Já é oficial: os portugueses têm aquilo que merecem

Na apresentação de cumprimentos de Boas Festas do Governo ao Presidente da República, no Palácio de Belém, Pedro Passos Coelho quis “agradecer ao senhor Presidente da República toda a cooperação institucional que tem proporcionado” ao Governo para que as suas tarefas “possam ser desenvolvidas num espírito patriótico de entregar ao país aquilo que os portugueses merecem“.

Passos agradece a Cavaco Silva “toda a cooperação institucional”

3 thoughts on “Já é oficial: os portugueses têm aquilo que merecem”

  1. Povo corajoso? Então mas ontem não éramos piegas? Esse gajo está esquizofrénico, internem-no. Mas com aqueles colegas de trabalho também não admira.

    Já a dica do “quer que fique aqui mais próximo de si?” mostra bem a sua natural apetência para as artes. Circenses, claro: o chamado palhaço parvo.

  2. O que os portugueses merecem é que apareça por aí algum louco “desperado”, que dê ao Passos, ao Relvas, ao Gaspar, à da Cruz, ao Cavaco e, claro, ao Portas e já agora, à D. Assunção da AR, que também saiu uma boa encomenda, que lhes dê, dizia eu, “aquilo” que eles merecem por nos andarem a f…. a puta da vida.
    Mas a porra, a grande porra, é que o cabrão até tem razão quando fala em “entregar ao país aquilo que (muit)os portugueses merecem“.

  3. O texto colado é o publicado num jornal galego por um conhecido apresentador da Televisão galega. Ele tem morada em Caminha e é um gram amante de Portugal. Eu partilho com ele a inquietude que manifesta, ha coisas que não se compreendem muito bem, como o pagamento das Scuts que provocam descida na quantidade de galegos que vão de ferias ou à mercar qualquer coisa. Não é tanto o custo senão ás dificuldades para ò mesmo. Burocracia que trava o desenvolvimento económico.

    O “RASCA Y GANA” PORTUGUÉS
    Prometinlles a semana pasada contar algo máis dese novo despropósito das autovías portuguesas que incide novamente en que o País veciño ou empeza urxentemente a cambiar o chip da atosigante burocracia que padece secularmente ou conseguirá, para máis afundimento da súa economía, que ninguén queira ir visitalo. Ademáis do excesivo afán recadatorio da súa policía de estradas está toda esa complicación á hora de pagar os tramos de autovía que ata hai ben pouco eran gratuitos. Para mostra un botón. Día 5 de decembro, en Vilanova de Cerveira segue sen haber ninguén que atenda o flamante dispositivo que inauguraron o verán pasado para facer o prepago, polo que prosigo viaxe cara a área de servizo de Viana do Castelo onde me din que o terminal informático non funciona, que pare na seguinte área que está prácticamente chegando ó aeroporto Sá Carneiro, co cal entendo que nesta ocasión son convidado a viaxar gratis. Por outra parte ben o merezo, xa que eu son deses “paganinis” que acatan as normas en canto saen á luz pública posuíndo recibos destas vias portuguesas de cando todo o mundo pasaba de largo.
    Día 9 de decembro, pregunto no aeroporto onde podo mercar o ticket de volta, ninguén ten idea; paro na primeira área de servizo que atopo cara Viana e unha despistada dependenta saca algo parecido a unha tira de cupóns e convídame a mercar un deles que consiste en rascar, atopar un número agochado, mandar unha mensaxe telefónica e así poder confimar o pago da ruta, ó que hai que engadirlle 80 céntimos de comisión máis o custo da mensaxe internacional. A min dame a risa, pero por aquilo de que non querer vermas con calquer chulito de uniforme que me amargue a Ponte da Constitución, merco un deses boletos pero négome a rascar nada e moito menos a mandar ningunha mensaxe a sabe Deus onde.
    ¿Por que se empeñarán os amigos portugueses en complicalo todo tanto se o único que queremos e ser solidarios e compartir desventuras en tempos de crise apoiando o turismo e comercio peninsular?

    asinado na “REgion” de Ourense por José Manuel Piñeiro.

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