultaste o onomástico português? Há por lá uns nomes selectos que te poderão inspirar.
    António, Marcelo, Baltazar, Pé Curto…
    Mas havias logo de escolher um para qualificar as tuas prosápias de jurisprudente.
    Mas valia que tivesses frequentado a universidade da vida, em vez de tirares um tirocínio na sacristia.
    Vai-te catar. Estou farto de ser teu pai!

  60. Botem JURISPRUDÊNCIA CARALHO !
    Não estais aqui pra ajudar ?
    Quem não sabe inventa, – e até dá prós dois lados.
    Assim estais fodi …
    Ó Castrol deixa-te de diatribes, caralho, inda é cedo pró tintol, deixa-te de deambulações, desmonta, rebate, apresenta, não percas tempo a falar com o tolo do papel sionista do estado do
    Iscagalhão.
    Ou então, se realmente não és de Viseu, então larga o vinho que o cu não é teu.
    ——
    O que é que o Inácio não percebeu – ou faz que não percebeu, ou então nem leu bem o acordão – ?o TC diz que não existem irregularidades quanto áquilo que a defesa entendia serem irregularidades, e portanto esta, perdeu.
    É claro que o del do MP e o juiz entendem que há violação da lei e por isso está como está e aonde está.
    Mas aonde é que estava isso em questão no recurso, como alegação da defesa ???
    A defesa a dizer perantr o tribunal recorrido que havia ilegalidades que justificavam a investigação e a detenção do cliente ???
    Mas ó Inacio tu fazes-te de burro e parvo, ou és mesmo ???
    Olha que não é pra brincadeiras pá !
    Anda lá, apresenta o papelório .

  61. então ?

    Tá na hora do tacho !
    Apresentem argumentos, defesa, bora, agarrem-se aos canhenhos.
    É só ar evento ?

  62. BURROS DO CARALHO!
    Esta tem direitos de autor, é do Inácio, mas eu também tenho, processa-me que eu pago a multa.

    Esgalhem !
    Então … mas querem fazer o julgamento de frente para trás, do fim pró começo, da sentença pra trás ???

    Fosga-se, até já dei uma dica. Vá lá !
    Diferença entre presunção de não inocência e presunção de culpabilidade.
    Então … PUXAR PELA CABEÇA, PÔRRA !!!

    um gajo tenta ajudar e é gozado e enxovalhado e preferem andar como as sopeiras e as carpideiras aqui com conversas de lamúrias …

    Dasse …

    VÁ LÁ, APLIQUEM-SE !!!

  63. ”É claro que o del do MP e o juiz entendem que há violação da lei e por isso está como está e aonde está.”
    Não há hipótese, meu filho.
    O MP e o juiz enganaram-se e tu não lhes dás folga.
    O MP e o juiz estão a investigar se há ou não violação da lei.
    Mesmo que estejam convictos de que houve violação da lei, não podem entretanto ultrapassar o instituto constitucional da presunção de inocência.
    Não foi ou não poderia ser a presunção do juiz ou do MP o motivo para a aplicação da medida de coacção.
    Por isso, no decreto, foram alegados os motivos próprios à medida.
    Na verdade, tendo em referência vários indícios deixados, por distracção, a descoberto pelo MP e pelo juiz, os motivos eram outros.
    Em minha opinião, a falta de metodologia dos diversos recursos apresentados pela defesa de Sócrates acabou por se revelar como uma casca de banana para o TC, que conclui este carrossel de inevitabilidades cretinas a alegar a presunção do juiz contra a presunção de inocência.
    E a tudo preside a clarividente jurisprudência do cegueta!
    No meio disto tudo quem se vai lixar é o paquistanês! Que já traz a judite no encalço.
    O que obrigaria o advogado de José Sócrates a revelar o destino do dinheiro da venda legítima do apartamento do seu constituinte?
    Deve ter querido dar algum ânimo ao desolado procurador.
    O cegueta é o máximo!

  64. Sou sou, sou cegueta.
    E tu és sábio.
    Ó pá tu nem sabes a diferença entre um tribunal de recurso e um tribunal recorrido ! :)
    E nota que coloquei lá a armadilha de propósito.
    Nem lês pá, nem conferes, nada. Como advogado, nem a uma azelhice processual te conseguias agarrar, muito menos a matéria de substância.
    Continua pá, ai agora também mete paquitanês ?
    Até agora era só sua alteza real, majestade fidelíssima, mordomos e fidalguia, literatura de cordel de general e trompeta, oops, cornetim.
    Continua assim. Nos ensaios literários…
    Vou dar uma curva !
    Apanhar ar.
    AR EVENTO !

  65. Fifi,

    O Sr. Sócrates andou em Coimbra no ISEC onde não fez licenciatura nenhuma (desde logo porque essa escola não dava esse grau de ensino), mas sim um Bacharelato, que lhe dava o título de Engenheiro Técnico.
    Como achou que para ser um tipo relevante na política necessitava de algo mais em termos académicos, inscreveu-se no ISEL para fazer a Licenciatura (2 anos de curso que os Politécnicos passaram a poder dar). O curso do ISEL até lhe dava entrada directa na OE, mas teria que ir às aulas e sobretudo estudar (e muito).
    O que é que Sua Excelência fez?
    A golpada.
    Vai para uma escola da tanga, fazer um curso da tanga.
    É clara que com aquilo que tirou (nem um só colega de curso o viu lá uma vez que fosse) não pode inscrever-se na OE e obviamente não pode usar o título de Engenheiro.
    O facto do Coelho ter andado a fingir estudar numa outra escola da tanga e ter acabado com tangas a licenciatura em economia, não faz do Sócrates um herói!
    São ambos farinha do mesmo saco!

  66. Porra, não me dão folga.
    Ó Teodoro, é um engenheiro económico e um economista engenhoso.

    Merdas do pós 25/4.
    Inda sou do tempo que um engenheiro estudava 6 anos pra tirar uma licenciatura.
    E tinha que por lá os pés.
    E depois havia os agentes técnicos, que só estudavam 3 anos e punham os pés no Instituto Industrial.

    Agora são ambos/ todos doutores.
    Doutores de pizaria.
    Processo de Bolonha, massa bolonhesa.
    No 3° ano já é licenciado, depois ao 5° já é mestre, daí a grão mestre é um pulo, logo, estagiam nos gabinetes ministeriais como assessores e depois dão ministros !

    E por isso o país está como está.
    São todos doutores. Burros carregados com livros, é que é.
    Um doutor pra mim é um médico.
    Não tarda muito vou ter que o tratar por snr. Doutor médico.

  67. “E atenção que há vários ceguetas !
    Mas eu de tarde já cá não estou .”

    Sim isso já tínhamos percebido.
    Filhos da puta e fascistas há muitos aí na central da jota. Sais tu entra outro.
    O que também é um atestado da tua total insignificância!

  68. E é este nick assumidamente partilhado que reclama da autenticidade dos nicks! LOL
    E o Valupi dá lhes coberta!
    Quanto te paga o PSD Valupi?
    É que ao menos eles são pagos!

  69. Só estou aqui pela manhã, há tarde vou atacar ali para o monsanto.

    Este comentário é falso. O IP será banido.

    V

  70. LOL. Ai que DELÍCIA.

    Ó CAMBADA. Percebeis agora, quem é o CEGUETA? Como se ilustra o CEGUETA? Vós sois o CEGUETA!
    Por isso, ó abutres da ignorância, HEREGES, eu decidi usar NUMBEJONADA – é isso que vos DEFINE!
    Não sabeis ler, não sabeis discutir, criticais, e utilizais a vossa energia em pesquisas que NADA interessam aos casos que são colocados à discussão. O Valupi deu-vos oportunidade de discutirem um assunto, com um texto de partida para a discussão, onde incluíu um acórdão – de leitura acessível. Os (des) contributos dos palhaços – por todos JASMERDIM PIMBA de la TOURETTE -, foram os de sempre: perseguição política e mais uns quantos «dizeres» incompreensíveis na leitura e, consequentemente, no alcance. «E isto que a gente dizemos e prontos» – é assim que vos defino. Depois aparece o PRUNES, desviando o assunto, fechando-o habitualmente com o seu selo de «parvoeira» quando os botículos se lhe encolhem e mirram, como a defesa do 44.
    Note-se,porém, que aparecem os odientos de estimação – corvo negro ( és bem o que dizes, ó COMUNA) e o CAGALHACHO ( LOL) com os seus escarros habituais de habitantes de ÉTAR, com a visão ( frustrada) do Buiça, mais interessados em AJAVARDAR do que DISCUTIR com a ELEVAÇÃO pedida pelo FIFI.
    Ó CAMBADA! Pois sois o fruto de quem vos pariu e não SOUBE ou NÃO QUIS EDUCAR-VOS. Os «dótorres» da treta que logo aqui se anunciaram sob um título que NADA DIZ – à contrario sensu -, para bolsarem TREVAS, IGNORÂNCIA e VASSALAGEM a quem vos tem enganado e continua a enganar.
    A situação é grave, pois nem capazes sois de LER um mero acórdão que diz como foi a DEFESA do vosso ídolo. Ora quando continuais a ZELAR pela IGNORÂNCIA, é evidente que vos continuarão a GOZAR como eleitores CEGOS que sois. Por isso, um GRANDE escreveu,

    «O português simples é um simples animal afectivo e perturbado: uma forte superior direcção orienta-o e leva-o para onde quer. Estes outros, supondo que têm opiniões, têm-nas todavia o bastante para constituir um estorvo. Duplo estorvo — porque contagiam os estúpidos ingénuos que lhes estão abaixo e porque resistem aos cultos ou mais inteligentes, que lhes estão acima.»

    Este dispensário reúne aqui o que ali está muito bem definido: Maria Abril, Corvo Negro, e mais uma série de sopeiras bem identificadas que aparecem por aqui a dedilhar «ancas e batidas no peito».
    Como não entendeis o «simplesmente explicado», é preciso aparecer aqui ( hum, deve ter andado por cá, a rir-se que nem um louco) sob o nick de «juris prudência de m…». Explicou a coisa ao VOSSO NÍVEL – o da linguagem que percebeis! Claro está, que logo apareceram as virgens (esburacadas) ofendidas, botando um discurso irritado e despeitado. Mas o mais INTERESSANTE, ó COMUNAS, é que o comentador GOZA-VOS na forma, no conteúdo e no verbo.
    CAMBADA! SALAZAR topou-vos. Era inteligente. Ele sabia como se educa o POVO PORTUGUÊS. Este é que NÃO SOUBE aproveitar a inteligência dele, antes se cansou nos termos do Guerra Junqueiro, e AMEDRONTOU-SE, como até a BURRA da JASMERDIM de la TOURETTE aqui se descreveu. E quando, pensando que o fim do homem significava o fim de algo, decidiram DAR PORTUGAL, ABANDONAR TERRAS outras com portugueses nelas vivendo, criticar os americanos e ELEGER a MAIOR VERGONHEIRA da HISTÓRIA PORTUGUESA. Nem o BUIÇA vos aturaria, ó CAMBADA! Pois ide lá eleger o Tony Bosta e continuar a viver o significado dos cartazes.
    E LOL. ( Não revi o texto…)LOL.

