Lopes da Mota foi de carrinho

Dois magistrados alegam ter sido pressionados por um magistrado. Isto, como enredo, já era bisonho o suficiente. Mas ver que nem o Conselho Superior do Ministério Público consegue estar acima das coboiadas, sendo utilizado a bel-prazer para servir interesses políticos, eis o acabrunhante retrato do maior problema em Portugal: a ruína do poder judicial.

Curiosamente, os alvos são sempre do PS. É preciso ter pontaria.

31 thoughts on “Lopes da Mota foi de carrinho”

  1. O segredo:
    O que é um segredo? É algo contado em voz baixa a uma pessoa de cada vez. O que é um segredo de justiça? Também é algo, mas este contado à comunicação social – esta está protegida com a finalidade de o não poder revelar – para que surta o efeito desejado antes do acórdão ser proferido. Para ser mais preciso. Quase sempre contado pelo órgão que fez o inquérito, quando este tem receio que a sua tese não colha o efeito pretendido “vulgo pressão” presta-se a este tipo de procedimento. Quase todos os que não tem confiança no seu serviço agem desta maneira. Quem os pratica? Geralmente inquiridores, advogados, juízes e funcionários judiciais. Quem se trama com eles? Os que não tem padrinhos ou dinheiro para se poder defender.

  2. 1 – Não sou do PS.
    2 – Concordo com muitos pontos de vista deste blogue, discordo de outros.
    3 – Rio-me com os comentários dos “funcionários”, profissionais ou amadores, que tentam ridicularizar os textos postados.
    4 – Exemplo de comentário sério: o de Manuel Pacheco. Introduz o seu pensamento.
    5 – Palhaçada: o comentário da Sinhã. Tenta o ridículo, sem o mínimo de humor, estilo “funcionário”.
    6 – Pois é, produzir comentários com substância, a favor ou contra, puxa pelo besunto.
    7 – E besunto não tem qualquer um…
    8 – Glória aos “funcionários”, deles será o “reino dos céus”, dos seus “patrões”.
    9 – Para que conste: o humor é a suprema forma de crítica.
    10 – Por mim, quero continuar a ser livre, a concordar e a discordar, em função da minha consciência, sem “patrões”.

  3. ó duarte besuntadnho, quem te disse que venho aqui ridicularizar os textos? eu respondo: tu

    (o que significa que ridícula é a tua cabeça. dera tu que eu te pedisse para escreveres uma ode. atingiste?). :-)

