8 thoughts on “Líbia em menos de 10 palavras”

  1. Pois vai. Com esta ingerência nos assuntos internos de um país soberano poderá abrir-se uma porta que não mais se conseguirá fechar. O Obama desiludiu-me, os europeus não poderão voltar a criticar a União Soviética pelas invasões da Hungria e Checoeslováquia.

  2. Memorando aos líderes mundiais: congelar as contas bancárias e ameaçar um ditador com o TPI, por muito que nos faça bem à consciência, é a melhor maneira de assegurar que ele fica onde está e luta até à morte.

  3. Essa coisa da “ingerência nos assuntos internos de um país soberano” parece uma derivação do “entre marido e mulher não metas a colher”…

  4. Zeca Diabo, não te apoquentes. A zona de exclusão aérea é, para já, também para nos proteger, nós europeus, não vá o coronel, tresloucado, enviar os caças cruzar o Mediterrâneo. Quanto às populações revoltosas, que aparentemente desprezas, as forças armadas terrestres do coronel chegam e sobram para lhes limpar o sebo, como, aliás, já estão a fazer com todo o sucesso do mundo.

  5. Está-me a fazer um bocado de impressão esta história da Líbia; Ou a comunidade internacional apoiava logo os “rebeldes” (da forma clássica, como sempre o fez em todas as guerrilhas, armando os guerrilheiros à socapa, ou pondo em execução logo a tal da “zona aérea exclusiva”) ou não anda para aqui a ver se faz, hesita, não sabe bem, etc, etc.. Todos sabemos que o Kadafi não tem o mínimo “pejo” em “limpar” todos os que se lhe opõem. Mas… não era assim também há 4 meses atrás? E nessa altura, em que o ocidente comprava calmamente o seu petróleo, a EU, os EUA e a ONU não andavam cá com tretas de “ditador” que tem de se ir embora.
    Caramba, todos sabemos que o homem é ditador – e é mau como as cobras; e, então? AONU vai passar a intervir e dar guera às ditaduras? Quando é que vai para Angola? Ou para a Correia do Norte?

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