  71. «numbejonada
    18 DE AGOSTO DE 2015 ÀS 14:00
    Só estou aqui pela manhã, há tarde vou atacar ali para o monsanto.»

    O Valupi, certamente, saberá que o post acima e ora transcrito não é meu. Como disciplinou o ENAPA seria útil que continuasse a mesma filosofia.

  72. Antero do Quintal, pá, deixa de ir à multióticas, ó CEGUETA. Eu só tenho um nick – este, mas OLHA – se me queres confundir com a JURIS PRUDÊNCIA de M…, PODES FAZÊ-LO. SOU FÃ. LOL.

    COMUNA. VAI CAVAR A TERRA e fica lá. Sempre proteges a cabeça do calor, pá.

  73. Porra!
    O cabrão do Camacho põe-se na alheta e eu é que tenho que me haver com os nossos filhos ceguetas todos.
    Vá! Tudo para a bicha do óleo de fígado de bacalhau, que eu avio um de cada vez!

  74. PRUNES, tu não avias NADA. Já compraste a bomba de ar para encher os bolículos? Pelos vistos não. Clamas pelo CAGALHACHO para te ajudar, deves estar entalado…

  75. Então, ó CAMBADA! Quando vão responder à JURIS PRUDÊNCIA, hum?

    «DÓTORRES» da TRAMPA, bute lá, «amandem» aí com a vossa asnosabedoria. Ai o que já me ri. Já me ri tanto. Ó CAMBADA o que me ri. E vejo-vos, tipo HIENAS COÇADAS, todas a um canto, a conspirar, enquanto se contorcem de dores. A coça foi demais. Nem com duas versões de análises DOUTAS, ILUSTRES, DIGNAS, MERETÍSSIMAS ( confusos, much? Aqui não há Bolonha, pás), ó CAMBADA, conseguis mudar o tom da discussão acerca do ídolo por quem carpis.

  76. E isso é tão mais grave que eles sabem perfeitamente que estão a mentir, olham e vêm que os IP são diferentes.

    E depois pensam que somos pagos pelo PPD.
    Lol, cadê o meu.

    Viu ?
    Já levaram a carneirada toda atrás para mais 2 quadros novos que abriram.
    Isto é que é empreendedorismo, sempre a abrir lojas novas.
    Olha, ao fim e ao cabo interrogo-me sobre se não seria melhor manter um jogo delicioso sobre quem é quem. É que eles são maldosos e não merecem transparência e honestidade.
    Veja a treta do Quintal !!!

    Ó Nunes tás forni, o outro bronco, completamente louco, e grosseiríssimo Cambalacho Gagalhaço só ataca pela calada da noite, digo, noute.
    Trás merda no bolso e na algibeira.
    Mas sobretudo, na cabeça.
    Mas, por vezes, rebenta-lhe nas fuças.
    Já vi !
    Olaré !
    Blew on his face .

  77. JURIS

    LOL. EHEHEHEH. Ahahahahah.

    I got it.

    Ó CAMBADA. Diz-me a minha bola de cristal que andais perdidos a bater com o cálcio da testa nas paredes. Cuidado. Não gastem as últimas pseudoideias que vos restam.
    O PRUNES já apanhou as batatas a esta hora, e as vagens também. É para o caldo de logo à noite. A JASMERDIM de la TOURETTE foi ver o milho. Anda com falta dele.

    O CAPIM CAGALHACHO mergulhou nas profundezas da ETAR, à procura de mais um foral de raiva, que se lhe aplica.

    Mais um pouco de licor de «M»? Hum? Já que abusaram e se viciaram, mais uma dose não vos faz mal.

    Fardos de palha vitaminados, agora só ao domingo e isto se se comportarem.

  78. Vamos lá a ver, meus filhos ceguetas.
    Porque razão os juizes escrevem em latim?
    No meu tempo, os juizes só entravam na Faculdade de Direito com o sétimo ano de latim. Dois anos de latinadas, o sexto e o sétimo.
    Mas porque razão escrevem os juizes em latim? Para não terem a maçada de traduzirem as expressões e vocábulos em latim?
    Por que razão escrever ”in dubio pro reo”?
    Ora, a expressão latinojurisprudente ”in dubio pro reo” é constituída por dois substantivos, tendo em rteferência a gramática tradicional pré-generativa, ”dubius” e ”reus”, e duas preposições, ”in” e ”pro”.
    Na sintaxe latina, ou mais propriamente na estilística oratória, uma expressão apelativa dispensa o ”predicado” ou o verbo, com todos os riscos que daí decorrem para a boa compreensão dos actuais recorrentes ao bom uso do latim.
    Vamos sugerir dois verbos para sugerir a falta na expressão latina. ”Abonare” e ”invenire”.
    ”Abonare” teria o sentido de abonar, tornar bom, ”ad bonare”. ”Invenire” teria o sentido de vir em prol de, em favor de, para junto de.
    A expressão deveria traduzir-se, tornando a ideia clara, de forma sintética e contracta, ”a dúvida abona o réu” ou ”a dúvida intervém a favor do réu”.
    Quem queira levar a reflexão sintáctica um pouco mais adiante, compreenderá que a expressão latina continha já uma ambiguidade ao fazer anteceder ”dubium” da proposição ”in”, incidindo no condicional e evitando a expressão óbvia, clara e cristalina ”dubium pro reo”, desenvencilhando-se do condicional hipotético ”in dubio”, no caso de dúvida.
    Porque razão os juízes e causídicos não escrevem em português ”a dúvida é um atributo do réu”?
    E então não haveria lugar à presunção do juiz.
    Porque razão os juizes escrevem em latim? Porque são mais sábios do que o comum dos mortais? Porque estudaram latim?

  79. Eheheheh, eheheheh. Ó PRUNES! já borracho a esta hora? Fogo, eu só ofereci um pouquinho de licor de «M» e tu emborcaste o garrafão todo. És mesmo XUXA, pá, só queres tudo para ti.
    Ouve lá, deixa lá o in dubio pro reo descansado, que o gajo se tiver que aparecer, aparece muito mais tarde – no julgamento tás a ver? Mas tu partiste o cálcio pá, tás desnorteado.

    Lol, ó pa ele, estudou latim e fala grego. Pareces o TSIPRAS pá. Vá, referenda lá o que disseste. Mas j+a sabes que comigo não passa.

  80. “Então … mas querem fazer o julgamento de frente para trás, do fim pró começo, da sentença pra trás ???”

    1 – já cumpriu pena, 9 meses de prisão e não sabe quando sai;
    2 – já foi condenado pela opinião pública e pela justiça;
    3- a sentença já foi redigida e publicada na pasquinada;
    4 – o processo está em fase de instrução;
    5 – a investigação continua;
    6 – quando esgotarem os prazos todos ainda haverá 27 perguntas que não foram feitas por falta de tempo.

    e ainda aparece aqui um bimbo com dúvidas se o filme não está a passar ao contrário.

  81. Ora, o que eu quero dizer é que, quando os juizes escrevem em latim o cegueta entra em júbilo, ao pensar que a sabedoria dos juízes o constitui em sábio. Porque todos os ceguetas falam latim.
    Estás a ver, Teodoro? Que falta nos fariam os diplomas, se, afinal, todos falamos latim?
    Entendes agora que Sócrates, como todos os outros, é, afinal uma vítima do convencimento geral de que um diploma é um incontornável requisito para o exercício da cidadania? A partir de então, é só ter um diploma a jeito.
    Que me dizes das universidades, por normas privadas, que albergam as estrelas desmobilizadas da política e governação como professores de cátedra? Que tipo de diploma e com que validade será o arduamente conquistado pelos alunos do José Hermano Saraiva?

  82. IGARALHO IGNATZ

    Esqueceeste-te de mencionar

    – Está feito.

    Olha, mas em que concreto, a que instrução te referes? E que assuntos pretendes debater? Queres falar do PROCESSO ou tão só de sopeirices? Hum?

  83. Perfil anónimo do Manuel de Castro Nunes,

    “Que me dizes das universidades, por normas privadas, que albergam as estrelas desmobilizadas da política e governação como professores de cátedra?”
    Digo mal!
    No Portugal actual, uma Universidade/escola privada é uma coisa algo perversa.
    Como alguém me disse, tratam-se de PPP – Pago Para Passar!

  84. Receio bem que acabaste de perder a estima do cegueta, Teodoro.
    Vais passar a comuna num ápice!
    :)

  85. Pois…
    Mas nisso do Público/Privado, sou como o Bloco de Esquerda diz:
    O Público é de todos nós, o Privado é só de alguns!

    Valha a verdade que deve ser das poucas coisas em que concordo com essa gente…

  86. PRUNES, nem todas as privadas passam com pagamentos…
    A Universidade Católica é uma delas.
    Porém, eu sempre estudei em escolas públicas. Foi lá que eu aprendi muito sobre o choradinho dos COMUNAS e XUXAS. Sempre a mesma TRAMPA.

    Já agora, ó caramelo, «pensas que és o único que consegues ver andar o elétrico?», hum? LOL.

  87. Cala-te agora, cegueta, que estou a falar com o Teodoro!
    Hoje estou sem pachorra p’ra t’aturar! Queres levar isto outra vez para o torto?
    Bem…

    Então, Teodoro, essa tua opção é extensiva à saúde, por exemplo?

  88. Eu quero saber quem é o Júris Prudência de Merda que afirmou que só os médicos é que são doutores !
    Quem é esse tipo, hum ?

  89. Manuel Castro Nunes
    O 25 de Abril valeu pelo Serviço Nacional de Saúde que conseguiu equiparar a Medicina portuguesa aquilo que em termos assistenciais se faz de melhor no mundo! E depois veio um tipo a quem rotularam de louco, e a quem mandaram prender, que quis colocar também a Investigação científica na linha da frente, e o louco estava a conseguir !
    E depois há aquela coisa fantástica que tem sido a Escola Pública, à qual também se pode chamar Elevador Social, à qual estarei sempre eternamente grata, pois deu à filha de um operário a mesma oportunidade de carreira que aos filhos dos ministros e dos banqueiros. Essa gente pode mandar mas no final das contas quando é preciso resolver os chamados “problemas técnicos” quem é que resolve, quem é ?

  90. A BURRA não sabe quem por lei tem direito ao título de DOUTOR. É BURRA. É FRANCAMENTE BURRA. Mastiga um supositório, quem sabe te distrais.

  91. E está é para o Teodoro

    Deixa-te de fitas em relação as habilitações académicas do Sócrates!
    O homem é Bacharel em engenharia pela Universidade de Coimbra! Limpinho, limpinho!
    Além disse fez um MBA no ISCTE de Lisboa, e agora um Mestrado em Ciência Politica na SciencesPo da Sorbonne!
    Vai ver quantos ministros dessa merda de Governo que agora tens consegue ter curriculum académico que se compare ao do Sócrates!
    O Sócrates à beira desses cábulas é uma espécie de Prof. Eduardo Lourenço.
    Essa conversa de “licenciatura ao Domingo” é uma treta para entreter papalvos. Eu fiz uma Pós-Graduação em que todos os exames foram ao Sábado, e provavelmente alguns trabalhos escritos foram enviados por e-mail aos professores sei lá se ao Domingo ? Quem trabalha e estuda em horário pós-laboral tem de ter está flexibilidade nos horários. Quem não percebe isto ou é camelo ou está de má -fé como o estupor da Manuela Moura Guedes!

