11 thoughts on “Isto é lindo”

  1. Não me vou pronunciar sobre a magna questão, que tanto parece atormentar JMF, de apurar se Sócrates estava, ou não, e a que título (por exemplo, a jogar à bola com amigos/ colegas), na escola, num sábado à tarde em Julho de 1966.

    Agora, o que todos poderemos, em uníssono e sem margem para dúvidas, afirmar em prol da autoridade moral de JMF para perorar sobre “o fascínio pela mentirinha” é que verdade verdadinha foi mesmo a história das escutas de Belém que ele, com um jeitinho que é mesmo só dele, tão entusiasticamente contou.

  2. Sem dúvida que há realmente um fascínio pela mentirinha.

    É a compulsividade desta gentalha da direita retroliberal que mente, permanentemente.

    Por exemplo, basta contar as mentiras do canastrão 1º ministro logo para começar o ano novo.

    E então JMF, não as viste nem as ouviste, cego e surdo de M.

  3. Jorge Patrão, no DN de hoje, conta como foi o encontro dos miúdos de 8 anos no pátio da escola da Covilhã naquele sábado de 1966.

    Mesmo que a “notícia” do Correio da Manhã não fosse tão impudoradamente mentirosa, baseada no testemunho falso e alarve de um atrasado mental, que admiração haveria que José Sócrates, 47 anos depois, se enganasse num pormenor da história?

    O Correio da Manhã, também sem admiração, continua a ser uma cloaca. O blasfemozito é só um pobre cabotino que resfolega alarvices numa sub-cloaca.

  4. o zé manel, num país como os usa, estaria na pilra por participação activa em conspiração política. essa é que é essa!

  5. Se acaso fosse necessária uma explicação como é que raio um país elegeu um Cavaco com o currículo escabroso que nem era desconhecido e um alegado primeiro ministro inculto,politicamente impreparado e falho de carácter,ela estava aqui patente nos arrazoados do execrável e amoral Fernandes e “sus muchachos” comentadeiros!

  6. Note-se que, na — Jesú! Maria! que lá vem a palavra insuportável — narrativa do Zé Manel, parece que quem está atingido de uma «doentia propensão para a efabulação» e «cria factos acessórios, reais ou imaginados» é — pois então! — o «excelso» inominável e a sua «corte do novo filósofo». Trata-se portanto de uma artimanha conspirativa do «excelso» para atrair a uma cilada todos aqueles a quem não passaria despercebido o facto de não haver habitualmente aulas aos sábados, e tudo isto para os colocar a discutir se havia ou não aulas à tarde nas escolas primárias da Covilhã em 1966. E para quê? Bom, para que todos se esquecessem de quem foi que «inventou mais uma historieta sem qualquer importância a não ser a de confirmar que há criaturas como uma irreprimível vocação para a efabulação». Faz sentido, não é verdade?

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