  4. SINCERAMENTE VAL, uma pessoa acorda, passa os olhos pelos jornais, ouve o noticiário do meio-dia, assiste à abertura dos telejornais da uma — e duvida seriamente da sanidade mental do país. Nada de escândalos, amigo. Nada de te escandalizares. Hoje, então, com a situação do país e do mundo, deviamos estar longe disto, mas não conseguimos. Lamaçal, lodaçal, pântano, vêm à memória estas palavras, mas é só um prenúncio do que há-de vir. Espantoso país das cartas anónimas, das vingançazinhas, da suspeita, do medo de pôr o nome por baixo, hoje devias não pensar nisso mas não consegues. Há uma espécie de náusea no ar. Belo ano. Excluis os pontos de exclamação por vício, para não te associares à gritaria, mas não consegues: volta atrás e corrige, corta os pontos de exclamação. Ris da ingenuidade absoluta, da credulidade total. Ah, o ministério público, essa arma de arremeço. Essa gente manietada. Ah, está a investigação toda de rastos. País das ruas. País da praça pública. Vem nas crónicas, lembram-se?, de quando diziam “corram ao Paço que matam o Mestre”, e vai lá toda a gente, e o Mestre estava de boa saúde, a multidão acreditou em tudo. Acredita em tudo. E há denúncias anónimas. Manigâncias. Alguém deixa cair uma informação, mas não tem rosto. O melhor de tudo é ver como tudo encaixa, como tudo estava escrito nas instruções para compor este puzzle perfeito em que tudo se baralha para que tudo continue na mesma, esquerda radical e direita, tudo amiguinhos, maravilhoso bloco central lato. A humilhação maior é ver como as cartas anónimas figuram nas páginas dos processos, claro, mas isso é vício nacional: um país que tem tantas cartas anónimas na sua história merece isto. Cartinhas de denúncia, cartinhas de humilhação: mencione-se um nome para que o nome fique coberto de lama. Diga-se um nome, um nome qualquer no meio de uma conversinha sobre a lama com um copo na mão no Lux ou na Capital, e a lama arrebatará todos os nomes à volta. País assim. País perfeito. País sem culpados. A estratégia está a funcionar na perfeição, de resto: corram ao paço, que matam o Mestre, e a multidão corre ignorando que o Mestre está de boa saúde. Para que se há-de fazer justiça? Melhor que tudo fique contente, de um lado e de outro. Melhor que tudo fique assim. A estratégia está a resultar. E tanta gente escandalizada, ignorando que o escândalo, escandalizar-se assim alguém, é meio caminho para que não se mencione mais o assunto. País sensível, de plástico, cheio de merda pelos cantos. Tudo está a resultar. A aranha na sua teia. Perfeito. E eu ainda me espanto que, no meio dos CTT’s, BPN´s, BPP’s, BCP´s, submarinos, Portucales, Siresp’s, Ligas de futebol e outros, aja tantos julgamentos e tanta conversa mas que os culpados encontrados, afinal, até são de outros processos, um formalmente o outro constantemente na praça pública, quem mais? Vale e Azevedo e José Sócrates. Ambos, meteram a mão onde não deviam. O primeiro, fez o que todos naquele meio fazem mas não tinha escala para se aguentar à bronca, o outro, bem o outro, afrontou os pretores e a guarda da nossa verdadeira realeza. Faz sentido.

  5. Paulo:
    Tudo o que relata no seu texto é de uma certeza absoluta. Muitos não têm a coragem de dizer o que o Paulo relata. Somos o País de anónimos e um anónimo é um ser sem coluna vertebral, um cobarde. Triste País que assim filhos deu. Não sei para que nos foi dado um nome quando temos vergonha de o acrescentar no fim de qualquer carta ou documento. Parece que estamos no tempo da outra senhora. Acabaram os bufos vem os anónimos.

  6. Oh Manuel a quem te referes tu? Quem é o Manuel Pacheco, ou Ibn Erriq, ou Valupi …..?????

    Manuel Pacheco é tão anónimo com qualquer um que coloca aqui comentários.

    Repara, eu “assino” um cometário como António Pinto, isso deixa de fazer de mim um anónimo? Não!
    Imagina que o Valupi vê o “meu” IP nos “logs” do Aspirina, agora imagina também que eu estou a usar um proxy na Russia ;-) nem assim chega ao meu operador de internet, e logo à minha real identidade.

    Para que conste, só deixo de ser anónimo quando assinar o meus comentário. Assinar é mesmo assinar, que significa apostar a minha assinatura digital (não confundir com digitalizada), como é o caso do cartão do cidadão.

    Espero ter sido claro e esclarecedor.

    Ou seja, o “Manuel Pacheco” sabe se o Manuel Pacheco é quem diz ser, eu só sei que é um conjunto de caracteres que formam duas palavras.