  92. O sendeiro

    Então para ti só os médicos é que são os verdadeiros doutores ?
    Ora diz lá. Estou a morrer de curiosidade, cegueta !

  93. Esta gaja fez uma pós – graduação! ´Como a fizeste? Em quê? a mudar pensos e fraldas? Tu és uma BURRA fanática com palas da feira, pá, com uns cascos de todo o tamanho que «PENSA» que por ser ( dizes tu) «licenciada«( em invasões retais) já é inteligente. Tu és BURRA. Olha só como te expressas. Esperneias, metes uns vocábulos no meio e pensas que o zurro escrito que atiras é uma composição digna de se ler.

    Palheira contigo. COMUNA.

  94. BURRA, sendeira, mas tu ACHAS que eu vou ensinar-te? Eu não ensino BURRAS!! Tu nem ler sabes. Vai vender colorau pá. E come milho, que estás a precisar.

    Podes querer que tu não estás incluída nos casos em que em PORTUGAL, alguns licenciados têm direito ao título. BURRA.

  95. Tenha calma, Caríssima Jasmim, não é preciso exaltar-se.
    Bem sei que o cegueta com as alarvidades faz perder as estribeiras a qualquer um.
    O Sócrates é engenheiro. Certo. Realizou um mestrado na Sorbonne. Certo. Mas não tem que ser um Eduardo Lourenço. Eu, por sinal, não sou admirador do EL. Mas também não sou um admirador de Sócrates.
    De resto, neste caso, o que está a ser escrutinado não é José Sócrates mas a justiça e a forma como a comunicação social se apropriou, com a cumplicidade de juizes e magistrados, de um processo judicial.
    Não são, nem deveriam ser os sucessos e insucessos de Sócrates como primeiro ministro, o que está a ser julgado.
    A questão é essa.
    Não se pode continuar a alegar que a justiça é a justiça e a política é a política para fazer julgamentos políticos.

  96. Ahahahah !!!!!
    Rio-me às gargalhadas, imbecil.
    “Podes crer que tu não estas incluída nos licenciados que em Portugal têm direito ao título”!
    A puta da arrogância MATA!
    Come a palha burro, come a palha!

  97. Come-a tu BURRA. Deves pensar que BURRICE é CIÊNCIA. Não há problema com isso, desde que continues a pastar e haja sujeitos que impedem que TU e os teus derivativos contaminem a INTELIGÊNCIA.

  98. Manuel Castro Nunes
    Tem razão o foco não são as habilitações académicas de Sócrates nem sequer as suas opções políticas como PM.
    Isto foi só um fait-divers com o camarada Teodoro.

    PS: o cegueta está possuído. Desconfio que foi ele que sugeriu que só os médicos deveriam ser chamados de doutores. Não tenho nada a opor. E não consigo parar de rir! Isto está a ficar muito engraçado. O cegueta é um “ponto”.

  99. ”numbejonada
    19 DE AGOSTO DE 2015 ÀS 0:42
    Come-a tu BURRA. Deves pensar que BURRICE é CIÊNCIA. Não há problema com isso, desde que continues a pastar e haja sujeitos que impedem que TU e os teus derivativos contaminem a INTELIGÊNCIA.”
    (…)
    ”numbejonada
    19 DE AGOSTO DE 2015 ÀS 0:44
    PRUNES,

    Cala-te. Continuas a falar grego.”

    Eu é que falo grego, cegueta?

  100. ÉS BURRA. Realmente BURRA, e confirmas-te em cada bacorada que escreves. Cega, também. Toma outro supositório. Não engulas, mastiga. Tens a cabaça muito inflamada.

  101. Vou cochilar, cegueta.
    Despeja as tuas alarvidades e vai p’rá cama também. Não te esqueças do resguardo, senão amanhã dormes no molhado.
    Boa noite, Caríssima Jasmim.

  102. PRUNES,

    Protege-te. Já sabes que o meu jacto racha um iceberg. Portanto,afasta-te e protege as bolinhas de naftalina…

  103. Conheci um gajo que dizia que o jacto dele também rachava um iceberg. Mais tarde vim a saber que pegava de empurrão e ia à missa ao domingo. Não sou homofóbico, mas detesto gajos que têm o jacto muito potente. São um perigo para o edificado.

  104. Ó Inácio, então onde está a jurisprudência ?
    Não fizeste ?
    Pobre Inácio.
    NADA FIZESTE, E JÁ TE CONDENASTE.

    Gostas de brincar ?
    Vamos então à Dona Lei.
    A Donalei, caro Inácio, adoooora brincar com os brincalhões.
    REPARA : a Donalei não chama ninguém.
    Não diz : ó Inacio, queres brincar comigo ?
    Queres ser corrupto, queres ser ladrão ?
    Nada disso.
    O corrupto pensa assim : Eu posso intrujar a Doonalei. Sou mais esperto que ela.
    E depois, ela foi criada – pelo legislador, que logo a abandonou, – mas são os juizes que a acarinham e tratam dela, lhe dão mimos e tomam conta dela.

    TU DIZES : São todos uns bandalhos : acarinham-na e dão-lhe mimos, mas abusam dela, apalpam-lhe os seios e acariciam-lhe as coxas. Passam a noite a sonhar com ela.

    TU e o CORRUPTO, rematam : a Comunidade, essa, a quem ela, a Donalei devia estar ao serviço, – MAS, NOTA MINHA, REPARA, NÃO COMO SOPEIRA – em grande parte, desconhece-a, outra, ignora-a, outros, não gostam dela.

    Então, o ladrão, o criminoso, o corrupto — e desde logo, te digo, não deixando de lhe recusar do modo mais explícito, o seu reconhecimento, à LEI, que viola, e quem portanto, assim, acaba por de certo modo, prestar homenagem, — COGITA, e decide ser transgressor.
    Vê lá tu, Inacio, como o transgressor, com o seu crime, presta reconhecimento ao direito que violou.
    Sim, que o ladrão que assalta a propriedade alheia, não deixa de reconhecer o direito à propriedade privada, de quem violou.

    Então, o transgressor, coloca-se assim como que numa posição desafiante, e estabelece para si próprio, por exemplo, a seguinte lei :
    EU TENHO O DIREITO A SER LADRÃO!

    EU TENHO O DIREITO A SER CORRUPTO!

    Ora, tal coisa não existe.
    Tonteria.
    Existe sim, a obrigação de ser honesto.
    E depois, existem, isso sim, até, consequências na lei, sendo caso disso, que punem a desonestidade.

    Repara tú agora, que foi ele, o transgressor, que foi ter com a Donalei. Não foi ela que o chamou.

    Depois, já sabes, QUEM ALEGA UM DIREITO E QUEM FAZ UMA ACUSAÇÃO, carrega nas costas o ónus da prova.
    TEM DIREITO A SER CORRUPTO ?
    PROVE-O !!!

    Não, caro Inacio, não é como tu dizes, não são tudo tretas, e fantasias de Gray.
    Nem lhe tapam os olhos, no sentido erótico que tu pensas, nem lhe apalpam os seios.

    E depois, quanto ao demais, na vida, como na Lei, nem tudo são situações Catch 22.
    Tu é que não sabes.
    Vá lá !
    TURNING TABLES.
    Já te expliquei.
    Então, vá lá, começa tudo pelas PRESUNÇÕES.
    E depois …

  105. Que conversa da treta, ó jurisprudente!
    A donalei! Mas quem é a donalei?
    A dona lei é uma estátua cega por detrás da qual estão prudentemente escondidos os donos dela, vulgo jurisprudentes.
    Vamos ver se a tua historieta resiste.
    O que achas do Pinto Monteiro?

  106. O PRUNES, pai dos reais ceguetas daqui, aquele que pensa que tem opinião e influencia os simplórios, fazendo-os pensar que são importantes, pariu mais uma reflexão do meio da escadaria da faculdade de direito de lisboa. I am impressed.

    o seu derivativo 45, mais um disfarçado, apresentou os gajos com quem se dá « os que pegam de trás».
    Este tipo e outros, só falam nisso. Vão apalpar terreno para outro sítio. Aqui é INTERDITO.

  107. JURIS PRUDÊNCIA

    Será que desta vez eles entenderam? Não o creio. Os tipos foram enxertados em Sísifo e adoram a tautologia….

  108. Diz o CRITICASTROL

    «Vamos ver se a tua historieta resiste. «O que achas do Pinto Monteiro?»

    Para que a historieta de alguém resista, é necessário que aquele que a tenta medir consiga pelo menos, acabar a sua própria história até ao fim. Não é o teu caso, CASTRETA.
    Pinto Monteiro é um homem educado. Atende o telefone ou devolve a chamada e, como não se arma em dótorre, aceita as ordens da secretária do Sócrates. Era dia de almoçar e ele lá foi,«encher a mula» no Altis. Comeu à pressa, que o amigo tinha um voo para apanhar – para Paris.

  109. Perfil anónimo do Manuel de Castro Nunes,

    “Então, Teodoro, essa tua opção é extensiva à saúde, por exemplo?”

    Sobretudo na Saúde e na Educação.
    Mas podíamos estender a muitas outras áreas como seja a energia e os transportes.

  110. O outro, o jurisprudente de merda, calou-se. Prudentemente, ficou a pensar.
    Mas tu, cegueta, não resististe a vires aqui meter a tua colherada.
    Saíu logo asneira.
    Sendo assim o Pinto Monteiro, onde fica a donalei?
    Ou será que a donalei não é tão cegueta como parece e fazem crer e sabe escolher, em cada momento, os donosdalei?
    Parece que a donalei de que o jurisprudente fala não trata os seus filhos donosdalei com equidade.
    Grande treta! A donalei!
    Cegueta! Respira fundo antes de falares.

  111. CASTRETA, se experimentasses comer uma laranja de vez em quando. Dizem que os citrinos fazem bem à saúde mental….

  112. O CASTRETA, odas bolas de naftalina, é um tipo que pretende. Ele pretende. Pretende fazer rolar a pedra. Então pá, já chegaste lá acima? Depois é só fazê-la rolar para baixo. Tens headphones? Põe uma musiquinha do Sérgio Godinho, sempre te animas e ganhas força – a força do proletariado, do trabalho braçal. É disso que precisas, para fazer rolar a pedra.

  113. Perfil anónimo do Manuel de Castro Nunes,

    Acho muito bem que existam bancos privados, contudo a existência de um banco público, como por exemplo a CGD, deveria ser isso mesmo – um banco público e não entrar em concorrência com os que visam o lucro.
    É perverso que a CGD apresente lucros!
    É perverso que a CGD tenha piores condições de apoio aos clientes do que os bancos que visam o lucro!
    E isto é perfeitamente viável!

  114. e depois, ó Teodoro, também há outra coisa perfeitamente viável, que são os clubes de futebol, todos tecnicamente falidos, continuarem a viver à custa dos bancos, seja privados, seja o público.
    Perde tudo que há em disputa e tem prejuizo ?
    É o chamado preço do insucesso.
    Está bem .

