Lost in translations

Men’s talk tends to focus on hierarchy—competition for relative power—whereas women’s tends to focus on connection—relative closeness or distance.

But all conversations, and all relationships, reflect a combination of hierarchy and connection. The two are not mutually exclusive but inextricably intertwined. All of us aspire to be powerful, and we all want to connect with others. Women’s and men’s conversational styles are simply different ways of reaching the same goals.

The context in which women’s focus on hierarchy and men’s on connection is most obvious and most intense: the family. In particular, sisters provide insight into relationships among women that are deeply influenced by competition and hierarchy as well as connection.

Fonte

13 thoughts on “Lost in translations”

  1. Val, “thanks” pelo modo inteligente – “marca”, aliás, permanente do seu blogue – como desvia a nossa atenção do quotidiano mesquinho em que andamos mergulhados para nos “desafiar” a elevar a mente a outros patamares de análise dos comportamentos humanos…Achei curioso o exemplo relatado sobre os homens que, quando viajam de carro nunca quererem perguntar se estão na direcção certa…Ora isso tenho eu constatado ao longo da minha vida ser absolutamente verdade!

  2. Maria da Guia,

    Mesmo fraco de canetas como sou, tenho que confessar-lhe que aquilo que mais me irrita na sua escada são os patamares…

    Meanwhile, repare nesta estupidez de quem escreveu sobre os homens que não gostam de perguntar quando andam de carrinho:

    “All of us aspire to be powerful”.

    A quem é que você aspira ser igual em músculo, Miss Guia, Catarina da Russia ou Hillary Clinton?

  3. O homem só num meio sem referências, ou num meio com referências que a sua intelegência não lê, só pode elaborar um juízo verdadeiro; estou perdido!
    É o grito do marinheiro ao vento que passa, quando o mar não deixe ver mais nada do que água, para lá da linha do horizonte; mas o marinheiro sabe das marés, dos ventos e das correntes e tem fé que a noite traga um céu estrelado.

  4. Essa de um homem ficar perdido e não perguntar a indicações a ninguém tenho muitas dúvidas. Mas há uma verdade que é do conhecimento geral. Se estiveres perdido, não perguntes as direcção a uma mulher, além de perdido vais ficar baralhado, tal como a guida, a vida mostrou-me esta realidade.

  5. GiróFlé, não é só “on Tiusedays”. Aliás, nunca foi.
    __

    Maria da Guia, então e em relação à diferença nos discursos entre mulheres e homens, concordas ou não vês assim a questão?
    __

    ravara, talvez ficar baralhado quando se está perdido até ajude a encontrar o caminho. Baralhar e voltar a dar, é o que se diz e com muita razão.
    __

    ⅀, donde vem a tua presciência?

  6. presciência? acho que é uma banalidade.

    O agravamento da tensão no Médio Oriente, inciativa de Israel, não pode ser fortuito, tem a ver com uma escalada, porventura sem controlo, da violência na região. E a Carmen e eu falámos aqui disso no Aspirina. Espero que tenha lido isto, já é de 2003.

    Junta-lhe a maré negra da BP.

    Perante a indeterminação cai a confiança, entra-se numa maré de venda de activos, baixa o índice.

    Penso estar de partida breve para outro continente, podia estar a cagar-me para isto tudo, mas não estou, por qualquer razão obscura tenho carinho pelo povo português. Sou de opinião que o BCE deve passar a suportar, parte da dívida pública dos Estados ligada a prestações sociais. E tu?

    A doutrina de que Portugal e Espanha, a península, deviam constituir-se como plataforma de ligação Atlantica da Europa com Africa e América latina numa triangulação, como novo eixo da humanidade no mundo, foi desenvolvida em 2005/06 noutro blog. Por aí o Governo está a fazer bem cá no meu ver.

  7. A padronização é uma característica inerente à racionalidade, por isso admites pressupostos que favorecem o desfecho proclamado. Só há um problema: a realidade ultrapassa as previsões. Se assim não fosse, reinava a paz celestial.

    O incidente com a flotilha e Israel não tem só uma hipótese causal, pois também se pode admitir que se tratou de uma resposta usual em contexto de guerra ou que foi um erro do comando militar. E a qualquer momento a fuga de petróleo poderá ser estancada, acabando-se a notícia. Aliás, a censura e pressão internacional que se abate sobre Israel até poderá levar a inusitados avanços no processo de resolução do conflito, tal como a ressaca do problema no Golfo do México poderá levar a um novo paradigma de protecção ecológica.

    A questão do BCE não pode ser pensada fora da arquitectura política europeia, mas é um facto que a crise, ou crises, deixaram muitos caminhos novos à vista. Deus escreve direito por linhas tortas, como sempre.

  8. pois com certeza que as crises podem abrir caminhos positivos que correspondem a alguma solução, com a raíz no tal discernimento que bem conheces como krinein; no entanto têm inércia e seguem em frente com um vector onde pesa a massa e a velocidade, até se conseguir, com uma rajada de vento ou vontade, mudar-lhe a tendência.

    Em relação ao Médio Oriente não estou nada optimista, têm uma tradição milenar bélica baseada em fundamentalismos, e, embora silencioso tem estado sempre a acumular-se potencial bélico na região. O potencial não é nada inocente, determina o mais das vezes a sucessão que se opera no real.

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