  7. Pressão, dizem,

    num processo encerrado em Inglaterrra,
    e também acabado aqui

    – vide processos subsequentes das obscuridades, também em vias de extinção,
    e já outro de seguida, do magalhães- vasco da gama -,

    há que manter a pose da asfixia…

    Ao menos no dos CTT, BPN, quejandos
    não ha pressões
    não há violações do segredo de justiça
    NADA!

    tudo limpinho!

    e o venerando

    esse não embarca em “dramatização” de não sei quê…

    Açores , escutas, etc
    eram ensaios de fados de katia….

    viva Bento xvi

    abraço

  8. Desta vez, o nosso (Ibn Erric – a propósito isto tem a ver com Afonso Henriques, ou não?) tem razão, aqui tudo se assina digitalizadamente, por exemplo mct são as iniciais do meu nome mas podia fazer como o Manuel que é a mesma coisa.
    Quanto aos funcionários – do Duarte – que nem sequer sabe do que fala, pois que sem dar por isso se retrata perfeitamente, é que “a porca torce o rabo” – “atão” ele não é funcionário da democracia, se for coerente com o que escreve? Se disse que não é do PS é porque é doutro “lado” e tem os seus “patrões”, mas é mais infeliz, porque se não dá conta disso! Agora, chamar funcionário a quem – COMO ELE – vem aqui comentar e opinar seja o que for, concordando ou discordando, é que não tem sentido!
    Só quem não quer ver é não vê que o PS está a ser perseguido pelos PaSsaDistas-vigaristas-de-colarinho-branco e seus agentes que tentam “branquear” assim, as inúmeras vigarices e crimes económico-financeiros que vêm cometendo na linha de antes-do-25 e integrados no cavaquistão. O resto é conversa e poeira para os olhos!

  9. Manuel acertaste na muge, embora até estivesses a falar de coisas mais sérias que a blogosfera.

    embora aparecesse logo alguém a enfiar a carapuça…

    concordo contigo, este país está cheio de gente cobarde, sem coluna vertebral e quase invisível.

    claro que também me refiro a coisas mais sérias que a blogosfera. os jornais e as polícias alimentam muita da sua investigação através da recepção de cartas anónimas, quase sempre vesgas e pendentes para um lado da questão. mostram algumas provas e destroem outras.

    e é assim que se dado cabo da vida de algumas pessoas na praça pública, o pior dos tribunais…

  10. mct

    Ibn é árabe e que dizer filho

    Erriq quer dizer Henrique,

    Henriques quer dizer filho de Henrique (Ibn Erriq = Filho de Henrique = Henriques)

    Muitos dos apelidos portugueses foram constituídos desta forma (Mendes – filho de Mendo, Pais – Filho de Paio, Fernandes – Filho de Fernando, etc, etc)

    Logo, podemos concluir que “supostamente” o meu apelido é Henriques. ;-)

  11. luis eme, quem és tu? valupi, quem és tu?

    eme, não se trata de enfiar a carapuça, trata-se isso sim de ser sério!

    Já gora luis eme, Muge, escreve-se com maiúsculas! Não, não se trata de ser “esperto”, trata-se de não ser ignorante! Mas isso era pedir muito já que te intitulas jornalista, classe a quem não se exige muito!

  12. Só venho dar os meus pêsames aos que têm veia para comentar politiquices e corrupções, mas não comentaram o post abaixo que aborda o problema da violência doméstica.
    O Valupi frisou bem no post a nossa vergonhosa indiferença. Acho que essa indiferença está na própria caixa de comentários desse mesmo post.
    Para outros assuntos, principalmente corrupções e casos obscuros que envolvam dinheiro, toda a gente se apresta a comentar, em gente grande mesmo, mas os problemas sociais, do vizinho ao lado e, um dia, talvez o nosso, não interessa ninguém.
    A solidariedade, pelos vistos, não deve interessar, mas já interessa por exemplo quantos tostões leva o meu vizinho no bolso.
    Raios vos partam. Tenham vergonha.