    Ganha o campeonato, a liga, e tudo o mais que houver, e também dá prejuizo ?
    Sim , dá prejuizo .
    Porquê ???
    É o preço do sucesso.
    Também está bem.

    Um País, um Povo com uma bola no sítio onde devia ter a cabeça, vai longe …

  115. Ouve lá cegueta!
    Tens alguma coisa contra o trabalho braçal?
    Onde vais tu buscar a força de que precisas para enfrentares o pessoal que quer partir o focinho? Ao visqui?
    Pescas alguma coisa de karate?
    Que tipo de trabalho fazes tu? Força na sanita?
    Vai-te catar boneco!

  116. Esse programa pode ser o do nacional socialismo, Teodoro.
    Isto é mais complicado do que parece.
    O povo nacionalizado e os bancos privados.

  117. Vai longe…pois. Pois não medistes já a (des) inteligência de alguns que por aqui alvitram? Eles chamam ceguetas a OUTROS. Movem-se por ódios, raivas e grosserias. Perante EVIDÊNCIAS como um mero acórdão do TC, reagem com comentários arredios do assunto – ainda assim, ei-los que comentam sobre a justiça. Criticam os magistrados, condenam os que tentam sanear, mas mesmo não ENTENDENDO a MOTIVAÇÃO ( legalmente prevista de uma decisão), qualificam-na como errada. Que estranho.
    Aplicando essa conduta a tudo o que se relaciona com o País, bem está de ver como viciadas estão as opiniões destes alegados DEMOCRATAS. TREVAS, verdadeiras TREVAS. ATADOS uns aos outros na IGNORÂNCIA, que, claro, pensam combater porque – dizem – têm uma licenciatura, arrogando-se o título de «dótorres».

  118. Pois que disse eu? «Povo nacionalizado»! Como se o mesmo não estivesse já. Na verdade, o termo nem seria esse, mas um outro – derivado da europeização articulada com a assinatura de Lisboa. Agora contrariamente, a Salazar, que dizia «orgulhosamente sós», temos um «servilmente acompanhados e explorados». Claro que a herança – alguma, pois a do ouro desapareceu sob a alçada de alguém -, designadamente a do « Lá vamos cantando e rindo…» continua. Os DEMOCRATAS pós – treta ABRIL gostaram tanto que ainda hoje é um hit na VIDA dos Portugueses. Que linda é a tradição.

  119. O problema, Teodoro, é que os bancos, agora, já não gostam do povo nacionalizado.
    Porque o povo também pode dar lucro.
    A saúde, a educação, a água, o pitroil.
    É por isso que eu digo ao cegueta que o Salazar morreu há quarenta e cinco anos.
    Agora, só se vier o Sebastião. Que come tudo com colher.

  120. «Que tipo de trabalho fazes tu? Força na sanita?»

    Saiba V. Ex.ª que, se isso o consola, não preciso de fazer força na sanita. Sempre que leio V. Ex.ª. rio-me tanto, que até parece mal.
    Como não tenho «focinho», a tentativa de V. Ex.ª e seus lacaios derivativos é impossível. A ameaça é, contudo, punível. Aproveito para perguntar a V. Ex.ª. se já se decidiu pelo GPS ou se continua a «andar à nora»? Bem sei que a rotunda é um lugar confortável, de reflexão e nela nunca se muda de direção. V. Ex.ª bem o ilustra.

  121. «Porque o povo também pode dar lucro.»

    Olha, olha, o povo também pode dar lucro. Olha! vamos lá bere se o 44 ilustra isso, tá beie? Se for o caso, acho que V. Ex.ª. pode registar a autoria da máxima. Se calhar o Armando Vara também pode dizer algo sobre isso, não sei…e outros, claro….

  122. Eu nada sei de Karaté. Ensinaram-me a técnica do pau. Quem me ensinou era um exímio lutador.
    Como essa arte está a desaparecer, pensei que podia mantê-la. Terei todo o gosto em praticá-la nos costados de alguém. Afinal, nada como exemplificar. Está V. Ex.ª interessado? Um pau de um carro de bois antigo também serve.

  123. Cházinho com mel? Hum? Bem, a bisnaga retal da JASMERDIM PIMBA de la TOURETTE está fora de prazo, pá. Devias escolher melhor, os burros com que andas…

  124. O sr. Castro Nunes quer figos, quer corda.
    Gosta de de figos ?
    Também eu.
    Pesco-os à corda.

    Quem V. Ex. então algo para se divertir.
    Cá está então. À pessoa a quem se referiu, punham-lhe de tal modo a cabeça em água com a história de tantas escutas, que acabou desabafando e dizendo que nem ele próprio, podia não alimentar incerteza se estaria ou não também a ser escutado.

    Tomé lá.
    Divirta-se.

    https://wehavekaosinthegarden.files.wordpress.com/2009/11/pinto-monteiro-telefones-e-escutas.jpg?w=655

  125. É claro que para que pudéssemos ter já uma economia muito mais “estatizada”, a funcionar muito mais em termos de ser efectivamente de todos nós, seria preciso que o “povo” evoluísse muito na sua mentalidade mesquinha e sobretudo bronca.
    A maior “derrota” deste tipo de projecto de sociedade foi a (auto) criação da chamada classe média – o tipo que trabalha de sol a sol, mas que pensa que é suficientemente abastado porque tem um carro de gama média alta e vai passar 15 dias de férias a Cancun uma vez por ano.
    Essa rapaziada nem sequer entende que são os novos proletários. Nem eles, nem os “partidos do proletariado”…

  126. Agora tens que esperar, jurisprudente da merda.
    Eu estou a falar com o Teodoro.
    Mas vai pensando nisto.
    Quem representa então, aqui na terra, a donalei?

  127. Ó Nunes Casto, mas que pergunta mais espatafúrdia !
    Qual lei ?
    A qual lei te referes ?
    Se é a Lei da Oferta e da Procura, tu representas a Procura mas eu não te dou a Oferta.

    Ps : Onde para o Inácio ?

  128. Foda-se, que falta de educação, chama-se a isso o respeito escrupuloso das regras de conduta mais elementares.
    Quanto a jurisprudência, estamos conversados, foste imprudente.
    Querias que te desse corda para o teu teatrinho, depois era que actor desempenhava tal e tal papel, e assim por aí fora.
    Desconversas. E já em desespero de causa, insultas.
    Fica-te bem, representas-te a tí próprio.

    Já vi que estás estorricado.
    Não admira, está calor.
    Olha-me só para este javardo.
    Ainda dizem que a gasolina está cara

    http://img131.imageshack.us/img131/3987/teixeiradossantosgasolijj7.jpg

  129. Ai jasus! Que falta de educação! Olha p’ra ele, o comuna!
    Mas tu pensas que estás aonde?
    Enxerga-te pá!
    Vieste p´raqui com uma conversa de treta, a donalei. O que é a donalei, perguntei-te eu? Não será a cara dos que a aplicam?
    E tu vens com tretas de merda. A Vidal, o Alexandre, o Rosário são a donalei.
    Os outros não. E, todavia, a lei é a mesma.
    Depois ainda vens com ar despeitado, após outra conversa sobre figos e pesca.
    Vai-te catar, pá!

  130. Atao o Correio Manholas mete na capa que o Socrates prepara saída da cadeia e o homem escreve uma carta a desancar nos investigadores e nos juízes !
    Acusa a Justiça de o ter prendido para impedir o PS de ganhar as eleições!

    Manuel de Castro Nunes chamado à recepção para interpretar estes factos !

  131. Não !
    Totalmente errado.
    Nem é propriedade exclusiva daqueles que tu para aí dizes, nem as coisas são do modo como tú teimas persistentemente em crer e em procurar fazer crer aos outros.
    Por isso é que tu estás onde estás, e daí não consegues sair. Cepticismo e pessimimo. Com niilismo à mistura.
    Essas conclusões que debitaste, não as subscrevo.
    Pensa assim :
    Sabes perfeitamente bem que não podes dirigir uma petição a um juiz para que ele te esclareça e te determine os precisos contornos de uma qualquer infeliz lei menos que perfeita na sua redacção e mais ou menos aceite por todos, como obscura. As consequências são, que a petição te é liminarmente indeferida, e pagas as custas. E ainda tens sorte se o juiz te disser, olhe, pergunte ao seu advogado.
    Isto já te dá uma ideia de que não há donos da lei.
    Pode haver, isso sim, incidentalmente, tentativa de apropriação, para os fins que bem sabes.
    Mas, que raio, estão sózinhos ? E os advogados, não estão lá ? E, de um certo modo, também, a comunidade jurídica, que mais tarde ou mais cedo, vem a saber, não existe, não conta, não toma conhecimento, cala-se e não toma posição ?
    Chegado aqui.
    O Inacio ainda está na fase da presunção. Não sai dali, pese embora, na cabeça dele, o processo todo já esteja feito, e portanto, já há condenação.
    E tu em que fase é que estás ? Eu dá-me a impressão que estás como o Inácio. No entanto, se dizes que estudaste direito, tens obrigação de estar numa posição diferente.
    Reflecte : presunção. Ou presunções. Essa é a placa giratória que decide tudo. Que faz girar para aqui, ou para alí.
    Mas nota que, o ónus real, esse está sempre no mesmo sítio e daí não sai.
    Mas, existe, realmente, prática de manhas, e o ónus real, pode surgir disfarçado como ónus táctico.
    As presunções sabes que há muitas, mais precisamente dito, só existem duas com forma legal que interessam, mas depois podem criar-se muitas com certos e detdrminados fins. Dá para os dois lados. Usado, como sabes, na fase da instrução.
    Mas a presunção não é o facto ele próprio, mas a consequência ligada a ele.
    Presunções não são provas reais.
    Quando a presunção é somente um meio para a determinação de um caso específico, tal presunção deve desaparecer pelo simples aparecimento de qualquer EVIDÊNCIA.
    E toma bem atenção, que EVIDÊNCIA e PROVA REAL, são coisas diferentes.
    No teu caso em que fase estás ?
    Já há evidências ?
    PS: volto já, se demonstrares estar interessado em continuar a ler, e se me pedires desculpa por aquilo que me chamaste. Se não quizeres, também não faz mal, já perdoei, não me atinge nem à minha mãe.

  132. Ó cegueta!
    Éstás a ver-me fazer uma petição a um juiz para que ele me esclareça coisa e tal?
    Ele nunca me responderia porque é dono da lei.
    Tens cada uma, cegueta!
    Conversa da treta, mais uma vez.
    Queres dar-me uma lição acerca de tácticas judiciais e processuais?
    Explica-me lá claramente a diferença entre presunção, evidência e prova real.
    A evidência sem prova real é uma presunção.
    Mas continua, estou a gostar de falar contigo como cegueta, com outra cara e sem alarvidades.

