Meu vício desde o início

Greater closeness with the partner was associated with activity reflecting reward and motivation (in the VTA and substantia nigra), as well as human awareness (middle insula and anterior cingulate cortex); relationship length was significantly associated with activity of the ventral and dorsal striatum, similar to individuals who yearn for a deceased loved one or experience cocaine-induced high, thus linking attachment bonds with addiction-related properties; and sexual frequency was positively associated with activity of the posterior hippocampus, in an area found in studies of hunger and craving, as well as for obsession and early-stage love.

in Imaging Study Shows Love Can Last

*

No problemo, eu traduzo: este parágrafo informa o leitor curioso acerca do carácter viciante do amor, uma autêntica cocaína (potencialmente mais dispendiosa e sujeita a perigosíssimas impurezas), e de como ele leva os amantes a terem tanta, ou mais, tesão como aquela que tinham quando se apaixonaram, independentemente da duração desse amor.

Tudo conhecimentos a que os poetas chegaram com enorme avanço sobre os cientistas:

17 thoughts on “Meu vício desde o início”

  1. E essas máquinas de amor inesgotável de que nos falas têm a-tracção à frente ou na rectaguarda? É bom sabermos isso para evitarmos as tais impurezas nas cucaínas combustibles.

  2. mdsol, eu aprendi aqui no aspirina, (um blog onde se aprende tanta coisa), através dos Professores vega e ф. Experimenta com esta cábula:
    linked text

    Dentro de aspas fica o endereço e onde diz linked text deves substituir pela(s) palavra(s) que vão aparecer em vez do endereço.

  3. é com grande satisfação que afirmo que tesão, que não escapa ao olho nu, Val, é no masculino. mas não vamos confundir tesão de amor, que é tesudo, com tesão de mijo – que é miúdo.

    (corrige lá isso: tu sabes bem que eu morro de amores pelo amor tesudo. ou não fosse filha de carnaval) :-)

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