  13. Armando Vara na RTP
    “Godinho foi ter comigo por não saber onde era a EDP”
    por DN.pt

    O ex-vice presidente do BCP, Armando Vara, arguido no caso Face Oculta disse esta noite na Grande Entrevista da RTP que tinha “Manuel Godinho como uma pessoa de bem” e que o único arguido do processo em prisão preventiva foi ter com ele naquele dia em que o Ministério Público o acusa de ter recebido um envelope com 10 mil euros porque “não dava com o endereço da EDP”.
    Armando Vara quer “o segredo de justiça liberto para que as pessoas possam ver a sua inocência”. O que existem “são indícios de indícios de indícios”, afirmou.
    Durante a Grande Entrevista na RTP1 Vara manifestou-se novamente inocente mas utilizou o segredo de justiça para justificar a falta de resposta a muitas das questões de Judite de Sousa.
    Admitiu, no entanto, ter posto em contacto Manuel Godinho com Paiva Nunes “como responsável bancário” porque, garante, colocou “centenas de pessoas em contacto”. Sublinhou à entrevistadora que “acompanhar um cliente onde ele precisa, isso para mim é sagrado”.
    Disse também desconhecer que “Godinho ganhava concursos debaixo da mesa”. E tendo as pessoas com quem lida como “pessoas de bem” até porque “todos são inocentes até prova em contrário” considera “inadmissível” dizerem que recebeu “10 mil euros para proporcionar um encontro”.
    Armando Vara mencionou as suas origens de Vinhais e que “parecia destinado a não passar de bancário” mas depois de “40 anos de trabalho” chegou à vice presidência do BCP porque subiu dificilmente “a pulso”.
    Como soube do processo Face Oculta?
    “Só soube do processo quando me entraram em casa”, respondeu Vara à jornalista Judite de Sousa.
    Defendeu que as escutas que envolvem José Sócrates não devem ser divulgadas e sobre a relação “íntima” com o primeiro-ministro disse: “Quando José Sócrates foi para o PS eu já lá estava…”. A única vez que admite que José Sócrates possa ter influenciado a sua vida foi na sua entrada “para a Caixa Geral de Depósitos”, mas acrescenta que “foi a escolha certa” porque “fizemos um grande trabalho”.
    A propósito das escutas que o envolvem o primeiro-ministro não quis pronunciar-se sobre isso, voltando a frisar que “conversas privadas são privadas e privadas devem continuar”
    No entanto, o juiz de Aveiro encontrou indícios de crime nessas escutas. Falaram sobre a eventual compra da TVI pela PT?, questionou a jornalista da RTP.
    “Não me lembro”, disse Armando Vara, garantindo que não tem medo que as escutas sejam divulgadas.
    Questionado sobre as declarações do director do semanário Sol, José António Saraiva, disse com convicção: “é tudo mentira”.
    Vara negou ter o pelouro do Sol no banco e ainda disse que “nada disso” dependia dele.

  14. Era este post e não o outro

    Comenta Valdisper

    VEJAM O ATOLEIRO EM QUE ESTAMOS METIDOS!!!

    Assim se vê a força dos Penedos… e mainada

    Não interessa nada se o “irmão” e o pai estão ou não constituídos arguidos … o que interessa é que este tenha com urgência um TACHO antes que a mama se acabe! … E até fica facilitado o remédio para as escutas …

    A 12 de NOVEMBRO, mas com efeitos retroactivos!

    Comprovem no Diário da República online:

    http://dre.pt/pdf2sdip/2009/11/230000000/4838848388.pdf

    Assinado pelo SÓCRATES!

    http://democraciaemportugal.blogspot.com/2009/11/assim-se-ve-forca-dos-penedos.html

  15. « sendo utilizado a bel-prazer para servir interesses políticos »

    Isso é coisa que está por demonstrar.

    Retirado da notícia do jornal o Público (link)
    « Segundo Magalhães e Silva, esta fuga de informação é de “péssimo presságio, com o meirinho a antecipar o juiz”. »

    Pô … mais um advogado a agarrar-se à fuga de informações para montar uma estratégia de vitimização.
    Será que este causídico acredita que os juízes são pressionáveis pelo poder político?

    “Curiosamente, os alvos são sempre do PS”.
    Ai o magistrado em causa é do PS?
    Curioso … não é suposto os magistrados não terem filiação partidária?