  133. Bom, então se não queres, não prossigo.
    Só uma pequena precisão : a qual cegueta te referes ?
    A tua alegada hermenêutica ainda não deu para aferires quem eu sou.
    Olha compra um detector de IPelhos.
    Mas nem assim vais lá ? Com a pista que acabei de dar ?
    Francamente …

  134. Prossegue, estou a gostar.
    Mas não estou de todo interessado em saber qual cegueta és. Se tu quisesses que eu soubesse dizias.
    Não me vais por com um saco de plástico a caçar gambuzinos.

  135. Então está bem.
    Portanto, grosso modo, a sequência é esta :

    Indícios, suspeitas, investigação, que implica presunções e ónus da prova (no caso que se fala aqui, no lado de quem acusa, não conheço o teu caso mas penso que será também) evidências que surgem, ou não, e provas conclundentes, provas que não deixem margem para dúvida, em especial, em se tratando de áreas do direito que impliquem consequências muito gravosas para os condenados, áreas conhecidas como odiosa restringenda ( coisa odiosa em português ) , como é o caso, entre outros, do Direito Penal.

    Volto já, é só para saberes que estou a teclar.

  136. prosseguindo

    Já sabes de que lado está o ONUS REAL.
    Ele não sai dalí. O ónus táctico é apenas um artifício, assim como se manejam, num certo sentido, claro, as presunções a bel prazer de cada um. É quase como um jogo de ping pong.
    MAS O ÓNUS REAL, NÃO SAI DALI.
    ESTÁ ONDE A LEI O COLOCOU.

    Estavamos nas EVIDÊNCIAS e NAS PROVAS.

    As provas reais, são as concludentes, as que importam ao JUIZ.

    O que é, são EVIDÊNCIAS ?
    Por exemplo, no caso que se sabe, já há EVIDÊNCIAS. Emprestou, vai pagar.
    MAS ESSAS EVIDÊNCIAS, PROVAM O QUÊ ?
    Ora o problema surge, precisamente, quando se pretende levar perante o juiz, evidências como se fossem provas, ou até mesmo meras presunções, à guisa de provas.
    Aí sim, se o juiz for menos avisado, pode ocorrer uma burrada. E depois, daí para a frente, consoante os casos, pode ser um enorme pesadelo.

    Bom, está escrito. É a minha opinião e vale o que vale. Nada !
    E se calhar já me cozi, por estar a beneficiar uma parte e a prejudicar a outra.
    Pensem sobre o assunto.
    Documentem-se, estudem, e tirem as vossas conclusões.
    Não vale de nada andar a perder tempo com lamúrias que não conduzem a nada. Lutem pelo Direito, e pela Verdade, esteja ela onde estiver.

  137. A licenciatura em Engenharia Civil de José Sócrates foi investigada em processo judicial autónomo, à parte de outros inquéritos criminais relacionados com a Universidade Independente (UnI). As investigações decorreram no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), dirigido então por Cândida Almeida. A decisão partiu do procurador-geral da República à época, Pinto Monteiro. Acabou arquivada no WC, como a do freeport, das casas na Guarda, etc…o que deveria ser alvo de estudo é o estado da memória dos Portugueses…penso que a palavra memória deveria ser banida do hino nacional….

  138. Só para precisar melhor :

    ***EVIDÊNCIAS. Emprestou, vai pagar.
    MAS ESSAS EVIDÊNCIAS, PROVAM O QUÊ ?
    Ora o problema surge, precisamente, quando se pretende levar perante o juiz, evidências como se fossem provas,***

    Queria eu dizer, claro, quando se pretende levar perante o juiz, EVIDÊNCIAS DE UMA COISA COMO SE FOSSEM PROVAS DE UMA COISA MAIS GRAVE, QUE NÃO SE CONSEGUIU APURAR.

    Com a pressa de teclar, saiu assim. Mas creio que para alguns, ficou sub-entendido.

  139. Licenciatura em quê?
    Se o homem quisesse ser Engenheiro teria ficado no ISEL, onde se tivesse acabado a Licenciatura, se poderia inscrever na OE e então sim, usufruir do título académico de Engenheiro!
    Só que no ISEL não lhe davam as baldas que conseguiu na “Universidade” Independente. No ISEL teria que “dar o litro” no duro se quisesse acabar o curso!
    Naturalmente, como trafulha, optou pela trafulhice…

  140. Perfil anónimo do Manuel de Castro Nunes,

    «Muito bem, Teodoro.
    E quem deve então educar o povo?»

    Desde 74/75 até agora o “povo” está muitíssimo mais bronco e obtuso!
    A “educação do povo” demorará no mínimo 3 gerações, se alguma vez chegar a acontecer…
    A chamada Geração Rasca vai “comer” no mínimo 2 gerações a nível Europeu, resta esperar pelos filhos dos filhos…

  141. Perfil anónimo do Manuel de Castro Nunes
    19 DE AGOSTO DE 2015 ÀS 20:01
    Ó jurisprudente de merda!
    Vai p’rá puta que te pariu!

    ELEVAÇÃO. FIFI, venha cá, introduza o nível. Ó CAPIM CAGALHACHO, pá, aqui tens uma razão para recrutares o «Eu sou o Manuel de Castro Nunes» para a tua ÉTAR.
    E restante CAMBADA ( à exceção de TEODORO, JURIS PRUDÊNCIA, OLINDA, VERDADEIRA ANÓNIMA), tendes o que mereceis – a TRAMPA no seu nível mais elevado. COMUNAS.

  142. PRUNES

    ORDINÁRIO. Escorregaste pelas pernas da tua mãe, e deves pensar que são todas iguais à tua. ORDINÁRIO.

  143. «Éstás a ver-me fazer uma petição a um juiz para que ele me esclareça coisa e tal?
    Ele nunca me responderia porque é dono da lei.»

    PRUNES, cala-te, mas cala-te, pá.

    JURIS PRUDÊNCIA,

    O animal não entende. Sabe porquê? Porque não tem espaço na cabaça para entender. Olhe bem a interpelação e resposta do animal talqual a transcrevi. Não vale a pena.

  144. TEODORO,

    Evidente.
    Bolas, se o PRUNES se reproduziu, estamos feitos. A IGNORÂNCIA tornou-se ciência para estes tipos. COMUNAS.

  145. «***EVIDÊNCIAS. Emprestou, vai pagar.
    MAS ESSAS EVIDÊNCIAS, PROVAM O QUÊ ?»

    Nem são evidências! Nada significam num processo de investigação criminal, onde se visam APURAR FACTOS e momentos de tentativa e/ou consumação do crime, de tipologia a apurar em definitivo. O processo penal vigente permite-o, assim como a alteração substancial dos factos em sede de Instrução Criminal.

    O tipo que passa a linha da caixa com bens furtados, sem os ter pago, sabendo que os levava e que não os pagava, praticou o crime. O facto de liquidar o seu valor após a consumação da conduta PROIBIDA POR LEI, não elimina o crime.
    Qual é a dificuldade nisto?

    ( Agora fico à espera de o 44 assumir tendências conjugais até então desconhecidas do público e governo e sustento pelo parceiro…assim é capaz de se safar nalguma coisa….)

  146. O arquivamento de um processo não implica que não se tenham concluído apurado factos . A sua ocorrência pode servir de prova instrumental em outro processo.

  147. A BURRA da JASMERDIM PIMBA de la TOURETTE tinha que vir alarvar o zero. Na esteira, de resto, do que o seu suserano «Eu sou o Manuel de Castro Nunes» lhe tem indicado.
    Estes tipos, que fazem um TIPO têm menos sumo que os citrinos mirrados! Zero.

  148. Sendeira burra,

    Faz uma colonoscopia para limpares a trampa. Sempre proteges durante um tempo o que chamas cérebro.
    E larga as filas de…farinha.

  149. Estás apenas a repetir-te e eu não percebo nada, jurisprudente.
    Continuo sem entender como distingues presunção, evidência e prova real. Nem entendo bem essa expressão, prova real. Haverá uma prova irreal?
    E ónus real? O que é o ónus real? Haverá em direito um ónus irreal.
    Depois dizes-me: estuda?
    Estudo aonde? Onde vou eu estudar essas coisas de ónus e provas reais?
    Será que te referes aos malabarismos do TC que dão a presunção do juiz como prova bastante para suprimir o instituto da presunção de inocência? Será a presunção do juiz uma prova irreal? Uma prova ”avant la lettre”, irreal e precária, mas caucionada?
    Por acaso, de repente tive um vislumbre a penso saber já quem és?
    Será que me recordo de ti do cénico de direito?

  150. se não gostas do termo real, entende autêntico, ou lá o que quiseses, não sabes ler no contexto ?
    Foi meramente para fazer uma destrinça entre duas coisas.
    E depois há a limitação de escrever neste espaço diminuto e à pressa.
    Tenho a impressão que o site funciona melhor num pc do que num mobile. Por vezes não consigo mover o cursor na vertical, daí erros de ortografia, que o próprio aparelho gera, e impossibilidade de rever o texto.
    Releia e reveja bem os precisos termos do Acordão do TC.
    Mas vejo que continua na brincadeira, olhe faça como lhe aprouver continue a escrever ensaios panfletários na Blogosfera e não trate da vida. Depois não se queixe.
    Pergunte com bons modos ao comentador Numbejonada, que ele ajuda-o.
    Para que é que perdi o meu tempo …
    Mas o que é que não entendeste ???
    Não posso fazer-te um desenbl

  151. ”Mas vejo que continua na brincadeira, olhe faça como lhe aprouver continue a escrever ensaios panfletários na Blogosfera e não trate da vida. Depois não se queixe.”
    Agora fiquei curioso. Achas que os meus textos na blogosfera podem causar-me dissabores? Como assim?
    Que razões tens para estares convencido de que eu não trato da vida?
    Posso interpretar isto como uma ameaça explícita? De quem?
    Achas que vou perguntar com bons modos seja o que for ao cegueta?

    Mas vamos então ao autêntico em substituição de real. Continuo sem entender o que é uma prova autêntica sem pressupor uma não autêntica. Uma prova não autêntica seria uma prova forjada ou uma presunção com estatuto de prova?
    Fica-me a ideia de que andas a navegar. E sendo assim, queres ganhar a razão com umas sugestões de ameaça.

  152. está escrito o que é uma prova, qual seja, uma prova irrefutável, uma evidência, e uma presunção, qual é o problema ?
    A partir de uma presunção pode-se chegar a uma evidência, ou até, depende, a uma prova.
    A partir de uma evidência, pode-se chegar, ou não, a uma prova.
    Agora você vai começar a brincar e a perguntar se existem não presunções, não evidências, e não provas.
    Boa noite !

