Já não há paciência para a democracia, confessa Marques Mendes

Este belo espécimen do que é, e do que vale, a actual direita partidária portuguesa, uma das vozes que não se têm calado a pedir a criminalização de socialistas pelo simples facto de serem socialistas, anda na política remunerada desde 1977. Tinha então vinte aninhos quando se agarrou a ela para nunca mais a largar. Idade presente: 55 bolos de aniversário. Diagnóstico do regime: os partidos não prestam. Retórica: populismo.

É assim a elite escavacada do PSD, a incontrolável projecção no exterior do estado putrefacto em que se encontra:

O antigo ministro dos Assuntos Parlamentares e ex-deputado criticou ainda o que considera serem os “vícios” e a “hipocrisia” da actual vida parlamentar. O Parlamento “é cada vez menos importante e cada vez tem menos prestígio”, afirmou, para depois criticar a “superficialidade” com que muitas matérias são tratadas em Portugal e na Assembleia da República. “Adorei ser líder parlamentar, mas hoje já não teria paciência para me sentar lá”, disse, acrescentando que muitos deputados defendem algumas coisas pessoalmente que depois, na bancada, não assumem.

Aparição de Marques Mendes em Fátima

7 thoughts on “Já não há paciência para a democracia, confessa Marques Mendes”

  1. “Aparição de Marques Mendes em Fátima”
    Ainda bem que foi em Fátima, olha se o gajo me aparece às duas da manhã…

  2. Uma das “gargantas fundas” do CM disse que o Ganda Nóia fez a segunda melhor
    intervenção no último conselho do Estado em que isto está, sendo o melhor de ou-
    tro grande feitor de factos políticos o prof. Martelo!
    Este post sobre o pequeno estadista só pode ser por má vontade! Ele é tão clari-
    vidente…sabe sempre os resultados dois dias após os jogos… da cabra cega!!!

  3. Permitam-me uma pequena correcção: MM é um ilustre reformado da AR, há vários anos, que, pelo menos desde os 18 anos, ocupa cargos políticos remunerados. O seu pai, então presidente da câmara de Fafe e dirigente do PSD, encomendou o rapaz ao seu compadre que era governador civil de Braga, também do PSD, e este pôs o rapaz como seu assessor. A partir daí foi um ver se te avias, a vida a subir em flecha, graças à política e ao partido. Nos últimos anos ainda foi administrador de uma empresa de energia com contratos altamente privilegiados com o Estado. Viveu sempre à custa do erário público, como acontece com a maioria dos políticos desta geração.

  4. o porta-chaves do isaltino não merece tanto paleio. dão demasiada importância ao xarabaneco, a coisa não presta nem para matraquilho.

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