  16. Luis Eme, “acertar na muge” não é nada. Diz-se acertar na mouche, palavra francesa que além de mosca também significa aquele círculo central negro de um alvo. Dizer “acertar na muge” é mais ou menos como dizer “gambas à Guilho” em lugar de “gambas al ajillo”, em português gambas com alho. Cómico é o comentário desse Ibn, que corrige muge para Muge… E ainda trata os outros de ignorantes, o toleirão.

  17. Agora abriste-me o apetite guarda nocturno, hummmm… mas atenção que a expressão “acertar na Muge” tambem pode ser utilizada por quem não goste dos concertos da Amélia Muge. No entanto é obra ter um guarda nocturno como “corrector” aqui no blog, fonix.
    Só o nick quer dizer algo, é mais humano e ao contrario dos alarmes Securitas e de outras empresas que aproveitam a onda PPortas e noticiarios (os prescritores) para vender mais uns alarmes, o teu serviço personalizado abrange funções que vão para alem da segurança psicológica do cidadão aumentando sobremaneira a sua capacidade de elaboração etimologica, retroversão e outras coisas que certamente terás para oferecer (o segredo é a arma do negócio). Quanto é que o Val te paga? ou só estas a promover “altruisticamente” os teus serviços?

    Desculpa qualquer erro, emoção faz-me perder a correção ortográfica :))

  18. Guarda Noturno,

    Tu não vês um comboio à certo? Já terás alguma vez ouvido falar de trocadilhos ou mesmo ironia? Não? Vejam lá bem o toleirão que na afã de dar uma de erudito tropeça na sua burrice.

    Vá lá hoje estou com disposição e vou dar-te dois minutos do meu tempo e tentar explicar-te, não sei se conseguirei, descer ao nível discursivo que tu consigas compreender, Vou tentar.

    Muge é uma freguesia do concelho de Salvaterra de Magos, sabes, fica lá para os lados de lezíria. Pergunta-te lá porque seria muge com “M” maiúsculo se não fosse de um nome próprio? Tanto quanto me é dado a saber o nomes comuns não se grafam com letras capitais não é? Como é o caso de mosca ou alvo.

    Para a próxima antes de te armares em chico esperto tenta usar a cabecinha o toleirão.

  19. Ainda bem que tens ironia, Ibn, não é nada comum em Ibnes. Então há uma freguesia chamada Muge? Muito me contas. E não há uma chamada Zurra, lá para as tuas bandas?

  20. Não, não há! Mas há uma que te assenta a ti como uma luva, Cabeçudo, que é aquilo que tu és. Se uma não chegar há ainda Cabeçudos.

  21. obviamente os visados são do ps , os que baralham , dão cartas e jogam desde há 15 anos para cá , com um curto interregno de 2 anos pró psd. mas pensas que a malta anda a dormir ou quê ?
    Lá por teres incarnado o ayo do príncipe valente não quer dizer que a gente aplauda a tua representação no real. no fictício é bem boa.

  22. e isto sem o ibn , o eça , o ds , o dixit e tal parecia uma missa monocórdica em que os crentes levantam e ajoelham ao ritmo das letanias do Val. merecia ( devia ter ) como nome do blog ” missa dos adoradores do crucificado socras , salvador da pátria e , com a única central carregadora de baterias , até do mundo”., Larga lá a personagem que tu és capaz de melhor. o principio de peter ao contrário é um desperdício para a comunidade.

  23. “Um filho do povo”.

    Dou sempre tudo o que tenho
    de melhor, dentro de mim,
    em cada verso que engenho.
    Eu nasci p´ra ser assim!

    Se eu nascesse doutro jeito,
    doutro jeito cantaria.
    Mas, se calhar, o meu peito
    não tinha tanta alegria.

    Não há leilão nem bazar
    que me venha leiloar…
    eu sou produto sem preço!

    Pertenço à vala comum!
    Sou do povo só mais um…
    nem eu próprio me conheço!…

    De: Rodela

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.