  153. Jurisprudente!
    Isso é virar o bico o prego. Quem falou em provas reais e autênticas?
    O facto de a partir de uma presunção se poder chegar a uma prova não significa que a presunção seja necessária ou suficiente para suprir a prova.
    Mas, objectivamente, a que chamas tu evidência?
    O teu discurso é circular. Passa pela prova nos antípodas e vai sempre parar à presunção, com uma tangente na evidência.
    Olha. O Valupi publicou outro post sobre a matéria

  154. Fosgas, nem sei porque volto aqui.
    Mas estudou mesmo 4 anos de Direito ?

    “Mas, objectivamente, a que chamas tu evidência? ”

    Isto : soponhamos o seguinte. Você é arqueólogo.
    Alguém lhe encomenda um parecer sobre peças arqueológicas que quer vender. Você dá o seu parecer. Autenticidade, datação, valor, eu sei lá. O comprador adquire a colecção. Mais tarde, por um motivo qualquer, muda de ideias. Acusa-o a sí de ter emitido um parecer que não corresponde à realidade da peça ou peças avaliadas. Mais, acusa-o de ter agido de má fé e em conluio com o vendedor. Acusa-o de ter agido com dolo. De ter recebido uma percentagem do valor da venda, por tal conduta.
    Mais tarde, vem-se a apurar que realmente, que o nparecer que você emitiu, contém erros.
    Isto, é uma evidência. Errar é humano.
    Mas a partir daqui já não se pode sem mais nem menos partir para as conclusões de que agiu com má fé, dolo, conluio e que foi pago por isso.
    Se a parte que leva o assunto à presença do Juiz, pretender incutir no espírito do mesmo tudo aquilo que referí, pretende que uma evidência assuma a forma e a força de uma prova.
    Ora você sabe quais são as provas admitidas em tribunal, e a forma como o Juiz as aprecia.
    O juiz, no uso das prerrogativas que tem, analisa o que lhe levaram à presença, e, digamos assim, separa as águas, distingue quais são os factos que são relevantes e juridicamente interessam à decisão.
    Forma a sua decisão, convencido em face do que tem pela frente. O que lhe serve de fundamento para tal decisão, passa a chamar-se provas.
    A parte que não tem conseguimento de causa, agiu por convicção.
    Veja a diferença entre convicção e convencimento.
    E entre evidência, e prova.
    E depois, pode até, a parte não ganhadora, não se conformando, e se a lei lhe permitir, apelar para outro juiz.
    Espero ter sido claro. Mais sucinto não posso.

  155. Demasiada importância se está a dar um um tipo que, apesar de ter sido 1º Ministro, é apenas uma só pessoa!
    Ainda para mais um tipo rasca e egocêntrico…
    Relevante deveriam ser os milhares que andam a passar fome e as dezenas de milhares que andam a viver apenas e só para sobreviver!

  156. pronto, é no que dá escrever à pressa e dentro de uma caixa.

    Para ser mais claro ainda :

    pretender incutir no espírito do mesmo tudo aquilo que referí, pretende que uma evidência, que mais não atesta senão aquilo que revela, assuma a forma e a força de uma prova, para além daquela evidência, isto é, dando, por mera inferência lógica, como provada a má-fé, o dolo e o conluio.

  157. tens razão teodoro, avança lá aí as tuas preocupações com essas dezenas de milhares, que é para a gente mudar de tópico.

  158. As preocupações sociais do Teodoro são sem dúvida louváveis.
    O que é admirável é que o cegueta não tenha ainda vindo aqui mimar o Teodoro com os habituais ápodos: Ignarantalho! Xuxa do caralho! Comuna! Essas coisas.
    E de seguida mandá-lo estudar o código penal.

  159. “Mas, objectivamente, a que chamas tu evidência? ”

    Isto : soponhamos o seguinte. Você é arqueólogo.

  160. Jurisprudente!
    Que fique claro para os restantes comentadores que não fui eu, como não o fui anteriormente, que, esgotados os argumentos próprios à questão que se debatia, teve a luminosa ideia de, talvez convicto da presunção de que a matéria me inibiria, foi buscar, a título de exemplo ilustrativo do que são presunções, evidências e provas, o caso personalizado no teor da acusação que contra mim urdiu o mesmo procurador que pediu ao juiz de instrução a prisão de José Sócrates, por não ter outra medida mais extrema do que esta, defeituosa, com enquadramento legal.
    Ora, como demonstrarei, o jurisprudente conhece exaustivamente o teor da acusação do ponto de vista das presunções do acusador. Ou seja, não conhece apenas o teor e texto da acusação, conhece o ponto de vista ou mesmo o estado de espírito do acusador.
    Como demonstrarei também, o jurisprudente conhece as 172 páginas da acusação, talvez não conheça com detalhe as cerca de três mil páginas dos autos.
    O jurisprudente poderá ser o procurador ele próprio, um dos assistentes no processo assistido pelo seu advogado, qualquer outro magistrado ou causídico próximo do processo.
    O julgamento do caso em apreço inicia-se no próximo dia sete de Setembro no tribunal de Sintra, pelo que desde já convido todos os comentadores do Aspirina a estarem presentes como ”task force” do senhor procurador.
    Mas, sem dúvida, estou face a um repto a que dificilmente me poderei escusar, o de antecipar o julgamento e desmantelar o raciocínio do nosso jurisprudente.
    Vamos a isso. Peço a paciência e a compreensão dos leitores.
    Mas faço-te já uma correcção. Os compradores não decidiram acusar o vendedor e a mim de coisa alguma. solicitaram a sua constituição como assistentes no processo numa fase relativamente avançada dele, após veementemente açoitados pela presunção do juiz. Pelo menos um dos compradores teria. para usar o condicional jurídico, todas as razões para não desejar que o assunto fosse investigado, como verás.

  161. Ora, eu nunca aqui aleguei que o processo em que sou acusado desmantelaria a ideia que a comunicação social e os acólitos cibernéticos salazaristas do senhor procurador e do senhor juiz alardeiam em relação aos bons propósitos dos super magistrados.
    ”“Mas, objectivamente, a que chamas tu evidência? ”

    Isto : soponhamos o seguinte. Você é arqueólogo.”

    Comecemos por aqui.
    Há mais de duas décadas, desde cerca de 1990, mas sobretudo desde a intervenção dos arqueólogos na bacia de imersão do Alqueva, que, em vários foros eu, com ironia cujo sentido é mais do que óbvio, propunha que, se os arqueólogos que sustentavam os novos modelos de intervenção que a prática da arqueologia sugeria, eu não era arqueólogo, era outra coisa, talvez um arqueómano.
    Ora, toda a construção das evidências que fundamentam os procedimentos da investigação neste processo se escora nesta evidência fundadora de todas as outras.
    ”O Castro Nunes não é arqueólogo, é historiador e arqueómano”
    Afinal qual é a evidência.
    Senhor Jurisprudente!
    Uma evidência só deixa de ser uma presunção até estar provada. Isto em arqueologia, em astrofísica ou em jurisprudência.
    Embora em jurisprudência pareça que o estatuto dos jurisprudentes seja mais legítima para poder transformar, através da mera evidência uma presunção em prova.

  162. ”Há mais de duas décadas, desde cerca de 1990, mas sobretudo desde a intervenção dos arqueólogos na bacia de imersão do Alqueva, que, em vários foros eu, com ironia cujo sentido é mais do que óbvio, propunha que, se os arqueólogos que sustentavam os novos modelos de intervenção que a prática da arqueologia sugeria eram arqueólogos, eu não era arqueólogo, era outra coisa, talvez um arqueómano.
    Ora, toda a construção das evidências que fundamentam os procedimentos da investigação neste processo se escora nesta evidência fundadora de todas as outras.”

  163. ”Se a parte que leva o assunto à presença do Juiz, pretender incutir no espírito do mesmo tudo aquilo que referí, pretende que uma evidência assuma a forma e a força de uma prova.
    Ora você sabe quais são as provas admitidas em tribunal, e a forma como o Juiz as aprecia.”

    Por ironia, eu diria que se trata de um exemplo caricatural pelo absurdo, de inversão do ónus da prova.
    Nenhuma parte levou o assunto à presença o juiz, até ao momento da acusação. Foi o procurador e restantes investigadores que levaram o assunto à presença das partes.
    E eu não sei que provas o juiz, em tribunal, vai admitir e como as vai apreciar. Espero, e esta é uma especificidade minha, esperar ainda e poder ter confiança na justiça e nas instituições judiciais, apesar de tudo, que o juiz, no tribunal, aprecie com isenção.
    Para já estamos face às evidências que o acusador propôs como provas. Porquê e como.
    Vamos a isso.

  164. ”O juiz, no uso das prerrogativas que tem, analisa o que lhe levaram à presença, e, digamos assim, separa as águas, distingue quais são os factos que são relevantes e juridicamente interessam à decisão.
    Forma a sua decisão, convencido em face do que tem pela frente. O que lhe serve de fundamento para tal decisão, passa a chamar-se provas.”
    O convencimento do juiz é uma prerrogativa prevista na lei, como recurso em sede de decisão, quando as evidências o convenceram na ausência do que tu chamas, eufemisticamente, ”provas reais”.
    É por ser uma convicção, com todo o seu grau de subjectividade, que pode constituir matéria de recurso, para outro juiz e instância que, face às mesmas evidências, entre noutra convicção. Em sede de recurso não podem ser adicionadas nem subtraídas provas, ”factos novos”.

  165. ai é ?
    foda-se, eu suporia que poderiam de ser para aí , umas 1.700.590.
    foda-se que és perigoso.
    porem-se a pau com a treta, e cuidado com a conserva, que o gajo às tantas puxa pelo que estiver mais a jeito e zás, és tu, foste tu que puxaste a conserva.
    Não tarda tá o desgraçado sentado no banco a ocupar o lugar dele.
    És completamente marado da pinha pá.
    E perigoso.
    Aparece aqui a provocar um comentador a quem estupidamente acusa de ser presidente disto e daquilo, depois já era daqueloutro, depois tinha que fer feito assim porque assado e agora eu tenho conhecimento do pricesso :D
    Ó filho, se calhar no hipotético cenário – que qualquer artola pode imaginar, – não está lá 1/8 da treta.
    És perigoso e manhoso.
    Vieste aqui albergar-te sim, armado em coitadinho e vítima do pombal, a colagem que tentas é só para ver se arranjas simpatizantes, já te esclareci, eles querem lá saber de ti para alguma coisa ???
    O foco é outro, palermóide.
    Dasse, inda bem que me safei, podia ter sido pior, inda ia acabar Presidente do Sindicato dos Bancários.
    Ou sua Alteza Fidelíssima. Quem sabe.
    LOL
    Então o bosta coloca a informação toda na NET, e depois insinua que as pessoas têm acesso ao pticesso !!!
    LOL
    Realmente devia ter sido mais prudente e lúcido, assim, suponhamos que não és, suponhamos que não acontece …
    LOL

  166. ”Isto : soponhamos o seguinte. Você é arqueólogo.
    Alguém lhe encomenda um parecer sobre peças arqueológicas que quer vender. Você dá o seu parecer. Autenticidade, datação, valor, eu sei lá. O comprador adquire a colecção. Mais tarde, por um motivo qualquer, muda de ideias. Acusa-o a sí de ter emitido um parecer que não corresponde à realidade da peça ou peças avaliadas. Mais, acusa-o de ter agido de má fé e em conluio com o vendedor. Acusa-o de ter agido com dolo. De ter recebido uma percentagem do valor da venda, por tal conduta.
    Mais tarde, vem-se a apurar que realmente, que o parecer que você emitiu, contém erros.
    Isto, é uma evidência. Errar é humano.
    Mas a partir daqui já não se pode sem mais nem menos partir para as conclusões de que agiu com má fé, dolo, conluio e que foi pago por isso.”

