Introdução às negociações em democracia

Primeira regra:

Em democracia, as negociações começam nos resultados eleitorais.

Segunda e última regra:

Em democracia, as negociações não começam por causa dos resultados eleitorais.

8 thoughts on “Introdução às negociações em democracia”

  1. se entendermos a democracia, enquanto produção, como o conjunto de relações recíprocas entre os actores e as estruturas da nação, então tem necessariamente de haver simetria e congruência entre quem decide e quem recebe a decisão. e eis que surge essa ferramenta que é a eleição.

    pronto, j+a está, pensei a negociar com o pouco tempo e com a imensa vontade.

  2. evidente , mas sabendo o povo o que é democracia , o be não sabe . se queriam assim , teriam de fazer uma cooligação para ir a eleições.
    esses princípios derivam de entender a política como serviço , e os tipos entendem a política como emprego.

  3. Prontos, tinha de ser. Há muito deviam saber que o ‘Eu mesmo’ não se dá bem com paradoxos. Ele mesmo (Eu mesmo) até bonecos limpos como os da Mafalda, tem dificuldade em entender. Poupem-no, porra.

  4. Paradoxo, paradoxo é o Livre entrar nos debates como se tivesse tido algum representante na assembleia. Ou a Joacine querer mudar de sítio uns quadros antigos pintados directamente na parede. Ou o troll andar de máscara só porque lhe dá um ar inteligente.

  5. Negociações deve haver sempre depois das eleições, dos seus resultados. Que perante uma maioria absoluta, serão, principalmente, conversações, com o justo sentido de responsabilidade de quem a obteve, mas que face a uma maioria relativa terão de ser mesmo negociações, cujo resultado muito dependerá da relatividade dessa maioria. É o que prevejo e desejo que assim proceda o PS de António Costa, como previsível vencedor das próximas eleições.

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