    Esta narrativa é exemplar e sintetiza, sem tirar nem por, a narrativa da acusação.
    A narrativa da acusação e a sequência processual.
    Até ter sido constituído arguido, em Novembro de 2013, cerca de cinco meses antes da acusação, eu era, à luz dos autos, não um arqueólogo que tinha errado, mas um idiota arqueómano que, na melhor das fés e acantonado na sede da sua idiotice, tinha dado um parecer sobre algo acerca de que não sabia nada.
    Por mais que quisesse intervir no processo, como arguido, como testemunha, como delator, ou mesmo como bombo da festa, estava-me vedado.
    Quando o vendedor foi sujeito, em 2011, a medidas de coacção como arguido, foi proibido de contactar com todos os intervenientes no inquérito, que foram igualmente proibidos de o contactar. O inquérito encontrava-se em segredo de justiça. Quando cito ”outros intervenientes no processo” refiro-me a um arguido, testemunhas e mesmo assistentes.
    Eu interpelei consecutivamente os investigadores. ”Eu pretendo intervir publicamente no processo. Estou sujeito ao segredo de justiça? Sou livre de contactar com quem quiser?” Responderam-me sempre: ”Absolutamente. Pode falar publicamente sobre o que quiser e não está impedido de contactar com quem entender.”
    Quando fui constituído como arguido pelo procurador foi-me dada a mesma resposta. ”A única medida a que fica sujeito é o termo de identidade e residência.”
    Fui ouvido uma vez nos termos e nos autos do inquérito. Durante essa audição não me foi enunciado qualquer dos tópicos da posterior acusação. O único facto com que fui confrontado foi o de que me tinha enganado ao dar o meu parecer e, com isso, ter lesado o comprador de uma colecção.
    Todavia, o procurador sugeria-me, ardilosamente, que, se admitisse que um dos coarguidos tinha cometido um abuso de confiança ao publicar um texto de sua autoria adicionando o meu nome, porque repescava ou recolhia muita matéria de minha autoria, o meu ”erro” não seria criminalmente imputável.
    Nos autos, eu não existo até ser acusado, a não ser por referências esparsas.
    Ora, chegados à acusação, eu sou acusado de falsificar ou ser cúmplice na falsificação da assinatura de um colega e amigo meu num parecer. De falsificar uns verbetes dactilografados na máquina de escrever de outro coarguido que nem conhecia, sendo também óbvio que não foi aquela máquina que dactilografou. De estar convicto de que os artefactos eram falsos, quando, em todas as minhas intervenções pubilcas e privadas guerreei rijamente pela sua classificação e apresentação pública.
    Resumindo. Eu não teria sido acusado se, mesmo que não anuísse à acusação e acusasse um dos outros arguidos, não tivesse perturbado a ordem pública e a boa fé do processo.
    Por isso, na vez de me constituirem arguido ou de me ouvirem como testemunha, iam-me dizendo em sussurros: ”O bode expiatório está escolhido. Este é um processo muito mediático. É melhor deixar as coisas como estão.”
    E eu perguntava:
    Mas onde está a colecção? Essa colecção não pode desaparecer!

  167. Estás a ver como perdes a compostura num ápice, jurisprudente da merda?!!!
    De resto, só vens aqui com essas conversas fiadas porque estás a coberto da inimputabilidade de anónimo.
    Até podes vociferar com pontos de exclamação!
    Eu estou aqui com mais legitimidade do que tu, porque sou eu, sem cobertura de anexins.

  168. O «Eu sou o Manuel de Castro Nunes», como sempre no auge da sua INCAPACIDADE de LER, ANALISAR, INTERPRETAR.

    Como ele reconhece, «bons modos»não é com ele. Porém, ele percebe – diz ele – de melgas e pulgas e histórias. Diz sempre que vai demonstrar, e ARROGANTEMENTE, pensa que DESMANTELA o raciocínio de ENTENDIDOS em matérias jurídicas ( percebeste o que deves inteligir daqui?).
    Se ele ( e outros) não entendem o que lhes é dito de forma ligeira, metafórica, etce e tal, COMO SERIA se QUEM SABE, recorresse à tecnicidade que as matérias aqui postadas pedem ( numa plataforma séria)?!!
    PRUNES,

    Tu enfureces-te com quem sabe MAIS do que TU. És obcecado com o teu processo ( nem me dou ao trabalho de ler o que escreves a respeito, porque farás com o mesmo o que fazes com o resto aqui – INVENTAS, DERIVAS e APLAUDES-TE).
    O JURIS ( e BEM!!) tentou ENFIAR nessa cabeça o básico! Tu reages como mediocre sofista que és, largando BOSTA em cada frase. De tal forma que se pergunta se estudaste Direito. Olha, eu acho que foste lá, só que fazer à data EXAMES ESCRITOS e ORAIS na FDL não estava ao alcance de todos. Na verdade, havia os TIPOS que repetiam, repetiam, repetiam e não passavam do 1º ano. Desistiam.
    Nota, não é isso que define uma pessoa – que pode concluír não ser fadado para tal curso. Porém, essa pessoa já se define quando alarva que SABE DIREITO porque esteve quatro anos a estudar Direito. BRINCAS? Com os disparates que tu dizes/escreves aqui?
    Já te disse aqui um dia – toma cuidado quando apareces em frente aos MAGISTRADOS. Não são eles que te executam. Tu é que te executas a ti próprio. Agora, vai dar lavar a boca com sabão, porque a sujaste com muitas asneiras.

  169. Eu vou almoçar e já venho aqui, cegueta, dizer-te o que estava há muito iminente dizer-te.

  170. TEODORO,

    O «Eu sou o manuel de castro nunes» é básico. Não se desgaste.

    JURIS

    O «Eu sou o manuel de castro nunes» tomou demasiado licor. Prescreva-lhe outra coisa mais suave….

  171. CEGUETA és tu, ó «Eu sou o manuel de castro nunes». Come bem, tás muito fraquinho e olha que eu hoje ando no volteio das exposições – argúcia, perspicácia, INTELIGÊNCIA – não podem ser contaminadas por um ETAR como tu. Get lost.

  172. @Numbejonada

    Como está.

    Eu ainda não tive tempo de ler os últimos escarros do anormal, esta coisa esteve a recarregar a bateria.
    Mas já viu, que grandecíssimo e refinadíssimo filho da pu ….a .
    É que é mesmo anormal.
    Que bandalho.
    Que escroque.
    Não vai lá assistir ao filme ?
    Eu vou se o bilhete fôr barato. Mas a bem dizer, só quero 1/2 bilhete, para ver a abertura.
    Quero ver a cena de pancadaria com o juiz, e a disputa pelos lugares, sim, que ele vai tentar sentar o juiz no banco do réu e querer ocupar o lugar do Juiz.
    O filme deve ser de péssima qualidade e às tantas está tudo a dormir, juiz incluido.
    Parecr que já estou a ver, o bicho animal a interpelar o merestíssimo, ” Mas saiba Vossa Senhoria que, porém, pergunto-te, e te faço o seguinte reparo, que não fui eu que te chamei aqui LOL, e prossegur, ora, no reino de sua majestade fidelíssima, falta o cornetim e o General, quem será o General …” LOL
    Eu cá para mim vai fazer-se passar por tolo para ver se o encaminham para ala psiquiátrica. Pode ser que tenha azar. Dizem que é pior. Olhe, seja como fôr, é apenas mais um tolo no meio de tolos.
    Mas que grandecíssimo sacana.
    É mesmo anormal. E está doido varrido, não tenha dúvidas.

  173. sintomático quando perdem os argumentos, lá vem as anormalidades por escrito. Haja paciência para estes anormais.

  174. Espera jurisprudente que já te respondo a ti. Agora respondo ao cegueta.
    Cegueta!
    Eu estou aqui identificado.
    Tu estás aqui anónimo.
    Mas porquê? Que fizeste tu, ou fazes, para andares aqui anónimo impado de prosápia?
    Cometeste algum crime?
    Ou, simplesmente, andas aqui anónimo por saberes que o que aqui dizes e alegas e as ideias que defendes são incompatíveis com o exercício de um cargo público ou de um estatuto que te obrigaria a dispensar-te de um estatuto ou das ideias que defendes se a tua identidade fosse conhecida.
    Tu é magistrado? És polícia? O exercício de uma magistratura ou da profissão de polícia, num estado democrático e republicano, que se rege por uma constituição, seriam incompatíveis com as ideias que aqui publicamente defendes e com o que alegas e como.
    Mas tu queres enganar quem? O Valupi, que parece gostar de palhaços?
    É que, para palhaço e como entretenimento, tu vais longe de mais e, como já te disse, podes estar irreversivelmente a comprometer quem alegas querer defender.

  175. Ó Castro,

    Antes de o mandar pró caralho, que é o que você merece, eu dirijo-lhe daquí um aviso solene .
    Ponha-se a pau comigo, que eu ponho-lhe um processo em cima !
    Você fez uma coisa grave, e que eu não lhe admito
    Insinuou ou disse até explicitamente, que eu tive acesso ao processo.
    Vai ter que provar a sua leviandade.
    Isto é, se é homemzinho, e se é coerente.
    Você já insultou e insinou acerca de mim e outra pessoa, tudo o que lhe apeteceu.
    Cuidado, que a paciência tem limites.
    Agora atinge também, directa ou infirectamente, o procurador que tem a cargo o seu processo.
    Bem, eu inicialmente pelos dados da NET, que são públicos, sabia que V. tinha um. Depois você acrescentou que tinha um outro, um segundo. Por este andar, vai acabar no total, com 4 ou 5 .
    Já está avisado.
    Não lí os posts subsequentes aquele que me levou a reagir aqui.
    Se você queria expor a sua situação, fazia-o de forma educada, serena, e bem intencionada.
    E LGOGO DESDE O PRINCÍPIO.
    Não era andar para aqui com as cenas que fez, e para cúmulo, quando alguém, no caso eu, que lhe estava a tentar dar uma ajuda, vir com essas insinuações vis e torpes.
    ALGUMA DÚVIDA ?
    Bom, passemos então à brincadeira .
    Os bilhetes, já estão esgotados ?
    Eu gostava muito de ir e levava comigo até a família toda, pese embora, eu duvide que o espectáculo seja aconselhável para mulheres grávidas e crianças, e doentes cardíacos.
    Seja como fôr, não desejaria, por nada deste mundo, perder a abertura dos trabalhos.
    Quero assistir à cena de pancadaria com o juiz e à disputa sobre os lugares, sobre quem vai ocupar o lugar do réu, se você ou o juiz.
    Nos retoques finais : você para mim, acabou.
    Não há mas nem meio mas. Acabou !

  176. A anterior é extensiva a ti, jurisprudente de merda!
    Mas vamos agora a ti.
    ”Então o bosta coloca a informação toda na NET, e depois insinua que as pessoas têm acesso ao pticesso !!!”
    Estás nervoso a teclar, sem dúvida.
    Eu pus a informação toda na NET depois de o procurador por nos jornais informação seleccionada.
    Mas tu foste buscar a referência à iniciativa do comprador apresentar evidências ao juiz aonde? Só pode ter sido a fontes próximas do juiz, porque eu nunca, na NET, referi tal coisa. Eu sei que quem apresentou evidências ao comprador foi o juiz, sugerindo-lhe talvez mais: ”tenha em atenção que não é do interesse de ninguém investigar o paradeiro da colecção”.
    Mas vamos às evidências.
    Primeira evidência.
    Os investigadores conseguiram induzir a Dra Judite Paixão, tesoureira do IPA e consultora do Tribunal Administrativo a declarar o seguinte:
    Sendo óbvio que esta assinatura é do meu marido, António Cavaleiro Paixão, à data o meu marido estava incapacitado para elaborar este parecer, porque sofria de Alzheimer.
    Segunda evidência.
    Se se provar que a Dra Judite Paixão teve, à data, conhecimento de que o marido elaborou tal parecer, é inesperado e desmantela a evidência se alguém perguntar porque razão a Dra Judite Paixão não alertou as autoridades policiais, o comprador e o IPA para o facto de o seu marido estar a elaborar um parecer com Alzheimer. E porque só o fez em sede de inquérito.
    Terceira evidência.
    Destas evidências o procurador extrai uma terceira evidência. O Manuel de Castro Nunes e o Joaquim Pessoa falsificaram a assinatura do Dr Cavaleiro Paixão.

    O que é uma evidência, jurisprudente de merda?

    Em que condição estas aqui? És polícia? És aquele polícia que fotografou uma colecção que não se sabe onde está?
    És magistrado?
    Tens medo de quê?

  177. Ó seu grandecíssimo asno, que não se lhe pode atribuir um outro nome, se da leitura dos jornais dos seus blogs se conclui que há três partes envolvidas, um vendedor, um comprador e um, aliás dois avaliadores, você e um outro, entretanto, se não me engano, não falecido, e se você diz que o comprador queria fazer marosca, e se da leitura do jornal se depreende pelo depoimento dum sujeito que desvaloriza o valor da colecção e aponta para sí como se auto-intitulando um arqueómano ou arqueólago amador e se se refere que o outro arqueólago avaliador já estava muito debilitado e doente, e se você próprio dá a entender num dos escritos do(s) seu(s) blog(s) que querem que a coisa sobre para sí, que raio de cenário hipotético queria que eu teclasse ?
    Que queriam encravar, o General, o cornetim e o porta-estandarte ?
    Quer um conselho : olhe, vá tratar da cabeça, que você está realmente mal.
    E já lhe disse e repito : não se dirija mais a mim.
    Acabou !

  178. Vamos a ver puta!
    Primeiro que tudo tem tento na língua, que a cobertura do anonimato não dá para tanto!
    Tu sabes ler? Ou foste encarregue pelos evidentes/videntes de tresler?
    Eu nunca disse nos meus blogs que a coisa vai sobrar para mim.
    Acho que vai sobrar para alguém, porventura para ti.
    E és um anormal! Vou passar a dirigir-me sempre a ti, como se fosses todos os outros.
    Mas tu estás convencido de que és quem, anónimo da merda?

  179. ‘’ Ó Castro,
    Antes de o mandar pró caralho, que é o que você merece, eu dirijo-lhe daquí um aviso solene .
    Ponha-se a pau comigo, que eu ponho-lhe um processo em cima !
    Você fez uma coisa grave, e que eu não lhe admito
    Insinuou ou disse até explicitamente, que eu tive acesso ao processo.
    Vai ter que provar a sua leviandade.
    Isto é, se é homemzinho, e se é coerente.
    Você já insultou e insinou acerca de mim e outra pessoa, tudo o que lhe apeteceu.
    Cuidado, que a paciência tem limites.
    Agora atinge também, directa ou infirectamente, o procurador que tem a cargo o seu processo.
    Bem, eu inicialmente pelos dados da NET, que são públicos, sabia que V. tinha um. Depois você acrescentou que tinha um outro, um segundo. Por este andar, vai acabar no total, com 4 ou 5 .
    Já está avisado.
    Não lí os posts subsequentes aquele que me levou a reagir aqui.
    Se você queria expor a sua situação, fazia-o de forma educada, serena, e bem intencionada.
    E LGOGO DESDE O PRINCÍPIO.
    Não era andar para aqui com as cenas que fez, e para cúmulo, quando alguém, no caso eu, que lhe estava a tentar dar uma ajuda, vir com essas insinuações vis e torpes.
    ALGUMA DÚVIDA ?’’

    Quem pediu a tua ajuda?
    Diz-me então. E quem vou eu processar?
    E quem me processa? O jurisprudência de merda?
    Deves estar a tentar convencer os circunstantes de que eu fico assustado com um jurisprudência de merda, para não teres que alegar aquilo que, simulando educação que logo perdes, vens aqui propor com ar e prosápia de sábio.
    Como não tinhas argumentos, saíste aqui com o meu processo, pensando que arrumavas o assunto.
    Já devias ter entendido que não arrumas o assunto assim.
    Deixa-me colocar-te uma questão, porque tem que ver com alguns assuntos aqui ventilados, a propósito do José Sócrates.
    A acusação contra mim está sintetizada no artigo 366 e respeita a três pontos.
    Um crime de burla agravada.
    Um crime de falsificação.
    Um crime de fraude fiscal qualificada.
    O crime de burla agravada respeita à emissão de um ”parecer” estando na convicção de que os objectos sobre que versava eram falsos.
    O crime de falsificação respeita à falsificação da assinatura do Dr. António Cavaleiro Paixão no parecer que emitiu.
    O crime de fraude fiscal agravada respeita à não declaração, em sede de IRS, do valor recebido pelo ”parecer”, 166.000 Euros.
    Quanto a este último, é notável o que o procurador Rosário Teixeira defendeu em 23 de Junho acerca do assunto, reproduzido, por exemplo, na edição do Jornal Negócios do mesmo dia.
    ””O processo-crime não é só um lugar com natureza inquisitória, é também um espaço de conformação de vontades”, sublinhou o procurador, indicando que âmbito da investigação deve haver um espaço crescente para uma negociação e celebração de acordos entre os faltosos e os procuradores.”
    O procurador não me perguntou, no único acto processual em que me ouviu, se eu estaria disposto a fazer um acordo com ele.
    Vamos aos precedentes.
    Quanto ao primeiro, o crime de burla agravada, é suportado na presunção de que ”Os arguidos Joaquim Pessoa tinham consciência de que as peças que acabaram por ser vendidas à GESLUSA constituem um conjunto sem qualquer valor histórico-arqueológico (…)”
    Pergunto eu: como se prova a minha consciência? Ou a minha convicção, como é expresso noutros passos?
    De onde extrai o procurador a evidência da minha convicção?
    Ora, o segundo ponto, o crime de falsificação, refere-se à alegada falsificação da assinatura do Dr. António Cavaleiro Paixão e de uns verbetes dactilografados a que dei, explícita e expressamente uma importância condicionada.
    Como se prova que uma assinatura é falsa? Se estiver reconhecida presencialmente pelo notário é falsa?
    Como se prova que uns verbetes são falsos? Falamos de verbetes dactilografados na década de 1940/50, relatando achados no final do Século XIX e início do Século XX, alegadamente transcritos de notas dispersas.
    O laboratório da PJ conclui, sumariamente, em três linhas, que os verbetes foram escritos todos na mesma máquina, o que todos já sabíamos. E que a máquina usaria o tipo de escrita ”Elite”. E a acusação deriva para a evidência de que a máquina é uma Olivetti apreendida a um dos arguidos. Mas o mode de escrita Elite, que foi usado por muitas marcas a partir da década de 1950, nunca foi usado pela Olivetti, porque os italianos, sobretudo no que respeita a design gráfico, nunca foram adeptos da moda americana.
    Estamos sem dúvida face a ”evidências” não provadas.
    Que fazer agora? Inverter o ónus da prova? Em sede de julgamento? Porque durante a fase de inquérito eu nunca fui confrontado com as presunções do procurador. Elas surgiram depois da minha única audição como arguido, cinco meses antes da acusação.
    Abordaremos de seguida as razões pelas quais a acusação foi assim e se restringiu a estes três pontos. Para mim são evidências, por sinal registadas nos autos.

    Em que ficamos, jurisprudente da merda? O que é uma evidência e o que a distingue da presunção de um juiz ou magistrado?

    Repara numa coisa, porque nós não somos parvos.
    O cegueta passava o tempo a mandar-me calar aqui, ficava histericamente nervoso quando suspeitava de que eu iria discorrer sobre a metodologia processual do procurador Rosário Teixeira, com receio de que eu referisse ”o meu caso”.
    Distraidamente tu tropeçaste no lapso de vires tu ressuscitá-lo aqui.
    E agora acusas-me de, de novo, não me calar.
    Qem tem medo do meu caso?

  180. DIZ o PRUNES, do alto da sua ELEVAÇÃO, em obediência ao pedido de nível do FIFI e do Corvo preto, abrilada, e da BURRA,

    «Vamos a ver puta!
    Primeiro que tudo tem tento na língua, que a cobertura do anonimato não dá para tanto!»

    Bem, tu deves pensar que dá para injuriar e difamar.

    E o «Eu sou o manuel Castro nunes» continuou
    «Acho que vai sobrar para alguém, porventura para ti.
    E és um anormal! Vou passar a dirigir-me sempre a ti, como se fosses todos os outros.
    Mas tu estás convencido de que és quem, anónimo da merda?»
    ATENÇÃO NAVEGAÇÃO: abrilada, burra, Fifi, corvo cinzento, o gajo vai passar a dirigir-se ao JURIS PRUDÊNCIA, como se este fosse «todos os outros». Ó, òlaré, a coisa escalou – dirige-se à população do dispensário, que não é ninguém, tá beie? oqueie.

    PRUNES. Partiram-te o trombil, pá, e doeu-te.

  181. Ó pa esta

    «Insinuou ou disse até explicitamente, que eu tive acesso ao processo.
    Vai ter que provar a sua leviandade.»

    hum? bora aí, ó JURIS, o gajo agora está a compõr o trombil com mercurocromo.

    ehehhehe, já saltei o resto. Fogo, comi salmão e este veio outra vez à boca. Ó PRUNES, tu devias chamar-te HILÁRIO.
    Manda aí mais umas quantas, mas preferencialmente mais sucintas…ehehhehhehe

  182. Jasmim, de inglês sabe o cegueta.
    É um requisito para admissão na profissão dele.
    O processo é público, anormal.
    O que eu disse foi que o jurisprudente da merda teve acesso à consciência discursiva e às presunções do procurador em primeira mão.
    Foi isso que eu disse, anormal.

  183. Ó pa ele, a dirigir-se à JASMIM PIMBA PERDIDA de LA TOURETTE como anormal.
    Seu ordinário, respeite! Incluindo o projeto de ser que a BURRA é.

    Ó « Eu sou o manuel de castro nunes», então mandei-te ser sucinto, mas com conteúdo, e bens ofender a tua amiga da noute, pá.Tás com o trombil inchado, ainda não deste uma para a caixa, falaste do método, que nada diz, muito cartesiano, sem conclusão. O que é compreensível. Também falo alentejano e à setubal. Tás a verre?

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.